02out/18

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”

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Cena do filme Invictus, em que o ator Matt Damon interpreta o jogador de rugby François Pienaar

Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo.

Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que – como elogios – doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.

Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.

Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”.

Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.

Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito – mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.

Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.

Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.

A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional.

Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-uma-equipe-e-contagiada-pelas-emocoes-de-seu-lider/81051/

29set/18

7 atitudes que você deveria levar para uma reunião

Para otimizar uma reunião, é preciso estar ciente de que ela deve ter um resultado concreto no final

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As reuniões são um momento de colaboração importante. Segundo o site 3M Meeting Network, cerca de 50% do tempo das reuniões é desperdiçado. Para otimizar, é preciso estar ciente que a discussão é mais do que uma conversa, é trabalho e, portanto, precisa ter um resultado concreto no final. A palavra-chave é produtividade. Para aproveitar melhor o tempo, a Plantronics identificou 7 atitudes positivas que devem ser assumidas em qualquer tipo de reunião – seja de negócios, informal, escolar. Aprenda:

Seja Construtivo – No vocabulário das pessoas construtivas não existe a palavra “mas”, elas preferem usar “e”. “Ótima ideia! E se a gente agora pegasse isso e…”. Os construtores, como são chamados, examinam, pensam e compartilham o conhecimento sempre pensando em agregar novas soluções e não em apenas criticar sem oferecer alternativas. Com isso em mente, a reunião se transforma em um encontro muito mais produtivo e participativo.

Seja brilhante – Ao contrário do que se possa imaginar, as pessoas brilhantes não contam com uma dose extra de talento – elas se esforçam e fazem o trabalho necessário de preparação e, mais ainda, sempre trazem à mesa contribuições práticas. “Eu tenho uma ideia interessante que gostaria de compartilhar com o grupo”. Mesmo que nem todas as ideias sejam acatadas, esse tipo de comportamento inspira os outros participantes a contribuir também.

Seja engraçado – Uma dose de humor no momento certo e sem dominar a conversa ajuda a energizar a reunião, geralmente quando isso é necessário. O bom humor também pode ajudar a trazer a conversa para os trilhos novamente, quando acontece a dispersão dos participantes ou discussões infrutíferas.

Seja pontual – No geral, as reuniões tem hora para começar e terminar. É importante lembrar (de maneira agradável) aos participantes que o tempo disponível é limitado e que, por isso, é fundamental se ater à agenda. “Eu sei que a gente tem pouco tempo e muito a discutir…”.

Seja voluntário – Esta é a pessoa que sempre está disposta a tomar a dianteira e agir ou a se manifestar quando ninguém mais quer. Em muitas reuniões é necessário que alguém se posicione primeiro para que os outros se sintam a vontade para opinarem. “Pode deixar essa atividade comigo”.

Seja criativo – É necessário um talento especial para demonstrar o que está sendo dito de uma forma que todos possam entender. Esse tipo de personalidade, apelidada de “Da Vinci”, realiza esboços no quadro que podem ser inestimáveis para focalizar a discussão e levar o assunto adiante. Em reuniões virtuais, é
claro, eles precisam de suporte de vídeo. O principal é que contam com a criatividade para exemplificar e se fazerem entendidos por todos, nem que para isso seja preciso, efetivamente, desenhar.

Seja bom de bola – Esse perfil sabe como pegar a bola e correr com ela. Craques das equipes, têm um olhar apurado para o que está acontecendo na reunião, sabem exatamente quando contribuir e assim mantêm a conversa direcionada à meta. De fato, contam com um pensamento estratégico e em grupo, sabem identificar uma boa oportunidade e, principalmente, levá-la adiante. Muitas boas ideias são desperdiçadas porque nenhum participante arrisca a tomar à dianteira e colocá-la em prática.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-atitudes-que-voce-deveria-levar-para-uma-reuniao/121866/

25set/18

8 dicas para selecionar para cargos de alta gerência

O recrutamento de cargos de alto escalão deve envolver mais esforço do que processos seletivos tradicionais

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O recrutamento de executivos é um trabalho que exige mais esforço que os recrutamentos tradicionais porque as habilidades devem ser minuciosamente avaliadas, a fim de assegurar que o candidato esteja apto a assumir um cargo de visibilidade dentro da organização.

“Recrutar os melhores talentos nunca foi fácil e, nos últimos anos, com o avanço da internet e das redes sociais, as competências comportamentais e a contratação por valores foram se intensificando, principalmente para cargos de alto escalão, o que exige dos profissionais de RH constante busca de informação”, destaca Márcia Almström, diretora de RH, estratégia e talentos do ManpowerGroup. A especialista destaca 8 dicas que podem auxiliar as empresas na contratação desses profissionais:

1. Defina os parâmetros de recrutamento e estratégia de mercado

Antes de anunciar a vaga ao mercado é preciso definir cronograma com datas para todas as etapas do processo seletivo; definição dos canais de divulgação da vaga; definição das avaliações psicométricas; recrutamento interno ou externo; recrutamento será interno ou terceirizado e orçamento. Após tudo isso, definir o perfil do candidato ideal.

2. Faça um descritivo da vaga

É importante definir, junto às lideranças do setor solicitante, os pontos relevantes do cargo para identificar um consenso de opinião sobre o tipo de atributos do candidato que a empresa procura.

3. Crie o perfil do candidato

O perfil deve explicar a descrição do cargo e a especificação da função. A empresa também pode incluir informações adicionais sobre a organização, o departamento e o pacote de remuneração. As dicas incluem a descrição do trabalho, como liderança ou gerenciamento estratégico e operacional e destacar os elementos de função específicos que se relacionam com cada um desses pontos.

É útil apresentar a especificação do perfil com a enumeração de critérios essenciais e desejáveis para que os candidatos possam discutir sua experiência em relação aos atributos e competências técnicas definidas para o cargo.

4. Escolha os canais de divulgação

Para atrair os melhores candidatos é preciso fazer uma pesquisa para verificar onde o seu perfil de candidato ideal está: mídia impressa ou online? A pesquisa em busca de executivos, quando realizada de forma completa e não apenas pela obtenção de um banco de dados, destaca o papel para candidatos relevantes e de alto desempenho que não estão necessariamente procurando um novo emprego. Esses diálogos irão gerar interesse de candidatos que não receberiam publicidade de uma vaga. Também é válido anunciar em portais de empregos e verificar a resposta dos candidatos.

