07abr/21

Heineken assume compromisso de ter 50% de mulheres na liderança

Empresa reconhece que o setor cervejeiro é predominantemente masculino e que a meta é ousada; compromisso é até 2026

Empresa reconhece que o setor cervejeiro é predominantemente masculino e que a meta é ousada; compromisso é até 2026

O Grupo Heineken Brasil decidiu que as posições de lideranças da empresa deverão ser ocupadas pelo mesmo número de mulheres do que o de homens. Ou seja, há um objetivo de atingir 50% de mulheres nessas posições até 2026.

Os cargos são de supervisão, coordenação, gerência gerência senior, diretoria e C-Level.

Segundo a Heineken, para alcançar esse objetivo, a empresa já trabalha com o desenvolvimento das mulheres que já atuam na companhia, em todas as áreas, por meio de um mapa de sucessão e de um plano de desenvolvimento pessoal que prevê mentorias e treinamentos.

Além disso, o grupo também pretende aumentar a contratação de mulheres. A empresa tem como diretriz buscar 50% de finalistas do gênero feminino nos processos seletivos.

A empresa reconhece também que o setor cervejeiro é predominantemente masculino, e que a meta é ousada, mas que a direção mostra o compromisso do grupo com a igualdade de gênero.

A vice-presidente de Recursos Humanos do grupo, Raquel Zagui, afirma também que é preciso haver uma mudança cultural na empresa que garanta uma real igualdade de gênero. Para isso, foi formado um grupo interno de afinidade com a participação voluntária de colaboradores de todas as áreas.

fonte: https://exame.com/carreira/heineken-assume-compromisso-de-ter-50-de-mulheres-na-lideranca/

07abr/21

Por que o comportamento dos líderes precisa mudar?

“Por décadas a figura ideal de um líder de sucesso foi o de uma pessoa que trabalha 18 horas por dia na maioria dos dias do ano”

Não é comum a relação entre as palavras líder e equilíbrio. O único conceito que “aproximou” essas duas palavras foi o de inteligência emocional, mas ainda assim não no seu sentido mais amplo e adequado.

Por décadas a figura ideal de um líder de sucesso foi o de uma pessoa que trabalha 18 horas por dia na maioria dos dias do ano, tem hábitos alimentares que dariam inveja ao Garfield, coloca a própria a família em segundo plano, usa toda a sua saúde para crescer na carreira e ter um bom plano de assistência médica (pois sabe que em breve vai precisar de um muito bom), não tem tempo nem para uma simples caminhada, e não faz ideia do que seja autoconhecimento.

Esses líderes “ideais” são agora clientes VIP dos melhores hospitais e clínicas psiquiátricas, vivendo a base de remédios e cada vez mais frustrados em suas altas posições se perguntando secretamente o motivo de não estarem satisfeitos mesmo tendo obtido tanto sucesso na carreira.

Acontece que ninguém nunca contou para esses profissionais algo muito elementar e inerente a todos os seres humanos; independente das nossas crenças, todos nós somos constituídos por três pilares básicos: físico, mental e espiritual.

Nosso corpo físico é um sistema que aprendemos a sabotar desde a mais tenra infância sob o apoio e influência dos nossos próprios pais, que apenas repetem comportamentos aprendidos em um ciclo vicioso sem fim. A escolha por se alimentar de produtos processados aliada ao estilo de vida sedentário tem levado cada vez mais pessoas a um último terço da vida triste, muitas vezes desejando já ter partido muito tempo antes.

Já a nossa mente ainda hoje é um dos assuntos mais estudados pela ciência devido à grande falta de entendimento sobre como ela funciona. O resultado desse desconhecimento é um descontrole de funções muito poderosas, como a memória e a imaginação, que podem, se bem usadas, nos levar a conquistas inimagináveis ou a doenças como a depressão ou síndrome do pânico.

Entender como a sua mente e a mente dos seus liderados funciona é uma das principais habilidades de um líder verdadeiramente completo, o líder do futuro! Mas isso, infelizmente, não é algo que nos ensinam na escola, nem na faculdade e nem no MBA. Como uma pessoa pode controlar uma habilidade que não tem ideia de como funciona? E pior ainda, como essa mesma pessoa pode liderar centenas, por vezes milhares de pessoas sem ter controle da sua própria mente?

