09nov/20

Controlar e Monitorar sua logística delivery. Existe solução?

Logística Delivery

Não é de hoje que empresas de entregas e estabelecimentos delivery tem diversos problemas com logística. Esse é um assunto bastante amplo com várias soluções em diversos segmentos e por esse motivo nesse artigo vamos falar exclusivamente sobre empresas de delivery.

Quem aí já pediu uma refeição por app como o ifood ou por telefone daquela pizzaria que você adora? E quem já ligou para o estabelecimento por que o tempo de entrega já tinha passado, sua entrega não chegou e o que ouviu da atendente é que “o motoboy já saiu” realmente essa situação é bem complicada, principalmente se estiver com visitas em casa.

Muitos estabelecimentos passam por esses problemas hoje em dia, desde as grandes redes de fast food como também aquele restaurante pequeno. Hoje algumas plataformas como o ifood e uber eats tem a localização de seus entregadores em tempo real, mas o estabelecimento também consegue monitorar? nem todos usam essa plataforma, e se o entregador sumir com seu pedido? Com certeza já aconteceu com alguns que estão lendo esse artigo.

Logicamente conforme vão aparecendo problemas em qualquer empresa, e existem pessoas visionárias que veem esse gargalo e acham soluções para empreender é resolver o problema como também ganhar dinheiro.

Conhecendo um pouco desse ramo, por já ter gerenciado um restaurante como supervisor sei muito bem o perrengue que é em um horário de pico com 40 entregas na rua e clientes perguntando cadê meu pedido? Com certeza usava a mesma resposta padrão “o motoboy já saiu com seu pedido” mas sabemos muito bem que o cliente não quer ouvir isso.

Numa situação como essa é que nasce a pessoa criativa e empreendedora. Daniel Dardis como sócio deste restaurante era uma pessoa que trabalhava na área de TI e tinha montado esse restaurante para ter mais uma fonte de renda. Ele tendo um vasto conhecimento e diversos cursos na área desenvolveu uma ferramenta que mostrava o mapa e os motoboys que trabalhavam para nós em tempo real através de um app instalado no celular do entregador que também foi desenvolvido por ele. Nesse mapa também mostra os pedidos e com qual cada entregador está; também ficou muito mais fácil decidir qual entregador sairia com quais pedidos pois pelo mapa dava pra ver quais eram os pedidos mais próximos e agrupa-los para irem junto. Isso facilitou muito a vida dos atendentes na gestão de entregas, e nem preciso dizer que a resposta para o cliente mudou, quando o cliente ligava perguntando sobre seu pedido o atendente entrava no mapa, visualizava qual era o entregador que estava com o pedido e falava “ o seu pedido está com o entregador tal, na rua tal” muita das vezes pela localização era possível estimar até quanto tempo o entregador ia demorar a chegar no cliente. Nem preciso dizer que isso fidelizar muitos clientes, pois atingimos um gargalo onde o é o calcanhar de aquiles de todo estabelecimento delivery.

Nesse momento você para pensar, “nossa que legal! resolveram o problema de seu estabelecimento” mas aí é que a mente empreendedora entra mais forte ainda para fazer disso um negócio. Se isso resolveu o problema de meu restaurante por que não resolveria de muitos? Nesse momento criou-se a FOODY DELIVERY, e então o empreendedor Daniel decidiu dedicar mais tempo e investimentos para crescer a empresa, que antes era para resolver um problema de seu restaurante e hoje é seu maior negócio.

Você que está vendo um problema em seu estabelecimento e consegue resolver, se pergunte, “será que isso serve para outras pessoas?” Se sua resposta for sim, faça como Daniel e invista nisso, quem sabe algo que fez para resolver um problema possa passar a ser sua principal fonte de renda!

Se você sente as dores de ter um estabelecimento delivery procure soluções, a Foody Delivery pode ser uma delas, mas se tem mais problemas e acha que consegue solucionar, transforme isso em um negócio!

Esse problema foi feito e solucionado a cinco anos atrás, e hoje a Foody Delivery é uma das plataformas mais completas e mais baratas do mercado atuando em diversas cidades do Brasil, e logicamente a plataforma hoje tem muito mais funcionalidades que citei e mais produtos, que foram surgindo sobre sugestões e problemas encontrados, mas esses são assuntos para um próximo artigo.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/controlar-e-monitorar-sua-log%C3%ADstica-delivery-existe-solu%C3%A7%C3%A3o

09nov/20

Vilões profissionais: cuidado, um deles pode ser você!

Calma, não é preciso reunir novamente os Vingadores. Combater os vilões profissionais está ao alcance de qualquer empresa ou profissional.

Existem dois grandes vilões profissionais, que destróem qualquer carreira, setor ou até mesmo aniquilam empresas:

  • A insatisfação
  • A estagnação

Infelizmente pode acontecer dos dois vilões serem personificados no mesmo profissional, causando uma devastação terrível na pessoa e no ambiente, tamanha a potencialidade destrutiva.