5. Realize entrevistas de longa duração e teste psicométricos

Prepare um roteiro de entrevista relacionado à especificação do perfil desejado e às competências necessárias para a função. As entrevistas vão permitir que você compreenda melhor o caminho da carreira, as habilidades e a experiência de cada candidato, as conquistas, o estilo de trabalho e a motivação para o papel. Nessa fase, o candidato também pode realizar as avaliações psicométricas, que dão melhor diagnóstico de desempenho que as entrevistas sozinhas, pois introduz mais rigor e objetividade ao processo de recrutamento e apoiando uma identificação mais precisa das características pessoais e ocupacionais do candidato.

6. Forme o painel final e a seleção

Os candidatos aprovados nas etapas de entrevista devem ser convidados a preparar uma apresentação específica sobre a área de atuação. Pode ser um case de sucesso que tenham liderado ou um projeto que possa ser aplicado na empresa. Isso fornecerá uma visão sobre a compreensão, habilidades técnicas e atitudes que eles trarão para o trabalho.

Certifique-se de que todos os candidatos sejam informados antes do dia sobre a estrutura da entrevista e de seus critérios de avaliação. Isso marcará o cenário para um debate mensurado, estruturado e saudável sobre qual o melhor candidato para a vaga em aberto.

7. Faça a sua oferta e forneça feedback aos candidatos

Esteja preparado para discutir todo o pacote de remuneração com os seus candidatos escolhidos para negociar os detalhes de salário. É importante saber onde a empresa é flexível e onde não é. Leve esse entendimento à mesa em suas negociações com o candidato bem-sucedido. Uma vez que um pacote é acordado, você está pronto para fazer uma oferta formal e escrita.

Também é muito importante fornecer feedback aos candidatos malsucedidos, tanto para seu desenvolvimento pessoal quanto para fortalecer sua imagem profissional e marca empregadora.

8. Considere contratar uma empresa de recrutamento e seleção

Consultores externos podem fornecer conselhos profissionais em todas as áreas e poupar um tempo precioso. Se você seguir essa rota, assegure-se de que seja um recrutador que se encaixe no seu orçamento, seja ético e absorva rapidamente os valores da organização.

Os consultores externos também devem estar disponíveis para apoiá-lo nos processos de finalização do recrutamento e seleção, para negociar a oferta feita ao seu candidato escolhido e para fornecer feedback aos candidatos malsucedidos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-selecionar-para-cargos-de-alta-gerencia/121924/

20set/18

Pós-graduação aumenta a empregabilidade e garante maiores salários

Para potencializar os ganhos futuros, você deve alinhar suas expectativas, bons cursos e a demanda do mercado

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Cursar uma pós-graduação pode representar um ganho duplo para os profissionais: além de aumentar a possibilidade de contratação por empresas de ponta no mercado, pode garantir um aumento salarial em relação aos profissionais que contam apenas com a graduação.

Para potencializar os ganhos futuros, entretanto, você deve alinhar suas expectativas, bons cursos e a demanda do mercado. De acordo com a consultoria PayScale, que realizou uma pesquisa semelhante nos Estados Unidos, “algumas pós dão retorno salarial, mas outras não têm o mesmo potencial de aumentar os ganhos”.

Cursos de MBA, especialização ou a Pós ADM, por exemplo, são capazes de aumentar rendimento salarial em cerca de 50%, dependendo da área. Sua competitividade profissionaltambém cresce exponencialmente: hoje, dificilmente posições de liderança nas empresas são ocupadas por pessoas sem uma pós-graduação. Na medida certa: Competitividade profissional – benefícios e malefícios 

A escolha do curso de pós graduação que melhor irá garantir retorno sobre o investimento deve ser criteriosa: é importante saber se a instituição tem uma marca sólida no mercado, se oferece cursos que atendem às demandas das organizações e se dispõe de uma grade curricular atualizada, para que você realmente possa agregar conhecimentos e tenha um diferencial competitivo. E se você planeja investir em uma pós-graduação, não deixe de conhecer o PÓS ADM DA FGV.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/pos-graduacao-aumenta-a-empregabilidade-e-garante-maiores-salarios/119807/

13set/18

9 hábitos de pessoas com alta inteligência emocional

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito!

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Quando a inteligência emocional surgiu pela primeira vez para o público em geral, ela serviu como a conexão que faltava em uma descoberta peculiar: pessoas com QI mediano se desempenharam melhor do que aqueles com os maiores QI 70% das vezes. Essa anomalia deu um grande golpe no que muitas pessoas sempre presumiram ser a única fonte de sucesso – QI. Décadas de pesquisa agora apontam para a inteligência emocional como o fator crítico que distancia os melhores profissionais do resto do bando.

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito! É uma maneira poderosa de concentrar sua energia em uma direção com um resultado tremendo. De todas as pessoas que estudamos no trabalho, descobrimos que 90% dos melhores profissionais possuem alto IE. Você pode até ser um ótimo profissional sem inteligência emocional, mas as chances disso acontecer são pequenas.

Inteligência emocional é “algo” em cada um de nós que é um pouco intangível. Ela afeta a forma como administramos o comportamento, como navegamos complexidades sociais e como tomamos decisões pessoais que trazem resultados positivos. Inteligência emocional é composta de quatro habilidades centrais que se emparelham sob duas competências primárias: competência pessoal e competência social.

Competência pessoal contém suas habilidades de autoconhecimento e autogerenciamento, que focam mais em sua individualidade do que em suas interações com outras pessoas. Competência pessoal é sua habilidade de estar ciente de suas emoções e administrar seu comportamento e tendências.

Autoconhecimento é sua habilidade de compreender de forma precisa suas emoções e ter consciência delas enquanto elas agem.
Autogerenciamento é sua habilidade de utilizar a compreensão das suas emoções para se manter flexível e direcionar positivamente seu comportamento.

Competência social é composta por suas habilidades de conscientização social e de gestão de relacionamentos; competência social é sua habilidade de entender o temperamento de outras pessoas, seu comportamento e motivos, de maneira a respondê-los de forma efetiva e melhorar a qualidade de seus relacionamentos.

Conscientização social é sua habilidade de reconhecer de forma precisa as emoções em outras pessoas e compreender o que realmente está acontecendo.

Gestão de relacionamentos é sua habilidade de utilizar a compreensão de suas emoções e as emoções dos outros para administrar suas interações com sucesso.

