17maio/21

Sororidade na pandemia de coronavírus: mulheres se unem para ajudar as que estão mais vulneráveis

Mulheres se unem para arrecadar dinheiro, comprar cesta básica e gás e até para pagar as contas de casa uma das outras. ‘Assim ninguém passa fome’,

A diarista Priscila Han Batista, de 38 anos, está sem trabalho desde a chegada da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Faltam leite e fraldas para duas de suas três filhas – a mais velha é adolescente. Comida, só arroz (“mistura não tem faz uma semana”). O marido está internado com Covid-19. As contas da casa em que a família mora, na Zona Leste de São Paulo, ficaram atrasadas. Mas, na segunda-feira (13), chegou uma ajuda inesperada: R$ 300 caíram na conta bancária da faxineira.

O depósito foi feito pela artista Thais Ferreira, do Coletivo Massa, e pela designer Thaiz Leão, do Instituto Casa Mãe. As duras criaram o projeto Segura a Curva das Mães, que ajuda com dinheiro e apoio psicológico e jurídico 732 mães vulneráveis de todo o Brasil.

Lançado em 26 de março, o programa surgiu como um cadastro on-line no qual puderam se inscrever mães afetadas pela quarentena (medida de restrição de circulação recomendada por especialistas em saúde para frear a propagação do vírus). Priscila não se inscreveu – mas “provavelmente alguém que sabia da minha situação fez isso”, diz ela em entrevista ao G1.

“Quando a Thais me ligou para falar que eu receberia a ajuda, até achei que fosse trote”, conta a diarista, emocionada.

A cocriadora do Segura a Curva das Mães diz que as 732 mulheres que receberão auxílio pelo projeto são trabalhadoras informais ou desempregadas. Além disso, elas:

  • têm 35 anos em média;
  • são, na maioria, negras (65%);
  • têm, em média, dois ou três filhos;
  • contavam com renda mensagem entre R$ 101 e R$ 200 por integrante da família antes da quarentena
  • e não recebem nenhuma ajuda fora de casa (69%) ou não têm ninguém para ajudar dentro de casa (27%).

Existem pelo menos 5 milhões de mulheres que são mães e moradoras de favelas brasileiras. Dessas, 92% terão dificuldade para alimentar sua família caso fiquem um mês sem trabalhar, segundo um levantamento realizado em março pelo instituto Data Favela, que pesquisa estratégias de negócios voltados às comunidades do país.

O estudo também revelou que 73% dessas mulheres são extremamente vulneráveis e não têm nenhum dinheiro guardado que lhes permita comprar o básico, na hipótese permanecerem um dia que seja sem função remunerada.

Esse é o caso de Priscila, que ganhava R$ 360 por semana e recebeu o último pagamento (R$ 120) em 19 de fevereiro. Ela diz que não sobrou nenhum real. O marido, que também é autônomo e recebia R$ 80 por dia entregador, já estava sem rendimentos mesmo antes do diagnóstico positivo para Covid-19.

“Na quinta [9 de abril] acabou o nosso sabonete. Álcool em gel, a gente nunca pôde comprar. Leite e fralda para as meninas também faltou, mas consegui uma doação esses dias de uma vizinha”, afirmou Priscila. Dos gastos com a casa, vai pagar só a conta de luz, porque conseguiu negociar com a empresa fornecedora de energia.

Priscila trabalhou muitos anos em um hospital, do qual foi demitida em 2015, após engravidar da segunda filha.

“Eu não tenho registro em carteira de trabalho desde então, e virei faxineira. Neste ano, estava com uma vida tranquila e meu marido até estava tirando carta de caminhão. Aí, aconteceu tudo isso. Esta é a primeira vez em que fico sem serviço e sem renda nenhuma.”

Para arrecadar a quantia emergencial garantir suporte psicológico (principalmente às grávidas) e jurídico (às mães que precisam receber pensão alimentícia ou que foram demitida), o Segura a Curva das Mães faz um financiamento coletivo na internet e conta com apoio de ONGs e outras mulheres que se dispuseram a ajudar.

Faltam produtos para limpar a casa

Inscrita no Bolsa Família, mas sem receber o auxílio desde outubro de 2019 por causa de erro no cadastro, Priscila foi informada que receberá o auxílio emergencial de R$ 600 disponibilizado pelo governo federal aos trabalhadores informais. “Mas [no meu caso] vão repassar o dinheiro somente no final abril! O que faço até lá? Falta mistura e produto de higiene hoje.”

No desespero, ela colocou à venda taças e peças de porcelana que ganhou de presente de uma patroa. “Se conseguir vender, vou ganhar R$ 250.”

Enquanto a diarista dava entrevista para esta reportagem por telefone, o marido passou mal e foi ao hospital, onde fez o teste para coronavírus – deu positivo.

Sem ter como limpar a própria casa, Priscila teve de ir com as filhas para a casa da sogra. Neste domingo (12), porém, o hospital deu água sanitária e álcool gel para a diarista desinfectar o imóvel e poder retornar em segurança.

‘A maioria é diarista, manicure, camelô’

“Recebemos relatos de perda das oportunidades de trabalho – a maioria é diarista, manicure, camelô e cabeleireira –; de sobrecarga no cuidado doméstico; e de perda do apoio que tinham antes do coronavírus, já que muitas contavam com idosos para ajudar no cuidado dos filhos. Muitas também relataram maior exposição à violência no ambiente doméstico, que já não era saudável e seguro”, afirma Thaís.