O último pilar que compõe todas as pessoas e, consequentemente, todos os líderes, é o espiritual. Na maioria das vezes, ele passa bem longe de qualquer aspecto religioso e é altamente subestimado ou até sufocado propositalmente. Pessoas com um alto QE (quociente espiritual) são pessoas que priorizam a prática do autoconhecimento, são conduzidas por valores e ideais, usam a adversidade como uma ponte para crescer, pois as observam como oportunidade, e conseguem deslocar a sua própria visão e colocá-la em uma outra perspectiva ao olhar para uma determinada situação. O respeito e o acolhimento pela diversidade sequer é uma questão para elas, são curiosas e tem insights que nos levam à aquela famosa pergunta: como ninguém pensou nisso antes?

Por outro lado, as demais pessoas olham para eles e têm as seguintes reações: “o que posso fazer para conseguir moldar aquela pessoa?”; “ela tem algo diferente que não sei bem o que é.”; “essa pessoa ilumina o ambiente quando chega.”; “essa pessoa tem um olhar diferenciado”.

Estamos em um processo constante de evolução e caminhamos para um momento em que o líder ideal será alguém que busca continuamente o equilíbrio entre esses três pilares, pois já aprendeu que sem equilíbrio o caminho leva a extremos que de um lado e de outro não traz satisfação, realização e o sentimento de propósito que tanto buscamos em nossas vidas.

*Zenaldo Magalhães é diretor de Operações na Concentrix Brasil, companhia global especializada em outsourcing e em prestação de serviços.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/por-que-o-comportamento-dos-l%C3%ADderes-precisa-mudar

07abr/21

Os maiores erros de um líder (e como consertá-los)

Conhece o líder “guru”? E o líder “carrasco”?

Em uma recente pesquisa divulgada pela consultoria Mckinsey foi constatado que mais de 90% dos CEOs planejam aumentar seus investimentos em desenvolvimento de lideranças porque eles vêem este como uma das questões mais importantes enfrentadas por suas empresas. Em um mundo em constante transformação onde o capital intelectual ganha cada vez mais relevância, formar lideranças passou a ser imprescindível para escalar as empresas. Na verdade, em muitas empresas, como as de tecnologia, formar lideranças passou a ser a única forma de melhorar eficiência, aumentar rentabilidade e, consequentemente, gerar mais valor de mercado.

Porém, por mais que este assunto já seja tratado com a sua devida prioridade, ainda é comum encontrarmos empresas que não sabem exatamente o que é analisar e muito menos como desenvolver em novas lideranças. Abaixo identifico alguns erros comuns em líderes e como resolvê-los.

1. O líder “guru”

Esta é, talvez, a maior confusão em novos líderes: assumir que o líder é aquele que tem as respostas para todos os problemas que o time enfrenta. Na visão destas pessoas o líder deveria ser um oráculo que ao ser consultado deveria ter uma solução quando na realidade um verdadeiro líder deveria fazer as perguntas certas para que o seu time pense e chegue nas soluções. Se você, como líder, não deixa que seu time contribua com ideias e tome riscos, o que acaba acontecendo é que você se vê isolado em um time que apenas “aperta parafuso”. Para exercer a verdadeira liderança tenha na cabeça que você, provavelmente, não tem a melhor resposta. E é justamente para isso que você contrata e capacita pessoas para o seu time.

Uma forma prática de não cair neste erro é ser curioso e incentivar o time a compartilhar suas ideias. Além disso, deixar claro que as ideias que foram compartilhadas são importantes para você. O resultado que você vai observar é que ao invés de se tornar um líder mais fraco, isso vai fazer com que o time te admire e, consequentemente, você se torne um líder inspirador.