Além da importância da inteligência emocional, sua natureza intangível faz com que seja muito difícil saber quais comportamentos você deve simular. Então eu analisei dados de mais de milhões de pessoas que a TalentSmart testou para identificar hábitos que distinguiam as pessoas com IE alto.

Elas são constantemente positivas. Fique olhando as notícias por qualquer período de tempo e você verá que é simplesmente um ciclo de guerra sem fim: ataques violentos, economias frágeis, empresas em falência e desastres ambientais. É fácil pensar que o mundo está indo ladeira abaixo rapidamente. E quem sabe? Talvez esteja. Mas as pessoas inteligentes emocionalmente não se preocupam com isso porque elas não se prendem a coisas que não conseguem controlar. Elas concentram sua energia em direcionar duas coisas que estão completamente sob seu poder – sua atenção e seu esforço. Vários estudos mostraram que otimistas são fisicamente e psicologicamente mais saudáveis que pessimistas. Eles também possuem desempenho melhor no trabalho. Lembre-se disso na próxima vez que um caminhão de pensamentos negativos prender sua mente.

Elas possuem um vocabulário emocional robusto. Todas as pessoas sentem emoções, mas é apenas uma pequena parcela que consegue identificá-las de forma precisa enquanto elas acontecem. Nossa pesquisa mostra que apenas 36% das pessoas conseguem fazer isso, o que é um problema, pois as emoções não rotuladas podem ser má interpretadas, o que leva a escolhas irracionais e ações prejudiciais. Pessoas com IE alto dominam suas emoções, porque elas as entendem, e porque elas utilizam um vocabulário extenso sobre sentimentos para fazer isso. Enquanto muitas pessoas dizem apenas que estão mal, pessoas com alta inteligência emocional conseguem apontar se estão “frustradas”, “deprimidas” ou “ansiosas”. Quanto mais específica for a palavra que você escolher, melhor o entendimento que você terá sobre o que exatamente está sentido, o que causou isso e o que você deveria fazer em relação a isso.

Elas são assertivas. Pessoas com alto IE possuem um equilíbrio entre boas maneiras, empatia e gentileza com a habilidade de se afirmarem e estabelecerem limites. Essa combinação tática é ideal para lidar com conflitos. Quando a maioria das pessoas são contrariadas, elas geralmente se comportam de forma passiva ou agressiva. Pessoas inteligentes emocionalmente permanecem equilibradas e assertivas ao se guiarem para fora das reações emocionais não filtradas. Isso permite que elas neutralizem pessoas difíceis e tóxicas sem criar inimigos.

Elas são curiosas sobre outras pessoas. Não importa se elas são introvertidas ou extrovertidas, pessoas inteligentes emocionalmente são curiosas sobre todos ao seu redor. Essa curiosidade é o produto da empatia, uma das passagens mais importantes para o IE alto. Quanto mais você se importa com outras pessoas e com o que elas estão passando, mais curiosidade você terá sobre elas.

Elas perdoam, mas elas não esquecem. Pessoas emocionalmente inteligentes vivem pelo dilema “Engane-me uma vez, o tolo é você; engane-me duas vezes, o tolo sou eu”. Elas perdoam para evitar guardar rancor, mas elas nunca esquecem. As emoções negativas que surgem ao guardar rancor são na verdade uma resposta de estresse. Segurar esse estresse pode ter consequências devastadoras para a saúde, e pessoas emocionalmente inteligentes sabem como evitar isso a todo custo. Entretanto, oferecer perdão não significa que elas darão uma segunda chance para quem cometeu o erro. Pessoas emocionalmente inteligentes se deixam derrubar por maus-tratos, então elas rapidamente se desprendem das coisas e são assertivas para se proteger de danos futuros.

Elas não deixam ninguém limitar sua alegria. Quando seu sentimento de prazer e satisfação se deriva de comparações com os outros, você não é mais o mestre de sua felicidade. Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem com algo que fizeram, elas não deixam que a opinião ou conquista de ninguém tire esse sentimento delas. Enquanto é impossível desligar suas reações sobre o que as outras pessoas pensam de você, você não tem que se comparar com outros, você sempre pode escutar as opiniões das pessoas com ceticismo.

Elas tornam as coisas divertidas. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem exatamente o que as fazem felizes, e elas trabalham constantemente para trazer essa felicidade para tudo que fazem. Elas transformam trabalhos monótonos em jogos, vão além do necessário para deixar as pessoas com quem se importam felizes, e fazem pausas para aproveitar as coisas que amam não importa o quanto estejam ocupadas. Elas sabem que injetar essa diversão em suas vidas combate o estresse e constrói uma resiliência duradoura.

Elas são difíceis de serem ofendidas. Se você tiver uma compreensão concreta de quem você é, é difícil que alguém diga ou faça algo que lhe provoque. Pessoas emocionalmente inteligentes são auto-confiantes e cabeça aberta, o que cria uma pele bem grossa.

Elas anulam reflexões negativas. Um grande passo em desenvolver inteligência emocional envolve parar de ter um diálogo consigo negativo durante o caminho. Quanto mais você medita sobre pensamentos negativos, mais poder você dá a eles. A maioria de nossos pensamentos negativos são apenas isso – pensamentos, não fatos. Você pode parar as coisas negativas e pessimistas que sua voz interior diz ao escrevê-las. Quando você tirar o momento para diminuir o ritmo de pensamentos negativos, você será mais racional e terá a mente mais clara para avaliar a veracidade. Você pode apostar que suas afirmações não são verdadeiras qualquer momento que você utilize palavras como “nunca”, “pior” e “sempre”. Se suas afirmações ainda aparentam ser fatos quando estão no papel, leve-as para um amigo e veja se ele concorda com você. Assim a verdade com certeza aparecerá.

Juntando todas as peças.
Ao contrário de seu QI, seu IE é altamente maleável. Enquanto você treina seu cérebro pela prática repetitiva de novos comportamentos emocionalmente inteligentes, seu cérebro constrói o caminho necessário para torná-los hábitos. Logo você irá começar a reagir ao seu redor com inteligência emocional sem mesmo pensar nisso. E enquanto seu cérebro reforça o uso de novos comportamentos, as conexões que davam suporte aos comportamentos velhos e destrutivos irão morrer.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/habitos-de-pessoas-com-alta-inteligencia-emocional/97379/8

07set/18

8 dicas para se organizar e estudar online

Saiba como aproveitar o melhor do ensino online para vencer no mercado e conseguir destaque entre os profissionais mais qualificados

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A competitividade no mercado de trabalho está cada vez mais acirrada. Para obter sucesso na busca por melhores oportunidades é necessário se manter atualizado e sempre buscar novos conhecimentos para se tornar um profissional qualificado. Neste caso, os cursos online são uma tendência tentadora.

