07maio/20

Confiança no colaborador é primeiro passo para empresas que adotam modelo de home office

Empresas e colaboradores estão preparados para o trabalho remoto? Como garantir a continuidade dos negócios neste cenário de crise?

A crise relacionada ao novo coronavírus trouxe para a mesa de discussão das mais diversas empresas a urgente necessidade de adoção de modelos de home office e trabalho remoto para aqueles casos em que colaboradores podem desempenhar suas funções a partir de uma boa conexão com a Internet. Grande parte da imprensa noticiou como, de uma hora para outra, muitas companhias passaram a liberar seus funcionários para trabalharem a partir de suas casas como forma de seguir a recomendação das autoridades de saúde por isolamento e mínimo contato social.

Em meio à justificada comoção da sociedade quanto aos riscos da pandemia, mas também à preocupação em não desacelerarmos completamente a economia, fica no ar uma questão extremamente pertinente quando se pensa em home office: empresas e colaboradores estão realmente preparados para o trabalho remoto? Como garantir a continuidade dos negócios neste cenário de crise? E ainda: como manter profissionais motivados e produtivos?

Precisamos resgatar a confiança

O sucesso na adoção de políticas de home office e trabalho remoto nunca acontecerá se não nos dermos conta de que há um primeiro passo fundamental, sem o qual não se pode seguir em frente: a confiança no colaborador. É crucial resgatar a confiança entre as pessoas no mundo corporativo e abandonar a ideia de que o home office pode ser uma “desculpa” para o colaborador não trabalhar ou “fazer corpo mole”. Se é essa a sensação que um gestor tem a respeito de sua equipe, se não há uma relação estabelecida de confiança, então é porque o modelo de trabalho remoto (ainda) não serve para aquela organização. Líderes e empresas devem se questionar: há uma visão clara sobre os benefícios do trabalho remoto? Cultivar relações de confiança está entre os valores corporativos? Há uma cultura de comprometimento e colaboração na companhia? Se essas respostas forem positivas, então é possível ir adiante.

Como fazer uma boa gestão à distância? A resposta está na metodologia ágil

Passar a gerenciar colaboradores e projetos remotamente é, certamente, um desafio quando a empresa se vê numa situação crítica como a que estamos atravessando, em que muitas não esperavam ter que aderir ao home office de maneira brusca. A crise atual, por outro lado, leva organizações e líderes a refletirem sobre o futuro do trabalho, em que situações-limite podem ser constantes e nas quais, portanto, o home office tende a ser incorporado cada vez mais ao dia a dia de profissionais. Como se preparar melhor para cenários desse tipo?

Bem, aqui temos que abordar a importância de uma metodologia de gestão e acompanhamento de tarefas. Num cenário de transformação digital, a metodologia de trabalho que mais tem se mostrado efetiva é a metodologia ágil (ou Agile). Trata-se de uma forma de acelerar as entregas de atividades durante o desenvolvimento de um projeto, fracionando o todo em entregas parciais e fazendo uso da Inteligência Coletiva para atingir uma meta estabelecida a cada fase – chamada de Sprint – até a conclusão final da entrega total do projeto. A metodologia ágil não garante necessariamente que um projeto seja entregue mais rapidamente, mas sim que o gestor perceberá mais valor a cada etapa, em virtude das entregas serem parciais. Ou seja, é muito mais eficaz gerenciar atividades e colaboradores desta forma, acompanhando o andamento dos projetos passo a passo, corrigindo os desvios e melhorando indicadores de desempenho.

O papel da tecnologia x o custo da ineficiência

Tão importante quanto fornecer ao colaborador um bom equipamento (notebook) e conexão rápida à Internet no ambiente de home office, está a adoção de uma plataforma tecnológica unificada capaz de gerenciar as atividades à luz da metodologia. Grande parte das empresas investiu muito em sistemas de controle contábil e financeiro, mas a grande maioria ainda é muito carente por ferramentas para gerir os serviços que são executados pelos colaboradores, individualmente ou organizados em departamentos, que, em última instância, são os braços, o cérebro e o coração de todas as empresas.

A grande maioria dos serviços ainda é executada de maneira manual e baseada em tecnologias antigas de mensageria (e-mails), processadores de textos e planilhas eletrônicas, sendo difíceis de serem rastreados e impossibilitando a gestão e o compartilhamento de conhecimento. As poucas iniciativas que foram feitas para reverter este quadro caótico acabaram sendo adotadas de maneira gradual, originando silos de informações extremamente ineficientes para a tomada de decisões estratégicas, e com o agravante do alto custo de manutenção.

Em recente estudo conduzido pela Lawless Research junto a mais de 1.000 gerentes de empresas com mais de 500 colaboradores localizados nos Estados Unidos e no Reino Unido, identificou-se que:

  • Pelo menos 2 dias por semana são gastos pelos gerentes para realizarem tarefas administrativas relacionadas aos serviços prestados pelo seu departamento. Dois dias de trabalho de níveis gerenciais por semana correspondem a US$ 575 bilhões por ano, ou 3,3% do PIB dos EUA gasto somente com tarefas administrativas!
  • 08 em 10 empresas ainda utilizam processos manuais para executarem suas rotinas de trabalho;
  • 04 em 05 gerentes dizem que as suas rotinas manuais de trabalho são responsáveis pelos atrasos na entrega dos serviços dos seus departamentos;

Ou seja, ineficiência na gestão, processos manuais e erros na execução de tarefas repetitivas custam muito caro.

O futuro do trabalho remoto

Felizmente, vimos na virada deste século com a popularização da nuvem, o surgimento de plataformas tecnológicas que podem permear de maneira padronizada todas as áreas e departamentos das empresas, organizando os diversos serviços prestados pelos colaboradores à luz das melhores práticas de gestão de serviços já existentes, automatizando as atividades repetitivas e suscetíveis a erros, e adotando a inteligência cognitiva como um meio de transformação de cada negócio.

Com tecnologias capazes de orquestrar todos os serviços em uma única plataforma – que se integre e “converse” com os diversos sistemas corporativos – fica mais fácil e simples gerir as atividades mesmo à distância, assinalando e até executando tarefas de maneira automática, antecipando possíveis gargalos por meio de ferramentas preditivas e adicionando transparência a todos os agentes envolvidos no ecossistema.

Em resumo, se o home office se impõe como o modelo de trabalho do futuro, seja por necessidade ou por visão empresarial, o primeiro passo é trabalhar a relação de confiança que a empresa tem com seus colaboradores. Adotar uma metodologia como a Agile para a gestão de tarefas de cada colaborador de forma eficaz é o passo seguinte, e, por fim, temos a questão do investimento em plataformas tecnológicas que atuem na racionalização e padronização de todos os processos, garantindo a execução simplificada e efetiva de planos de continuidade de negócios, mitigando riscos e atendendo a necessidades regulatórias e dos acionistas. Todo um ciclo de prosperidade e produtividade precisa ser mapeado e construído para que, aí sim, todos os benefícios do trabalho remoto possam se tangibilizar e se cristalizar em todos os níveis da corporação.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/confian%C3%A7a-no-colaborador-%C3%A9-primeiro-passo-para-empresas-que-adotam-modelo-de-home-office

07maio/20

Cuidados na hora de fechar uma viagem em tempos de pandemia

Agências têm lançado promoções tentadoras para viajar no segundo semestre ou no ano que vem. Veja o que você precisa considerar antes de embarcar nessa

pandemia de coronavírus invadiu o mundo com incertezas. De fato, não dá para afirmar quando as medidas de isolamento social irão afrouxar e a vida será normalizada – e quem dirá quando poderemos viajar. No entanto, mesmo diante de tantas perguntas sem resposta, agências apostam no planejamento de viagens pós-crise, vendendo pacotes para o segundo semestre deste ano.

Em um esforço de estimular a retomada do turismo, promoções começaram a surgir pela internet a preços tentadores para destinos tanto nacionais quanto internacionais. É compreensível a vontade de se jogar nessas oportunidades – mas diante de um cenário tão especulativo, é preciso tomar alguns cuidados antes de sair comprando.

Pesquise sobre a empresa e a sua saúde financeira 

Em qualquer situação, a primeira coisa a ser feita antes de contratar os serviços de uma agência é analisar a sua credibilidade. Antes de mais nada, pesquise a empresa na Embratur para verificar se ela está regularmente cadastrada no Ministério do Turismo. Outra dica é conferir a reputação da agência em sites como o Reclame Aqui (pesquise os itens Taxa de resposta e Resolução dos problemas) e o próprio Procon –  e até ler comentários nas redes sociais da empresa pode dar um panorama útil sobre a qualidade da prestação do serviço. Diante de um cenário de inseguranças, adquirir um pacote de uma empresa de confiança é ainda mais importante, já que as chances de ser amparado em caso de problemas é maior, ainda que não haja total garantia.