2. O líder “amigão”

Este tipo de líder é aquele que orienta todas as suas tomadas de decisões para um objetivo: satisfazer o lado pessoal dos integrantes do time. Este líder é muito preocupado em promover pessoas, deixá-las felizes, mas em contrapartida não entrega nenhum resultado. Sim, olhar para as pessoas do time é essencial, mas de nada adianta se o resultado não for entregue. Um líder deve otimizar para o coletivo e nunca para o indivíduo. Isso significa que as tomadas de decisões devem olhar para o bem do grupo, da empresa – sempre claro, respeitando os indivíduos. Se você olha apenas para agradar uma ou várias pessoas do grupo, é muito provável que o resultado seja prejudicado.

O líder com estas características deve garantir que os resultados sejam entregues. Para isso é importante absorver incertezas internas e manter o time focado em um objetivo específico. Acompanhar as metas e compartilhar informações com os liderados é essencial para garantir as entregas sem grandes surpresas.

3. O líder “carrasco”

Este tipo de líder é o oposto do líder “amigão”. Aqui, o gestor está preocupado apenas com a entrega de resultados, não importando se para isso ele tenha que sacrificar os anseios e desejos das pessoas integrantes do time. Os resultados até podem vir no curto prazo, porém, no médio prazo os liderados perdem motivação e param de produzir.

Se você se vê nesta situação pense em como pode contribuir para desenvolver os membros do seu time profissionalmente e pessoalmente. Você está de fato dando autonomia para que eles aprendam a pensar e não apenas a executar? Você está orientando para que eles desenvolvam competências que os tornem mais eficientes? Além disso, você os inspira compartilhando o propósito (o motivo) pelo qual o time foi formado? Estas são questões essenciais para ter uma visão mais orientada a pessoas.

4. O líder que não está próximo ao time

Para estes líderes, há uma hierarquia a ser respeitada e por este motivo o líder não deveria estar próximo aos seus liderados. É uma relação muito mais de comando e controle do que de time. O pensamento é que caso ele fique muito próximo dos membros do time, o respeito será perdido. Este é um dos maiores erros que um líder pode cometer. Independente de qualquer teoria de liderança, é imprescindível que o gestor esteja próximo não apenas fisicamente como emocionalmente à todas as pessoas que ele lidera.

Liderar não é um trabalho fácil. Muitos anseiam por se tornarem líderes em suas carreiras mas poucos conseguem ter a real dimensão da responsabilidade que isso trás. É praticamente impossível aprender sobre liderança lendo livros ou assistindo palestras. Liderança se aprende na prática, errando e aprendendo. Não se sinta culpado se você perder o time por algum momento. Não se sinta responsável se algum resultado não vier. O mais importante é o processo de aprendizagem que você e os membros do time estejam tendo. No final, liderar não é um fim. Deve ser encarado como uma jornada de evolução do gestor.

Marcelo Furtado é fundador e CEO da Convenia uma HRTech com soluções voltadas para otimização de tempo e custos de pequenas e médias empresas

fonte: https://administradores.com.br/noticias/os-maiores-erros-de-um-l%C3%ADder-e-como-consert%C3%A1-los

07abr/21

Por que o comportamento dos líderes precisa mudar?

“Por décadas a figura ideal de um líder de sucesso foi o de uma pessoa que trabalha 18 horas por dia na maioria dos dias do ano”

Não é comum a relação entre as palavras líder e equilíbrio. O único conceito que “aproximou” essas duas palavras foi o de inteligência emocional, mas ainda assim não no seu sentido mais amplo e adequado.

Por décadas a figura ideal de um líder de sucesso foi o de uma pessoa que trabalha 18 horas por dia na maioria dos dias do ano, tem hábitos alimentares que dariam inveja ao Garfield, coloca a própria a família em segundo plano, usa toda a sua saúde para crescer na carreira e ter um bom plano de assistência médica (pois sabe que em breve vai precisar de um muito bom), não tem tempo nem para uma simples caminhada, e não faz ideia do que seja autoconhecimento.

Esses líderes “ideais” são agora clientes VIP dos melhores hospitais e clínicas psiquiátricas, vivendo a base de remédios e cada vez mais frustrados em suas altas posições se perguntando secretamente o motivo de não estarem satisfeitos mesmo tendo obtido tanto sucesso na carreira.