Segundo dados do MEC/Inep, em 2016 o número de novos alunos na modalidade mais tradicional de ensino caiu 3,7% em todo o Brasil. Já no aprendizado on-line, o aumento foi de 21,4%. Há dois anos, 694.559 universitários ingressaram nessa modalidade de ensino. Em 2016, a quantidade de novos estudantes subiu para 843.181.

“Os cursos online têm sido uma ferramenta muito utilizada pelos brasileiros por diversos fatores, como a facilidade de se estudar em qualquer lugar, a qualquer momento, com baixo custo de inscrição e mensalidades, além do fato de que estudar em casa permite evitar problemas como o trânsito nas grandes cidades”, afirma Sérgio Agudo, country manager brasileiro da Udemy, marketplace de aprendizado e ensino online.

O ensino à distância e online, pago ou gratuito, tornou-se um aliado de quem busca aprimoramento contínuo. Segundo Sérgio, ele permite complementar o aprendizado, seja para alcançar novos objetivos ou investir em uma nova carreira, além claro, de ampliar o horizonte de conhecimentos, porque é possível acessar vídeo-aulas do mundo inteiro, conhecer diversos professores e linhas de pensamento. “Contudo, ao escolher essa modalidade de ensino, é preciso se atentar a algumas dicas para manter o ritmo de estudos e aproveitar ao máximo os conhecimentos obtidos nas salas de aula virtuais, sob pena de comprometer o resultado final”, destaca o executivo.

Confira abaixo oito dicas do especialista para aproveitar ao máximo do ensino online:

1. Estabeleça um objetivo

O universo dos cursos online é muito vasto, há diversas opções, das complexas às mais fáceis, de curta e longa duração, o que torna bem provável que o estudante fique confuso e sinta-se perdido ao escolher o curso ideal. Por isso, o ideal é traçar um objetivo claro para o seu aprendizado.

Por exemplo, se o objetivo for se tornar um programador web, o recomendado é que o aluno crie uma trajetória para atingir a excelência. Comece com um curso básico nessa área, caso tenha pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto. Feito isso, passe para um curso mais focado, seja em linguagem de programação ou design.

2. Escolha o curso ideal

A escolha dos cursos é outra tarefa árdua para quem decide estudar online. As opções entre plataformas e conteúdos são diversas e isso pode complicar a construção da sua carreira. No entanto, lembre-se que da primeira dica: se um objetivo foi traçado, então as decisões seguintes devem suportar a ideia principal.

Leia com bastante atenção a matriz curricular de cada curso para que, ao escolher os próximos, você saiba exatamente como irá complementar a sua formação. Procure pesquisar sobre o instrutor para conhecer melhor a experiência dele e como isso pode ajudar na condução das aulas. Além disso, certifique-se que o instrutor do curso oferecerá materiais complementares, como lista de exercícios, livros, vídeos, palestras, entre outros, que podem ajudar bastante no processo de aprendizado.

3. Explore o mundo

Um grande diferencial do ensino online é a possibilidade de se conectar com diferentes professores, de várias nacionalidades. Desta forma você pode conhecer a forma de pensar de outras pessoas sobre um mesmo assunto ao redor do mundo. Por isso, a dica é: explore o mundo.

Em alguns casos, o idioma pode ser uma barreira, mas muitos vídeos já possuem recursos de legendas, o que facilita o entendimento. Outro benefício de se “explorar o mundo” é que isso pode lhe capacitar no sentido de conhecer técnicas pouco exploradas em seu mercado de atuação. Imagine aprender uma ferramenta de marketing digital com um instrutor da Alemanha, que poucos conheçam no Brasil. Isso pode se tornar um diferencial importante na busca por novas oportunidades de emprego.

4. Defina sua rotina de estudos

É evidente que, ao adotar o ensino online, além das vantagens já ditas, é possível escolher o horário mais adequado para estudar. Há pessoas que aprendem melhor à noite, enquanto outras preferem estudar pela manhã. E esse é o grande benefício dessa modalidade de ensino: estudar quando você quiser.

Neste sentido, a grande vantagem dos cursos online é que eles permitem que o estudante flexibilize a sua rotina, definindo horários e frequência das aulas, além de intensificar os estudos quando tiver dúvidas ou assistir várias vezes às aulas que precisar.

5. Escolha o melhor ambiente

Geralmente as pessoas estudam em casa, mas esquecem de adequar os ambientes para obter o melhor resultado com o ensino. Por isso, a dica é escolher um local na casa em que você se sinta mais à vontade. Pode ser no quarto, na cama ou em uma mesa, como também pode ser na varanda ou na sala de jantar.

Ao escolher o cômodo, certifique-se que a conexão à Internet está boa, para que não haja pausas durante as vídeo-aulas; veja se a iluminação está de acordo para assistir as aulas e não danificar a visão; atente-se à ergonomia, escolhendo uma cadeira adequada ou uma posição confortável para evitar problemas de saúde, como dores nas costas.

6. Concentre-se

Apesar de poder assistir às aulas a qualquer momento, os alunos devem sempre se concentrar. Por isso, a orientação é desligar todos os dispositivos eletrônicos e evitar as distrações – como a TV ligada ou as mensagens que não param de chegar no celular. Peça aos familiares e amigos que respeitem seus horários de estudos e dê o máximo de foco ao curso.

7. Não se acanhe, pergunte

Nessa modalidade, um problema bastante recorrente é o aluno se envergonhar de eventualmente procurar o professor para esclarecer as dúvidas sobre o conteúdo lecionado. Por isso, não se sinta mal e abuse do contato pelos canais oferecidos, como e-mails ou chats, para tirar todas as dúvidas e aproveitar ao máximo tudo que for ensinado nas vídeo-aulas.