Além de conhecer a realidade dessas mães, o Segura a Curva das Mães também permitiu mapear geograficamente os locais em que elas vivem. O objetivo é colocá-las em contato com iniciativas que já estejam fazendo distribuição de itens de primeira necessidade na região em que elas vivem.

Outra mulher que será ajudada pelo projeto é a bordadeira carioca Patrícia G. (ela preferiu não fornecer o sobrenome), de 39 anos. Autônoma, ela também perdeu o emprego com carteira de trabalho assinada quando engravidou do segundo filho, a exemplo de Priscila.

Separada há um ano, Patrícia entrou na Justiça para pedir a pensão alimentícia para os dois filhos, que são autistas. A carioca também entrou com medida protetiva contra o pai das crianças, por causa de violência doméstica. “Mas o judiciário entrou em recesso antes de o pai ser intimado. Então, estou sigo sem a pensão e sem a medida”, conta ela.

Patrícia segue a Thaís Ferreira nas redes sociais e ficou sabendo pelo Facebook do Segura a Curva das Mães. “Me inscrevi, inscrevi outras mães de crianças especiais que eu conheço da escola municipal que meus meninos estudam.”

A bordadeira está sem trabalhar há um mês, mas diz que faltam alimentos e produtos de higiene, já que amigas fizeram uma vaquinha para arrecadar uma quantia emergencial. “Outra amiga fez compras no Ceasa e entregou na porta de casa um caixote cheio de legumes, que eu tratei e congelei.”

A carioca conheceu esse grupo de mulheres em 2015, quando estava grávida do primeiro filho. “Nos conhecemos através da doula [acompanhante de parto] que tivemos para as nossas gestações. Ela tinha um grupo de WhatsApp, das doulandas [gestantes] dela. Desde então, somos amigas e nos ajudamos.”

Rede de apoio entre mães

A empreendedora Clareana Eugênio criou um grupo no Facebook em 2015 chamado Maternashop, por meio do qual coloca em contato mães empreendedoras e autônomas do Brasil todo. Com o lema “compre de uma mãe”, as participantes usam o grupo para anunciar seus serviços e produtos e comprar uma das outras. Atualmente, o Maternashop tem mais de 23 mil mães membros.

Clareana conta que desde o começo de março, quando entraram em vigor medidas de isolamento social em vários estados do país, ficou assustada com a quantidade de postagens no grupo de mulheres preocupadas com suas rendas e sem dinheiro para pagar contas básicas do mês, como água e luz.

“Como administradora da comunidade [na rede social], vi o desespero dessas mulheres que dependem totalmente de vendas para se sustentar”, conta a empreendedora. “Como minha voz dentro do grupo tem um peso grande, resolvi usar meu tempo pra ajudar.”

Ao receber um pedido de ajuda de alguma mãe do Maternashop, Clareana organiza a arrecadação de dinheiro dentro do próprio grupo de acordo com a necessidade de cada mãe. As que têm condições ajudam as que necessitam.

“Somos microempreendedoras e autônomas que se veem neste momento tendo de se reinventar para não fechar seus negócios, não deixar de honrar compromissos. Porém algumas estão impossibilitadas de trabalhar, como as que oferecem serviços de babá ou limpeza. A essas, temos ajudado arrecadando dinheiro entre nós mesmas”, conta Clareana.

O socorro é dado de acordo com a necessidade de cada mulher: há pedidos para pagar apenas uma conta da casa, como internet ou água, assim como para comprar gás, fraldas, cesta básica e até enxoval de bebê. As mais necessitadas também recebem uma quantia emergencial de R$ 250.

“A princípio, eu me dispus a contar a história de cada uma dentro do grupo pedindo ajuda para conseguir pagar contas de até R$ 100. Felizmente, fui surpreendida por mulheres que fizeram doações em que é possível pagar mais de R$ 250 por mãe”, conta Clareana.

A primeira arrecadação aconteceu dia 17 de março, e 22 mulheres do grupo já receberam ajuda. “Recebemos mais de R$ 4,5 mil em doação das próprias mães até o momento.”

As mulheres que pediram ajuda no Maternashop:

  • têm idades entre 25 e 35 anos;
  • mais de um filho;
  • e são vendedoras autônomas ou trabalham como faxineira, babá e motorista de aplicativos.

Antes da pandemia de coronavírus, o Maternashop arrecadava das mulheres integrantes do grupo uma quantia simbólica chamada de “fundo solidário”, que ajudava a remunerar as mães que moderam o grupo.

Desde março, essas mulheres abriram mão do fundo – e ele passou a ser usado para comprar cesta básica para as mais vulneráveis. “Assim, ninguém passe fome”, diz Clareana.

fonte: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/04/19/sororidade-na-pandemia-de-coronavirus-mulheres-se-unem-para-ajudar-as-que-estao-mais-vulneraveis.ghtml

17maio/21

Feminismo é para todos: ‘Não é só respeitar o diferente, é querer que ele exista enquanto diferente’, diz especialista sobre a luta das mulheres

No Dia Internacional da Mulher, estudiosas explicam por que a luta pela igualdade de gênero ainda é importante para pautas como o combate à violência e à disparidade no mercado de trabalho.

Em 1975, a Organização das Nações Unidas oficializou o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher, em homenagem aos protestos que, desde 1911, tomaram o mundo por mulheres que reivindicavam melhores condições de trabalho e igualdade de direitos. No entanto, por que 110 anos depois, ainda há grupos que lutam por pautas que soam tão parecidas?