No contexto de hoje, outro cuidado também se faz necessário: examinar a saúde financeira da empresa. Agências de viagem foram duramente atingidas pela pandemia e, infelizmente, podem correr o risco de falir. Mas como fazer essa análise antes de comprar um pacote? Para agências de grande porte, um indicativo é a queda das suas ações na Bolsa de Valores, por exemplo. Já em empresas de médio e pequeno porte, vale observar se houve demissões em massa ou se o número de reclamações aumentou. Dependendo da situação, é melhor não correr o risco.

Atente-se à política de cancelamento e alteração

Por ora não existe certeza nenhuma da situação de qualquer destino daqui alguns meses. Por isso, é importante buscar empresas que ofereçam uma maior flexibilidade na hora de remarcar ou mesmo cancelar a viagem.

Segundo o advogado do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) Igor Marchetti, “não é recomendável a aquisição de pacotes de viagem nesse momento, visto que o risco da situação de contágio global persiste”, diz. Caso o consumidor resolva ir em frente, Marchetti ressalta que a pessoa poderá ter que se sujeitar às regras normais de cancelamento – e não terá direto às condições especiais que surgiram nos últimos dias, principalmente pela instauração de medidas provisórias. “O consumidor poderá pedir o cancelamento, mas terá provavelmente que pagar multa rescisória – que, com base no Decreto de Usura, não pode ser acima de 10% para pacotes de viagem”, afirma o advogado.

A advogada Luciana Atheniense defende que multas podem ser cobradas, mas vinculadas à data da viagem, e não da compra. “Seria justo o consumidor pagar no máximo 20% de multa até 30 dias antes da viagem. Quanto mais perto do embarque, aí sim a tendência é que a multa seja maior”, diz ela. Caso contrário, ela classifica a situação como “abusiva” para o consumidor – principalmente em casos em que o pacote é adquirido com muita antecedência (como é o caso de viagens para daqui a seis meses).

É fundamental que a política de alteração que conste nos contratos seja lida com cuidado. Dê preferência àquelas que ofereçam condições mais flexíveis, seja isenção de multa, taxas menores ou um prazo maior para que o cliente possa cancelar ou remarcar a viagem.

O consumidor que já adquiriu pacotes de viagem está amparado pela Medida Provisória 948, que determina que a pessoa tem direito à remarcação, crédito para novas reservas ou então reembolso (que será realizado em até um ano depois do fim do estado de calamidade pública). As solicitações feitas até 8 de julho deste ano acontecerão sem taxas e multas.

→ Mudança das políticas

O Hotel Urbano (ou Hurb), por exemplo, uma das empresas mais agressivas nas promoções nos últimos dias, permitia o cancelamento grátis até duas semanas após a aquisição do pacote. Após os 14 dias, uma multa de 20% seria aplicada nos cancelamentos caso o voo ainda não tivesse sido confirmado, e de 40% após a confirmação. A política da empresa estava dentro da lei, inclusive de acordo com o direito de arrependimento do cliente, que é de até sete dias depois da compra.

Diante do que é esperado pelo consumidor neste contexto, a empresa reviu a sua política e flexibilizou as suas condições na quinta-feira, 9 de abril. Agora, pacotes podem ser cancelados sem taxas até a confirmação do voo e o valor é estornado ou revertido em crédito no site, conforme a preferência do cliente. Após o aéreo ser confirmado, o reembolso estará sujeito a multa de 40% do pacote.

Analise o que está incluso

Existem vários tipos de pacotes de viagem, que podem incluir desde o aéreo e a hospedagem a traslados e passeios. Antes de comprar, veja o que está garantido para saber se o preço compensa – e também para não ser surpreso negativamente na hora de viajar.

Registre tudo

Em caso de eventuais problemas, certifique-se que você tem tudo registrado: cópia do contrato e das reservas, comprovantes dos pagamentos e até troca de e-mails e mensagens. Se um eventual problema não for resolvido diretamente com a agência, o consumidor pode recorrer às plataformas de direito do consumidor, como o consumidor.gov.br, e em último caso, ao Juizado Especial Cível.

fonte: https://viagemeturismo.abril.com.br/materias/cuidados-antes-de-comprar-um-pacote-de-viagem-nos-proximos-meses/

07maio/20

11 dicas de como reduzir muito o custo da sua empresa

Se o lucro da sua empresa não está na melhor fase, a melhor saída é reduzir custos

Gerenciar um negócio, seja ele de pequeno, médio ou grande porte, não é uma tarefa fácil. Principalmente quando os lucros da sua empresa não estão na melhor fase, para momentos como esse só existe uma saída: reduzir custos.

Infelizmente ainda é comum no Brasil que pequenas empresas fechem pouco tempo após a abertura, isso ocorre por diversos motivos, o mais comum entre eles é a falta de planejamento financeiro. Neste artigo iremos te dar 11 dicas de como reduzir o custo da sua empresa, acompanhe!

1. Renegocie aluguéis

Em momentos como esse a boa comunicação é uma das melhores saídas, por isso diversos empreendedores estão buscando negociar seus contratos de aluguel, a fim de obter descontos ou até mesmo a isenção dos valores.

Umas das medidas adotadas pelo Estado para conter a disseminação do COVID-19 no país, é o fechamento de comércios e serviços não essenciais para a população neste momento, como os bares, cafés, restaurantes e diversas lojas. Com essa determinação, a situação financeira do pequeno e médio empreendedor ficou ainda mais agravada.

Sabendo disso, esse é o momento ideal para reduzir os custos da sua empresa com aluguel. Procure o seu consultor imobiliário e proponha a diminuição do seu aluguel para até 50%, mas se por acaso toda a sua equipe estiver 100% home office, negocie a possibilidade de isenção dos valores e prontifique-se em assumir o IPTU do imóvel, para que assim o proprietário não tenha grandes prejuízos.

Essa já é uma realidade para os lojistas de um shopping na cidade de Vitória, no Espírito Santo, que por conta da determinação de fechamento do comércio local, não puderam arcar com as despesas do aluguel. Mas ao renegociar o contrato do imóvel, conquistaram a isenção dos valores até que a situação se normalize.

2. Busque por uma consultoria para o Plano de Saúde Empresarial

Proporcionar um plano de saúde é fundamental para que a sua equipe se mantenha motivada, valorizada e segura, especialmente em um período de crise na saúde pública. Caso você já ofereça esse benefício aos seus funcionários, entenda como você pode reduzir os custos com o plano de saúde empresarial:

O mais recomendado é que você procure uma consultoria especializada no assunto, pois na maioria dos casos as corretoras de seguros conseguem reduzir consideravelmente o valor da mensalidade do plano de saúde empresarial e ainda manter um atendimento compatível com o convênio médico anterior.

A corretora Compare Seguros, por exemplo, está disponibilizando até 50% de desconto para todas as empresas que desejarem solicitar a migração de plano de saúde, a fim de reduzir os custos com o convênio médico. Na maior parte dos casos, os clientes da Compare conseguem uma redução de custos de até 40% na mensalidade do plano de saúde.

Tendo em vista que para superar essa crise é necessário proporcionar aos clientes parceiros serviços de qualidade, a corretora de seguros também oferece benefícios aos contratantes, como:

Serviços Gratuitos, onde você ganha tempo para sua equipe

As melhores corretoras de seguros do mercado irão te oferecer benefícios ao contratar um plano de saúde empresarial, por exemplo, a 1ª mensalidade grátis, consultoria especializada, gerenciamento de risco e soluções para RH.

Movimentação Cadastral (inclusão e exclusão de beneficiários)

Ser cliente de uma corretora de seguros é sinônimo de tranquilidade. Você não irá ter que se preocupar com toda a parte burocrática de inclusão e exclusão de beneficiários do plano de saúde empresarial.

Haverá sempre um consultor especialista pronto para cuidar do seu negócio e realizar a movimentação cadastral, sem que o seu RH tenha que lidar com esses serviços, e claro, corretoras de seguros bem conceituadas não cobram nenhum valor a mais por isso.

Soluções para RH, deixe que um consultor faça por você!

Bons planos de saúde empresariais costumam oferecer inúmeras vantagens ao beneficiário, como o serviço de reembolso, que possibilita a realização de procedimentos médicos fora da rede credenciada.

Contudo, a solicitação de reembolso nem sempre é tão rápida e simples, já imaginou se o seu RH ficasse responsável por solicitar o valor de reembolso de todos os colaboradores incluídos no plano? Não seria tão vantajoso para o seu negócio.

Por isso, com uma corretora de seguros a sua empresa não precisa se preocupar com isso, basta acionar o consultor especialista que o processo de solicitação de reembolso será feito o mais rápido possível.

A corretora Compare Seguros, possibilita que a cotação do plano de saúde empresarial seja feita online e sem nenhum compromisso com empresa, dessa forma você recebe por e-mail um comparativo de quantos convênios médicos desejar.

Faça boas escolhas para o seu negócio, economize em até 50% com o plano de saúde para colaboradores e não perca nenhuma vantagem incluída no convênio médico empresarial, entre em contato com a corretora de seguros.