8. Mas e o networking?

Um ponto muito debatido do ensino à distância é a ausência do networking, mas isso não é um problema quando se aprende online, 100% conectado à Internet. Enquanto o ensino presencial permite o relacionamento com outros estudantes da mesma instituição – com interações quase sempre em português, por exemplo, o ensino online quebra barreiras e proporciona a troca de experiência com profissionais do mundo inteiro.

Ao acessar aulas online, você entra em um universo muito maior e pode se conectar com diferentes linhas de raciocínio e conhecer diversas técnicas, tudo sem sair do seu quarto e com a possibilidade de ampliar, ainda mais, o conhecimento obtido nas salas de aula virtuais.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-se-organizar-e-estudar-online/121857/

03set/18

Saiba como mudar comportamentos nocivos em apenas seis passos

Todos nós adotamos certos padrões de comportamento para obtermos benefícios, algo que nos faça bem, que nos proteja, que nos dê prazer, força e poder

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Se você não é uma pessoa que se acha o último biscoito do pacote de tão perfeita, deve ter alguma coisa que queira mudar em sua aparência ou personalidade. Este texto não é indicado para quem quer modificar algum aspecto físico, como o formato do nariz, tamanho da orelha ou até cor dos olhos, mas para quem deseja mudar comportamentos nocivos que, apesar de proporcionarem resultados (sentimentos) esperados, são danosos em um contexto mais amplo. Desde o comer demais, fumar, beber, até algo relacionado a insegurança, fobias ou depressão.

Todos nós adotamos certos padrões de comportamento para obtermos benefícios, algo que nos faça bem, que nos proteja, que nos dê prazer, força e poder. Isso é uma regra básica. Uma análise bem superficial comprova tal afirmação.

O que leva alguém a comer além do necessário? Posso garantir que não é fome. Podemos enumerar uma série de possibilidades, que vai desde ao simples tédio até a ansiedade mais severa. A necessidade do alimento não tem origem na falta dele, mas de uma condição mental.

É impressionante quanta gente é condicionada a comer muito ou desnecessariamente. Experimente observar, na próxima vez que for ao cinema, que parte das pessoas sai da fila do ingresso e vai direto para a fila da pipoca (e congêneres). Seria por fome? Provavelmente não. Trata-se de uma tradição ir ao cinema e comer pipoca, como se fosse pré-requisito para assistir ao filme.

Assim como é tradicional os encontros familiares dominicais, festas natalinas, aniversários, etc. A comida é a estrela principal e deve ser consumida em excesso, apenas porque o evento assim exige.

Quase todos nós conhecemos alguém que precisa urgentemente perder peso, não pela estética, mas pela manutenção da saúde. Não é incomum ouvirmos argumentos relacionados a incapacidade de reduzir a quantidade de comida, especialmente em datas comemorativas. Com essa análise, é possível deduzir que não é a fome, mas o comportamento de comer muito, um dos principais vilões do excesso de peso.

Ganhando no grito

Um profissional de idade mediana, que exerce um posto de liderança em uma empresa, adota o método old school de administração – ou seja, eu grito e você obedece – com bons resultados durante a maior parte de sua carreira. Muito provavelmente, ele foi subordinado a um gestor que usava a mesma estratégia. Portanto, não precisou pensar duas vezes ao seguir um caminho seguro. Não se mexe em time que está vencendo, certo?

O que aconteceria com esse gestor se a empresa – visando melhorar a performance e fidelidade dos funcionários – resolve abolir os velhos métodos? Duas saídas possíveis: ou ele se adapta ou é descartado. Simples assim. Ele deixou de ser competente? A resposta é não. Mas o seu comportamento para obtenção dos bons indicadores empresariais não é mais eficiente naquele ambiente.

Um natural conflito mental vai martelar a mesma pergunta durante um tempo em sua cabeça: o que aconteceu? Antes, gritar e ameaçar eram eficazes, davam resultados. Diante de tal quadro, ele se vê obrigado a mudar a forma de agir, ou melhor, adequar o comportamento à nova realidade.

No aspecto familiar não é diferente. Pais rigorosos, que batem, castigam e ameaçam os filhos para conseguirem os resultados que desejam – quarto arrumado, boas notas, vegetais no almoço – são obrigados a mudar o comportamento quando os filhos crescem. O cenário mudou. Os velhos métodos não funcionam mais.

Eles vão rir de mim

Outro bom exemplo de comportamento ineficaz está relacionado com a introspeção, também conhecida como timidez. Imagine a agonia de alguém tímido ou inseguro para falar em público ou simplesmente conversar com uma pessoa na qual sinta atração?

O sujeito que adota o comportamento da timidez, também busca obter resultados, assim como o glutão, os pais ditadores e o chefe ogro dos exemplos anteriores. Neste caso, o resultado esperado é a segurança. É preferível não arriscar passos maiores que vão deixá-lo exposto e vulnerável. A timidez lhe protege do mundo onde todos são (supostamente) mais capazes e perfeitos do que ele.

Desesperado por ser mais extrovertido, o tímido resolve tomar umas boas canecas de cerveja na festa de confraternização da empresa e – finalmente – puxar conversa com a funcionária nova, que tira cópia todas as manhãs no RH. Se for bem-sucedido na empreitada, vai fortalecer o comportamento de beber em eventos sociais para obter a coragem que não tem. Não precisa ser gênio das probabilidades para imaginar o ciclo vicioso de tais decisões.

Conforme obtemos os resultados que esperamos, passamos a reforçar o comportamento que nos conduzem a eles. Uma criança que esperneia e chora para ganhar um doce e é recompensada pelos pais que só querem silêncio, percebe a eficácia da estratégia e passa a reforçar comportamento. Gritar dá certo!! Entretanto, no futuro, o pirralho pode se tornar um adolescente ou adulto despreparado, sem argumentos consistentes e relevantes para conseguir o seu “doce”.

O que desejo conseguir com o meu comportamento?

Creio que pelos exemplos apresentados até aqui, foi possível perceber que a maneira pelo qual nos comportamos, sempre tem uma finalidade, seja ela clara ou implícita. Além disso, é importante saber que os comportamentos nocivos que adotamos podem ser substituídos – se assim o desejarmos – por outro que traga os mesmos – ou até melhores – resultados.

A todo momento, estamos à procura de situações que nos proporcionem prazer e nos afaste da dor. É a premissa básica do funcionamento da mente. Ela quer nos proteger. No que diz respeito ao modo de agir, boa parte da humanidade não se importa com os meios, apenas com os resultados.

