05mar/18

5 passos para profissionalizar seu bico

Especialista explica caminho para garantir o sucesso da fonte de renda extra

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O alto índice de desemprego, aliado à crise econômica duradoura, fez com que muita gente buscasse nos bicos uma maneira de complementar o orçamento. Para ter sucesso nessa empreitada, no entanto, é preciso encará-la com profissionalismo.

“O Bico não é um passatempo ou uma brincadeira, alguns cuidados são essenciais para que seja possível expandir a base de clientes e ter faturamento recorrente com o trabalho”, afirma Kleber Costa, CEO da plataforma Bicos, criada para facilitar o contato entre profissionais autônomos e quem deseja contratar serviços que vão desde reformas domésticas até aulas particulares.

Para garantir sucesso, o especialista destaca cinco passos para profissionalizar um bico:

1 – Delimite suas capacidades
Na ânsia de ampliar o campo de trabalho, muita gente se propõe a fazer um grande número de tarefas – o famoso “faz-tudo”. Independentemente da capacidade de desempenhar essas funções, a impressão é de que quem tudo faz, não faz nada muito bem. Nesse caso, o ideal é se limitar a, no máximo, três tipos de serviços, recomenda Costa. “Não adianta tentar ser um super-herói: é preciso focar em suas melhores habilidades”, diz o CEO do Bicos.

2 – Capriche na apresentação
Fotos bem enquadradas e com boa resolução, descrição sucinta do trabalho e dados atualizados de contato são essenciais ao cadastrar-se em uma plataforma on-line. “No Bicos, por exemplo, instruímos os prestadores a preencherem de forma correta e completa o seu perfil, o que ajuda a se destacar em meio às buscas”, conta Costa.

3 – Burocracias importantes
Orçamentos devem ser detalhados – com discriminação de custos entre mão de obra e material, por exemplo – e enviados em tempo hábil aos clientes interessados. Uma dica importante também é formalizar o bico como MEI (Microempreendedor Individual) ou emitir RPA (Recibo de Pagamento Autônomo). Da mesma forma, é essencial manter um controle financeiro de suas receitas e despesas.

4 – Respeito acima de tudo
Na hora de atender o cliente, é importante se apresentar de maneira adequada. Isso significa tratar os contratantes com polidez – por exemplo, usando “senhor”, “senhora” ou “senhorita” -, vestir-se com seriedade e evitar informalidades. “Para um homem que atenda uma mulher sozinha, essa dica vale em dobro: não faça nada que a coloque em uma situação desconfortável”, indica o especialista.

5 – Peça feedbacks
É importante entender quais são seus pontos fortes e fracos – até para otimizar o trabalho. Para tanto, é necessário pedir feedback aos clientes. “Sempre chamamos a atenção dos usuários da plataforma para a importância de avaliar os profissionais contratados. Isso ajuda a criar uma boa reputação e a ampliar a base de clientes”, diz Costa.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-passos-para-profissionalizar-seu-bico/119949/

26fev/18

Insatisfação: o alerta sobre a necessidade de mudanças

Se houver clareza sobre o que realmente almeja tanto no aspecto pessoal quanto no profissional, a insatisfação pode ser transformada em combustível

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A constante insatisfação e busca por coisas novas são sentimentos característicos do ser humano. Em algum momento, todos sentem a necessidade de mudar algo em suas vidas. Ao se questionar sobre o que não está legal, as pessoas certamente encontrarão respostas para questões como: o relacionamento amoroso poderia ter mais cumplicidade, gostaria de ficar mais tempo com seus filhos, ganhar mais dinheiro, trocar de carro, ser admirado profissionalmente e pessoalmente, viajar mais. Diversos são os aspectos nos quais a busca por melhorias é permanente.

No âmbito corporativo ocorre o mesmo. Em alguns casos, empresas de um mesmo segmento, com características e estilo de gestão semelhantes, alcançam resultados divergentes, uma situação que pode apresentar várias explicações. Em primeira análise, por exemplo, é possível indicar diferenças na forma como cada um negocia de acordo com suas expectativas, a maneira como elencam seus objetivos, a qualidade do monitoramento durante as atividades e a definição dos resultados a serem alcançados.

Além disso, será possível identificar discordâncias em relação ao foco, à energia, persistência e a determinação aplicados pelas pessoas durante o processo de execução de qualquer projeto, elencando a desistências delas como um dos motivos da diferença entre resultados de negócios com estilos de gestão parecidos. O segredo para evitar esse tipo de situação é encarar as insatisfações e resultados não tão bons pelo lado positivo. O ideal é que a insatisfação venha sempre atrelada ao desejo de mudança. Ser capaz de identificar o que se quer é o primeiro passo para alcançar os objetivos.

Por instinto, o ser humano tende a enquadrar a insatisfação como algo negativo, o que é bastante compreensível, já que essa emoção é capaz de paralisar, gerar conflitos ou despertar o estado de fuga em relação a situações difíceis. Porém, se houver clareza sobre o que realmente almeja tanto no aspecto pessoal quanto no profissional, a insatisfação poderá ser transformada em combustível, para impulsionar o processo de mudança e aperfeiçoamento. Por meio de autoconhecimento e dedicação, todos são capazes de determinar a qualidade do resultado das suas ações.