Acontece que ninguém nunca contou para esses profissionais algo muito elementar e inerente a todos os seres humanos; independente das nossas crenças, todos nós somos constituídos por três pilares básicos: físico, mental e espiritual.

Nosso corpo físico é um sistema que aprendemos a sabotar desde a mais tenra infância sob o apoio e influência dos nossos próprios pais, que apenas repetem comportamentos aprendidos em um ciclo vicioso sem fim. A escolha por se alimentar de produtos processados aliada ao estilo de vida sedentário tem levado cada vez mais pessoas a um último terço da vida triste, muitas vezes desejando já ter partido muito tempo antes.

Já a nossa mente ainda hoje é um dos assuntos mais estudados pela ciência devido à grande falta de entendimento sobre como ela funciona. O resultado desse desconhecimento é um descontrole de funções muito poderosas, como a memória e a imaginação, que podem, se bem usadas, nos levar a conquistas inimagináveis ou a doenças como a depressão ou síndrome do pânico.

Entender como a sua mente e a mente dos seus liderados funciona é uma das principais habilidades de um líder verdadeiramente completo, o líder do futuro! Mas isso, infelizmente, não é algo que nos ensinam na escola, nem na faculdade e nem no MBA. Como uma pessoa pode controlar uma habilidade que não tem ideia de como funciona? E pior ainda, como essa mesma pessoa pode liderar centenas, por vezes milhares de pessoas sem ter controle da sua própria mente?

O último pilar que compõe todas as pessoas e, consequentemente, todos os líderes, é o espiritual. Na maioria das vezes, ele passa bem longe de qualquer aspecto religioso e é altamente subestimado ou até sufocado propositalmente. Pessoas com um alto QE (quociente espiritual) são pessoas que priorizam a prática do autoconhecimento, são conduzidas por valores e ideais, usam a adversidade como uma ponte para crescer, pois as observam como oportunidade, e conseguem deslocar a sua própria visão e colocá-la em uma outra perspectiva ao olhar para uma determinada situação. O respeito e o acolhimento pela diversidade sequer é uma questão para elas, são curiosas e tem insights que nos levam à aquela famosa pergunta: como ninguém pensou nisso antes?

Por outro lado, as demais pessoas olham para eles e têm as seguintes reações: “o que posso fazer para conseguir moldar aquela pessoa?”; “ela tem algo diferente que não sei bem o que é.”; “essa pessoa ilumina o ambiente quando chega.”; “essa pessoa tem um olhar diferenciado”.

Estamos em um processo constante de evolução e caminhamos para um momento em que o líder ideal será alguém que busca continuamente o equilíbrio entre esses três pilares, pois já aprendeu que sem equilíbrio o caminho leva a extremos que de um lado e de outro não traz satisfação, realização e o sentimento de propósito que tanto buscamos em nossas vidas.

*Zenaldo Magalhães é diretor de Operações na Concentrix Brasil, companhia global especializada em outsourcing e em prestação de serviços.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/por-que-o-comportamento-dos-l%C3%ADderes-precisa-mudar

07abr/21

Coaching: o caminho para o sucesso!

O processo de coaching leva a tomada de consciência, faz com que o coachee (pessoa que recebe o coaching) reflita sobre suas ações e no que poderá melhorar, potencializando escolhas e levando a mudanças.

O processo de coaching leva a tomada de consciência, faz com que o coachee (pessoa que recebe o coaching) reflita sobre suas ações e no que poderá melhorar, potencializando escolhas e levando a mudanças. O coach (profissional que executa o processo de coaching) tem como característica e foco principal ajudar seu coachee a produzir com excelência fazendo com que conquiste seus objetivos e os da organização. Os benefícios desse processo pode ser notado claramente, aumenta a auto estima, o colaborador torna-se mais produtivo, adquire confiança, clareza em seguir buscando atingir metas. Coaching consiste em conversações ou diálogos através da relação entre perguntas e respostas que mantém entre duas pessoas, coach e coachee. Deve levar a refletir nas respostas onde ele pode melhorar buscando sempre seu desenvolvimento profissional perguntas como por exemplo: “O que você precisa fazer para que isto dê certo?” é diferente de se perguntar : “Onde começou a dá errado”? Tudo é a forma de abordar o coachee, o tom de voz e a linguagem corporal também são super importantes.
Características de um Líder Coaching:

– Ser facilitador do desenvolvimento
– Atuar com generosidade
– Ser capaz de ajudar a descobrir os pontos fortes e as oportunidades de melhora
– Está sempre disposto a ajudar, tirando duvidas do coachee
– Ter credibilidade para passar segurança e profissionalismo
– Ser ético, o processo de coaching requer confiabilidade de ambas as partes
– Respeito pelas diferenças
– Geração de orgulho e reconhecimento
– Capacidade de escutar
– Gostar de se relacionar
– Paixão pelo desenvolvimento do outro
– Capacidade de observação
– Prudência
– Inteligência emocional
– Destreza no manejo de perguntas e respostas
É interessante citar o processo de autocoaching pois a partir de um artigo, livros ou ate mesmo um filme especializado no assunto pode auto desenvolver o processo de autocoaching estimulando o crescimento e desenvolvendo uma melhor postura profissional independente do nível de competência. Coaching se aplica tanto a um iniciante no assunto como também a um nível de alto executivos.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/coaching-o-caminho-para-o-sucesso

07abr/21

A Importância da Reclamação do Cliente para as Organizações

Clientes insatisfeitos podem reclamar e depois decidir se devem da á marca ou á empresa uma nova chance, ou simplesmente não comprar mais o produto/serviço. O que tende um cliente a reclamar ou não reclamar?

Clientes insatisfeitos podem reclamar e depois decidir se devem da á marca ou á empresa uma nova chance, ou simplesmente não comprar mais o produto/serviço. O que tende um cliente a reclamar ou não reclamar? A probabilidade de um cliente reclamar depende de três fatores: a importância que ele dá a insatisfação; atribuições que ele faz á empresa; e os traços de personalidade que ele o cliente tem.

• Importância da insatisfação – Em geral existem pequenas diferenças entre o desempenho e a expectativa do cliente, porém se esse produto ou serviço demonstra ter um desempenho inferior ao da expectativa gera-se assim uma insatisfação que na minoria das vezes gera uma reclamação, pesquisas comprovam que o numero de clientes que tomam iniciativa de reclamar é muito menor em relação á quantidade insatisfeita que realmente existe.

• Atribuições feitas á empresa – A primeira atribuição feita pelo cliente é dizer de quem é a culpa, se esses culpam a si mesmo ou as circunstâncias a reclamação não acontece e se o cliente pensar que reclamando a empresa não vai resolver também a reclamação não será gerada, esse cliente precisa acreditar na empresa, depositar o mínimo de confiança possível de que a empresa resolverá o problema.

• Traços da Personalidade do cliente – O cliente que reclama geralmente são dotados de uma autoconfiança e um alto grau de agressividade isso faz o mesmo se sentir mais seguro em vez de aceitar humildemente o ruim desempenho do produto / serviço da empresa.