3. Home Office já é uma realidade no Brasil

O home office já é considerado um dos meios de trabalho favoritos em todo o mundo. Com a evolução global da tecnologia, hoje é possível manter um negócio funcionando com uma equipe 100% a distância.

Mas para que essa modalidade de trabalho funcione na sua empresa, é necessário muita organização, planejamento e profissionalismo. Trabalhar em casa possibilita que os seus colaboradores tenham horas de trabalhos mais produtivas e menos cansativas, pois não terão que lidar com problemas de deslocamento.

O sistema de trabalho remoto garante vantagens para ambos os lados, já que o empregador não terá custos com vale transporte, apenas quando houver necessidade do funcionário se deslocar até a empresa ou em serviço da mesma.

Porém, vale ressaltar que mesmo que o empregador não tenha obrigação de fornecer estrutura física para o colaborador que trabalha em home office, é sim muito importante dar suporte a sua equipe, para que ela não perca o desempenho de trabalho.

Com as horas “livres” que a sua equipe ganhará com o trabalho remoto, vale a pena investir na capacitação dos mesmos, o que é benéfico para a empresa e para os funcionários. Saiba mais sobre isso no tópico abaixo.

4. Invista na capacitação da sua equipe

Para que o seu negócio ganhe em notoriedade e posicionamento de mercado, é fundamental compor a sua equipe de colaboradores com profissionais capacitados, experientes e que “veste a camisa da empresa”.

Por isso, investir na capacitação da sua equipe é fundamental para o crescimento do seu negócio, para que assim seus colaboradores se sintam mais valorizados e preparados para a execução de seu trabalho. Além disso, esse é um dos meios mais eficazes para diminuição de rotatividade do efetivo.

Quando falamos em redução de custos, pode parecer que investir em capacitação profissional seja um gasto, mas na verdade é um investimento para o futuro da sua empresa. Conheça alguns meios de investir na capacitação da sua equipe:

  • Cursos online: Existem muitas plataformas reconhecidas na internet que proporcionam capacitação profissional por preços acessíveis. Uma delas é a Udemy, que oferece acesso a diversos cursos, desenvolvidos por profissionais experientes e que atuam em diversas áreas de conhecimento.
  • Palestras: Essa é uma excelente opção para estimular o crescimento profissional da sua equipe e ainda trazer novidades para o ambiente de trabalho.
  • Aplicativos: É comum que muitos empregadores criem estratégias para diminuir o uso dos telefones celulares dentro do ambiente de trabalho, mas você sabia que existem inúmeros aplicativos profissionalizantes e educativos para celulares? Especialmente os que são voltados para o aprendizado de idiomas, que são muito mais baratos do que aulas presenciais de inglês, por exemplo.
  • Treinamentos Corporativos: Essa pode ser uma opção muito mais viável do que custear um curso presencial para os seus funcionários, pois contratando uma empresa de treinamento corporativo você garante que todos os seus colaboradores aprendam dentro do local de trabalho.

Agora que você já sabe como e porquê investir na capacitação profissional da sua equipe, vamos falar sobre as horas extras e como é possível reduzir custos sem perder essas horas de produtividade.

5. Proponha aos seus colaboradores um Banco de Horas

Utilizar um banco de horas na sua empresa pode ser positivo tanto para o aumento da produtividade quanto para os colaboradores, que poderão trocar as horas extras trabalhadas por um dia de folga, sair mais cedo do trabalho quando precisar ou outras situações.

A flexibilização da jornada de trabalho tem se tornado cada vez mais comuns dentro de empresas inovadoras, especialmente startups. Empresas como a Avon, Unilever, Bacardi Brasil e muitas outras já aderiram aos horários flexíveis e as consequências dessa medida é refletida na satisfação dos funcionários.

Adotar o banco de horas na sua empresa é um excelente meio de reduzir custos com horas extras pagas, mas é preciso ter em mente que a medida precisa ser vantajosa para ambos os lados, empregador X empregado. Para que assim os índices de satisfação dentro do seu negócio cresça.

6. Fique atento aos pequenos gastos

Quando essa crise econômica e de saúde passar, você ainda terá que reavaliar gastos da empresa, e por isso deve atentar-se aos pequenos gastos que você terá com materiais e produtos, entenda:

Sabe aqueles detalhes de dentro da sua empresa que você pouco dá importância? Como, por exemplo, o tipo de lâmpada utilizada no ambiente de trabalho. Então, são eles que mais afetam a saúde financeira da sua empresa a longo prazo.

Veja a seguir algumas alterações simples que você poderá fazer na gestão do seu negócio após a crise do novo coronavírus para obter uma redução de custo mais efetiva e rápida:

  • Troque as lâmpadas antigas da sua empresa por novas de LED, pois ela consomem menos energia, resultando na diminuição da conta de luz, e também duram mais;
  • Faça uma reavaliação no seu pacote de internet, busque por alternativas mais acessíveis, como pacotes promocionais para empresas. Mas lembre-se que é fundamental contratar um pacote de qualidade;
  • Utilize menos papel, sempre que possível invista em propaganda, comunicados e banners digitais. Dessa forma os gastos serão menores com material para escritórios;
  • Prefira realizar o pagamento adiantado dos seus fornecedores e peça desconto por isso;
  • Elimine os copos descartáveis do ambiente de trabalho, forneça copos reutilizáveis dentro da empresa e incentive os funcionários a trazer a própria caneca de casa.

Esses são apenas alguns detalhes que fazem uma grande diferença no orçamento da sua empresa, mas para que essas medidas sejam efetivas não basta apenas o empregador aderir aos novos hábitos, é preciso conscientizar os colaboradores.

7. Conscientize a sua equipe

O primeiro passo é ter consciência do impacto ambiental e social que a sua empresa tem, para que dessa maneira você consiga desenvolver estratégias que tornem o seu negócio mais sustentável.

As dicas mencionadas no tópico anterior de nada funcionarão se a sua equipe não receber um treinamento adequado, se possível, organize uma palestra educacional ao seus colaboradores para falar sobre a importância de manter atitudes ecologicamente corretas dentro da empresa.

Como, por exemplo, desligar os computadores ao final do expediente, não esquecer luzes ou torneiras acesas, trazer a própria caneca ao trabalho, não desperdiçar papel, utilizar o ar condicionado com moderação e reutilizar materiais que podem ser reaproveitados.

Essas são medidas que garantem redução de custos para o seu negócio e também um reposicionamento da sua empresa ou marca. Não é de hoje que as empresas ecologicamente corretas estão ganhando notoriedade na mídia e no mercado, cada vez mais trazendo soluções inovadoras para a sociedade e sendo reconhecidas por isso.

8. Utilize ferramentas de trabalho gratuitas

É fato que investir em bons softwares é uma ótima estratégia para aumentar a produtividade do seu negócio, entretanto, também é preciso compreender em quais momentos isso é um investimento e quando é apenas um gasto.

Tenha sempre em mente os investimentos que a sua empresa pode ou não fazer, especialmente quando eles não trazem retorno financeiro em um curto prazo. Mas é importante saber que existem excelentes ferramentas de trabalho gratuitas na internet, disponíveis tanto para computadores quanto para celulares.

Faça uma pesquisa bem elaborada sobre quais programas gratuitos atendem bem o seu negócio, essa com certeza será uma tarefa significativa para o orçamento da sua empresa. Não se esqueça que os aplicativos de celulares podem ser um grande aliado nesse momento, com opções extremamente viáveis para diversos segmentos.

9. Considere mais de uma forma de contratação (CLT x PJ)

Para muitos negócios, pode ser bem interessante manter um quadro de funcionários “misto”, ou seja, com vínculos empregatícios diferentes. Sendo que as formas de contratação mais comuns, são:

  • Regime CLT;
  • contratação temporária;
  • estágio;
  • freelancer (pessoa jurídica);
  • terceirizado;
  • trabalho parcial.

A maior parte das empresas brasileiras optam por contratações com carteira assinada e essa ainda é a modalidade vista como a mais estável dentre todas as outras. Por isso, a busca por vagas com carteira assinada é muito maior.

Entretanto, devido à crise do novo coronavírus no país, uma das opções mais viáveis para o momento é a contratação PJ (pessoa jurídica), especialmente se a sua empresa aderiu ao home office, pois assim não há vínculo empregatício.

Busque avaliar o seu quadro de funcionários e identifique em quais setores da sua empresa seria viável a contratação de serviços terceirizados, pessoa jurídica, profissionais temporários ou estagiários.

10. Opte pela redução salarial e de jornada de trabalho dos seus funcionários

A medida provisória (MP) autorizada pelo Governo Federal na última quarta-feira (01/04), permite que os empregadores façam uma redução salarial dos seus colaboradores de maneira proporcional a jornada de trabalho.

Essa foi uma das maneiras encontradas pelo Estado para que as empresas brasileiras não tenha que demitir os seus funcionários, o que poderia ocasionar em uma crise econômica muito maior que a atual.

A MP em vigor foi nomeada como Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que prevê uma redução de jornada de trabalho de 25%, 50% ou até 70%. Porcentagens diferentes dessas só poderão ser aceitas mediante a uma negociação coletiva, porém, respeitando o limite máximo de 70%.