*Alessandra Canuto é especialista em gestão estratégica de conflitos e negociação, facilitação e treinamento para potencializar negócios através do desenvolvimento de pessoas. É sócia e palestrante da AlleaoLado, empresa focada em palestras, treinamentos e consultoria.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/insatisfacao-o-alerta-sobre-a-necessidade-de-mudancas/121705/

26fev/18

7 maneiras para aumentar sua criatividade

Pablo Picasso dizia que “todas as crianças nascem artistas, mas a dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem”. Porque perdemos a criatividade com tempo?

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Pablo Picasso dizia que “todas as crianças nascem artistas, mas a dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem”. Todos nós queremos ser mais criativos, ter a capacidade de inovar e criar soluções mais inteligentes para os problemas e dificuldades que encontramos em nossas vidas, seja na área pessoal ou profissional.

Porque perdemos a criatividade com tempo? Segundo pesquisa realizada por dois professores nos Estados Unidos, George Land e Beth Jarman, em 1968, nosso modelo de ensino e nossas organizações nos fazem perder a criatividade com o tempo, principalmente quando somos expostos às regras e padrões que não nos permitem pensar ou agir de forma diferente.

No estudo, eles analisaram mais de 1.600 crianças aos 5, 10, e, depois, aos 15 anos de idade. Também foram avaliados mais de 200.000 adultos, com idade superior a 25 anos, onde foi aplicado o mesmo teste que a NASA utiliza para contratar novos engenheiros. O objetivo era avaliar a habilidade das crianças e adultos em pensar divergentemente.

Entre as crianças com 5 anos de idade, 98% do grupo apresentava alta capacidade criativa. Quando aos 10 anos de idade, 30% do grupo apresentou alta capacidade criativa. Aos 15 anos de idade, apenas 12% do grupo continuou apresentando alta capacidade criativa. O teste foi aplicado em mais de 200.000 adultos, que para surpresa dos pesquisadores, apenas 2% apresentaram alta capacidade criativa.

Isso nos mostra que, quando nos tornamos adultos e somos obrigados a seguir as normas, regras e processos impostos pela sociedade, família e organizações, temos uma tendência a diminuir nosso potencial criativo. O que fazer para aumentar nossa criatividade? Apresento 7 maneiras que pode ajudar você a ser mais criativo em todas as área da sua vida.

1. Seja “desvio padrão”
Convido você a enxergar e fazer as coisas de uma forma diferente do que está acostumado a fazer. É literalmente sair da sua zona de conforto e mudar constantemente seu MindSet. Os americanos usam o termo Mindset para representar o modo dominante como vemos, compreendemos e julgamos as coisas à nossa volta, o que por sua vez norteia os nossos padrões de comportamentos e nossas atitudes. Profissionais “Desvio Padrão” não seguem a boiada e estão sempre dispostos a aprender e inovar em tudo que fazem.

2. Consumir conteúdo
Hoje em dia, temos uma infinidade de conteúdo disponível. Leia e aprenda coisas que não estão relacionadas com sua área de trabalho ou com leituras que já está acostumado a fazer. Consuma vídeos, artigos, podcast, audiobooks, livros, documentários e palestras. Quero recomendar uma excelente palestra do professor Ken Robinson, “As Escolas Matam a Criatividade?”. Você pode assistir no TED Talk.

3. Mudar seu ambiente
Talvez, para que haja uma mudança de comportamento, primeiro temos que mudar nosso ambiente. Sugiro que você conheça novas pessoas, diferentes culturas, com pensamentos divergentes do seu. A mudança de ambiente nos faz enxergar o mundo de outra maneira e também evoluir como pessoa. Permita-se ir por outros caminhos, mas sem julgamentos.

4. Ficar offline
Desconecte-se das suas redes sociais e internet. Neste momento, não faça nada e aprenda a usar o ócio criativo. Permita-se por alguns instantes ficar sem fazer nada, de certa forma, desconectado do mundo, olhando apenas para dentro de si mesmo.

5. Tenha um propósito
Parece clichê, mas uma vida com propósito nos torna mais feliz e isso aumenta nossa criatividade naturalmente. Costumo dizer que há dois momentos importantes em nossa vida. O primeiro, quando você nasce, o segundo quando você descobre o porquê está aqui. Neste momento, convido você a parar e pensar por alguns minutos: qual é o seu propósito de vida?

6. Amar o que faz
Eu sou extremamente apaixonado pelo que faço e posso afirmar com convicção que isso nos torna muito mais criativos e inovadores. Segundo pesquisa, se estamos feliz no trabalho, feliz com aquilo que fazemos, conseguimos aumentar nossa produtividade em cerca de 30% e aumentar nossa capacidade criativa em mais de 301%. Sendo assim, aprenda a amar o que você faz e terá resultados extraordinários.