Nesse sentido, observa-se o quanto uma reclamação é importante, se o cliente ligou ou foi até a empresa para reclamar, sem duvidas ele no mínimo acredita que a empresa fará alguma coisa, ou seja ele confia. Após a reclamação e se essa for atendida, uma propaganda boca-boca negativa é menos provável que ocorra, e será mais tendencioso esse cliente voltar a comprar o produto/serviço. Caso a reclamação não seja atendida a propaganda negativa será de grande proporção. Já para aquele que não reclamou essa proporção é muito maior, pois esse cliente que não reclama, nem se quer acredita na empresa, muito menos confiar. O que sua empresa prefere ter: um cliente que se afasta silenciosamente ou um cliente que reclama? Quando estes se afastam silenciosamente nunca saberás qual a causa que o fez desistir do produto/serviço. Enquanto o que reclama dá a chance dá empresa concertar o erro. É preciso mostrar a sua equipe de atendimento o valor devido de uma reclamação e oferecer canais onde o cliente se sinta mais a vontade para reclamar.Com o uso crescente das plataformas de redes sociais, nota-se que o consumidor não quer gastar seu precioso tempo nas irritantes filas de espera para ser atendido por telefone, ouvindo uras das operadoras ou empresas, ouvindo solicitações que dizem: “aguarde mais um momento pois em alguns instantes você será atendido”. Atualmente os consumidores tem visto a internet como uma ferramenta eficiente para estreitar o relacionamento com as empresas, sendo assim mais um canal entre eles (cliente / empresa) é o que chamamos de SAC 2.0. Além de algumas plataformas de redes sociais que os clientes atualmente utilizam como Twitter, Facebook não podemos esquecer os sites , Reclame Aqui, Reclamão, Nunca Mais, Denuncio, nessas sites os consumidores interagem e o que era pra ser uma reclamação a portas fechadas em um 0800 se torna uma reclamação aberta para todo o mundo ver, assim queiram, pois esta a um click, em contra partida as organizações com receio que sua marca fique exposta a essa situação estão cada vez mais dando valor a essa tendência de mercado, o SAC 2.0 é uma realidade, e as organizações precisam esta preparadas.Todas as empresas estão sujeitas a receber reclamações, é bastante provável que em algum momento os serviços dessa empresa, seus produtos ou até o atendimento causem insatisfação. O que se deve ter cuidado é observar a forma como elas se preparam para contornar as situações, defendendo-se das possíveis crises ou buzz gerado na web com essas reclamações. Além de deixar o consumidor satisfeito, uma vez que a empresa usa da estratégia de tratar aquela reclamação publicamente, a empresa tem também a possibilidade de manter um bom relacionamento com o cliente restabelecendo sua imagem para que com isso consiga boas indicações fazendo de seu cliente alguém que realmente acredite e confie na marca, obtendo êxitos nas futuras ofertas de venda.

SHETH, Jagdish N.; MITTAL, Banwari; NEWMAN, Bruce I.Comportamento do Cliente: Indo Além do Comportamento do Consumidor. São Paulo: Atlas. 2001.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/a-import%C3%A2ncia-da-reclama%C3%A7%C3%A3o-do-cliente-para-as-organiza%C3%A7%C3%B5es

07abr/21

Dados de 8 milhões de brasileiros no Facebook são expostos em vazamento

Veja como saber se você está entre as vítimas

Como informou no último sábado (3) a agência de notícias Bloomberg, dados pessoais de 533 milhões de usuários do Facebook pelo mundo, incluindo cerca de 8 milhões de brasileiros, estão expostos gratuitamente em um fórum de hackers.

O vazamento foi descoberto por Alon Gal, diretor executivo de tecnologia e inteligência de crimes da Hudson Rock, e inclui nomes completos, IDs de contas na rede social, números de telefone e, em parte dos casos, localizações, datas de nascimento, endereços de e-mail, status de relacionamento e empresas de vínculo profissional.

Segundo levantamento do cientista de dados Zlatan Ivanov, o país mais atingido foi o Marrocos, com 18,9 milhões de pessoas afetadas, correspondentes a 99,7% dos usuários do Facebook no país; já a porcentagem referente às vítimas brasileiras é de 5,8%.

De acordo com o Facebook, esses dados haviam sido vazados há alguns anos e a falha identificada em seu sistema já foi corrigida. “Encontramos e resolvemos esse problema em agosto de 2019”, garantiu a companhia norte-americana, em nota.

Especialistas alertam, porém, que tais informações, estando ainda vinculadas aos usuários, podem ser exploradas para envios de spam e golpes.

O site Have I Been Pwned? tem sido indicado para usuários que queiram saber se foram afetados pelo crime, mas apesar de ser uma fonte confiável, registra apenas exposições ilegais de e-mail – e, como destacou o especialista em segurança digital Troy Hunt, somente 2,5 milhões dos 533 milhões de perfis atingidos teve esse dado vazado. Assim, a ferramenta não assegura que outras informações do usuário não tenham sido divulgadas.