A MP ainda garante que os trabalhadores que aderirem ao programa de redução de salário e jornada de trabalho serão recompensados pelo Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda.

Considere implementar o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda na sua empresa como um meio de evitar a demissão de colaboradores. A medida provisória ficará em vigor por até 90 dias, para saber mais sobre o programa e como realizar o cadastro da sua empresa, acesse: https://servicos.mte.gov.br/bem/.

11. Incentive a produtividade da sua equipe

Neste artigo você conferiu diversas dicas que resultam no aumento da produtividade do seu negócio, todavia, é fundamental o incentivo aos colaboradores vindo dos cargos de liderança.

Para que, de fato, o seu negócio consiga alcançar altos índices de produtividade e qualidade no serviço interno, é necessário reavaliar alguns hábitos dentro do ambiente de trabalho e proporcionar uma relação melhor entre empregador X empregado. Mas como fazer isso? Confira mais algumas dicas abaixo:

Invista na comunicação: Organize reuniões com os seus colaboradores de acordo com cada setor da empresa, para que juntos todos consigam alinhar as metas e objetivos a sempre alcançados.

Valorize os seus colaboradores: Fique atento aos serviços desempenhados dentro de seu negócio e busque parabenizar e incentivar os funcionários que se destacam entre os demais.

Automatize tarefas: Use a tecnologia ao seu favor, providencie ferramentas de trabalho que tornem as atividades manuais menos complexas e possibilitem uma demanda de tempo menor para determinadas tarefas.

Tenha metas e objetivos concretos: Saiba onde você quer que o seu negócio chegue e não se esqueça de manter um planejamento financeiro realista para o seu empreendimento.

Essas foram as 11 dicas de como reduzir o custo da sua empresa, e gostaríamos de saber de você: qual delas será implementada primeiro no seu negócio? Não se esqueça de compartilhar este artigo com todos os empreendedores que você conhece!

fonte: https://administradores.com.br/noticias/11-dicas-de-como-reduzir-muito-o-custo-da-sua-empresa

07maio/20

Como manter a produtividade após mais de um mês de quarentena?

Gestora de carreiras defende o uso de uma abordagem dividida em duas fases: planejamento e execução

Nas últimas semanas, com o aumento de casos de coronavírus no país e medidas do governo para que as pessoas evitem sair de casa, muitas pessoas estão trabalhando em esquema home office. Mas as empresas não tiveram tempo para treinar seus funcionários para este estilo de trabalho, que exige muita disciplina, concentração e organização. Como ser produtivo após mais de um mês de quarentena?

A gestora de carreiras Erika Linhares defende o uso de uma abordagem dividida em duas fases: planejamento e execução. Erika, que é especialista em comportamento e cultura dentro de organizações, já liderou mais de 500 pessoas em trabalho remoto ao implementar o home office em uma grande multinacional brasileira. Abaixo, ela compartilha dicas e orientações para que o home office seja mais produtivo e traga resultados para a empresa:

Fase 1: Planejamento

1. Estabeleça seu horário de trabalho, faça sua agenda e desenhe um cronograma da sua rotina estabelecendo horários para cada tarefa.

2. Faça pausas. Ficar o dia todo na frente de uma tela pode causar estresse. Por isso, faça intervalos e os inclua dentro do cronograma da rotina diária. Tome um café. Antes ou depois de trabalhar, faça exercícios em casa ou assista a algum filme.

3. Escolha o melhor local de trabalho. É importante que seja longe da cama e da TV. Procure um lugar que esteja organizado para que a concentração possa fluir.

4. Defina as ferramentas que você vai usar para fazer seu trabalho e garanta que estejam funcionando, seja internet ou notebook, por exemplo.

5. Defina as tarefas por grau de importância e prazos para encerrar cada uma. Estabeleça graus de prioridade para cada atividade. Cuidado para não adiar tarefas importantes e transformá-las em urgentes.

Fase 2: Execução

1. Não durma até tarde e comece cedo. Evite dormir e acordar tarde, pois essa atitude pode dar a impressão de férias e causar improdutividade. Home office não é férias! Tente acordar próximo ao horário que já se levantava para ir trabalhar.

2. Evite distrações com TV, Instagram, crianças ou cachorro. Trabalhe e produza no período que determinou. Se procrastinar, não vai conseguir concluir tarefas no tempo programado.

3. Faça acordos nas relações familiares para que o seu dia de trabalho e o das demais pessoas que vivem na sua casa sejam mais produtivos. Como seu marido ou esposa podem estar em casa, além dos filhos que não estão indo para a escola, é importante fazer pactos familiares. No caso dos pequenos, é preciso combinar com eles os horários em que os pais estão trabalhando e não podem ser interrompidos, além de permitir que eles brinquem em um ambiente da casa diferente de onde você escolheu trabalhar. É fundamental que eles aprendam a respeitar o limite de convivência, o que fará com que aprendam a conviver melhor com as pessoas e com as normas.

Marido e mulher também precisam pré-estabelecer pactos para conviverem dentro de casa como usar fone de ouvido em uma reunião virtual de trabalho e se afastar do ambiente de trabalho para fumar, por exemplo. Essas atitudes são importantes para não gerar discussões na família.

4. Não deixe de executar o que é realmente importante, pois poderá virar urgente. Faça uma lista das tarefas que você tem para fazer e vá riscando conforme for concluindo as atividades. Dá para ser produtivo em casa, mas é fundamental ser organizado.

5. Acione as pessoas mesmo à distância e aprimore os seus relacionamentos. Você não precisa esperar um encontro físico para resolver problemas. Procure as pessoas por telefone, Skype ou outra rede social. O isolamento em casa por conta do coronavírus é apenas físico, mas você pode continuar acionando seus colegas e seu chefe normalmente.

6. Prepare o material de reuniões. Quando optar por fazer uma reunião virtual, compartilhe o material previamente para que todos tenham conhecimento do assunto a ser discutido. Dessa forma, a reunião tende a ser mais rápida e pragmática.

7. Reflita. Aproveite para pensar em como melhorar e inovar. Você terá mais tempo para isso.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-manter-a-produtividade-ap%C3%B3s-mais-de-um-m%C3%AAs-de-quarentena

07maio/20

Sua empresa está preparada para lidar com crises?

Tomar ações apenas durante uma crise em curso pode levar à morosidade e a perdas significativas

Quando falamos que há quem aprenda lições com amor e outros com a dor, normalmente as pessoas tomam decisões e medidas somente quando são impactadas negativamente e, no mundo dos negócios, essa máxima também é presente. A chegada do Covid-19 no Brasil nos colocou numa crise jamais vista por se tratar de uma pandemia, sendo a última nesses moldes ocorrida há 100 anos.

E aí fica a pergunta: as empresas estavam preparadas para lidar com essa situação, que forçou a maioria delas a adotar procedimentos que, talvez, nunca tinham sido testados? A grande questão é que muitas delas não se preparam para incertezas como deveriam.

Numa pesquisa realizada durante um encontro virtual para discutir planos de gestão de crise, a qual participaram 170 respondentes, 40% apontou que a empresa não possuía um Plano de Continuidade de Negócios (PCN) formalizado, ou seja, aquilo que precisava estar na agenda dos executivos não se faz presente e, pior, se espera a crise acontecer para definir um plano. Porém, 80% disse possuir um comitê de crise, uma resposta incompatível com o dado anterior. Possivelmente, esses grupos devem ter sido criados por conta do Coronavírus.

Outro dado curioso foi o questionamento feito sobre a empresa ter passado por um cenário de ruptura nos últimos dois anos. Curiosamente, a maioria — 62% — respondeu que não. Ora, tivemos uma crise causada pela greve dos caminhoneiros, que impactou no fornecimento de vários itens, entre eles, combustível, alimentos e insumos médicos. Além disso, tivemos o WannaCry, maior ataque de ransomware da história, que afetou hospitais, fábricas, companhias aéreas e órgãos públicos, somando 230 mil computadores afetados em 150 países.

Isso significa que as ações acabam sendo definidas com a iminência de uma crise ou de acordo com sua evolução. Por exemplo, ao perguntar se a empresa estava preparada para reagir à crise do Coronavírus e com qual ação, 89% apontou o home office, ou seja, foi a medida com mais aderência, mas possivelmente não havia sido testada e, sim, adotada conforme as decisões do mercado. Assim, havia o risco de não funcionar, de não haver equipamentos suficientes ou até mesmo os funcionários não terem internet com as especificações necessárias para acessar os sistemas das empresas.

Fato é que tomar ações apenas durante uma crise em curso pode levar à morosidade e a perdas significativas. Ter uma lista de ações somente neste momento não significa ter um plano de continuidade dos negócios. A tomada de decisão acaba sendo baseada em medidas reativas e de respostas ao cenário dado, e não a um planejamento prévio.

Não estamos dizendo que a empresa não deva redirecionar o curso durante a crise. Mas, ao ter um plano prévio, ela pode ter um guia inicial de como se organizar em situações de crise e ruptura.