7. Desenvolver o autoconhecimento
Eu coloquei autoconhecimento como a sétima maneira de aumentar a criatividade, mas sugiro comece através desta, pois é um dos pilares mais importantes para o sucesso profissional. Sempre falo em minhas aulas da importância de olharmos para dentro de nós, reconhecer nossas fraquezas e procurar melhorar e evoluir constantemente. Na mesma medida que trabalha seus pontos fracos, deve potencializar seus pontos fortes, de acordo com seus objetivos.

Todo processo de Coaching que faço com meus clientes começa através da identificação do perfil comportamental. Desta forma, conseguimos enxergar quais os padrões de comportamento mais tendenciosos que temos e o que fazer para minimizar e sermos mais assertivos. O autoconhecimento nos ajuda a enxergar quem somos na essência e o que devemos fazer para evoluir como seres humanos, afinal de contas, somos nossos principais sabotares. Me lembro de uma frase citada por Buda: “Nem seus piores inimigos podem de causar tanto dano como teus próprios pensamentos”. Permita-se conhecer a ti mesmo e terá o melhor desta terra.

Carlos Maciel é Design Thinkers e especialista em Desenvolvimento Do Potencial Humano.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-maneiras-para-aumentar-sua-criatividade/121130/

19fev/18

A importância do mestrado profissional para a carreira de um economista

Entenda porque ter o título é relevante para competir no mercado de trabalho

Entre as opções de mestrado profissional e acadêmico na área de Economia, o primeiro se destaca como o mais adequado para quem deseja conciliar estudos e profissão.

Peso profissional

Nesta semana, nossos os programas de Mestrado Profissional em Administração e em Economia receberam a nota máxima na avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que reflete o compromisso com a qualidade e a excelência de ensino e pesquisa da instituição, fatores que também impulsionam a carreira dos alunos.

“Quem faz um mestrado profissional se torna apto para atender as demandas do mercado em que está inserido. Isso porque o curso ajuda a fortalecer os conhecimentos técnicos na área em que atua, através do uso de intuição econômica e rigor na utilização dessa intuição”, explica Regina Madalozzo, coordenadora do Mestrado Profissional em Economia. “Para contribuir com a formação, nosso curso foca no conhecimento prático sempre baseado em evidências, tendo um currículo bastante quantitativo que permita ao aluno prescrever soluções baseadas em evidências”, completa.

Na prática, nosso mestrado profissional tem ênfase nas três principais áreas de conhecimento: finanças, microeconomia e macroeconomia. No primeiro ano do curso, o aluno é exposto a um conteúdo fundamental sobre todos os temas. No segundo, por sua vez, deve optar por qual temática quer se aprofundar. E uma curiosidade: dada a localização da escola, que é próxima ao polo financeiro de São Paulo, a especialização em finanças é a mais demandada deste curso.

Guilherme Braz, diretor de precificação e experiência do cliente na Localiza, no entanto, optou pela microeconomia. Para ele, o tema seria uma ponte entre seu trabalho atual e a formação acadêmica em matemática. “Após o curso, tenho mais propriedade para discutir a respeito de economia com outros funcionários formados na área. A teoria também me ajudou a entender melhor o consumidor e o concorrente”, revela o alumnus.

Como o mercado de trabalho é bastante competitivo e, para se destacar, é necessário ter um diferencial, o mestrado profissional contribui para complementar a qualificação. O alumnus Emerson Marques passou uma temporada fora do Brasil e consegue ver o peso que o mestrado tem. “Na hora de fazer entrevistas, tenho conhecimento e bagagem muito mais completas. Assim, entro no jogo com vantagem”, diz.

Benefícios a longo prazo

Segundo Regina, com um mestrado no currículo, tanto a sofisticação nas tarefas desempenhadas como a remuneração dos profissionais que cursaram nosso mestrado são mais elevadas. Em média, os mestres têm 32 anos e salário de R$ 9 mil. Os dados são da pesquisa “Mestres e Doutores: estudos da demografia da base técnico-científica brasileira”, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). São necessários dois anos de estudos para fazer parte do seleto grupo. No final do curso, o aluno defende uma dissertação para uma banca qualificada.

Sobre o processo seletivo do curso

Realizamos mensalmente um Encontro com a Coordenação. Durante o bate-papo com candidatos, Regina Madalozzo comenta sobre a grade curricular, parcerias internacionais e os desafios do programa, dentre outros assuntos. Interessou? Inscreva-se e participe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-importancia-do-mestrado-profissional-para-a-carreira-de-um-economista/121707/

19fev/18

Papo de empreendedor: 5 conselhos de um para o outro

A realidade é que não existe fórmula mágica para ter um negócio de sucesso e cada um inventa seus caminhos, mas algumas dores são comuns a todos e juntos podemos minimizá-las

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Já faz um tempo que a palavra empreendedorismo não sai da boca do brasileiro. Ser ou não ser, eis a questão! O fato é que o Brasil é um país onde o empreendedorismo pulsa na veia, uma vez que, segundo a UnitFour, o número de empresas abertas em 2016 cresceu 20% em relação ao ano anterior.

Seja por necessidade ou por vontade própria, empreender é uma árdua caminhada e exige muita dedicação. Aos olhos de quem está de fora é bacana, rentável e sinônimo destatus, mas visto de dentro, todo empreendedor sente na pele o real custo de ter o próprio negócio.