Um estudo do ICEDR (Consórcio Internacional de Pesquisa de Desenvolvimento de Executivos) fala sobre as principais causas dos pedidos de demissão nas empresas:

  1. Dinheiro
  2. Falta de Oportunidades
  3. Falta de Propósito
  4. Excesso de atribuições fora do seu escopo de trabalho
  5. Empresas que não favorecem a colaboração
  6. Chefes que não valorizam o trabalho
  7. Jornada de trabalho excessiva e extenuante

Não por acaso, são exatamente estes mesmos itens, isolados ou somados, que levam à insatisfação de origem profissional, criando o primeiro vilão.

Também existem profissionais insatisfeitos no trabalho por conta de mudanças pessoais, do estilo de vida à motivação para o trabalho, e se fatores externos forem identificados sendo que dentro da empresa não existe nada que estimule, a conta não vai fechar nunca.

A questão pessoal acaba sendo a gota d’água numa relação já desgastada.

O vilão da insatisfação possui três formas típicas de combate:

Se isola

Vendo que não pertence mais àquele ambiente, o profissional começa a se isolar, seja nas atividades ou no convívio social com colegas de trabalho – aparecerá cada vez menos em almoços, confraternizações, etc. Também é comum não pedir apoio, mesmo quando extremamente necessário, inclusive porque não acredita mais no “sistema” , colegas e líderes.

Contamina

A “peão net” conhece claramente quem são os vilões insatisfeito. Em geral eles incendeiam as rodas de conversa nos corredores com provocações e questionamentos sobre qualquer situação que ocorra na empresa. Seja o fato bom ou ruim, tudo será conduzido para o lado negativo e sombrio.

Foge

Quando o vilão da insatisfação sente que não tem mais espaço, que ele cresceu demais e ganhou muita força, se vê sufocado e precisa fugir. Uma transição de carreira muitas vezes acaba sendo a única solução.

Muitas vezes, a simples mudança de ambiente faz com que a insatisfação seja neutralizada, porém, tem muitos vilões insatisfeitos que mudam de empresa – e carregam a frustração junto.

Agora, pior do que o vilão insatisfeito fugir, é quando ele resolve ficar. E virar o vilão estagnado.

O vilão estagnado pode parecer menos nocivo do que o vilão insatisfeito, à primeira vista. Mas não se engane.

O vilão estagnado muitas vezes finge estar tudo bem, coloca uma música do Zeca Pagodinho pra tocar (Deixa a vida me levar, vida leva eu…) e ano após ano diminui suas entregas, não se atualiza, vai se apagando.

Até que um dia, alguém percebe sua baixa performance e o demite. Em geral, nestes casos, ele ainda se sente injustiçado.

Porém, infelizmente ou por má gestão, em muitos casos os vilões estagnados continuam nas empresas.

Por que isso ocorre? Porque a maioria dos vilões estagnados possui uma arma secreta, praticamente um escudo que os mantém invisíveis nos cortes e avaliações: esconder números e fazer politicagem.

Em muitos ambientes, acabam “disfarçando” a baixa performance ou até mesmo levando mérito em cima de feitos da equipe.

Entra ano, sai ano, e o vilão estagnado permanece lá, em sua redoma, mediano e inatingível. O famoso “tá ruim mas tá bom”.

O problema é que o tempo passa e quanto mais a estagnação cresce, pior o quadro para o profissional e para a empresa.

Vilões da estagnação desmotivam bons profissionais, que podem se sentir injustiçados ao receberem os mesmos desafios e recompensas, ou frustrados por carregarem o piano sozinhos e ainda ver o outro dividir o mérito.

E temos como combater este vilões?

Não é preciso reunir novamente os Vingadores. Combater estes dois vilões profissionais está ao alcance de qualquer empresa ou profissional.

Algumas questões simples podem ser colocadas em prática já:

#1 Análise do Momento Profissional

Fazer uma avaliação profissional a cada ano é muito importante e isso cabe a cada um de nós, apesar das empresas poderem apoiar neste processo.

É preciso avaliar:

  • Resultados que você busca (em nível amplo, pessoal e profissional, alinhados);
  • Nível de motivação e satisfação e quais elementos compõem este quadro;
  • Necessidade de desenvolvimento e relacionamento;
  • Aliar tudo isso ao seu perfil e estilo profissional.

Feito isso, você tem um plano de carreira alinhado à sua vida pessoal e a quem você é de fato. Se não conseguir fazer este planejamento sozinho, busque ajuda.

E por que fazer anualmente?

  • Porque nós mudamos – assim como nossos desafios, necessidades e motivações.
  • Para não cair no esquecimento e caminhar para a estagnação. É uma forma de manter-se em evolução.

💡 Líderes podem conversar com seus liderados, individualmente, sobre estes aspectos.

#2 Interesses e Atualização

Não espere ficar para trás para então buscar uma reciclagem. Estar frequentemente atualizado, ler sobre sua área de atuação, entender sobre o mercado em que está inserido e acompanhar mudanças de cenário combatem o vilão da estagnação.