Portanto, cabe aqui uma análise sobre o que vivemos neste momento, que é uma situação extrema, e quais medidas devem ser tomadas. Não se deve esperar o próximo problema chegar para se tomar uma decisão. Os planos de continuidade e gestão de crise precisam ser colocados na agenda executiva e, mais importante, precisam ser realizados.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/sua-empresa-est%C3%A1-preparada-para-lidar-com-crises

07maio/20

Empregos em tempos de pandemia: o que esperar do cenário pós coronavírus?

Entendemos que o mundo como um todo mudará drasticamente com o passar da crise.

Uma coisa é certa: a Covid-19 modificou todos os planos para 2020 e vem deixando sequelas nos mais diversos segmentos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa divulgada no mês de março, a taxa de desemprego no Brasil já atinge 11,6%, impactando cerca de 12,3 milhões de pessoas em todo território nacional. Especialistas, porém, se preparam para um futuro ainda mais alarmante, com expectativas de quadruplicação do número de brasileiros sem um emprego.

É natural que, em meio à tanta incerteza, grandes, médios e pequenos empreendedores, bem como os autônomos, olhem para o cenário econômico com preocupação. Afinal, o melhor método de prevenção do coronavírus é o isolamento e, por consequência, o fechamento temporário dos estabelecimentos. Esse cenário aflora a demissão em massa como uma das principais alternativas para tentar manter as contas no azul. Porém, entendemos que o mundo como um todo mudará drasticamente com o passar da crise.

Uma das aliadas dos empreendedores e colaboradores neste momento é a tecnologia. Graças à ela, serviços de delivery, por exemplo, crescem consideravelmente em todo o mundo, apontando novas tendências e maneiras de se olhar o mercado de trabalho a partir de agora. Tudo que era considerado urgente no primeiro bimestre do ano, deu espaço para uma nova visão de valor social e gestos interpessoais. Isso se aplica a todo o cenário, mas, principalmente, ao dos empregos informais e esporádicos, como é o caso das secretárias do lar, pintores, limpadores de piscina, entre outros.

Esse segmento estava, de certa forma, desassistido, fazendo com que menos pessoas tivessem acesso às oportunidades de renda extra e, até mesmo, trabalhos regulares. Criar um local que conecta essas duas pontas contribui para que a economia continue em movimento, possibilita que a falta de empregos formais para os 11,6% de brasileiros não seja tão drástica para a população.

O panorama do desemprego no Brasil não comporta mais o tamanho da população que precisa trabalhar, ou seja, a quantidade de empregos não condiz mais com o volume de trabalhadores. Isso fica ainda mais claro quando se analisa o aumento do trabalho informal e dos casos de empreendedorismo. Assim como acontece com os motoristas e entregadores de aplicativo, que atendem conforme a demanda de serviço e não pelo regime CLT, regularizar os demais cargos cria uma demanda positiva para o mercado de trabalho.

A expectativa do mercado após o Covid-19 é alarmante, espera-se que tenhamos mais de 40 milhões de desempregados em todo o território nacional (Fonte: XP Investimentos). Isso é 4 vezes mais do que temos hoje. Precisamos estar prontos para esse pós, ajudar o maior número de pessoas desempregadas organizando e diversificando as oportunidades para o trabalhador.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/empregos-em-tempos-de-pandemia-o-que-esperar-do-cen%C3%A1rio-p%C3%B3s-coronav%C3%ADrus

07maio/20

Como declarar dependentes no Imposto de Renda 2020

Despesas tanto pessoais quanto dos dependentes devem ser informadas ao Fisco

Uma dúvida muito comum dos contribuintes, na hora de preencher a declaração do IRPF, é como declarar dependentes. A IOB, consultoria especializada na área contábil, tributária e trabalhista, esclarece que o Fisco permite incluir todas as despesas com dependentes na prestação de contas.

Os gastos com educação e saúde de filhos, cônjuges e/ou outra pessoa que dependa economicamente do contribuinte podem ser abatidos do Imposto de Renda, porém, a regra é válida para quem entrega a declaração completa e a dedução é limitada a R$ 2.275,08 por dependente.

Para os casais que têm filho e realizam a declaração separada, o ideal é incluí-lo como dependente na declaração de quem tem a maior renda tributável. Assim, é possível se beneficiar da menor faixa de tributação. Vale lembrar que se ambos incluírem, os dois cairão na malha fina.

Por conta da pandemia do Coronavírus, o governo adiou para o dia 30 de junho a data limite para entrega do IR. Confira os pontos de atenção sobre a declaração de dependentes e aproveite que agora você tem mais tempo para levantar e organizar todos documentos.

Quem pode ser considerado dependente?

Desde o ano passado, dependentes de qualquer idade deverão ser identificados pelo cadastro de pessoa física (CPF).

Por isso, é necessário providenciar, o quanto antes, o documento de quem o contribuinte deseja incluir na sua declaração.

Para declarar corretamente, é importante se atentar aos requisitos para determinar se a pessoa pode ser caracterizada como dependente. Confira:

• Cônjuge ou companheiros com união estável acima de 5 anos (incluindo relações homoafetivas);

• Filhos ou enteados com até 21 anos;

• Filhos ou enteados com até 24 anos se estiverem cursando a graduação de nível superior ou escola técnica de Ensino Médio;

• Menor sem renda, até 21 anos, do qual o contribuinte tenha a guarda judicial;

• Netos, bisnetos, irmãos, sobrinhos que o contribuinte tenha guarda judicial até 21 anos;

• Netos, bisnetos, irmãos, sobrinhos que o contribuinte tenha guarda judicial até 24 anos se estiverem cursando graduação de nível superior ou escola técnica de Ensino Médio;

• Pais, avós e bisavós que receberam no ano anterior, rendimentos tributáveis ou não de até R﹩22.847,76;

• Pessoa incapaz da qual o contribuinte seja tutor.

• Dependentes com renda própria

Outro ponto que merece atenção do contribuinte, é o dependente que possui renda própria. Neste caso, esta informação deve ser apontada na declaração. A regra abrange rendimentos como salários, bolsa de estágio, pensões alimentícias, entre outros. Os dados devem ser inseridos em uma aba específica dentro das fichas “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica” e/ou “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física/Exterior”.

“Pelo fato de somar os rendimentos tributáveis pessoais e os rendimentos de seus dependentes, o valor do imposto pago pelo declarante pode superar o valor dos descontos da dedução. Para saber se vale a pena juntar os rendimentos, o ideal é realizar uma simulação no programa do Imposto de Renda e entender qual a melhor”, comenta Milena Sanches Tayano dos Santos, gerente de conteúdo regulatório e jurídico da IOB.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-declarar-dependentes-no-imposto-de-renda-2020

07maio/20

Um guia completo para mães “enlouquecendo” no home office durante a pandemia

Dicas para que você saia viva e fortalecida desse “curso intensivo” em que fomos jogadas: Como se tornar Líder Master em situações VUCA

Esquece tudo que você aprendeu sobre home office até aqui. Esta situação que estamos vivendo exige esses conhecimentos e outros mais, bem especiais, exclusivos para profissionais que são mulheres e mães, além daquelas que já têm a famosa dupla jornada como donas de casa também.

Esse guia foi feito para que você consiga garantir que sairá viva e fortalecida desse “curso intensivo” em que fomos jogadas sem inscrição prévia: Como se tornar Líder Master em situações VUCA.

Lembra do mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) que todos falavam? Prazer, é o meu mundo, e a sua realidade atual!

Veja pelo lado bom: este é o momento perfeito para você treinar sua capacidade de planejamento estratégico, proatividade e, principalmente, sua habilidade de agir sob pressão em um ambiente adverso e instável.

Confira, abaixo, tudo que você pode pensar, fazer e evitar para sair satisfeita consigo mesma depois que “a porta puder se abrir”.

Se você se permitir testar e implantar algumas destas dicas, que seja, eu te garanto: as reuniões com clientes, os projetos urgentes e até os reports para liderança passarão a ser fichinha.

Preparada?

1. Respira fundo e relaxa, vai dar errado

Isso mesmo. Sabe por que? A conta já não fechava antes, imagine agora! Então, antes de qualquer coisa, respira fundo e relaxa.

Entenda que: trabalho + casa + comida + criança + homeschooling (educação domiciliar temporária) = superpoderes. Você tem? Eu, com certeza não. Então, vamos escolher as nossas brigas para podermos ganhar a batalha, ok?

Meu critério é sempre pelo que eu mais gosto ou tenho mais facilidade para fazer, pois, assim, evito protelar. O que realmente não gosto ou me irrita, ou vou negociando com alguém ou fica sem fazer. E tudo bem.

E quando digo com alguém, as crianças, desde pequenas, entram na lista também, viu?

E falando em crianças…

Aproveite para fazer a divisão equilibrada das tarefas domésticas, como a preparação do almoço, limpeza da casa, a orientação das crianças e cuidado com animais de estimação (se houver).