Para entender melhor: ao fumar um cigarro para relaxar, se concentrar ou clarear as ideias, não se pensa sobre o risco de ter câncer. O prazer que aquele montinho de tabaco enrolado proporciona, não tem preço. Bom, preço tem sim, mas quem pensa nisso enquanto se delicia com uma bela e profunda tragada?

Entretanto, seria possível substituir o cigarro por algo que traga os mesmos efeitos, como um chá de camomila, música suave, massagem, técnicas de respiração, exercícios físicos ou alongamentos? Sim, seria a resposta. São sugestões que proporcionam relaxamento, concentração e oxigenação no cérebro. Mas precisamos nos convencer de que mudar o comportamento é a melhor alternativa.

Esse processo de mudança se chama reestruturação, ou seja, substituir um comportamento por outro, mantendo ou maximizando os resultados. Segundo Anthony Robbins, há muito poucas coisas na vida que não possam ser reestruturadas em alguma coisa melhor. Isso quer dizer que se nós adotamos uma estratégia comportamental prejudicial que – paradoxalmente – nos concede bons resultados, temos o poder de substituí-la por outra mais construtiva, obtendo os mesmos ou até melhores retornos.

Como se muda um comportamento?

Os criadores da programação neurolinguística (PNL) – Richard Bandler e John Grinder – pesquisaram e organizaram uma poderosa programação de seis passos que pode mudar qualquer comportamento indesejável, mantendo os mesmos benefícios que se obtinha até então. Você vai precisar de um pouco de concentração, papel e caneta.

1 – Identifique o padrão de comportamento que quer mudar. É fundamental saber quem é o inimigo.

2 – Examine o seu inconsciente para descobrir o que gera tal comportamento. Trata-se de buscar a causa raiz. Pergunte a si mesmo por que você age desta forma. Observe a reação do seu corpo entanto responde.

Estou comendo muito porque ainda estou com fome ou porque estou chateado ou ansioso? Ou porque tem muita comida à disposição? Ou porque as pessoas que estão na mesa ainda não terminaram? Analise as possibilidades.

3 – Separe a intenção (resultados, objetivos) do comportamento. Anote apenas os benefícios que o comportamento que você deseja mudar trouxe no passado. Satisfação, segurança, relaxamento, poder, concentração, bem-estar, etc.

4 – Voltando ao inconsciente criativo, pergunte-se (e responda) que comportamentos alternativos poderiam ser adotados para conseguir os mesmos resultados. Anote três, pelo menos.

Quando estiver entediado, vou ouvir três músicas que eu gosto ou fazer um exercício de respiração profunda ou caminhar por vinte minutos.

5 – Agora sua imaginação precisa trabalhar. Assuma com seu inconsciente uma espécie de compromisso para que as novas estratégias sejam adotadas nas situações que exigiam o acionamento do antigo padrão. Trata-se de uma forma de treinar a mente.

Escuta aqui, ó mente! Toda vez que eu estiver chateado, não me leva para comer, está bem? Me leva para caminhar, ouvir música, respirar ou ler alguma coisa. Pode fazer essa gentileza ou vou ter que encher de porrada?

6 – Faça um teste drive. Tente visualizar cada uma das novas alternativas em situações práticas. Imagine episódios passados, nos quais você usou o antigo comportamento, e substitua-o pelos novos.

Na última vez que fui ao cinema, em vez de ter comido dois sacos gigantes de pipoca, eu poderia ter feito um lanche saudável antes de entrar na sala (no caso de estar realmente com fome) e concentrar minha atenção no filme, que não entendi quase nada porque estava ocupado comendo e pensando no refil.

Pode parecer um pouco complicado quando se lê, mas se torna simples quando se aplica.

Importante frisar que a mudança de comportamento inteligente e consciente, além de manter os resultados desejados pelo padrão anterior, proporciona novas possibilidades para a vida pessoal e profissional.

Lembre-se: comportamento é um hábito. Hábito nós adquirimos quando praticamos ou perdemos quando deixamos de executar. Então, está tudo em nossas mãos. Ou em nossas mentes.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/saiba-como-mudar-comportamentos-nocivos-em-apenas-seis-passos/103029/

02set/18

19 coisas que pessoas negativas sempre fazem

Se você trabalha usando pensamento positivo, vai conseguir ser alguém feliz

Thinkstock

Ninguém está sempre feliz e todos têm dias ruins. Mas, às vezes, a extrema negatividade pode ser evitada e, assim, melhorar seu humor. Em recente artigo para o Business Insider, Hillary White comenta sobre as atitudes que as pessoas infelizes costumam ter e que deveriam abolir imediatamente. “Se você trabalha usando pensamento positivo sobre si mesmo e os outros ao seu redor, vai conseguir ser alguém feliz”, diz ela.

Confira uma lista de 19 coisas negativas que você deveria parar de fazer:

1 – Preocupar-se com coisas que não podem ser mudadas

“Pessoas negativas têm tendência a pensar no que poderia ter acontecido na vida, mas é importante não se preocupar com coisas que não podemos mudar. Deveríamos aprender com nossos erros e tentar fazer melhor na próxima vez. Podemos até ficar felizes por termos cometido alguns erros”, diz Hillary.

2 – Desistir quando algo fica difícil

Pessoas negativas e infelizes sempre vão desistir no meio do caminho ao encontrarem um desafio. É fácil pular fora quando algo parece perdido, mas perseverar através das dificuldades quase sempre trará bons resultados. “Desistir vai fazer você se sentir derrotado. Não importa como acabe, enfrentar as dificuldades aumenta a confiança”, explica Hillary.

3 – Levar-se a sério demais

Ter a capacidade de relaxar e rir de si mesmo e do absurdo que pode ser a vida vai transformar o modo de olhar as coisas ao seu redor.

4 – Não se exercitar

Exercitar-se tem inúmeros benefícios mentais e físicos. Quanto mais exercícios você faz, melhor você vai se sentir consigo mesmo e provavelmente irá fazer você seguir um estilo de vida mais saudável. Levar uma vida sedentária trará efeitos negativos para o humor, saúde e felicidade.