G1 conversou com estudiosas sobre o tema para entender quais são os principais debates que levam grupos a defenderem igualdade de direitos entre homens e mulheres na sociedade e qual o ponto de conexão entre todas as lutas. (Assista ao vídeo acima).

“O foco é tentar diminuir desigualdades substanciais em relação às mulheres, pensando em romper barreiras, discriminações e em pensar que ela esteja junto e não contra”, explica Lívia Paiva, professora de direitos humanos do Instituto Federal do Rio de Janeiro.

A professora cita obstáculos que, muitas vezes, são invisíveis e precisam ser vencidos no que diz respeito à discriminação de gênero, como o assédio no ambiente de trabalho, a remuneração de mulheres abaixo da de homens e a baixa ocupação de cargos de poder de profissionais do sexo feminino.

“Se a gente olhar todos os dados de segurança pública ou do Dossiê Mulher, vemos que as mulheres morrem porque são mulheres, que são assediadas ou têm uma qualidade de vida mais precária porque são mulheres”, explica Lívia Paiva.

Para ampliar o debate, Juliana Borges, escritora e consultora do Núcleo de Enfrentamento e Memória de Combate à Violência da OAB-SP, acrescenta que seria simples se a prática funcionasse como a teoria: salário igual para trabalho igual.

“Essa é uma grande pauta do movimento de mulheres, se eu trabalho a mesma quantidade de horas que um homem, cumprindo uma mesma função, eu devo receber o mesmo que esse homem. A gente sabe que mulheres brancas recebem cerca de 70% do que homens brancos, enquanto mulheres negras recebem até 25% apenas do que esses homens brancos. Então por que essa diferença se essas pessoas estão cumprindo as mesmas funções?”, argumenta Juliana Borges.

Além disso, a escritora explica que não dá para discutir o feminismo hoje sem levar em conta classe, gênero e raça. Ela defende que a sociedade como um todo ganha quando se é pensado em política públicas voltadas para essas intersecções.

“Se nós estamos na base da pirâmide, não significa que os nossos temas sejam específicos, significa que, garantir a mobilidade de mulheres negras significa garantir a mobilidade de toda a sociedade, todo mundo ganha quando mulheres negras, mulheres quilombolas, mulheres indígenas andam, porque essas mulheres compõem a base da sociedade”, conclui.

fonte: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2021/03/08/feminismo-e-para-todos-nao-e-so-respeitar-o-diferente-e-querer-que-ele-exista-enquanto-diferente-diz-especialista-sobre-a-luta-das-mulheres.ghtml

17maio/21

Desigualdades fazem parte da carreira de mulheres cientistas, nota astrônoma brasileira

Daniela Lazzaro é vice-presidência da União Astronômica Internacional, uma das poucas mulheres cientista a ocupar um cargo de presidência em uma grande instituição de pesquisa.

Neste Dia Internacional da Mulher em plena pandemia de coronavírus, a RFI homenageia as mulheres na ciência, uma carreira nem sempre aberta facilmente para elas. A redação em português brasileiro escolheu conversar com a astrônoma Daniela Lazzaro, que exerce atualmente a vice-presidência da União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). “Eu sempre digo às meninas: não deixem ninguém dizer que você não é capaz”, afirma a cientista do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro.

Daniela conta que, ao longo da carreira, perdeu as contas de quantas vezes foi interrompida por colegas homens enquanto falava ou teve a competência questionada pelos seus pares masculinos. Também se acostumou a escutar comentários que minimizam a sua área de atuação, ao confundi-la com astrologia e as previsões de horóscopo.

“O pessoal acha que a astronomia até combina com mulher porque trata dos astros. Tem uma visão romântica, de ‘ah, é mulher, vai olhar estrelas’. Nem pensa que é matemática pura”, nota a especialista em pequenos corpos do sistema solar, como asteroides e cometas. “Se você comparar com as físicas, tem uma porcentagem muito maior de mulheres astrônomas do que físicas.”

Na esteira das conquistas femininas nos últimos anos, 2020 foi um ano divisor de águas no Prêmio Nobel, com quatro mulheres agraciadas – algo inédito na premiação, que, desde a sua criação, em 1901, só recompensou 48 pesquisadoras, o que representa menos de 5% do total. A maioria delas foi reconhecida pelos trabalhos em química, a exemplo da francesa Marie Curie, duplamente vencedora da distinção.

“Se você tem força de vontade, você acaba aprendendo a lidar com isso, e depois de um certo tempo, você também aprende a lutar para que isso mude, para que o mundo científico seja igual ao mundo real, ou seja, com metade mulheres e metade homens”, comenta Daniela. Ela nota que, na medida em que avançou na carreira, as disparidades se tornaram maiores – não necessariamente em nível salarial, mas no acesso aos cargos de direção, em geral destinados aos colegas masculinos.

Carga familiar pesa no avanço da carreira

A cientista ressalta que ambos têm as mesmas capacidades intelectuais para a área científica, entretanto elas ficam em desvantagem ao terem de conciliar a carreira com a vida familiar, em especial quando têm filhos. “Elas têm uma carga familiar muito maior do que os homens, e isso tem que ser levado em conta, e não simplesmente o fato de que é uma mulher. Ela é capaz de fazer aquele trabalho como um homem, mas às vezes ela não é tão capaz porque teve filhos e teve de cuidar deles”, diz. “Não quero ser contratada só porque sou mulher, mas sim porque sou boa no que eu faço. Mas preciso ter as condições para poder fazer esse trabalho”, reitera.