Leituras, cursos, eventos, grupos de interesse – existem várias formas de circular conhecimento e novidades. Estabeleça ações mensais com este objetivo.

💡 Líderes podem estimular o engajamento de seus colaboradores em grupos e eventos além de incluir em seu plano de desenvolvimento novos assuntos e criar grupos internos de partilha do conhecimento.

#3 Conversas abertas

Precisamos perder o medo de falar.

Muitas vezes as conversas de corredor ganham espaço porque as pessoas não se sentem confortáveis em conversar com quem poderia resolver a questão de vez. Insatisfações nascem devido ao sentimento de que algo não vai bem, porém nem sempre existem fatos concretos, uma conversa resolveria grande parte dos problemas.

É preciso estimular as conversas e a transparência. Utilizar técnicas de comunicação empática, como a CNV (Comunicação Não Violenta) apoia muito neste processo.

💡 Líderes precisam “puxar” as conversas. Ao se deparar com conversas de corredor, não finja que não ouviu. Encarar as situações de frente, de forma transparente, irá aumentar sua credibilidade. O Líder também precisa ser o primeiro a comunicar todas as mudanças que ocorrerem na empresa para sua equipe, bem como dar feedbacks constantes – bons e ruins.

Claro que existem inúmeras outras formas de minimizar o efeito dos vilões profissionais no ambiente de trabalho e na carreira.

Mas quando temos profissionais com plano de carreira claro, alinhado ao que buscam, em constante desenvolvimento, se sentindo valorizados e com liberdade para dialogar e entender, criamos um clima que favorece que todos estejam empenhados no bem comum – evoluir e ter ótimos resultados – para si, para a empresa, os colegas e clientes. Todos evoluem.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/vil%C3%B5es-profissionais-cuidado-um-deles-pode-ser-voc%C3%AA

09nov/20

30% das empresas devem manter home office após a pandemia, mostra estudo

Segundo pesquisa realizada em 17 países, o investimento no teletrabalho será superior a US$ 250 mil nos próximos dois anos para a maior parte das corporações

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) pela Fortinet, empresa de cibersegurança com atuação global, 30% das organizações devem manter mais da metade dos funcionários em regime de home office após a pandemia.

A pesquisa, realizada em junho de 2020, entrevistou diretores de TI de 17 países, incluindo Brasil, e contou com a participação de 400 entidades públicas e privadas com mais de 2.500 funcionários de quase todos os setores, entre eles Saúde, Educação, Energia, Varejo, Tecnologia, Financeiro e Governo.

Para isso, mais de 90% das empresas planejam aumentar seus investimentos em segurança cibernética, sendo que quase 60% delas vão investir mais de US$ 250 mil nos próximos dois anos, incluindo a atualização de seus sistemas existentes e a adição de novas tecnologias.

O estudo revelou ainda que apenas 40% das organizações tinham um plano de continuidade de negócios em vigor antes da pandemia. Como resultado dela e da rápida mudança para o trabalho remoto, 32% passarão a investir mais nesta área.

Quase dois terços das empresas pesquisadas tiveram que fazer a transição rápida de mais da metade de sua força de trabalho para o home office e a maioria dos entrevistados disse que essa mudança representou um grande desafio para sua organização, especialmente ao que diz respeito à garantia de conexões seguras e ao acesso a aplicativos essenciais aos negócios.

“Vimos o investimento em VPN, controle de acesso e segurança na nuvem crescer em pelo menos metade das organizações, assim como a busca por profissionais de TI qualificados”, comenta Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil e VP de Cloud para a América Latina.

“As empresas enxergaram muitos benefícios no novo modelo de trabalho, mas também sentiram um aumento significativo nas tentativas de ataques cibernéticos por conta da maior dependência do uso de dispositivos pessoais e o acesso de funcionários fora da rede corporativa”, explica Tostes.

“Nesse cenário, não apenas o investimento em tecnologia é fundamental para manter os dados seguros, mas também o treinamento e a conscientização constante de todos os funcionários em segurança cibernética”, conclui.

De acordo com a pesquisa, 60% das organizações revelaram um aumento nas tentativas de violação de segurança cibernética durante a transição para o trabalho remoto, enquanto 34% relataram violações reais em suas redes.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/30-das-empresas-devem-manter-home-office-ap%C3%B3s-a-pandemia-mostra-estudo

09nov/20

Principais ferramentas de gestão empresarial e seu negócio

As Principais Ferramentas de Gestão Empresarial aumentam a eficiência, identifica concorrentes e permite conhecer melhor seus clientes

Desde que Frederick Taylor lançou a administração científica, muitas estratégias para melhorar resultados e entender o mercado surgiram.

As Principais Ferramentas da Gestão Empresarial estão fundamentadas em Taylor e seus princípios:

– Estude um processo ou tarefa

– Identifique os desperdícios e suas causas

– Proponha um processo mais eficiente

– Implante

Dentre as Principais Ferramentas de Gestão Empresarial estão:

SWOT

Não é exagero dizer que a Análise SWOT é uma das mais conhecidas e Principais Ferramentas de Gestão Empresarial.