Estipular quem faz o que, e em quais horários, ajudará a organizar a rotina familiar sem sobrecarregar ninguém. Além disso, garante que cada um faça sua parte no tempo previsto para que você consiga assim, separar seu tempo de dedicação à casa das necessidades do trabalho.

Atenção: Não faça pelas crianças o que elas conseguem fazer sozinhas.

Atenção²: Deixe-as fazer as tarefas da casa, mesmo errando ou não ficando do seu jeito. Isso não é ajuda, é coparticipação. Todos moram, todos limpam. Isso dá senso de coletividade e trabalho em equipe. Este é um ótimo momento para aprenderem a ser colaborativas e responsáveis. Afinal, essas são competências extremamente valorizadas, então aproveite.

O segredo aqui não é impor e sim convidar todos os que moram na casa para uma “reunião familiar”, levantar com todos a lista de tarefas a serem feitas e decidir em conjunto o que cada um pode fazer. Ao final, deixe fixado em algum lugar visível o “quadro de tarefas da semana”, e toda semana você vai trocando os responsáveis pela mesma tarefa (assim eles vão treinando novas habilidades).

Lembre-se: Use perguntas, nunca cobranças, para lembrar as pessoas da sua tarefa. Exemplo: “Você prefere tirar o lixo antes ou depois do jantar?” Agradeça e reconheça, sempre.

Ah, e não desista: depois de duas ou três semanas já virou rotina e você vai me agradecer. Bem, agradeça a Jane Nelsen, criadora da “Disciplina Positiva”, (o livro que leva o mesmo nome não sai mais da minha cabeceira).

– Dica do coração: existe um sistema de organização da limpeza doméstica (tanto no youtube quanto no facebook) chamado FlyLady, que ensina os baby steps da organização da casa. São dicas simples e úteis para deixarmos nosso ambiente limpo e acolhedor. Além de ensinar a regra dos 15 minutos, você vai amar.

2. Para começar bem o dia, é preciso planejá-lo antes

Sim, sim… Infelizmente é verdade. Neste cenário, rotina e planejamento são sim nossos maiores aliados. Tem gente que adora. Não é meu caso. Mas mesmo alguém como eu consegue minimamente organizar o que é possível e evitar surpresas desesperadoras.

Para seu dia ser minimamente organizado, é preciso pensar no que é mais importante já no dia anterior. E se for perto da hora de dormir, ótimo. Assim, você fica mais tranquila e com a gostosa sensação de que está com tudo sob controle.

Faça listas

Procure criar uma lista unificada, com as principais coisas que precisa dar conta no dia seguinte.

Liste as prioridades do trabalho, com os tempos em ordem crescente. Ao lado, coloque só o que for necessário da casa; e por último, claro, entregas/ atividades das crianças. Isso evita que você marque alguma reunião no horário da refeição ou no momento em que estejam mais agitadas (geralmente perto do almoço e/ou ao final do dia).

Também garante que você já pense no que vai fazer de comida e consiga, logo cedo, descongelar algo ou pôr de molho, dando o timing necessário para a manutenção da paz.

Essa “visão macro” garantirá que reuniões importantes com líderes ou com equipes não sejam interrompidas por gritos desesperados de fome ou cansaço.

Se você é como eu, que mal consegue controlar a sua agenda, quanto mais três, tenha calma: é possível. Ao invés de fazer uma lista, já faça logo um quadro da semana e só vá atualizando no decorrer dos dias. O meu eu fiz com as crianças e foi bem divertido.

3. Preserve o máximo que puder a rotina pré-existente

Se as crianças acordavam cedo e estudavam de manhã, tente manter essa rotina.

Quando a escola pediu, eu achei exagero, mas, ao longo dos dias, eu percebi a diferença. No dia que tentava dar as aulas à tarde, era um caos, falta de foco, pressa para acabar, cutucão, provocação. Mas quando eu conseguia começar a aula logo cedo, ficava surpresa com os resultados.

Outra coisa que a escola ensinou e ajudou aqui: faça uma reunião com eles no início da semana para escolherem juntos os assuntos e atividades que acham legais. Na sexta, peça para que se avaliem e levantem ideias para melhorar para a semana seguinte.

Gente, meu filho falando que não gostava de ter que esperar sempre que ia começar uma atividade (porque eu estava auxiliando a pequena) e depois contando como melhorou a aula por ter a tarefa já pronta para ele, não tem preço.

Sim, já deixei as atividades dele prontas no dia (ou melhor, na noite) anterior. Assim, como ele já sabe ler, não precisou ficar me esperando para começar. E deu certo. Ponto pra escola!

Não tenha medo de adaptar o horário

Manter a rotina não significa manter o mesmo horário. Se, por conta do seu trabalho elas terão que te esperar para ter aulas num horário oposto ao que estudavam antes, tudo bem também.

Para garantir a rotina, você pode checar com a escola qual era a configuração das aulas e os combinados. Assim, você tenta manter a rotina da escola independente do período. Isso ajuda também.

Assuma um personagem

Aproveite o homeschooling para ser um personagem leve e estimulador na vida dos seus filhos.

Algo que realmente faz a diferença: na hora estipulada da “escola”, aguce a fantasia deles e entre no personagem. Adote um nome diferente, durante o seu “período escolar” você deixa de ser a “mãe” e passa a ser a “professora”. Quanto menor a idade da criança, mais mágica é essa dica.

Isso ajuda a separar os ambientes doméstico x aprendizagem para todos. E te mantém alerta para o papel (pois a professora não pode xingar, reclamar do aluno, fazer por ele etc.). As crianças compreendem melhor o enquadre e se dedicam mais.

Eu mesma cumpro o protocolo à risca: aviso que o sino vai tocar 5 minutos antes, chamo para a classe, dou bom dia e abraços como se não tivesse visto antes, pergunto até o que fizeram no dia anterior. Eu juro que eles respondem.

Dica do coração: Eu nunca respondo quando me chamam de mãe. Às vezes ignoro, e eles mesmos se corrigem, e às vezes brinco “Não, eu sou a Prô Vitória (meu pseudônimo nesta jornada), sou mais legal que a sua mãe”..

Que tal testar essa dica para ver se faz diferença aí na sua casa?

Não se cobre demais

Vá com calma. Manter a rotina e as tarefas escolares, não significa virar uma pedagoga conceituada da noite para o dia.

E não, você não vai acabar com o futuro profissional do seu filho ou reduzir seu rendimento acadêmico se não estiver dando conta de fazer tudo que a escola está pedindo. Comprometa-se apenas com o que você der conta de fazer. Tá puxado? Reduza a quantidade de lição, ou substitua por atividades mais divertidas ou alternativas. Tem jogos e brincadeiras que possuem o mesmo efeito final de aprendizagem é só dar uma “googlada”.

Quer um exemplo? Eu, que não tenho muita habilidade física, substituí a aula de Educação Física por um vídeo no youtube chamado “Yoga for kids”: eles estão amando.

Tem outro adulto na jogada que possa dividir algumas aulas com você? Aproveite!

Aqui não rolou, mas outra mãe conseguiu combinar com o marido quais aulas cada um daria, assim ambos ficavam com duas horas seguidas pela manhã para marcar as reuniões mais importantes do trabalho.

E sinceramente? Neste momento “escola”, vale mais seu tempo com eles aprendendo, jogando e pesquisando juntos do que qualquer outra coisa. A conta deve ser menos cobrança e mais diversão. Escolha sempre pela diversão.

4. Preservar a rotina pré-existente vale para as crianças, não para você

Algumas empresas optando pela alternativa de reduzir a jornada de trabalho. Caso a sua não tenha oferecido ainda, vale perguntar se existe a possibilidade. Se ninguém te disse isso ainda, vou dizer: esquece! Você não vai conseguir manter sua rotina de trabalho impecável, autocuidado e descanso. Ninguém sairá incólume dessa experiência. E eu não estou dizendo isso para te desanimar não, pelo contrário. É para te estimular. Acredite.

Sua produtividade vai mudar

Você não vai conseguir produzir o mesmo que produzia na sua jornada habitual de trabalho, e tudo bem. Sério. Então, já sabendo disso:

– Converse abertamente com seu líder sobre sua realidade. Caso a opção anterior falhe, seja sincera e combine o jogo. Diga que vai garantir a produtividade, dando foco para tudo que for prioritário, os demais, vai necessitar de colaboração ou delegação, ou… vai esperar. Combine com a liderança e/ou com a equipe como fazer cada coisa, quem pode fazer e quais prazos são possíveis de serem estendidos.

– Liste apenas o que for prioritário para o dia. E do que foi listado, separe por: a) com outros b) sozinho.

– Cuidado com o sono. Com tantas responsabilidades, seu tempo de sono vai reduzir, mas isso não precisa comprometer a qualidade dele. Procure dicas para ter um sono com mais qualidade mesmo dormindo pouco.