Neste sentido, a astrônoma busca estimular desde cedo as alunas da graduação a seguir no mestrado e doutorado – a própria IAU tem um programa de incentivo às mulheres na ciência. Conforme o site do Observatório Nacional por exemplo, dos 20 professores titulares do programa de pós-graduação em astronomia e astrofísica, apenas três são mulheres, incluindo Daniela.

Enfrentar o preconceito

A pesquisadora também aborda o preconceito com o qual as jovens cientistas vão acabar, cedo ou tarde, se deparando na carreira. “É o que eu sempre digo para as minhas alunas: isso vai acontecer. Não tem como. Mas você não pode levar isso para casa. Você não vai assimilar aquilo e pensar ‘será que eu realmente não consigo fazer?’”, relata. “E para os homens também é melhor ter mais mulheres. A gente às vezes olha as coisas de uma forma diferente. Não é melhor, nem pior. E às vezes é essa diferença que faz toda a diferença.”

A pesquisadora conta que sempre teve apoio da família para seguir nas ciências exatas, apesar do ceticismo de um professor da escola, diante das dificuldades da menina Daniela decorar a tabuada. “Ele chamou a minha mãe e disse que eu não seria nada na vida, que eu terminaria o segundo grau, mas não tinha competência nenhuma para fazer nada. Mais tarde, eu acabei entrando na área mais matemática da astronomia, a dinâmica”, sublinha a astrônoma.

fonte: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2021/03/08/desigualdades-fazem-parte-da-carreira-de-mulheres-cientistas-nota-astronoma-brasileira.ghtml

17maio/21

Crescem as oportunidades de carreira na indústria para jovens

Colégio Sesi da Indústria promove ensino inovador para os estudantes e qualifica profissionais para a indústria.

A indústria é um dos pilares econômicos do Paraná e conta com grandes oportunidades de carreira para jovens que estão ingressando no mercado de trabalho. “5 em cada 10 indústrias enfrentam a falta de trabalhadores qualificados. Em constante mudança, a indústria requer inovação o tempo todo. Por isso, os profissionais precisam se preparar para atender a estas necessidades. Como Sistema Fiep, temos o compromisso com a formação de profissionais qualificados, que promova mais produtividade e competitividade no país”, afirma Jacielle Feltrin, Gerente de Educação e Negócios do Sistema Fiep.

O Colégio Sesi da Indústria é exemplo de uma formação que, desde cedo, está alinhada com as demandas da indústria e aproxima os estudantes do mundo do trabalho. “Os jovens têm muitas dúvidas sobre seu futuro profissional e querem explorar suas habilidades, conhecer as possibilidades para seu futuro no mundo do trabalho. Nossa metodologia oferece oportunidade para que os estudantes vivenciem as necessidades da indústria a partir de desafios reais, estudando e desenvolvendo propostas com soluções para os problemas encontrados. Oferecemos módulos com foco nas oportunidades do mercado de trabalho, aproximação com RH das indústrias brasileiras e a oportunidade de cursar, ao mesmo tempo, um curso no Senai”, conta Jacielle.

Guilherme de Paula Duarte é egresso do Colégio Sesi e atualmente trabalha na Bosch. Para ele, a indústria sempre foi uma possibilidade de carreira, uma vez que seus pais trabalham no setor. Mas, foi com o apoio do Colégio Sesi que conseguiu começar sua carreira. “Fui criado pelos meus pais, que desde sempre trabalharam na indústria. Então, sempre fui estimulado a seguir o mesmo rumo. Quando finalizei o ensino fundamental, tive a oportunidade de ingressar no Colégio Sesi pelo projeto Jovens em Ação, como bolsista integral. Foram os 3 anos mais desafiadores da minha vida. No primeiro ano, tive que me adaptar ao mundo totalmente diferente: as apresentações, provas, testes e simulados, sempre estimulando o aluno não somente para a indústria, mas também para o Enem. No segundo ano, iniciei Senai e Bosch ao mesmo tempo, no curso de aprendizagem industrial”, conta.

Guilherme se formou em 2017 no Colégio Sesi e no Senai. Já em 2020, começou sua faculdade de engenharia mecânica e pretende continuar crescendo e atuando no setor industrial.

Já Alessandra Filipaki, colaboradora da indústria Polionda, conta como o Colégio Sesi da Indústria atua na formação de seu filho. Como trabalhadora da indústria, ela reconhece a importância da integração da educação básica do Colégio Sesi com a indústria. “O ensino alavanca novos empreendedores, que transformam conceitos da antiga indústria e promovem inovação, visualizando as tecnologias possíveis para implantarem nas indústrias”, afirma. Alessandra vê a evolução de seu filho com o ensino. “A metodologia do Colégio Sesi é excelente para a evolução do indivíduo como um todo. O aluno aprende a trabalhar sozinho e ser autônomo, além de trabalhar em equipe, o que é essencial com a exigência do mercado profissional”, esclarece.

Conheça o Colégio Sesi da Indústria

SESI

Fundamentados em metodologias de ensino inovadoras, o Colégio Sesi da Indústria conta com Oficinas de Aprendizagem que possibilitam a imersão do aluno em desafios reais, desenvolvendo habilidades como autonomia, criatividade e trabalho em equipe.