Nem uma vida inteira é capaz de nos ensinar tudo o que precisamos para superar as barreiras, adversidades e medos. Cada dia aprendemos um pouco mais e buscamos errar um pouco menos. Se eu pudesse dar alguns conselhos aos meus colegas empreendedores, seriam:

· Divulgação é fundamental: vender o próprio peixe nunca foi tão importante, portanto use todos os canais que estiverem ao seu alcance para divulgar sua marca, seus serviços e sua expertise. Esteja fortemente ativo nas redes sociais, tenha um blog e alimente-o com informação relevante, busque espaço nas revistas, jornais e rádios, faça parcerias com influenciadores do seu meio.

· Você é sua empresa e sua empresa é você: queira ou não, a partir da decisão de empreender, o seu negócio fará parte de quem você é e não há como separar. Além de promover sua empresa, também use do seu marketing pessoal, afinal, você é o cérebro e máquina central do negócio. Esteja sempre orquestrado com os objetivos da sua marca para que você consiga alcançar as metas traçadas.

· Networking é tudo: independentemente da área de atuação, ter uma rede de contatos é fundamental para o crescimento do negócio, uma vez que esse relacionamento propicia troca de informações, experiências, conhecimentos e indicações de forma natural e mútua. A sua dor de hoje pode ter sido de outro empreendedor no passado, trocar conhecimento é combustível para gerir uma crise ou criar novas oportunidades.

· Planejamento é a alma do negócio: pode parecer chato, burocrático e pouco prático, mas o planejamento norteia o crescimento e as decisões da empresa. Abrir mão dessa ferramenta é assumir o risco de que tudo pode dar errado. Ele não é a fórmula mágica para um negócio de sucesso, mas é a bússola.

· Reinvente-se: o mercado muda em uma velocidade surpreendente e, para ter um negócio inovador, é fundamental que o empreendedor se reinvente constantemente. Invista em você, estude muito, esteja sempre em contato com seus clientes e com as tendências da sua área. Amadureça o profissional que está coberto por uma grossa camada de “empreendedor faz tudo”. Não caia na rotina e alimente diariamente sua sede de dar certo.

A realidade é que não existe fórmula mágica para ter um negócio de sucesso e cada um inventa seus caminhos, mas algumas dores são comuns a todos e juntos podemos minimizá-las. Outro fato é que sempre vão dizer que ter o próprio negócio é moleza, não ter chefe é uma maravilha e fazer o próprio horário é um sonho, mas poucos sabem que para dar certo é preciso trabalhar mais do que dormir ou curtir o happy hour com a galera do trabalho na sexta-feira à noite.

Feliz Dia do Empreendedor para quem sabe o que é abdicar de mil coisas em prol da realização de um sonho!

Thamiris Rezende — Jornalista, fundadora da HUG Comunicação Corporativa e empreendedora persistente.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/papo-de-empreendedor-5-conselhos-de-um-para-o-outro/121736/

19fev/18

Os três “E”s do século 21

Um artigo sobre Emprego, Empregabilidade e Empreendedorismo

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Não é novidade que o mundo está caminhando para uma era de maiores desigualdades sociais, colapsos econômicos e disrupções em praticamente 90% das indústrias e negócios que conhecemos. Dados recentes demonstram que, ao menos dos Estados Unidos, mais de 65% dos americanos, nos próximos anos, irão perder seus empregos e terão de migrar para os chamados “servicos freelancers”. Mas e no Brasil, o que podemos esperar dessa reviravolta do século 21?

Uma das forças inevitáveis dessas mudanças é a tecnologia aliada a inteligência artificial e a mecanização avançada de praticamente todas as atividades repetitivas e mecânicas desenvolvidas pelo homem. Afinal, um robô pode fazer muito mais e melhor, com menos custo, do que um ser humano. Pode ser cruel, mas é efetivo. E o mercado busca efetividade!

A grande questão surge quando começamos a analisar o impacto dessas mudanças no meio social. A desigualdade ficou escancarada no mais recente estudo feito no Brasil, onde os 6 brasileiros mais ricos concentram a renda dos 100 milhões mais pobres… um choque óbvio! Mas um choque…

Porém, quando você, trabalhador, que está endividado, com bancos participando ativamente do seu orçamento, com a inflação corroendo seu poder de compra, com aumentos recorrentes (desde alimentos a combustíveis), que caminho seguir em um mundo onde o dinheiro está escasso, o desemprego bate a sua porta e o mercado está tão disperso quanto todas as inovações que vemos dia a dia?

Minha teoria está na base de aplicação (ou da falência) dos 3 “es” do século 21: Emprego, Empregabilidade e Empreendedorismo. Explico.

Toda economia de mercado baseia-se fundamentalmente nessa estrutura. Não estou falando dos teóricos econômicos nem acadêmicos. Estou falando do mundo real. Afinal, uma economia sem empregos, sem empregabilidade e sem empreendedores, vai invariavelmente sucumbir.