– Escolha o que preservar. Já que não dá pra manter tudo como antes, escolha o que preservar. Para algumas mães, se arrumar, se maquiar e manter um look bem composto é essencial para a manutenção da autoestima e do bom humor. Se você é dessas, então vale a pena acordar 15 minutos antes para garantir que seu ritual seja preservado. E insista nisso.

Eu prefiro manter esses 15 minutos a mais de sono.. Por outro lado, é muito importante, para mim, ter um banho silencioso e um tempo no fim de semana para assistir a um filme ou ler um livro. No meu caso, meu marido reveza esse momento comigo, ele fica com eles para eu assistir ao filme, então eu fico com eles e ele joga seu videogame. Nesse momento eu aproveito para contar uma história ou jogar algum jogo. Tem dias que é a Ladybug que me salva, e tudo bem também.

5. Preserve-se ao máximo

Evite ler tantas coisas negativas. Não é porque vídeos e mensagens caem aos montes no seu celular que você é obrigada a ler. Pare agora.

Mantenha-se informada, sim, mas por especialistas e fontes oficiais. Tome os devidos cuidados com exposição, higiene e reclusão. Pronto. Isso basta. Limite seu tempo nas redes sociais e viva mais seu momento atual.

Cuidado com o Whatsapp

Você está vivenciando tudo isso para manter sua família segura, foque nisso: seu lar é o ambiente mais seguro e maravilhoso que existe nesse momento. Abrace-o.

Isso significa também tomar cuidado com os grupos de Whatsapp. Se for grupos de mães, redobre os cuidados! Cada dia que passa aumentarão o número de mães surtadas por lá. Então, siga esse Guia, compartilhe com as amigas e não se deixe contagiar por discussões acaloradas que não te levarão a lugar nenhum.

Dica do coração: no blog do Grupo Bridge, temos um texto lindo, “Como ter uma comunicação afetiva na era digital?”, da Cíntia Martins, sobre como manter a comunicação nesse momento onde todos os contatos estão digitais. Ela fala da importância da autoempatia e da paciência que precisamos ter para conversarmos com os outros nesse momento.

Isolamento deve ser apenas físico

Não é porque você está confinada em casa que você vai cortar relações com o mundo. O isolamento é físico, nunca emocional. Coffee-break com a equipe e happy-hour com a galera estão liberados.

Mantenha-se conectada com quem te faz bem. Vai fazer uma pausa para o café? Liga para alguém e convida para tomar um cafezinho contigo. Fez uma comida gostosa? Compartilha a receita com alguém. Sobreviveu a uma semana puxada? Marca um happy hour com as amiga.

Assim, você mantém e fortalece seus vínculos mesmo estando em casa. E isso é mais importante do que imagina: os vínculos nos ajudam a aquecer o coração e a liberar ocitocina, um dos hormônios da felicidade.

Importante: não estou falando de postar no Instagram, ou no Facebook. Não se trata de registrar, mostrar. Se trata de se conectar. Chamada telefônica, ouvir a voz, chamada de áudio, comer junto. É pessoa a pessoa.

E, por último…

5. Que tal conferir os óculos que você anda usando?

Se você é como eu, há tempos estava pedindo mais tempo de qualidade em casa, certo? Então, o Universo atendeu seu pedido.

Não estou brincando! Claro que não é dessa forma que imaginávamos esse “tempo extra”. Porém, já que o temos, por que não aproveitar da melhor forma possível?

Pense bem: você está tendo a oportunidade de participar ativamente do desenvolvimento das crianças, como você não fazia desde que eram pequeninos… Então, aproveite!

Descubra o que mais gostam, quais suas maiores dificuldades, quais semelhanças eles carregam e o que pensam sobre as coisas e o mundo.

Ontem eu fiquei encantada com algo aparentemente tão bobo. A pequena, que na semana passada fazia o número dois parecendo um laço deitado, ontem conseguiu fazê-lo parecer um número de verdade. E não foi a professora, fui eu. Euzinha pude ensinar minha filha a fazer um número legível. Já o mais velho adorou a Loteria das letras, disse que a “prô” da escola nunca tinha feito isso com eles. Rará, ponto para mim!

Claro que haverá momentos de brigas, comida no chão e caos instalado. E você já sabe disso. Mas o que você quer que fique na sua memória, e, principalmente, na deles, quando tudo isso acabar? Pense bem.

Existem os óculos que enxergam o peso, a sobrecarga e o trabalhão que isso realmente vai dar. Que vão te exigir pulso firme, controle e perfeição. E existem os óculos que veem essas mesmas situações por uma lente mais positiva, que enxerga o quanto vocês poderão aproveitar, crescer e amadurecer juntos. Como você poderá aprender a integrá-los em sua vida e curtir estarem juntos de verdade. Que sabe que a casa continuará lá, mesmo bagunçada, que umas horas extras na tevê ou no videogame não vão ser o fim do mundo se isso for necessário para concluir o trabalho do dia. Essa lente vê uma criança dormindo sem o devido banho e se alegra com a imagem de quem aprontou até cair no sono.

Eles sobreviverão. E, de um jeito ou de outro, você também sobreviverá. Mas de que jeito gostaria de estar ao final disso tudo?

Agora, nesse exato momento, você pode escolher: com quais lentes você prefere passar por tudo isso? Qual desses óculos vai te ajudar a tornar essa nossa jornada mais leve e menos assustadora?

Mudar a sua perspectiva da realidade e, consequentemente, a sua atuação sobre ela, vai te garantir momentos de prazer, bagunça e risada gostosa. A escolha está em suas mãos, ou melhor, nos seus olhos.

Confira suas lentes, troque já se necessário.

Respire fundo e acredite: você consegue!

fonte: https://administradores.com.br/noticias/um-guia-completo-para-maes-enlouquecendo-no-home-office-durante-a-pandemia

04abr/20

Planejamento de Vendas: quais as etapas para fazer um planejamento de vendas para bater as metas

O planejamento de vendas é essencial para que você consiga galgar maiores e mais sólidos resultados de faturamento

Definir metas e prever demandas, é disto que se trata? Será? Afinal de contas, quais as melhores estratégias para alcançar bons resultados comerciais? Veja a seguir o que é e como fazer um planejamento de vendas eficaz para seu negócio.

O que é planejamento de vendas?

Definitivamente não é apenas estabelecer metas, até por que se você estabelecer parâmetros sem planejamento poderá não alcançar seu objetivo, e, com isto, trazer insatisfação e frustração a você e a sua equipe.

O sentimento generalizado do “não alcancei”, embora funcione em um primeiro momento (faz os funcionários irem mais rápido), com certeza cansa em alguma hora.

Para evitar criar uma estratégia que não funcione a longo e médio prazo, é necessário que você busque fazer um planejamento de vendas que seja coerente. A seguir, você verá algumas informações importantes para chegar aos seus objetivos.

1º Qual é o ponto de equilíbrio do seu negócio?

Em outras palavras, quais são as vendas mínimas para manter seu negócio funcionando? Embora você não deva se preparar para vender apenas o mínimo, esta informação te dará consciência de qual é o limite, abaixo do qual é impossível trabalhar.

Para saber isso, você também precisará ter um bom controle de custos. Você deve responder à pergunta: Quanto custa manter minhas operações em funcionamento?

2º Qual a margem de lucro com a qual você quer trabalhar?

Agora que você já tem em mente quais são os custos de operação, precisará planejar sua meta de lucros. Quanto ($) você quer de resultado no final do mês, (pró-labore, dividendos ou lucro líquido)? Defina algo plausível para o momento, mesmo que tenha ambições futuras.

Nesta fase, você já terá uma ideia de quantas vendas serão necessárias para alcançar os objetivos propostos. Com os custos que você tem e com os lucros que você deseja, você terá uma clara noção de qual é o faturamento necessário para isso; agora, é só calcular quantas vendas você precisará fazer naquele mês.

3º Entenda sua capacidade produtiva e de atendimento

Outra coisa importante é ter consciência do quanto você consegue atender em serviços ou fabricar (produtos). Isso também influencia diretamente seu planejamento financeiro, então tenha estas informações em mãos.

4º Determine sua meta de vendas

Agora, nesta fase, você já tem informações suficientes para criar uma meta de vendas para ser atingida e até superada! É importante para o seu planejamento de vendas definir objetivos que te levem para o próximo nível, mas também que traduzam algo palpável, para não gerar frustração a você e sua equipe.

5º Prospecção de clientes

Estabelecer uma técnica de prospecção de clientes é muito importante, pois é isto que trará resultado a você. Todo este processo de organização antes da prospecção é importante, já que dá suporte, entretanto, tenha em mente que levar o cliente a compra, é o que faz seu negócio funcionar.

Invista em divulgação, relacionamento com o cliente, pós-venda, mantenha seus clientes por perto e gere vendas.

6º Estabeleça um funil de vendas

Acompanhar o seu cliente até a finalização da venda é importante, estabelecer um funil de vendas para utilizar como estratégia pode ser uma ótima tática para buscar mais conversões de venda.

Quer saber sobre como funciona um funil de vendas? Então, confira este outro artigo: “Funil de Vendas: Como implementar e analisar para aumentar suas vendas”.