Entre as atividades voltadas ao aperfeiçoamento e progresso dos estudantes, estão a oficina Fabricando o Futuro (uma vivência nos desafios da indústria, com visitas de representantes das empresas para bate-papos com alunos); palestras com profissionais da indústria (que abordam diversos temas, como indústria 4.0, mulheres na indústria, IoT e IA e transformação digital); e Oficinas Tecnológicas, na qual desenvolvem competências para inserção no mercado de trabalho, com simulação de processos industriais.

Para mais informações, acesse www.colegiosesi.com.br ou entre em contato pelo 0800 648 0088.

fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-sesi-da-industria/noticia/2021/03/01/crescem-as-oportunidades-de-carreira-na-industria-para-jovens.ghtml

17maio/21

Vestibular UEL: aprenda o poder do sabão e álcool para matar os vírus e ir bem na prova de química

Polaridade e apolaridade explicam os motivos dos produtos destruírem os vírus. Professores de química apostam que esse será um dos assuntos da prova do vestibular.

 

Desde o início de 2020, bilhões de dólares foram investidos, cientistas do mundo se dedicam na busca por uma vacina ou remédio eficaz contra o coronavírus, ao mesmo tempo em que sabemos que a água, sabão e o álcool são os produtos mais eficazes para matar o vírus.

No começo da pandemia, o álcool chegou a faltar nas prateleiras devido à grande procura. Mas como será que o sabão e o álcool matam o vírus e ajudam a diminuir a transmissão da Covid-19?

A professora de química Ana Paula Andrade explica o poder da polaridade e da apolaridade nestes produtos.

Esse é um dos assuntos que pode cair na prova do vestibular da Universidade Estadual de Londrina (UEL), marcada para o dia 30 de maio.

“O vírus e a gordura são apolares, eles têm sua apolaridade. Qualquer molécula na química interage com outra molécula a partir da propriedade chamada polaridade. Ou seja, moléculas polares reagem com moléculas polares, e apolares com apolares. Então, quando você está lavando as mãos, pega o sabão e faz a espuma, a parte apolar do sabão interage com a gordura e com o envelope do vírus, ficam juntinhos. No momento em que você abre a torneira e joga água sobre a mão, a gordura e o vírus escorrem junto, porque o vírus está grudado no sabão”, explicou a professora de química.

Quando não é possível lavar as mãos usamos álcool gel. O professor Gabriel Diego Moreira explica bem detalhado como o vírus morre após entrar em contato com o produto.

“O princípio do álcool é parecido com o do sabão, o sabão é mais eficiente. O álcool vai desestruturar as proteínas que compõe o envelope do vírus e de outros micro-organismos, como bactérias e alguns fungos. O álcool também vai retirar lipídeos desse envelope, o vírus vai se desestabilizar. Vai permanecer onde estava, mas ele não vai te infectar”, detalhou o professor.

O recado dos professores é bem simples: para passar no vestibular da UEL é importante estudar sobre polaridade e apolaridade e continuar lavando as mãos e usando álcool gel, quando necessário.

fonte: https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/educacao/vestiba/2021/noticia/2021/05/17/vestibular-uel-aprenda-o-poder-do-sabao-e-alcool-para-matar-os-virus-e-ir-bem-na-prova-de-quimica.ghtml

 

17maio/21

Escuta que o filho é teu #8: Carreira x Maternidade

A decisão de ter um filho – não é novidade para ninguém – tem impactos em vários aspectos da vida. Principalmente na carreira. E principalmente das mulheres. Mas quanto disso se pode colocar na conta das mães, que realmente passam a não corresponder às expectativas do empregador? E quanto é responsabilidade do mercado de trabalho, que não está preparado pra recebê-la de volta? Muitas decidem tomar outros rumos profissionais, empreender, mas será que escolhem mesmo por isso? Ou são empurradas para essa decisão?

Nosso papo é com a jornalista e pesquisadora Nathália Fernandes, autora do livro “Feminismo Materno – o que a profissional descobriu ao se tornar mãe” e com Rachel Maia, mãe, CEO de multinacionais e, atualmente, consultora, com olhar atento a como as empresas lidam com diversidade e parentalidade. Escuta que o filho é teu desta semana é para questionar e refletir sobre a realidade do mercado de trabalho para as mães. Vem com a gente!

fonte: https://g1.globo.com/podcast/escuta-que-o-filho-e-teu/noticia/2021/04/27/escuta-que-o-filho-e-teu-8-carreira-x-maternidade.ghtml

17maio/21

Fazer lanche, ir ao banheiro, cuidar do pet: veja o que pega bem e mal no home office

Especialista em carreiras dá dicas de como lidar com 13 situações comuns no trabalho em casa.

Quem está em home office viu sua rotina profissional se misturar à pessoal. Mas até que ponto o profissional pode se ausentar do trabalho para cuidar de seu pet ou receber uma encomenda, por exemplo? Aproveitar que o computador está em casa e adiantar uma tarefa fora da jornada porque não tem nada para fazer? Ou não resistir a fazer comentários no grupo de trabalho durante suas férias ou fora do horário de trabalho?

Veja abaixo as dicas do especialista em carreiras Antonio Batist para 13 situações comuns no home office.

Posso falar que tenho que ir ao banheiro?