Ela tem como objetivo auxiliar e aprimorar o planejamento estratégico empresarial ou em qualquer outro tipo de projeto.

Criadores: Kenneth Andrews e Roland Christensen, professores de Stanford, EUA.

Ano: Décadas 60 e 70

SWOT:

Strengths (forças)

Weaknesses (fraquezas)

Opportunities (oportunidades)

Threats (ameaças)

No Brasil conhecida como FOFA:

Forças;

Oportunidades;

Fraquezas

Ameaças.

A análise SWOT é dividida em ambiente externo e interno. Essa separação busca a otimização e maior eficiência no mercado.

Ambiente Interno:

Pontos Fortes (Strengths) e Fracos (Weaknesses)

O que uma organização tem de pior e de melhor?

É necessário fazer friamente uma análise fria dessas características e analisa-las isoladamente.

Exemplos de Pontos Fortes:

• Diferenciais

• Recursos

• Vantagens competitivas

• Comunicação com seus públicos

• Localização

• Logística

Exemplo de Pontos Fracos:

• Desconhecimento do grau de satisfação dos funcionários

• O orçamento não é bem dividido

• Não investe em tecnologia

• Matéria prima ruim ou perecível

• Logística pouco eficiente

• Não tem plano de comunicação ou marketing

Ambiente Externo:

Ameaças (Threats) e Oportunidades (Opportunities)

A organização realmente conhece seu público externo e as mudanças que tem ocorrido no mercado?

Um planejamento estratégico bem elaborado precisa ter conhecimento do ambiente externo e enfrentar a realidade, por mais desagradável que ela possa parecer.

Exemplo de Ameaças:

• Desaceleração econômica

• Qualidade da concorrência

• Campanhas da concorrência

• Pontos de venda e representantes

• Progresso ou Estagnação da empresa

• Falta de comunicação integrada

Exemplo de Oportunidades:

• Uso estratégico de redes sociais emergentes como Whatsapp, Pinterest…

• Pesquisa de Novos Mercados e Tendências

• Alteração na política econômica do governo

• Acesso a uma nova tecnologia

• Lançamento de um produto complementar ao de sua empresa

• Parceria com a concorrência

Munida dessas informações a empresa consegue fazer uma análise do momento atual e futuro, observar melhor a concorrência e elaborar um plano de ação.

Matriz BCG

Técnica para seleção de estratégias, que se baseia no estudo de participação no mercado, é a análise do portfólio de produtos.

Ponto central: Matriz de crescimento e participação

Classifica as unidades de negócios ou produtos de acordo com sua participação no mercado e a taxa de crescimento de mercado em que atuam.

Criador: Bruce Handerson para a empresa americana de consultoria BCG (Boston Consulting Group)

Ano: 1970

Retrata 4 fontes de lucros ou resultados:

Estrela (stars)

• Negócios com participação elevada no mercado

• Altas taxas de crescimento

• Alto potencial de lucratividade

• Unidades de negócios ou produtos ganhadores de dinheiro

Pontos de Interrogação (question marks)

• Negócios com participação pequena no mercado

• Altas taxas de crescimento

• Pontos de interrogação, precisam de muito investimento

• Retorno incerto

Vacas leiteiras (cash cowns)

• Negócios com alta participação de mercados estabilizados

• Pequenas taxas de crescimento

• Ganham dinheiro e produzem naturalmente (vacas leiteiras)

• Não precisam de grandes investimentos

Vira-latas (dogs) ou abacaxis (pineapple)

• Pequena participação de mercado

• Pequeno crescimento

• Precisam de dinheiro e não produzem o suficiente

• Não possui boa oportunidade de investimento

Muitos produtos e negócios têm um ciclo de vida que passa pelos 4 quadrantes da matriz: começam como pontos de interrogação e tornam-se estrelas.

À medida que surgem novos concorrentes, transformam-se em vacas leiteiras e, posteriormente, em vira-latas.

A matriz BCG é uma das Principais Ferramentas de Gestão Empresarial, quando a empresa precisa administrar carteira de produtos e negócios.

Com base nessa classificação, a empresa pode analisar o desempenho de seus produtos, para planejar uma estratégia.

Matriz de Ansoff

A matriz Ansoff diz respeito aos riscos potenciais para a elaboração de um plano mais adequado para:

• Desenvolvimento de um produto

• Abertura de novos mercados

Criador: Harry Igor Ansoff publicado como “Strategies for Diversification” para Harvard Business Review.

Ano: 1957

Maneira rápida e simples de pensar sobre os riscos de crescimento.

Essa ferramenta divide-se em 4 segmentos:

Penetração de Mercado – Expansão de vendas segura de um produto conhecido em um mercado já existente.

Desenvolvimento de Produtos – Introduzir um novo produto em um mercado já existente.

Desenvolvimento de Mercado – Colocar um produto existente em um mercado novo.