7º Estabeleça metas menores e faça um controle de vendas

Não deixe para controlar as vendas só no final do mês, não espere 30 dias para notar que as metas não saíram da maneira como você esperava. Faça controles semanais, diárias e até por turnos.

Claro que nem todos os dias serão iguais, e uns serão mais produtivos que outros. Entretanto, não perca o controle de vendas de vista, ele será necessário para manter seu nível de produtividade e chegar aos seus objetivos maiores.

8º Monitore suas vendas

Para saber se sua empresa está indo no caminho certo ou precisa se adaptar, você precisa monitorar as vendas. Saber se está no caminho certo é o primeiro ponto para bater as metas.

O controle sobre seus resultados, faz com que o previsto esteja mais alinhado ao com o que de fato foi realizado.

9º Tenha micro e macro objetivos

Tenha objetivos grandes, anuais e até quinquenais (de 5 anos), mas não deixe de criar também metas menores que darão suporte a estes objetivos maiores. Divida estes objetivos em partes pequenas, com metas mais simples e objetivas que te darão a base necessária para chegar onde você está mirando.

Por exemplo, sua meta anual pode ser crescer 10% no nível de vendas e ter 85% de satisfação dos clientes. Pois bem, para chegar a isto será necessário estabelecer como você vai crescer estes 10%. Será investindo em mídias sociais, prospecção, utilizando lista de contato de e-mails ou outros?

Como aplicar estas técnicas de planejamento de vendas na minha empresa?

Em primeiro lugar comece a juntar as informações que você vai utilizar para construir seu planejamento, quanto mais acuradas (corretas e exatas) elas forem, melhor e mais estruturado será o seu planejamento.

Evite utilizar informações inexatas, elas poderão te induzir a um erro de planejamento. Depois execute um planejamento que reflita a sua realidade e que seja flexível para possíveis ajustes.

Conclusão

Neste artigo você pôde acompanhar estratégias para fazer um bom planejamento de vendas. Além disto, você também teve acesso a várias dicas de como ir construindo um plano estruturado.

São muitas estratégias e você ficou um pouco confuso? Não hesite em buscar uma ajuda profissional. Um bom conselho e ajuda na estruturação no planejamento de vendas, tem potencial para te trazer muitos resultados positivos.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/planejamento-de-vendas-quais-as-etapas-para-fazer-um-planejamento-de-vendas-para-bater-as-metas

04abr/20

O coronavírus está mudando cenários e devastando sonhos

Eu sei, estão bem difíceis os nossos dias

Na primeira vez que ouvi sobre o coronavírus na televisão, eu estava me arrumando para a festa de réveillon. Embora os números fossem ainda pequenos e a concentração apenas na cidade de Wuhan – China, lembrei de algumas passagens do livro de Yuval Noah Hahari e de um vídeo do Bill Gates onde ele afirma: “hoje, o maior risco de catástrofe global não se parece com uma bomba, mas sim com um vírus”.

Será?! Pensei, na época, mas era dia de festa e deixei o assunto de lado. Logo depois, me dediquei totalmente à realização da sexta edição do Excel Weekend e não acompanhei mais o assunto. No final de janeiro, retornei para Nova York para mais um semestre no mestrado. Ao chegar no aeroporto JFK, eu percebi que muitas pessoas estavam usando máscaras e que a maioria delas tinham características asiáticas. Fiquei observando o cenário por algum tempo e me questionando o motivo de eles estarem de máscara. Seria o coronavírus?

Peguei minha mala e me direcionei ao metrô, onde vi algumas poucas pessoas de máscara e todas elas eram asiáticas. Assim que cheguei no apartamento, liguei a televisão em busca de notícias sobre Wuhan. O Good Morning American estava com a sua programação normal, onde celebridades sorridentes falavam de assuntos relacionados ao entretenimento. Na internet, achei algumas matérias sobre o caso em jornais mais especializados, como New York Times, Financial Times e CNN. Sim! China estava vivendo um surto de COVID-19.

No primeiro dia de aula, reencontrei meus colegas da China. Mesmo não tendo visitado a China durante as férias, alguns deles já usavam máscara, justificando que moravam em comunidades chinesas de Nova York (como a Chinatown) e que era impossível saber quem teve contato com o vírus ou não. Precaução, eles afirmaram. O álcool em gel estava presente na sala de aula, não só pendurado na mochila – como a maioria das pessoas que vivem em NYC carregam ele – mas constantemente sendo usado. A sala tinha um cheiro de álcool. O distanciamento social de alguma forma já estava sendo trabalhado, até por que – em NYC – 30 dias de férias não é motivo para abraçar seus colegas quando você os reencontra.

Conversei com alguns colegas que tinham família na China. Fiz centenas de perguntas e percebi nos olhos deles a real preocupação do assunto. Ao mesmo tempo, o orgulho de se manterem unidos. Um deles falou: “Ligia, criamos um hospital do zero em 10 dias. Não tinha nada lá, apenas um terreno. Nós criamos um hospital! Se temos esta capacidade, também iremos sobreviver a isto.”

Os dias se seguiram e as notícias sobre a China ficaram mais constantes (ou eu passei a dar mais atenção ao tema). Em qualquer lugar de Manhattan, o COVID-19 fazia parte das conversas. Em templos religiosos, nas aulas da biblioteca pública ou até mesmo na fila de uma Starbucks alguém comentava sobre a situação do povo chinês. O Ano Novo Chinês em Chinatown foi marcado por frases de apoio à China: “Stay Strong, China”.

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Nos dias seguintes começamos a ver os casos na Itália se tornarem preocupantes e alguns americanos infectados com o COVID-19. O Good Morning American anunciando breaking news: Tom Hanks e Rita Wilson testam positivo para coronavírus. Durante uma palestra na faculdade, recebo um comunicado da Pace University afirmando o cancelamento das aulas presenciais por duas semanas para ajudar a diminuir o contágio, embora a faculdade não tivesse nenhum caso de COVID-19 entre alunos e funcionários (até hoje). Alguns alunos comemoraram a decisão, enquanto outros achavam a ação um exagero.

Acompanhamos as notícias através dos jornais e televisões, o número de pessoas contaminadas crescia dia a dia (e continuam em crescimento) e as restrições só aumentavam. E no meio de tantas orientações – lave as mãos, use álcool em gel, pratique o distanciamento, cubra a boca com lenço de papel se for espirrar ou tossir… – eu só me perguntava o que eu deveria fazer. Precisava de uma orientação mais clara. Tinha planejado em detalhe a conclusão do meu mestrado e um surto de coronavírus não estava nos meus planos.

Alguns dias depois, a faculdade oficializou o fechamento dos 3 campi até o final do semestre (meado de maio) e aconselhou que os alunos retornassem para suas casas (ou até mesmo países). Ao mesmo tempo, o governador de Nova York – Andrew Cuomo, fez um pronunciamento pedindo para as pessoas se prepararem para um possível fechamento do estado. Ele afirmava que para conter a propagação do vírus ele iria proibir a saída e entrada das pessoas.

Ficou claro que eu precisava retornar ao Brasil. Nova York estava literalmente fechada para mim. No mesmo dia, Cristiano Galvão começou um esforço que ele chamou de “O resgate da Ligia”. E em poucos dias chegava ao Rio de Janeiro. Durante os dias que fiquei isolada – já que passei por aeroportos – pensava o quanto era absurdo ter meu sonho de concluir um mestrado internacional ameaçado por conta de um vírus. E como a maioria do empresário brasileiro, minha empresa também está sofrendo com a quarentena.

Quem me conhece sabe que não gosto de ter a minha vida determinada pelos outros. Mas infelizmente – depois de muita terapia – percebi que são as ações externas que mais determinam o nosso futuro. Não tinha jeito, teria que enfrentar o monstro de frente. Então, fiz isso em etapas:

– Mestrado: a faculdade permitiu a conclusão do curso na modalidade online. Vou me formar! A faculdade e os professores estão fazendo todos os esforços possíveis para ajudar os alunos. Até o final do ano me torno mestre em Inteligência do Consumidor e Análise de Dados.

– GENECSIS Informática: Continuamos suportando nossos clientes no canal online. A tecnologia está aí para ser usada! Fazemos reuniões remotas e compartilhamos as bases na nuvem. As aulas continuam na modalidade online. Eu e o Cristiano estamos aproveitando o tempo de quarentena e usando nosso tempo ocioso para compartilhar conhecimento através de lives. Acompanhe a gente para saber dos tópicos que iremos compartilhar!

A verdade é que a situação global em que vivemos é inédita para todos. Não há um manual a ser seguido. Mas é importante nos mantermos unidos e criativos. E nesta correria, recebi um texto de Albert Einstein que nos alerta que são as crises que nos colocam na frente:

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar ‘superado’. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência… Sem crise não há desafios; sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um…”

fonte: https://administradores.com.br/artigos/o-coronav%C3%ADrus-est%C3%A1-mudando-cen%C3%A1rios-e-devastando-sonhos