Algumas empresas têm breves pausas cronometradas de 10 minutos ou similares nos sistemas de controle de jornada. Outras são mais flexíveis, bastando que você diga que precisa se ausentar por alguns minutos, sem detalhar os motivos.

Observe se o trabalho possui prazo específico ou mais se é flexível e se sua ausência pode gerar danos (alguns trabalhos exigem resposta imediata do profissional). Os procedimentos no home office podem variar segundo o cargo, ramo da empresa, sistemas e acordos. Em todo caso, convém verificar com a chefia quais procedimentos a empresa está adotando – algumas formalizam contratos, acordos específicos ou até lançam manuais – e combinar eventuais ausências.

Se estiver em reunião online, peça um minuto via texto, diga que precisa se ausentar, mas que voltará logo. Em seguida, feche sua câmera e microfone e vá. Evite sair sem avisar, não atrapalhe o áudio de ninguém e não exponha detalhes desnecessários.

Posso pedir para colocar comida para o cachorro?

Como o pet conseguia se alimentar antes do home office? Estar em casa não deve transformar o trabalho em um vendaval de interrupções. Combine tarefas com outras pessoas da casa: isso ajuda a ter foco durante o trabalho. Organize melhor as tarefas, caso more só. Mas o ponto de partida sempre deve ser este: verificar quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combinar eventuais ausências com sua chefia.

Se estiver em reunião online, se não houver alternativa, peça um minuto via texto, feche sua câmera e microfone e vá cuidar do pet.

Posso participar de reunião com cachorro latindo ou bebê chorando?

Pode, mas é essencial tentar reduzir o barulho. Algumas alternativas são fechar seu microfone ou usar microfones que reduzam a captação de sons de outras direções, fechar a porta, ficar mais distante da fonte de barulho. Barulhos intensos e recorrentes – e sem nenhuma providência por parte do trabalhador – não são um bom sinal.

Posso pedir para fazer um lanchinho?

Antes do home office, como você lidava com lanches e refeições durante o trabalho? Verificar quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combinar eventuais pausas e ausências com sua chefia é o melhor caminho.

Em relação a reuniões online, também é preciso bom senso. Antes do home office, você ficava saindo no meio para lanchar? Ficava lanchando na frente de todos durante as reuniões presenciais?

Posso não ligar a câmera nas reuniões?

É importantíssimo ligar a câmera sempre que possível, a menos que haja alguma orientação da empresa em sentido contrário. Se houver motivo para não ligar (problema técnico, por exemplo), convém avisar. Timidez, olheiras e afins não são bons pretextos para não ligar a câmera.

Posso ficar com o microfone ligado?

O ideal é habilitar o microfone somente quando for falar (e conferir se ele está ligado quando estiver falando). A captação indesejada de sons e outras interferências de áudio é uma das reclamações mais recorrentes em reuniões online e passa uma imagem de pouco profissionalismo, além de atrapalhar os demais.

Posso trabalhar fora do horário sem avisar a chefia?

Isso pode gerar hora extra, banco de horas, etc. Aqui entram em cena a CLT e os acordos. Muitas empresas seguem certa rigidez de horários e de outras normas, mesmo em home office. Outras são mais flexíveis, mas convém que a chefia esteja ciente sobre horários alternativos e outras exceções por parte do profissional. Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine possibilidades de eventuais exceções com sua chefia.

Posso mandar mensagens no grupo fora do meu horário?

Convém enviar mensagens apenas no horário de expediente. Mensagens fora do expediente, especialmente se forem cobranças sobre prazos e metas, podem vir a gerar efeitos (de psicológicos a jurídicos) indesejáveis. Em todo caso, verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais exceções com sua chefia.

Posso falar sobre assuntos aleatórios no grupo de trabalho?

Convém evitar assuntos que não sejam o foco do trabalho. Comunicação leve e bem humorada é diferente de piadas sem fim. Consciência e espiritualidade são diferentes de discussões políticas intermináveis e chuvas de correntes. Desabafos recorrentes, fulanizações, fofocas e afins não deveriam ser o foco de um grupo de trabalho. Você quer se tornar o “tio do pavê” em pleno grupo de trabalho?

Posso comentar sobre trabalho no grupo nas minhas férias?

Assim como o home office não é férias, as férias não são home office. Pode-se fazer algum comentário isolado e pontual, mas só se se for realmente indispensável. Mas, você também pode trocar sua atitude de comentar sobre trabalho pela atitude de simplesmente apreciar suas férias.

Posso falar que preciso receber uma encomenda?

Pense no que você fazia para receber encomendas quando não estava em home office. Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais ausências com sua chefia.

Em caso de estar em reunião, se não restar alternativa, peça um minuto (via texto), feche sua câmera e microfone.

Posso pedir uma pausa para resolver um problema doméstico?

Como os problemas domésticos eram resolvidos antes do home office? Quais problemas são urgentes e quais poderiam esperar um pouco? Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais ausências com sua chefia.

Em caso de estar em reunião online, se for algo urgente e sem alternativas, peça um minuto (via texto), feche sua câmera e microfone.

Posso pedir uma pausa para preparar o almoço?

Como você lidava com o almoço antes do home office? Organizar as atividades de casa para que elas não prejudiquem o trabalho pode até parecer um “superpoder”. Mas isso é, na verdade, o mínimo que se espera de um profissional que não está mais perdendo horas diárias em engarrafamentos, por exemplo. Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais ausências com sua chefia.