O desafio é identificar um novo uso para o produto ou benefício.

Diversificação – Insere de maneira arriscada, um produto novo e não comprovado em um mercado inexplorado e desconhecido.

Basicamente Ansoff descreve 4 caminhos possíveis para o crescimento que variam em riscos.

E, para cada risco é necessário pensar num plano de contingência e fazer a melhor escolha para a organização.

O método ajuda encontrar novas maneiras de aumentar lucros e alcançar novos clientes.

CANVAS

É uma das Principais Ferramentas de Gestão Empresarial dos últimos anos.

Desenvolve modelos de negócios novos ou existentes.

Descreve o funcionamento de uma empresa em todas as áreas de atuação e seu desenvolvimento.

Compartilha e captura valores de produtos e serviços através de canais e fluxos de informação para um determinado objetivo.

Criador: Alexander Osterwalder

Ano: 2010

O Business Model Canvas é um quadro de modelo de negócios separados em 9 segmentos:

Proposta de valor (Value Propositions) – o que a empresa tem a oferecer para o mercado e se terá valor aos clientes

Segmento de clientes (Customer Segment) – tipos de clientes ou de público que serão o foco da empresa

Os canais (Channels) – como o cliente compra e recebe o produto.

Relacionamento com o cliente (Customer Relationships) – como a empresa se relaciona com cada segmento de cliente.

Atividade chave (Key Activities) – atividades essenciais para a entrega da proposta de valor

Recursos Principais (Key Resources) – recursos imprescindíveis para a realização de atividades chave.

Parceiros Chaves (Key Partners) – atividades chaves terceirizadas com recursos externos

Fonte de Receita (Revenue Streams) – representa o quanto os clientes estarão dispostos a pagar pela proposta de valor oferecida formas de pagamento, prazos…

Estrutura de Custos (Cost Structure) – todos os custos necessários para que a produção e manutenção da estrutura funcionem.

A ferramenta Canvas coloca esses nove tópicos de maneira lógica e integrada, criando, capturando e entregando valores.

É simples de ser construída, mas não quer dizer que a elaboração de um modelo de negócios seja fácil.

Ele não substitui um Plano de Negócios, porque em toda gestão estão envolvidos pesquisa e análise, mediante dados coletados.

Já o Canvas é mais focado nas tomadas de decisões rápidas de uma empresa.

Princípio de PARETO 80/20

É uma técnica que permite selecionar:

• Prioridades quando se enfrenta grande número de problemas

• Localizar as causas mais importantes que geraram o problema

80% dos resultados são produzidos por 20% das causas

Criador: Vilfredo Pareto

Ano: 1892, Universidade de Lausane

A maior quantidade de ocorrências ou efeitos depende de uma quantidade pequena de causas.

A empresa deve levantar as causas de uma única ocorrência e contar quantas vezes cada causa ocorre.

Ex: Por que os clientes reclamam de nossos serviços?

E, em seguida classificar em categorias, como:

– Demora no atendimento

– Falta de atenção

– Solução incorreta

E a causas mais numerosas seriam então a prioridade.

Como estabelecer prioridades:

– Definir as ações (metas) e estabeleça uma data (prazo) para realizá-las;

– Saber exatamente do que cada área é responsável;

– Conhecer a capacidade da equipe;

– Conseguir delegar;

– Analisar o rendimento de cada departamento e fazer ajustes.

Os valores de uma empresa estão relacionados diretamente com a realização de seus objetivos. É o ponto de partida para a tomada de decisão.

Basicamente: Focar em ações que irão gerar resultados.

5 forças de Porter:

O modelo das cinco forças de Porter permite analisar o ambiente competitivo e o seu posicionamento diante dos concorrentes.

Criador: Michael Porter, “As 5 forças competitivas que moldam e estratégia”, publicado em Harvard Business Review

Ano: 1979

Esses 5 fatores não mudam como intervenções do governo ou avanço tecnológico, sempre irão existir.

Elas determinam a posição de qualquer empresa em relação ao mercado.

1- Rivalidade entre concorrentes:

• Conhecer concorrentes diretos

• Marcas consolidadas e admiradas e o por quê?

• Vantagens competitivas dos concorrentes

2- Poder de barganha dos clientes:

• Muitas opções semelhantes, fazem baixar os preços

• Instigam o aumento da qualidade e diferenciais

• Estimulam a renovação

3- Poder de barganha dos fornecedores:

• Dependência de preços, prazos e qualidade

• Não depender de um único fornecedor

• Verificar exclusividade com a empresa

4- Ameaça de novos concorrentes:

• Preocupação com patentes

• Fortalecer a marca

• Contratos revistos

5- Ameaça de novos produtos

• Conhecer bem seu público

• Criar vantagens e promoções

• Agregar valor social a marca

As 5 forças de Porter colaboram para que as empresas percebam a complexidade do mercado, concorrentes e busquem o seu diferencial.

Essas foram as Principais Ferramentas de Gestão Empresarial e as mais conhecidas do mercado.