O primeiro “E” de emprego, retrata o que estamos ficando “sem”. O termo significa o trabalho que precisa ser feito mediante remuneração e subordinação de uma pessoa a outra. A nova economia caminha a passos largos para uma onda de desemprego jamais vista, que vai obrigar governos a criarem mecanismos de suporte social nunca antes imaginados para tantos desempregados. Hoje já somos 14 milhões deles!

O segundo “E” trata da empregabilidade. A empregabilidade é aquilo que possibilita que eu tenha aptidões ou capacidades relevantes para que eu possa atuar em diversas frentes, ou ser “desejado” pelo mercado como profissional. Assim, uma pessoa empregável, dificilmente fica sem emprego. Ser qualificado para tanto nos parece o maior desafio afinal.

Já o terceiro e último “E” do empreendedorismo, fecha o ciclo: é aquela iniciativa que cria oportunidades baseadas nas carências ou deficiências do mercado, e consequentemente busca pessoas empregáveis para os empregos criados pela iniciativa empreendedora. Percebem o ciclo?

Contudo, como estamos enfrentando essa crise institucional de empregos, estamos com muitos trabalhadores que não estão sendo “empregaveis” para o mercado, justamente em função das iniciativas empreendedoras que, por sua vez, estão criando um mercado cada vez mais exigente de profissionais que sejam interessantes, e não meramente executores.

No mundo do século 21, ser empregável significa não ter apenas uma formação em uma área do conhecimento. Significa sim, ser multifuncional, conectado, atualizado, humano e eficiente. Significa voltar para a escola, mas não aquela que conhecemos e fomos formados, mas sim uma nova escola, que vem sendo criada por empreendedores! Mas para isso os trabalhadores precisam de iniciativas que possibilitem a eles se re-capacitarem a cada novo ciclo, para então retornarem ao mercado e assim manter a roda da fortuna girando.

As diferenças sociais tendem a ficar cada vez mais gritantes e escancaradas com as tecnologias. Afinal, quanto mais eficientes, mais iremos perceber o quanto somos injustos e focados em manter um sistema de trocas baseado no seculo 19. Afinal, gerar empregos parece ter se tornado coisa do passado, ja que, para um mercado altamente informatizado, os “empregaveis” teriam seu caminho certo, e os empreendedores vão investir cada vez mais em soluções que necessitem mais e mais de empregáveis.

Nos resta saber se, na ponta final dos resultados, os “não empregaveis” terão sua chance de se “empregabilizar” ou se deverão se sujeitar unicamente a uma distribuição de renda universal mínima, mais conhecido dos brazucas como bolsa-família. Em qual dos “E”s você está agora?

Vinicius Carneiro Maximiliano é advogado corporativo e gestor contábil. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV e especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, é diretor executivo da Etecon Contabilidade e autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional”.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/os-tres-es-do-seculo-21/121780/

05fev/18

Por onde começar quando se deseja mudar de carreira?

Pesquisa da ISMA Brasil constatou que 72% dos profissionais do Brasil manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam

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Quero mudar de carreira, como escolho? Essa pergunta é mais comum do que imaginamos.

Eu mesmo já passei por isto mais de uma vez, seja por não estar satisfeito com uma carreira ou seu rumo, ou porque eu queria novos desafios, oportunidades, ser promovido, empregabilidade, sair de minha zona de conforto, maiores salários, crescimento profissional, entre outros tantos motivos. Sobram razões para sonhar com um novo projeto de vida.

O fato é que pesquisas relatam, de formas diferentes, a mesma questão sobre a insatisfação com o trabalho, independente o que isto signifique para cada um de nós. A ISMA (International Stress Management Association) Brasil constatou que 72% dos profissionais manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam.

Conforme uma série de mudanças a cada dia mais rápidas, dentre elas disponibilidade de informações de forma fácil, ascensão de classe social, mais anos de estudo, as pessoas cada vez mais tornam-se reflexivas sobre o retorno que um trabalho, carreira, profissão deve dar a cada um, bem como, qual a sua contribuição à sociedade usando o seu talento como ferramenta, isto, ainda conectado com o seu propósito de vida, muitas vezes ainda não muito “claro”, torna o projeto “mudança” ainda mais desafiador .

Separei cinco passos para facilitar a decisão de mudar de carreira

1.Paixão – Reflita com muita calma sobre o que realmente te dá paixão profissional, aquilo que você se pega mesmo sem perceber pensando, sendo curioso, querendo aprender e fazer mais, agregar valor, isto fará uma grande diferença. Também exercite imaginar se daqui um tempo você se vê atuando com esta “paixão”, pois independe de qual for, a dedicação sempre será muito grande;

2. Valor – E importante identificar e validar sua paixão, mas, ela por si só é insuficiente para aumentar suas chances de sucesso neste projeto de mudança de carreira, é necessário que sua paixão gere valor ao mercado e, seja reconhecida por isto. Simplificando, estamos falando em viabilidade econômica, a sua paixão tem “apelo econômico”? Se sim, está de acordo com sua expectativa de ganhos? Sem esta avaliação, as chances da mudança de carreira não darem certo são maiores e, até o risco de retorno à “carreira insatisfatória” e frustração também são grandes.