5 – Focar-se em objetivos impossíveis

“Ter objetivos é importante, afinal, é a única forma de fazer algo. Porém, pode ser um problema quando os objetivos que damos a nós mesmo são impossíveis de serem realizados. Apesar de acharmos que tentar alcançar as estrelas é bom, pessoas que sempre buscam metas inalcançáveis sempre se sentirão desapontadas. A chave é montar diversos e pequenos objetivos para si mesmo, o que vai fazer você se sentir realizado ao alcançá-los e ultrapassá-los”, diz Hillary.

6 – Alimentar-se de comidas que não são saudáveis

Todos têm prazeres que trazem culpa e sempre faz bem sair vez ou outra do regime. Porém, pessoas infelizes deixam essas saídas virarem a regra. Comidas saudáveis melhoram o humor, dão mais energia e são benéficas para a saúde.

7 – Não dormir o suficiente

Dormir é essencial. O quanto você dorme está diretamente ligado à sua produtividade e felicidade no dia seguinte. “Você pode achar que aquela hora extra é uma boa ideia, mas uma boa noite de sono deve ser prioridade”, diz Hillary.

8 – Focar-se apenas em suas fraquezas

“Todos nós temos inseguranças”, afirma Hillary. A chave está em focar no que temos de bom e não nos defeitos. “Auto-aperfeiçoamento é importante, mas pessoas negativas focam demais nas suas fraquezas em vez de se preocuparem em ter uma imagem positiva. Reconhecer as fraquezas é diferente de deixar elas tomarem conta das nossas atitudes”, completa.

9 – Passar tempo demais nas redes sociais

“Esse é um dos maiores problemas! Hoje em dia as pessoas deixam toda sua vida online. Primeiro, isso nos faz passar tempo demais nos comparando aos outros. É uma boa ideia passar um tempo longe da tela do computador e ter novas perspectivas de atividades para o dia. Pessoas negativas se preocupam demais com a forma como elas aparecem na internet para as outras pessoas, o que trará um efeito negativo para como elas mesmas se enxergam”, comenta Hillary.

10 – Ficar em sua zona de conforto

É fácil querer ficar na zona de conforto, onde é mais seguro e não existem riscos. Mas passar tempo demais nessa zona faz com que grandes coisas não aconteçam. Tédio é um grande fator para a infelicidade, o que pode ser facilmente combatido com novas experiências. Não precisa largar tudo e ir saltar de paraquedas, mas só a ideia de provar uma nova comida, ou escutar uma música de uma banda que você não gosta já pode trazer um pouco do novo.

11 – Preocupar-se com o que outras pessoas pensam

“Pessoas negativas ligam demais para a opinião dos outros. No fim das contas, nada pode ser feito para agradar a todos, então faça apenas o que faz você feliz”, explica Hillary.

12 – Fofocar e sempre falar mal dos outros

De acordo com Hillary, se você não tem algo bom a dizer, simplesmente não diga. Pessoas negativas tentam trazer outras pessoas para baixo para que se sintam melhores e isso nunca funciona.

13 – Trabalhar em excesso

“Todos merecem um dia de descanso. Pessoas que trabalham demais geralmente negligenciam suas necessidades, e às vezes tudo o que precisamos para nos sentirmos melhores é um dia de folga”, diz Hillary.

14 – Isolar-se

Apesar de parecer mais fácil apenas se isolar das pessoas nos momentos difíceis, passar tempo com os amigos e a família é a melhor maneira de revigorar as energias.

15 – Nunca sair da rotina

Pessoas felizes sabem que é importante tirar férias, usar uma roupa diferente, tirar um dia só para relaxar. Atitudes negativas em excesso fazem você esquecer que tomar conta de si mesmo é tão importante quanto tomar conta dos outros.

16 – Acomodar-se

“Pessoas negativas ficam felizes em se acomodar”, comenta Hillary. “Seja um relacionamento que não as faz felizes ou um trabalho, manter-se assim nos faz pensar que nossas vidas estão estagnadas”, diz.

17 – Recusar-se a perdoar

Pessoas negativas tendem a ser vingativas e guardar mágoas, mas a liberdade e a paz que perdoar vai trazer é um benefício bem maior que qualquer tristeza que alguém possa fazer você sentir.

18 – Evitar planejamento e organização

“Desorganização pode confundir nossas vidas. Mesmo que seja algo simples, como limpar um quarto, restaurar a ordem pode ajudar a ganhar um senso de controle sobre as coisas. Pessoas negativas e que evitam organização e planejamento estão menos preparadas para as reviravoltas da vida”, diz Hillary.

19 – Focar apenas em si mesmo

Enquanto se preocupar com você é essencial, pessoas infelizes e negativas pensam apenas em si mesmas a todo o tempo. Tratar os outros mal ou sempre focar em si mesmo ou seus próprios problemas pode ser prejudicial para o bem-estar e felicidade.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/19-coisas-que-pessoas-negativas-sempre-fazem/87927/

06ago/18

Sinais de que você é bem sucedido (mesmo que não pareça)

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente podemos mais que isso

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Se você é ambicioso, está sujeito a se sentir fracassado vez ou outra. Metas elevadas levam a momentos inevitáveis em que você ainda não está suprindo suas expectativas.

Vivemos em um mundo que reforça esse sentimento. Mesmo que a maioria das pessoas não admita – exceto o cara com o adesivo de carro “aquele que tem mais é o vencedor” -, no fundo, igualamos possessões materiais com o sucesso.

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente somos melhores que isso. Um estudo feito pela Strayer University descobriu que 90% dos americanos acreditam que a felicidade é um indicador maior de sucesso do que o poder, posses ou prestígio. Indo mais a fundo, 67% definiram sucesso como “relações boas com amigos e família”, e 60% disseram que é amar o que você faz da vida. Apenas 20% afirmaram que riqueza monetária determinava o sucesso.

Mas dizer e fazer são duas coisas muito diferentes…

Quando o assunto é sucesso, nossos olhos frequentemente nos desviam do foco. É difícil não achar que as pessoas de mais sucesso são aquelas com as maiores casas, os carros mais caros e os amigos mais influentes. Independente do que você alcance, sempre haverá alguém com mais e isso pode fazer parecer que você está perdendo. O problema não é você ter pouca coisa; é acreditar que as coisas levam ao verdadeiro sucesso.

O sucesso verdadeiro tem a ver com quem você é e o quão longe você já chegou. Se você alguma vez se preocupar por não ter tanto sucesso o quanto deveria ter, pode ser que esteja se avaliando a partir dos critérios errados. Às vezes você só precisa de um lembrete do que você realmente já conquistou na vida. Os indicadores de sucesso a seguir irão lhe ajudar a fazer exatamente isso.