Algumas muitas semelhantes e outras nem tanto. Porém, todas compartilham de um objetivo em comum:

Colaborar com as organizações visando aumentar sua eficiência.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/principais-ferramentas-de-gest%C3%A3o-empresarial-e-seu-neg%C3%B3cio

09nov/20

Consultoria: entender o mercado é o primeiro passo para o seu sucesso

78,5% das empresas acreditam que aumentará a contratação de consultores para novos serviços

Veja esses números: 78,5% das empresas acreditam que aumentarão a contratação de consultores para novos serviços; 90% dos potenciais clientes têm conhecimento do consultor pela indicação de cliente satisfeito e 59,4% pela indicação de outro consultor.

Os números também mostram a participação das mulheres no segmento: 36,9%. Também ficou notório o amadurecimento do setor: 50% dos profissionais têm mais de 40 anos, sendo 23,4% com 60 anos ou mais.

Um panorama completo sobre o perfil das empresas de consultoria do Brasil, elaborado com informações relevantes apresentadas de forma objetiva, concisa e crítica, permitindo entender o mercado de consultoria no Brasil, está na Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil 2019.

Encontre no estudo:

– áreas de atuação

– como os clientes têm conhecimento do consultor

– motivos que levam à contratação

– honorários e despesas

– comparativos anuais de 2014 a 2019

– instrumento para a avaliação, orientação e auditoria da contratação dos serviços de consultoria

fonte> https://administradores.com.br/noticias/consultoria-entender-o-mercado-%C3%A9-o-primeiro-passo-para-o-seu-sucesso-1

09nov/20

A ciência de resistir

Muito se fala em resiliência, da sua necessidade no campo das relações pessoais e profissionais, mas como incluir, de forma prática, essa capacidade no seu dia?

O termo Resiliência tem origem na física, porém é possível encontrar seu sentido figurativo no dicionário online Michaelis, como sendo a capacidade de rápida adaptação ou recuperação.

No site da Harvard Business Review, há um artigo chamado “Resiliência: como funciona essa habilidade?” onde a autora Diane Coutu, cita 3 características das pessoas resilientes:

– Encarar a realidade

– Busca pelo significado

 – Engenhosidade ritualizada (bricolagem)

Para descobrir se você tem essas características recomendo a leitura completa, em: https://hbrbr.com.br/resilienc…

Com base na leitura desse artigo e minha vivência pessoal e profissional, montei um acróstico com a palavra em questão.

Resistir às tempestades com foco (saber o que se quer) e fé (crer que é possível)

Esperar o momento adequado de agir (nunca sob a ação dos sentimentos)

Saber lidar com as suas emoções e as dos outros

Imparcialidade diante de conflitos

Lembrar dos momentos difíceis pelos quais já passou (e que eles passaram)

Intenção sem ação não traz resultados e cansa a mente e o corpo

Entender os ciclos da vida, para colher frutos é preciso semear boas sementes

Nunca desista

Criatividade na hora de resolver os problemas

Investir em conhecimento, aprender como a experiência das outras pessoas

Amar o que se faz, mesmo quando não se está fazendo o que se ama

Qual seria o seu acróstico?

fonte: https://administradores.com.br/artigos/a-ci%C3%AAncia-de-resistir

09nov/20

O chamado do propósito

Artigo de Opinião desenvolvido por Carla Virmond Mello, Diretora Regional Sul da Consultoria LHH e Consultora de Carreira.

*Carla Virmond Mello

Minha mãe tem 80 anos e joga voleibol, na realidade sempre jogou, desde os 8 anos. Isso por si só já seria incrível, mas ela ocupa ainda a posição de levantadora no time. Termos como: abrir a rede e acelerar na ponta fazem parte do vocabulário da minha mãe e aos 80 anos ainda em quadra quando entram na bola que seria dela, não com espanto escuto ela gritar: “Sai que a bola é minha”!

Confesso que quando adolescente achava isso “um mico”, hoje tenho muito orgulho deste grito. Entendo o que este brado significa além de garra, compromisso, comprometimento com a sua posição e com o que seu time espera dela, não se esquivar do seu papel e da sua responsabilidade. Afinal, ela escolheu estar ali!

Ela poderia ter sido modelo, mas se formou em jornalismo e trabalhou em uma das maiores empresas de comunicação do país. No auge da sua carreira pediu demissão e decidiu fazer trabalhos humanitários pelo Brasil. Atualmente dirige o programa de refugiados venezuelanos no estado de Roraima juntamente com a ONU, que por sinal nosso país é referência. Ela já perdeu a conta de quantas vezes foi questionada por esta escolha, mas sempre responde que decidiu fazer algo que a faça sentir absolutamente viva e cita o escritor Joseph Cambpell: “Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos”. Enfim, ela escolheu estar ali!