Batist alerta que as dicas em relação às reuniões online são para as que têm maior número de participantes ou nas quais o funcionário não é o condutor. Em caso de haver poucos participantes ou se o profissional estiver comandando a reunião, as restrições contra interrupções tendem a ser maiores.

fonte: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2021/05/15/fazer-lanche-ir-ao-banheiro-cuidar-do-pet-veja-o-que-pega-bem-e-mal-no-home-office.ghtml

17maio/21

Gestão Financeira: graduação impulsiona pessoas para a carreira de finanças

Curso de Gestão Financeira da Educação a Distância é ótima opção para quem deseja organizar seus estudos e conciliar com a rotina

O mercado financeiro é uma área que se tornou mais conhecida nos últimos anos. Todos os dias as empresas precisam tomar decisões necessárias para seu desenvolvimento. Entre os profissionais responsáveis por essas atividades, com amplo conhecimento dos conceitos econômicos e financeiros, no planejamento de captação e investimento dos recursos empresariais está o gestor financeiro.

O profissional pode atuar em empresas de diversos segmentos, contribuindo com seu crescimento no cenário empresarial. O gestor financeiro tem a capacidade de avaliar, organizar e propor uma série de ações e comportamentos.

Graduação em Gestão Financeira

Para quem deseja se destacar na área e tem o sonho de cursar uma graduação, o curso de Gestão Financeira é uma boa opção. A faculdade tem a duração de dois anos e, neste período, o futuro profissional será preparado para atuar em empresas de pequeno, médio e grande porte.

Educação a Distância

Se você busca a oportunidade de flexibilizar sua rotina de estudos, conciliando o trabalho e a família, tem uma oportunidade ainda mais interessante: o curso de Gestão Financeira na Educação a Distância (EAD).

A faculdade de Gestão Financeira EAD aborda temas do mundo empresarial como: custos, planejamento financeiro, taxas de juros, carga tributária, volume de crédito, variações inflacionárias, regras de mercado, tomada de decisão, entre outros.

Com a união entre teoria e prática o estudante tem contato com problemas de empresas reais a fim de conhecer de perto as boas práticas da profissão.

Alana Grigoletto, aluna do curso, conta que escolheu a graduação para ampliar seus conhecimentos na área. Ela é formada em Nutrição e busca, futuramente, unir as duas áreas.

“Vai agregar na minha atuação, para direcionar melhor as finanças e já tenho planos da junção entre as áreas de Nutrição e Financeira”, explica.

A estudante fala que com a educação a distância ela pode organizar seus horários e estudar conforme sua disponibilidade.

“É necessário ter mais disciplina. O curso é bem intenso, quem acha que por ser EAD é mais ‘tranquilo’, se engana, temos prazos a cumprir e estou gostando por conhecer uma área bem diferente da minha graduação anterior”, fala.

“Optei pela Toledo Prudente por ser uma faculdade renomada em que sempre tive como referência, e quando pesquisei sobre a graduação, em outras instituições não tive o mesmo suporte que me ofereceram no Centro Universitário, além da grade curricular”, confirma Alana.

Giovani Rena também optou pela formação na área, com a intenção de se destacar na carreira financeira. O estudante do 3º termo do curso de Gestão Financeira EAD da Toledo Prudente, já tem a formação em Direito, e ao se interessar por investimento e saúde financeira, buscou uma graduação.

Diferenciais

Entre os diferenciais do curso e da educação a distância do Centro Universitário, o estudante destaca a plataforma. “Gostei bastante da praticidade da plataforma da EAD da Toledo Prudente, é bem acessível, sem falar na qualidade do ensino que é referência no Estado de São Paulo e também no Brasil. Escolhi a Toledo Prudente justamente por conhecê-la e saber que estou em uma instituição em que o ensino é sinônimo de qualidade”, completa Rena.

Este é, sem dúvidas, um curso muito válido para quem quer conhecer mais sobre o universo financeiro e se destacar na área. E para que o aprendizado seja efetivo, o curso conta, ainda, com outros diferenciais como: a Trilha TIE, que contribui com o desenvolvimento de habilidades tecnológicas, empreendedoras e inovadoras; o apoio do Toledo Carreiras, que impulsiona os alunos para o mercado de trabalho; a infraestrutura disponível para todos os estudantes; a tutoria, que aproxima o aluno do corpo docente, entre outros.

fonte: https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/especial-publicitario/toledo-prudente-centro-universitario/ead-toledo-prudente-a-ead-que-te-faz-crescer/noticia/2021/04/26/gestao-financeira-graduacao-impulsiona-pessoas-para-a-carreira-de-financas.ghtml

17maio/21

Fadergs realiza evento online para ajudar estudantes a escolher a carreira

Aulas envolvem temas como mercado de trabalho, áreas de atuação, remuneração média e empregabilidade. Inscrições terminam nesta segunda-feira (17).

A Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (Fadergs) promove um evento online, a partir desta segunda-feira (17), para ajudar os estudantes a escolher a carreira. Durante 10 dias, jovens que buscam ingressar no ensino superior poderão tirar dúvidas com professores de diversas áreas. Interessados podem se inscrever pela internet até esta segunda.

O evento gratuito será realizado até sexta (21) e de 24 de maio a 28 de maio.

Serão abordados assuntos como o dia a dia das profissões, mercado de trabalho de cada curso, áreas de atuação, remuneração média, empregabilidade, reinvenção dos setores na modernidade e mudanças ocasionadas pela realidade digital.