3. Conhecimento – Se pergunte: ” Quanto você conhece desta nova carreira ou posição? Há necessidade de algum conhecimento formal (como certificados ou diplomas? Possui contato com alguém que já atua onde você quer ir? De que tipo de conhecimento precisa ter para iniciar nesta posição? Seria interessante fazer um plano para atingir tal conhecimento.

4. Comunicação – Interna e externa. — Primeiro a comunicação interna (com você), chegou a uma definição e se convenceu desta decisão? Se não, o que falta? O que te impede de ter a decisão? — Segundo a comunicação externa, como se posicionará no mercado de trabalho, desde curriculum, linkedin e entrevistas, o pode falar a seu favor para esta mudança e para que os outros “comprem” a sua ideia de mudança?

Lembrando que terá concorrentes muitas vezes tão ou mais experientes do que você para esta nova posição.

5. Procure ajuda – Há um ditado relevante que diz: “Se quer ir rápido, vá sozinho, se quer ir longe, vá acompanhado.” Recomendo sempre que possível pedir ajuda seja profissional ou de uma amigo ou conhecido que já trilhou este caminho e, pode com mais assertividade, segurança te apresentar as possíveis armadilhas e aumentar assim suas chances de sucesso no projeto “mudança de carreira”. Lembre-se: “pensando bem, você pode crescer!”.

Alexsandro Nascimento — Mestre em Administração de Empresas pela FGV-EAESP, especializado em Administração Tecnologia da Informação (FGV-EBAPE), Master Coach pelo Instituto de Neurolinguística Empresarial (INEMP – BH); Master Coach de Carreira pelo Instituto de Coaching de Carreira (IMS – SP); Coach pelo Instituto de Neurolinguística Empresarial (INEMP – BH); Coach pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC – SP); graduado em Ciência da Computação pela Universidade Santa Cecília (UNISANTA) é autor do e-book “Mude a sua Comunicação e cresça na carreira”.Além de palestras, treinamentos e sessões de coach, é idealizador do portal Carreiras e Alta – http://carreirasemalta.com.br, em que oferece mentoria.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/por-onde-comecar-quando-se-deseja-mudar-de-carreira/121797/

05fev/18

Você sabe qual o futuro do trabalho?

Muito se fala sobre a extinção de profissões, mas talvez o mais concreto que temos no presente é a mudança no formato das profissões

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Grandes transformações estão acontecendo, isso não é uma novidade. Previsões quase apocalípticas surgem todos os dias sobre o futuro do trabalho, mas o que efetivamente é verdade até o momento? Muitas especulações podem causar ruídos na comunicação entre empresas e profissionais e criar lendas urbanas sobre o futuro e conceitos sem fundamento.

Muito se fala sobre a extinção de profissões, mas talvez o mais concreto que temos no presente é a mudança no formato das profissões. Talvez esse deva ser o foco de debate entre os profissionais que estão procurando se adequar às mudanças que já estão acontecendo, sem se fixar em previsões sobre um futuro incerto.

E as empresas, estão preparadas para essas mudanças? O certo é que aquelas que não estiverem preparadas, vão perder competitividade e isso já pode estar acontecendo. Empresas e profissionais devem agir rápido para não haver perda de espaço. Algumas profissões serão sim substituídas por tecnologia que será cada vez mais próxima da máxima eficiência o que vai exigir que empresas atualizem o quanto antes seus processos. Horizontalidade e transparência são tendências e isso torna necessário tecnologias para atender as etapas do processo de comunicação entre a equipe e otimização de recursos. Os profissionais estão ganhando cada vez mais autonomia nas empresas e os escritórios já passam por mudanças radicais em seu formato. Escritórios vão ser extintos e espaços de coworking estão ganhando mais força, o que impacta diretamente nas relações no ambiente do trabalho, por exemplo. Criatividade e inovação serão as características que estarão cada vez mais presentes e a busca do conhecimento fará toda a diferença nesse momento de transição.

Empresas gigantes dispensando todos para trabalho em casa ou se mudando para espaços de coworking, novas tecnologias que habilitam a colaboração e melhoram a comunicação, tendências de gestão de pessoas, horizontalidade e transparência, autonomia e busca por um senso de propósito movem pessoas e empresas e o Futuro do Trabalho não é algo distante, já está acontecendo agora.

Sobre essas tendências que estão mudando radicalmente o ambiente de trabalho, amanhã, 18 de outubro, dentro do maior corworking do mundo, a WeWork, na sede Faria Lima, a própria WeWork, junto com a Zehnk e a Deloitte vão abordar o tema Future Workplace.

O evento é gratuito, mas tem poucas vagas. Clique e garanta logo a sua.

Venha ouvir os especialistas da WeWork, Deloitte e Zehnk e debater com eles esse tema. O evento terá a mediação da jornalista Sandra Sinicco, CEO do Grupo CASA.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/voce-sabe-qual-o-futuro-do-trabalho/121800/

05fev/18

8 dicas para se organizar e estudar online

Saiba como aproveitar o melhor do ensino online para vencer no mercado e conseguir destaque entre os profissionais mais qualificados

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A competitividade no mercado de trabalho está cada vez mais acirrada. Para obter sucesso na busca por melhores oportunidades é necessário se manter atualizado e sempre buscar novos conhecimentos para se tornar um profissional qualificado. Neste caso, os cursos online são uma tendência tentadora.