Outro recurso útil aos brasileiros que estão apreensivos com possíveis fraudes após mais um vazamento é o Registrato, oferecido pelo Banco Central. Através dele, pode-se monitorar movimentações bancárias vinculadas ao seu CPF em qualquer instituição financeira, como abertura de contas correntes ou realização de empréstimos. Caso identifique algum registro suspeito, basta relatar ao BC ou ao banco referente ao caso.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/dados-de-8-milh%C3%B5es-de-brasileiros-no-facebook-s%C3%A3o-expostos-em-vazamento

07abr/21

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir

iStock

 

Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do “habitual”.

Sonhos e decepções

Desde criança somos condicionados a imaginar “o que queremos ser quando crescer”. Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ao longo do caminho. E ganhando frustrações. É uma ciência exata. Independe se você deixou a faculdade para trabalhar, o outro trabalho para cuidar dos filhos e eles para podê-los dar o melhor. Como diria João Guimarães Rosa, “viver é difícil e perigoso”. E assim, os dias se multiplicam, e nem sempre temos carreiras, mas sim empregos, trabalhados que dão trabalho.

A ordem dos fatores

Dentre sonhos e frustrações. O mais comum é nos frustrarmos quando somos “levados” a realizar os sonhos “não realizados” de nossos pais, por exemplo. Quem nunca se deparou com uma situação assim? O mais importante é redescobrir-se, a cada insatisfação, analisar se possui as habilidades necessárias para exercício da profissão que escolheu e ser sincero ao perceber onde realmente você se encaixa, é crucial.

Pese sua vida. Se pergunte se você deixou de fazer ou ser certa coisa para construir outra e se isso valeu a pena. O trabalho vem depois e o dinheiro por último em suas questões. Melhor do que eu ou qualquer outro profissional te direcionar ou responder, é fazer você se questionar. A auto-análise é fundamental no processo de coaching, para o crescimento pessoal, que irá refletir em benefícios na profissão e demais pilares essenciais da nossa vida.

O resultado

Se indague. Na verdade, nem sempre responderemos a nós mesmos, mas pelo menos tomaremos ciência de nossas ações. Não trabalhar com o que ama, mas ter conquistado outras dádivas como a casa própria, matrimônio ou uma família pode ser convertido em uma espécie de “trabalho” que você deve amar. Se esforçar e estudar uma profissão que você ama e exercê-la, tem tudo pra dar certo. Mas se por circunstâncias, não der: redescubra-se e reinvente-se. Mais importante do que amar o que faz, é amar o que se conquista.

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir. Afinal, o ser humano evolui diariamente com as suas experiências e superações. As mudanças acontecem o tempo todo no mundo inteiro e nós não devemos nos manter imutável! Devemos, como cidadãos, acompanhar a globalização, sempre a favor do nosso crescimento. Consequentemente, isso refletirá em todas as áreas de nossa vida. Por dentro do assunto: Conheça 5 Dicas para redescobrir o seu potencial profissional. 

Aline Salvi — 37 anos, é Master Coach, formada em Direito, pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Especialista em Programação Neuro Linguística (PNL), é Analista Comportamental, tem 37 anos, é casada e mãe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/trabalhar-com-o-que-ama-ou-com-o-que-da-dinheiro/125069/

07abr/21

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”

Reprodução

Cena do filme Invictus, em que o ator Matt Damon interpreta o jogador de rugby François Pienaar

Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo.

Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que – como elogios – doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.

Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.

Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”.

Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.

Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito – mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.

Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.

Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.

A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional.

Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-uma-equipe-e-contagiada-pelas-emocoes-de-seu-lider/81051/

07abr/21

Você é muito qualificado para o cargo

Muitos profissionais veem a educação e as experiências extracurriculares como alternativa para manterem-se competitivos. Mas será que ter todo esse repertório ainda é um diferencial?

iStock

Em um mercado global e cada vez mais competitivo, tem sido comum encontrar candidatos muito qualificados para os cargos oferecidos pelas empresas. Atualmente, profissionais com uma pós-graduação ou MBA, inglês avançado, que são voluntários, fizeram intercâmbio, e até que possuem formação em liderança, PNL ou coaching, são cada vez mais comuns. Nos últimos anos, os jovens, principalmente das gerações Y e Z, têm buscado se aprimorar constantemente. Além disso, com a crise no Brasil, muitos profissionais veem a educação e as experiências extracurriculares como alternativa para manterem-se competitivos. Mas será que ter todo esse repertório ainda é um diferencial? Depois de passar por tantas experiências e acumular aprendizados, como fazer valer todo esse esforço?