Você não se vê como o centro do universo. Todos nós conhecemos pessoas “de sucesso” que agem como se fossem o centro do universo. É o mundo delas e o resto de nós simplesmente vivemos nele… certo? Isso não é sucesso. O sucesso verdadeiro requer a habilidade de sentir empatia – de perceber que os sentimentos e sonhos das outras pessoas são tão importantes quanto os seus, e que não podemos ter sucesso sem eles.

Você se mantém positivo. Esperança e otimismo são componentes essenciais para uma vida feliz. Se você vive se baseando nas coisas que dão errado, ficará angustiado e ressentido. Quando isso acontece, você fracassa – independente do que tenha conquistado. O sucesso verdadeiro significa sempre ver o lado positivo e acreditar que você tem o poder de transformar até as piores situações em situações melhores.

Você sabe que o fracasso não é para sempre. Você sabe que aquelas pessoas que nunca fracassam são aquelas que nunca tentam. Se você fracassa, não supõe automaticamente que é um fracasso. Em vez disso, você acolhe cada fracasso como uma oportunidade de aprender algo – e então segue em frente. Se você ainda tem dificuldades com isso às vezes, saiba que você nunca irá vivenciar o pleno sucesso até que aprenda a acolher o fracasso. Seus erros pavimentam o caminho para seu sucesso pois revelam que você está no caminho errado. Os maiores progressos geralmente acontecem quando você está se sentindo muito frustrado e empacado. É essa frustração que força você a pensar diferente, a olhar para além do convencional e ver a solução que você precisava.

Você mantém as coisas sob perspectiva. Coisas ruins acontecem de vez em quando, faz parte da vida. Para a maioria de nós, entretanto, nosso pior dia seria uma viagem de férias para pessoas que têm problemas reais – como não ter o que comer ou tentar sobreviver uma guerra civil. Travar seu carro com as chaves dentro – ou até não conseguir uma promoção – não são tão ruins quando você começa a desenvolver perspectiva. Se você dominou a habilidade de manter seus problemas em perspectiva, coloque isso como um enorme sucesso.

Você pede ajuda quando você precisa. Recusar-se a pedir ajuda, mesmo que você esteja com muitas dificuldades, é um sinal de imaturidade emocional. Pedir ajuda significa que você não sente mais a necessidade de se provar sendo perfeito. Isso mostra que você não tem mais medo de pessoas descobrirem suas fraquezas e também que você entende que ninguém tem sucesso sozinho.

Você percebe que a vida não é um jogo de soma zero. E tampouco é uma gangorra. Só porque alguém alcança o sucesso não significa que você sofre uma perda em proporção igual. Você apenas não ganhou naquele exato momento. Um sinal certo de sucesso é a habilidade de celebrar as conquistas das outras pessoas com sincero entusiasmo.

Você é capaz de diferenciar drama e entusiasmo. Você lembra dos dias que relacionamentos estáveis eram chatos e você rapidamente se cansava de alguém que tratava você como deveria? Se esse tipo de “drama” é algo do passado, parabéns. Se você prefere estabilidade e profundidade do que drama, você está tendo sucesso.

Você não se importa mais com o que as outras pessoas pensam. Você só se preocupa com o que as outras pessoas falam quando você sente que ainda precisa provar algo. Por outro lado, você sabe que “conseguiu” quando você não se importa mais com isso – quando você é sincero consigo e com seus princípios e está satisfeito com sua vida. Você sabe que conseguiu quando entende que as opiniões das outras pessoas são apenas isso – opiniões. Não possuem nenhum efeito na realidade. Elas não mudam quem ou o que você é.

Você aceita o que não pode mudar e muda o que pode. Existe uma diferença entre pessimismo e viabilidade. Se um furacão está vindo em sua direção, não há nada que você possa fazer para impedí-lo. Mas quando você aceita que tem um furacão vindo, consegue começar a agir para mitigar os efeitos. Se sua empresa encolhe e você é cortado, cada momento que você passa em negação apenas atrasa o que quer que esteja no seu horizonte. Você tem a capacidade de seguir em frente quando começa a explorar suas opções e fazer planos para mudar o que você pode. Responsabilizar-se por mudar coisas que você não gosta em sua vida é um dos maiores indicadores de sucesso.

Compreendendo tudo

Não há sentido em se sentir um fracasso apenas porque você achava que deveria ter um emprego melhor, uma casa maior ou um carro mais legal. O sucesso verdadeiro vem de dentro e é completamente independente da circunstância.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/sinais-de-que-voce-e-bem-sucedido-mesmo-que-nao-pareca/95798/

05jun/18

Liberação de funcionário para assistir aos jogos da Copa não é obrigatória

Muitas empresas, entretanto, estão adotando horário especial nos dias dos jogos do Brasil

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De acordo com o professor de direito do trabalho da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Leandro Antunes, pela lei, as empresas não são obrigadas a liberarem os funcionários para assistirem aos jogos, mesmo que sejam da seleção brasileira.

“O que muitas companhias estão fazendo é adotar um horário especial nos dias dos jogos mais importantes, como o do Brasil, por exemplo, para que os funcionários possam acompanhar, mas diante a necessidade de compensação dessas horas”, explica.

Segundo ele, na empresa em que não tiver acordo, o empregado terá que trabalhar normalmente mesmo na hora das partidas do Brasil.

“Há casos em que os gestores podem abonar as horas não trabalhadas ou permitir uma compensação. A negociação é livre e vai de caso a caso. A nova legislação trabalhista permite essa flexibilização. Quando a negociação é feita diretamente com o patrão por meio de um acordo individual, a compensação das horas extras deve ser feita em no máximo de seis meses, mas se foi feita por meio de uma convenção coletiva, esse prazo passa para um ano”, explica.

Já nos casos em que a empresa permite que o funcionário assista aos jogos nas dependências do local de trabalho e não gastem tempo com deslocamentos, geralmente, a não é descontado esse tempo do empregado já que ele ficou à disposição das empresas.

“Nesse sentido, se acontecer algum imprevisto, o funcionário pode ser acionado para resolver o problema, mesmo na hora em que estiver assistindo à partida”, finaliza.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/liberacao-de-funcionario-para-assistir-aos-jogos-da-copa-nao-e-obrigatoria/125011/