Segundo dados do MEC/Inep, em 2016 o número de novos alunos na modalidade mais tradicional de ensino caiu 3,7% em todo o Brasil. Já no aprendizado on-line, o aumento foi de 21,4%. Há dois anos, 694.559 universitários ingressaram nessa modalidade de ensino. Em 2016, a quantidade de novos estudantes subiu para 843.181.

“Os cursos online têm sido uma ferramenta muito utilizada pelos brasileiros por diversos fatores, como a facilidade de se estudar em qualquer lugar, a qualquer momento, com baixo custo de inscrição e mensalidades, além do fato de que estudar em casa permite evitar problemas como o trânsito nas grandes cidades”, afirma Sérgio Agudo, country manager brasileiro da Udemy, marketplace de aprendizado e ensino online.

O ensino à distância e online, pago ou gratuito, tornou-se um aliado de quem busca aprimoramento contínuo. Segundo Sérgio, ele permite complementar o aprendizado, seja para alcançar novos objetivos ou investir em uma nova carreira, além claro, de ampliar o horizonte de conhecimentos, porque é possível acessar vídeo-aulas do mundo inteiro, conhecer diversos professores e linhas de pensamento. “Contudo, ao escolher essa modalidade de ensino, é preciso se atentar a algumas dicas para manter o ritmo de estudos e aproveitar ao máximo os conhecimentos obtidos nas salas de aula virtuais, sob pena de comprometer o resultado final”, destaca o executivo.

Confira abaixo oito dicas do especialista para aproveitar ao máximo do ensino online:

1. Estabeleça um objetivo

O universo dos cursos online é muito vasto, há diversas opções, das complexas às mais fáceis, de curta e longa duração, o que torna bem provável que o estudante fique confuso e sinta-se perdido ao escolher o curso ideal. Por isso, o ideal é traçar um objetivo claro para o seu aprendizado.

Por exemplo, se o objetivo for se tornar um programador web, o recomendado é que o aluno crie uma trajetória para atingir a excelência. Comece com um curso básico nessa área, caso tenha pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto. Feito isso, passe para um curso mais focado, seja em linguagem de programação ou design.

2. Escolha o curso ideal

A escolha dos cursos é outra tarefa árdua para quem decide estudar online. As opções entre plataformas e conteúdos são diversas e isso pode complicar a construção da sua carreira. No entanto, lembre-se que da primeira dica: se um objetivo foi traçado, então as decisões seguintes devem suportar a ideia principal.

Leia com bastante atenção a matriz curricular de cada curso para que, ao escolher os próximos, você saiba exatamente como irá complementar a sua formação. Procure pesquisar sobre o instrutor para conhecer melhor a experiência dele e como isso pode ajudar na condução das aulas. Além disso, certifique-se que o instrutor do curso oferecerá materiais complementares, como lista de exercícios, livros, vídeos, palestras, entre outros, que podem ajudar bastante no processo de aprendizado.

3. Explore o mundo

Um grande diferencial do ensino online é a possibilidade de se conectar com diferentes professores, de várias nacionalidades. Desta forma você pode conhecer a forma de pensar de outras pessoas sobre um mesmo assunto ao redor do mundo. Por isso, a dica é: explore o mundo.

Em alguns casos, o idioma pode ser uma barreira, mas muitos vídeos já possuem recursos de legendas, o que facilita o entendimento. Outro benefício de se “explorar o mundo” é que isso pode lhe capacitar no sentido de conhecer técnicas pouco exploradas em seu mercado de atuação. Imagine aprender uma ferramenta de marketing digital com um instrutor da Alemanha, que poucos conheçam no Brasil. Isso pode se tornar um diferencial importante na busca por novas oportunidades de emprego.

4. Defina sua rotina de estudos

É evidente que, ao adotar o ensino online, além das vantagens já ditas, é possível escolher o horário mais adequado para estudar. Há pessoas que aprendem melhor à noite, enquanto outras preferem estudar pela manhã. E esse é o grande benefício dessa modalidade de ensino: estudar quando você quiser.

Neste sentido, a grande vantagem dos cursos online é que eles permitem que o estudante flexibilize a sua rotina, definindo horários e frequência das aulas, além de intensificar os estudos quando tiver dúvidas ou assistir várias vezes às aulas que precisar.

5. Escolha o melhor ambiente

Geralmente as pessoas estudam em casa, mas esquecem de adequar os ambientes para obter o melhor resultado com o ensino. Por isso, a dica é escolher um local na casa em que você se sinta mais à vontade. Pode ser no quarto, na cama ou em uma mesa, como também pode ser na varanda ou na sala de jantar.

Ao escolher o cômodo, certifique-se que a conexão à Internet está boa, para que não haja pausas durante as vídeo-aulas; veja se a iluminação está de acordo para assistir as aulas e não danificar a visão; atente-se à ergonomia, escolhendo uma cadeira adequada ou uma posição confortável para evitar problemas de saúde, como dores nas costas.