Esses questionamentos angustiam muita gente em busca de uma recolocação e, diante de uma oportunidade de trabalho, escutam frequentemente do recrutador que são qualificados demais para o cargo. Para esses profissionais, são esses os meus conselhos:

1. Invista no autoconhecimento: muitas pessoas se deixam levar pelas oportunidades que vão surgindo e as agarram sem saber exatamente o porquê. É preciso tomar cuidado para não ser influenciado pelos outros ou por seu próprio piloto automático. Ter clareza de quem você é, saber o que você faz bem e onde se quer chegar são os primeiros passos para reconhecer se você está no lugar certo ou se está buscando oportunidades nos lugares certos.

2. Alinhe expectativas com o mercado de trabalho: conforme vamos nos desenvolvendo e adquirindo novos conhecimentos é comum criarmos altas expectativas sobre nossa profissão e sobre oportunidades melhores. Porém, é importante saber a verdadeira realidade de sua área e do mercado em geral, para não se frustrar na busca por oportunidades e para não fazer investimentos que não tragam retornos no futuro. Por isso, procure conversar com profissionais que atuam há mais tempo na sua área e que você admira, e converse também com profissionais de Recursos Humanos.

3. Permaneça antenado sobre o futuro do seu trabalho: para qual direção a sua área está indo? Ter informações sobre as tendências e sobre o futuro de sua profissão pode ser uma excelente forma de avaliar quais decisões são melhores em sua carreira e se você está investindo no caminho certo. Com isso, você estará melhor preparado para recalcular a sua rota, se for preciso.

4. Demonstre resultados: citar ações concretas e exemplos que comprovem suas competências e habilidades nas entrevistas pode fazer toda a diferença. Por isso, resgate projetos e ações que você realizou nos locais em que passou e que trouxeram resultados significativos. Além disso, comente sobre outras experiências pessoais, por exemplo, relacionadas a estudo ou até dentro de uma prática espiritual ou religiosa, que podem apoiá-lo a mostrar que você quer fazer a diferença no local em que trabalhar.

5. Aplique os seus conhecimentos na prática: estudos comprovam que, quando saímos da universidade, aplicamos menos de 1/4 do conteúdo que aprendemos. Por isso, não adianta ter um currículo robusto se não conseguimos utilizar nossos aprendizados no ambiente de trabalho. Na hora da entrevista, traga ideias e soluções do que você faria nos desafios que o cargo propõe e demonstre exemplos de conhecimentos que você aplicou nas suas experiências anteriores.

6. Movimente-se: ficar parado não irá adiantar, por isso, acredite em si mesmo e em seu potencial, esforce-se para ampliar a sua rede de contatos, vá em busca de oportunidades em locais que você admira, fortaleça as relações que você já tem e converse com quem pode te ajudar a encontrar uma oportunidade de acordo com o seu perfil.

7. Reinvente-se! Com um repertório tão grande de experiências e conhecimentos adquiridos, por que não se arriscar em novas áreas ou em empresas diferentes? É comum focar no que já conhecemos e nos sentimos seguros em fazer, sem perceber que há um horizonte muito maior de possibilidades para a atuação profissional. Por isso, identifique suas potencialidades e crie novas formas de colocar suas competências à serviço das empresas e da sociedade.

8. Planeje-se: organize-se e transforme seus objetivos em pequenas ações. Comece aos poucos. Você irá perceber que, dessa forma, haverá maior consistência e facilidade em realizar o que você busca.

* Livia Antonelli é consultora de Recursos Humanos da Universidade Positivo (UP).

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/voce-e-muito-qualificado-para-o-cargo/121985/