O que essas duas histórias têm em comum fica muito evidente, o famoso propósito. E esse propósito também está presente no mundo das organizações e no papel do líder. Afinal, toda liderança começa com uma decisão que envolve compromisso. Sem falar que todo líder tem que estar consciente da sua responsabilidade, dessa sua “luta” que não tem nada de glamour. O exemplo que hoje é dado pelo líder só é válido se for genuíno, se ele for absolutamente responsável pela liderança que manifesta, pelo exemplo que transmite e pela paixão que faz o que faz.

Um desafio nos dias de hoje, já que os ambientes empresariais se tornaram muito próximos e transparentes, colocando o comportamento do líder sempre em cheque. Ou ele ama o que faz, coloca paixão no time e no negócio, anima (coloca alma literalmente) ou a falácia o levará ao fracasso iminente. Resumindo, não é algo inventado ou uma fórmula a ser aplicada. É uma missão pessoal a ser descoberta, é o tom da liderança.

Quando esse sentimento é verdadeiro, falar em propósito pessoal alinhado ao propósito da empresa torna-se desnecessário, já que ele ou ela como líder, é percebido como o “dono da bola”, ou seja, ninguém duvida que um jogo assim não dará certo, pois também ele escolheu estar ali!

*Diretora Regional Sul da Consultoria LHH e Consultora de Carreira.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/o-chamado-do-prop%C3%B3sito

09nov/20

Procura por programadores cresce mas empresas não conseguem reter profissionais, diz pesquisa

Segundo levantamento da Catho, procura por Web Developer, Programador ADVPL, C#, JavaScript e Python aumentou durante pandemia

O home office trouxe consigo uma demanda altíssima por melhora de processos tecnológicos nas empresas. Ao mesmo tempo, as pessoas ficaram muito mais dependentes de serviços online para se divertir, se alimentar, estudar e muito mais. Toda essa necessidade é suprida por um profissional intrínseco ao meio tecnológico: os programadores.

De acordo com levantamento feito pela Catho, a abertura de vagas para cargos como Programador ADVPL, C#, Web Developer, Programador JavaScript e de Python apresentaram crescimento de 157%, 144%, 107%, 36% e 17%, respectivamente, entre março e agosto de 2020, ante o mesmo período do ano passado.

Demandados por diversos segmentos antes mesmo do isolamento social, os programadores são profissionais-chave no processo de digitalização das empresas que possuem o desafio de atrair e reter esses talentos. “Com a ampla oferta de mercado, o programador tem muitas opções e o que define a escolha da empresa onde irá trabalhar é o grau de aderência de seus valores ao propósito da empresa, aliado a um ambiente de trabalho flexível, com metodologia ágil que promova o desenvolvimento dos profissionais, bem como uma liderança que seja referência”, explica a diretora de gente e gestão da Catho, Patricia Suzuki.

Segundo ela, diante desse contexto, as corporações são desafiadas a promover processos de contratação diferenciados. “Todas as etapas do processo são muito importantes, desde o anúncio da vaga ao processo de seleção dos candidatos, a fim de promover mais elementos para a escolha assertiva do profissional e da empresa”, completa.

Conheça algumas práticas que costumam ser efetivas para a contratação e retenção de profissionais programadores

Descrição das vagas

Primeiro contato do profissional com a empresa, a descrição da vagas é fundamental para atração dos profissionais de tecnologia. É importante que o anúncio seja coerente e que traga informações como senioridade, tecnologias que o desenvolvedor precisa conhecer e que irá atuar, o desafio que o cargo possui, possíveis problemas que ele irá ajudar a resolver, além de mais detalhes sobre a cultura da empresa.

Processo seletivo

O ideal é que a dinâmica de recrutamento seja curta e ágil, com etapas claras desde o começo. O programador precisa saber qual objetivo de cada estágio e como será feita sua avaliação. Ao longo do processo, procure manter uma comunicação constante com o candidato por canais que facilitem esse contato, como aplicativos de mensagens instantânea. Isso aumenta o engajamento do candidato com o processo de seleção e garante a transparência.

Apresentação da cultura

Como principal porta-voz da empresa, o recrutador deve ter consistência ao falar da cultura organizacional da companhia, principalmente ao ressaltar as qualidades de inovação e os desafios a serem enfrentados para tangibilizar ainda mais o que o profissional irá encontrar. Também é neste momento que tanto o recrutador quanto o candidato poderão avaliar a compatibilidade entre a empresa e programador

Ambiente colaborativo e inovador

O profissional prima por empresas que tenham inovação e que possibilitem a colaboração entre equipes. Assim como sua área de atuação, o tradicional não é atrativo, por isso, além de um ambiente para descompressão, é importante estimular trocas entre colaboradores e dar ao desenvolvedor a possibilidade de testar o novo

Programadores costumam se identificar com empresas que propiciam sua capacitação contínua, já que a área da tecnologia se atualiza constantemente. Oferecer cursos, treinamentos internos, hackathons ou outras maneiras de capacitação podem ser cruciais para a retenção de talentos que desejam ter suas carreiras em desenvolvimento.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/procura-por-programadores-cresce-mas-empresas-nao-conseguem-reter-os-profissionais-diz-pesquisa

09nov/20

Como agendar atendimento no INSS agora que as agências reabriram?