6. Concentre-se

Apesar de poder assistir às aulas a qualquer momento, os alunos devem sempre se concentrar. Por isso, a orientação é desligar todos os dispositivos eletrônicos e evitar as distrações – como a TV ligada ou as mensagens que não param de chegar no celular. Peça aos familiares e amigos que respeitem seus horários de estudos e dê o máximo de foco ao curso.

7. Não se acanhe, pergunte

Nessa modalidade, um problema bastante recorrente é o aluno se envergonhar de eventualmente procurar o professor para esclarecer as dúvidas sobre o conteúdo lecionado. Por isso, não se sinta mal e abuse do contato pelos canais oferecidos, como e-mails ou chats, para tirar todas as dúvidas e aproveitar ao máximo tudo que for ensinado nas vídeo-aulas.

8. Mas e o networking?

Um ponto muito debatido do ensino à distância é a ausência do networking, mas isso não é um problema quando se aprende online, 100% conectado à Internet. Enquanto o ensino presencial permite o relacionamento com outros estudantes da mesma instituição – com interações quase sempre em português, por exemplo, o ensino online quebra barreiras e proporciona a troca de experiência com profissionais do mundo inteiro.

Ao acessar aulas online, você entra em um universo muito maior e pode se conectar com diferentes linhas de raciocínio e conhecer diversas técnicas, tudo sem sair do seu quarto e com a possibilidade de ampliar, ainda mais, o conhecimento obtido nas salas de aula virtuais.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-se-organizar-e-estudar-online/121857/

29jan/18

Você tem as competências necessárias para trabalhar com logística?

Mesmo em tempo de recuperação lenta da economia e com muitos profissionais procurando recolocação, as companhias ainda almejam competências específicas para compor seus times

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Seja pela crescente inserção de tecnologias em atividades rotineiras ou pela entrada das novas gerações no mercado de trabalho, escolher o profissional certo para sua equipe pode ser desafiador. Mais de 91% das empresas já apresentaram algum tipo de dificuldade na contratação, segundo estudo da Fundação Dom Cabral.

Mesmo em tempo de recuperação lenta da economia e com muitos profissionais procurando recolocação, as companhias ainda almejam competências específicas para compor seus times.

Na área de logística, que conta com diversas particularidades e que, assim como outros departamentos, está mudando devido à transformação digital no mundo corporativo, algumas características são essenciais para ter sucesso. Além das formações tradicionais e técnicas, ter conhecimento no mercado de forma mais ampla é um grande diferencial, como estudos de economia e administração. Além disso, engenharia e tecnologia da informação são habilidades importantes para compor o currículo, em virtude da crescente automatização das operações. Saiba mais: A Sonda mostra os 7 motivos para a transformação digital impactar no ritmo da inovação Patrocinado 

As oportunidades do setor são muitas, porém é preciso levar em conta as constantes e rápidas mudanças no mercado. Se destacar em logística exige mais do que uma boa formação, é preciso desenvolver competências como flexibilidade e capacidade de adaptar-se a diferentes situações, atualizando-se frequentemente.

Atenção às tendências e inovações tecnológicas

Com recursos e ferramentas lançadas a todo instante, a automação de algumas atividades é iminente. As companhias terão à sua disposição uma série de soluções com potencial de gerar aumentos expressivos na produtividade e diminuição de falhas operacionais, como a troca ou falta de volumes de encomendas, no caso de logística.

Para se destacar nesse cenário, os profissionais devem estar capacitados a incorporar tecnologias e metodologias ágeis para que sua atuação seja ainda mais estratégica. Atente-se à execução do planejamento, é preciso estar engajado para testar e implementar novos processos e ferramentas. A tecnologia pode ser uma grande aliada, afinal o sucesso do funcionário não é apenas julgado por seus resultados, mas também pela maneira como os mesmos foram atingidos.

Perspectivas de mercado

O Brasil caminha lentamente ao encontro de uma melhora na economia, que por sua vez provoca desdobramentos nos demais setores. No último relatório bienal do Banco Mundial, o país subiu mais de dez posições no ranking de logística, porém ainda existe um grande espaço e potencial para crescimento e melhoria no desempenho desse setor no país. A evolução do e-commerce, por exemplo, tem contribuído para esse desenvolvimento, ampliando a aplicação de soluções mais modernas para atender às demandas que o segmento exige.

Os próximos anos da área de logística serão desafiadores e o investimento em novas habilidades e na construção de um time capacitado é um importante diferencial competitivo para as empresas. Com um plano de carreira bem definido é possível formar profissionais qualificados e prontos para adaptar-se a qualquer mudança no cenário e construir uma trajetória de sucesso que beneficia o indivíduo, a companhia e o mercado, como um todo.

Agustín Durán — Sócio-diretor da Nimbi, empresa especializada em tecnologia para gestão da cadeia de suprimentos. http://www.nimbi.com.br

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/voce-tem-as-competencias-necessarias-para-trabalhar-com-logistica/122831/