O objetivo é direcionar os jovens a realizarem escolhas assertivas, além de colocá-los em contato com o universo profissional.

fonte: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2021/05/16/fadergs-realiza-evento-online-para-ajudar-estudantes-a-escolher-a-carreira.ghtml

17maio/21

Primeiro emprego: Entenda a importância do Estágio na construção da carreira profissional

Confira 5 dicas que irão ajudar na preparação profissional para ingressar no mercado de trabalho

O primeiro emprego é um rito de transição para a vida adulta. Permite ao jovem ingressar no mercado de trabalho e abre as portas para a construção de um futuro profissional. Porém, nem sempre é fácil conseguir uma colocação. O mercado é concorrido e muitas empresas buscam por profissionais com mais experiência. O que resta para quem deseja iniciar essa jornada?

Todo mundo começa por algum lugar. Para muitos, o estágio é a porta de entrada do mercado de trabalho. Mas mesmo nesta etapa, os profissionais iniciantes já devem demonstrar comportamentos e habilidades que o ajudarão a subir degraus mais altos no emprego. Por isso, preparamos algumas dicas para ajudar quem está em buscar do primeiro emprego:

  1. Conheça a área em que você quer trabalhar: Procure refletir quais são seus interesses em longo prazo e tente conciliá-los com uma possível carreira. Procure então as empresas ou instituições que sejam relacionadas a essa área. Se informe o máximo possível sobre a carreira, para ter certeza de que é a que você quer. Então, procure deixar esse interesse claro no seu currículo, na hora de oferecê-lo aos possíveis empregadores.
  2. Busque capacitação: A busca constante por aprendizado é um dos atributos mais bem vistos pelos empregadores. Atualmente, existem inúmeras opções de cursos e capacitações profissionais acessíveis ou até mesmo gratuitas, seja presencialmente ou pela internet. Inclusive, os cursos profissionalizantes são ótimas portas de entrada para o mercado de trabalho, uma vez que você faz contato com outras pessoas que estão começando e com profissionais mais experientes.
  3. Prepare um bom currículo: O currículo não deve ser um livro sobre a sua vida, com todas as experiências e aprendizados. Seja sucinto e objetivo, os recrutadores não têm tempo para ler várias páginas. Procure focar o documento na vaga para qual você está se candidatando. Não adianta nada escrever que você tem experiência em vendas se a vaga é para atuar em produção. Deixe claro o seu interesse e o motivo pelo qual você se interessou pela vaga.
  4. Não tenha medo de entrevistas e processos seletivos: Muitos jovens iniciantes no mercado de trabalho ficam com frio na barriga só de pensar em passar por uma entrevista de emprego. Aprenda desde cedo que essa é uma etapa natural. Você não está sendo julgado; os recrutadores querem conhecer o seu perfil e ver se você combina com a vaga. Portanto, seja sempre franco sobre suas experiências, qualidades e defeitos, e demonstre capacidade de aprender e se relacionar.
  5. Procure um estágio: Muitas empresas, instituições e órgãos públicos contam com programas de estágio, com o objetivo de promover o desenvolvimento de profissionais iniciantes. Procure se informar sobre essas oportunidades. O estágio é um dos melhores ambientes para você ganhar experiência, fazer contatos profissionais e vislumbrar os próximos passos da carreira.

Programa em Timbó oferece oportunidade de estágio para jovens entre 14 e 24 anos

Com a chegada do Simplifica Timbó, a prefeitura abriu 40 vagas de estágio para jovens, que passaram a reforçar o atendimento ao público. Os novos profissionais foram treinados no Eixo da Aprendizagem – Jovens Aprendizes, do Senac. A responsável pelo programa, Telma Alessandra Correa da Silva, diz que a oportunidade permite, além do desenvolvimento profissional, o pessoal. No trabalho são desenvolvidas diversas competências emocionais necessárias como sociabilidade e espírito de equipe.

“O tripé de desenvolvimento do jovem incluso no programa, que deve ter entre 14 e 24 anos, é conhecimento, habilidade e atitude, que forma a base da competência” destaca Telma.

Simplifica Timbó é uma multiplataforma de atendimento para desburocratizar serviços. São oferecidos on-line, por Whatsapp e em espaço físico, 500 serviços, que englobam demandas em nível municipal, do Estado e da União.

Para Dérrick Kauã Urbainski, o primeiro emprego é uma conquista pessoal, que trará independência financeira.

“Vai ser legal poder contribuir financeiramente em casa”, afirma o estagiário do Simplifica Timbó.

Alana Vitória Conti gostou da experiência de conhecer por dentro a complexidade de uma instituição como a Prefeitura Municipal de Timbó. Já Alexia Khadija de Oliveira está motivada para lidar com o público e fazer um serviço de relevância social.

“Com meu salário quero investir em cursos que aprimorem minha educação”, complementa Alexia.

Atuar em órgãos públicos, além de permitir o contato direto com processos e demandas burocráticas que permeiam a rotina, ainda promove o networking e desenvolve a sociabilidade. Com a abertura de vagas, a Prefeitura de Timbó incentiva o desenvolvimento pessoal dos jovens e, por consequência, também da cidade.

fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/prefeitura-municipal-de-timbo/simplifica-timbo/noticia/2021/04/27/primeiro-emprego-entenda-a-importancia-do-estagio-na-construcao-da-carreira-profissional.ghtml