Veja passo a passo informado pelo governo e critérios de segurança

Cerca de 50% das agências do INSS voltaram a funcionar nesta segunda-feira (14), depois de mais de cinco meses com serviços presenciais suspensos, devido às medidas de prevenção contra a covid-19. O primeiro dia após a reabertura, no entanto, gerou filas, frustração e muitas dúvidas. Primeiro, porque nem todas as agências voltaram a funcionar. Segundo, porque os médicos responsáveis pelas perícias não retornaram, por recomendação ANPM (Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais), alegando falta de segurança. Com isso, todas as perícias previstas para esta semana foram suspensas.

Com o objetivo de orientar você sobre como funcionará esse retorno presencial, preparamos um guia rápido com as principais informações. Confira abaixo:

Como funcionará o retorno?

Para ser atendido presencialmente, o cidadão segurado deve, antes de tudo, fazer um agendamento prévio. Veja o passo a passo:

1 – Acesse a seção “Portal Covid” no site do INSS e depois clique na aba “Mapa de agências abertas” para localizar a agência aberta mais próxima de você;

2 – Escolhida a agência, faça o seu agendamento pelo site Meu INSS, aplicativo (celulares Android ou iPhone) ou pelo telefone 135.

3 – Na data agendada, vá até a agência com o comprovante de agendamento e documento de identificação.

Se o serviço que você procura não estiver disponível para agendamento, verifique através do Meu INSS ou central 135 se é possível solicitar atendimento remoto.

Medidas de segurança

Com o objetivo de garantir a segurança de segurados e profissionais nas agências, o INSS divulgou uma lista de medidas a serem seguidas no atendimento presencial. Confira abaixo:

1 – Somente os segurados com hora marcada previamente poderão entrar nas agências; sem agendamento, a entrada será barrada;

2 – Mantenha distanciamento seguro entre as pessoas, perceba a demarcação no solo e nas cadeiras;

3 – O uso de máscara é obrigatório;

4 – Bebedouros estarão inoperantes e os segurados e profissionais devem levar sua água de casa, preferencialmente, em garrafa transparente;

5 – Todos os visitantes à agência precisarão, obrigatoriamente, passar pela aferição da temperatura corporal, que será realizada por um agente de segurança na entrada;

6 – Higienize suas mãos com álcool em gel 70%; todas as agência disponibilizarão o produto;

7 – Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas.

8 – Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.

9 – Higienize com frequência e não compartilhe objetos de uso pessoal.

10 – Por fim, o INSS solicita que levem acompanhantes apenas os segurados que realmente precisarem.

Perícias suspensas

Se você tem uma perícia agendada para a semana de 14 a 18 de setembro, entre em contato com o INSS por um dos canais de atendimento listados acima para fazer o reagendamento, pois elas foram suspensas, devido ao não retorno dos médicos-peritos.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-agendar-atendimento-no-inss-agora-que-as-agencias-serao-reabertas

09nov/20

Como se preparar para uma entrevista online

Tenha sempre um plano B, quando se tratar de conexão com a internet. Se for fazer uso da rede Wi-Fi, deixe os dados móveis como uma segunda saída, nunca se sabe o que pode ocorrer

Quando se trata de entrevista todo cuidado é pouco, é preciso fazer o dever de casa e se preparar para seleção online como se fosse presencial.

Toda organização tem sua cultura, sua razão de existir e, principalmente, as metas organizacionais. Você enquanto candidato, precisa conhecer essas e outras particularidades para não ser surpreendido pelo selecionador. O site da empresa é o lugar ideal para iniciar essa busca, lá você vai encontrar a missão, visão e valores. Se possível vai além, converse com alguém que trabalhe ou já tenha trabalhado nessa empresa, pois, há empresas que não cumpre o que expõe em seu site, e somente quem vive ou viveu o dia a dia nela, vai saber relatar com propriedade, sem contar que você vai poder verificar se seus ideais e objetivos, estão alinhados com a cultura da empresa.

Cuide de sua imagem pessoal, lembre-se que é uma seleção e você precisa estar apresentável. Procure identificar como os colaboradores da empresa em questão, se vestem para que possa escolher a roupa adequada. Não esqueça de deixar todos em sua casa ciente de que no dia x, no horário y você vai participar de uma seletiva de trabalho, assim já minimiza possibilidades de ser interrompido no meio da entrevista.

Outro ponto não menos importante, é o cômodo de sua casa a qual vai servir de palco para este momento. Seja cauteloso na escolha, esteja num local confortável, que lhe possibilite uma boa postura frente a câmara e transmita seu profissionalismo.

Por fim, mantenha a calma sempre, lembre-se você estar em seu terreno, isso lhe dará um conforto maior e não esqueça de desabilitar mensagens de aplicativos, como o WhatsApp para não lhe distrair neste momento.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/como-se-preparar-para-uma-entrevista-online