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02set/19

8 dicas para selecionar para cargos de alta gerência

O recrutamento de cargos de alto escalão deve envolver mais esforço do que processos seletivos tradicionais

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O recrutamento de executivos é um trabalho que exige mais esforço que os recrutamentos tradicionais porque as habilidades devem ser minuciosamente avaliadas, a fim de assegurar que o candidato esteja apto a assumir um cargo de visibilidade dentro da organização.

“Recrutar os melhores talentos nunca foi fácil e, nos últimos anos, com o avanço da internet e das redes sociais, as competências comportamentais e a contratação por valores foram se intensificando, principalmente para cargos de alto escalão, o que exige dos profissionais de RH constante busca de informação”, destaca Márcia Almström, diretora de RH, estratégia e talentos do ManpowerGroup. A especialista destaca 8 dicas que podem auxiliar as empresas na contratação desses profissionais:

1. Defina os parâmetros de recrutamento e estratégia de mercado

Antes de anunciar a vaga ao mercado é preciso definir cronograma com datas para todas as etapas do processo seletivo; definição dos canais de divulgação da vaga; definição das avaliações psicométricas; recrutamento interno ou externo; recrutamento será interno ou terceirizado e orçamento. Após tudo isso, definir o perfil do candidato ideal.

2. Faça um descritivo da vaga

É importante definir, junto às lideranças do setor solicitante, os pontos relevantes do cargo para identificar um consenso de opinião sobre o tipo de atributos do candidato que a empresa procura.

3. Crie o perfil do candidato

O perfil deve explicar a descrição do cargo e a especificação da função. A empresa também pode incluir informações adicionais sobre a organização, o departamento e o pacote de remuneração. As dicas incluem a descrição do trabalho, como liderança ou gerenciamento estratégico e operacional e destacar os elementos de função específicos que se relacionam com cada um desses pontos.

É útil apresentar a especificação do perfil com a enumeração de critérios essenciais e desejáveis para que os candidatos possam discutir sua experiência em relação aos atributos e competências técnicas definidas para o cargo.

4. Escolha os canais de divulgação

Para atrair os melhores candidatos é preciso fazer uma pesquisa para verificar onde o seu perfil de candidato ideal está: mídia impressa ou online? A pesquisa em busca de executivos, quando realizada de forma completa e não apenas pela obtenção de um banco de dados, destaca o papel para candidatos relevantes e de alto desempenho que não estão necessariamente procurando um novo emprego. Esses diálogos irão gerar interesse de candidatos que não receberiam publicidade de uma vaga. Também é válido anunciar em portais de empregos e verificar a resposta dos candidatos.

5. Realize entrevistas de longa duração e teste psicométricos

Prepare um roteiro de entrevista relacionado à especificação do perfil desejado e às competências necessárias para a função. As entrevistas vão permitir que você compreenda melhor o caminho da carreira, as habilidades e a experiência de cada candidato, as conquistas, o estilo de trabalho e a motivação para o papel. Nessa fase, o candidato também pode realizar as avaliações psicométricas, que dão melhor diagnóstico de desempenho que as entrevistas sozinhas, pois introduz mais rigor e objetividade ao processo de recrutamento e apoiando uma identificação mais precisa das características pessoais e ocupacionais do candidato.

6. Forme o painel final e a seleção

Os candidatos aprovados nas etapas de entrevista devem ser convidados a preparar uma apresentação específica sobre a área de atuação. Pode ser um case de sucesso que tenham liderado ou um projeto que possa ser aplicado na empresa. Isso fornecerá uma visão sobre a compreensão, habilidades técnicas e atitudes que eles trarão para o trabalho.

Certifique-se de que todos os candidatos sejam informados antes do dia sobre a estrutura da entrevista e de seus critérios de avaliação. Isso marcará o cenário para um debate mensurado, estruturado e saudável sobre qual o melhor candidato para a vaga em aberto.

7. Faça a sua oferta e forneça feedback aos candidatos

Esteja preparado para discutir todo o pacote de remuneração com os seus candidatos escolhidos para negociar os detalhes de salário. É importante saber onde a empresa é flexível e onde não é. Leve esse entendimento à mesa em suas negociações com o candidato bem-sucedido. Uma vez que um pacote é acordado, você está pronto para fazer uma oferta formal e escrita.

Também é muito importante fornecer feedback aos candidatos malsucedidos, tanto para seu desenvolvimento pessoal quanto para fortalecer sua imagem profissional e marca empregadora.

8. Considere contratar uma empresa de recrutamento e seleção

Consultores externos podem fornecer conselhos profissionais em todas as áreas e poupar um tempo precioso. Se você seguir essa rota, assegure-se de que seja um recrutador que se encaixe no seu orçamento, seja ético e absorva rapidamente os valores da organização.

Os consultores externos também devem estar disponíveis para apoiá-lo nos processos de finalização do recrutamento e seleção, para negociar a oferta feita ao seu candidato escolhido e para fornecer feedback aos candidatos malsucedidos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-selecionar-para-cargos-de-alta-gerencia/121924/

01set/19

7 atitudes que você deveria levar para uma reunião

Para otimizar uma reunião, é preciso estar ciente de que ela deve ter um resultado concreto no final

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As reuniões são um momento de colaboração importante. Segundo o site 3M Meeting Network, cerca de 50% do tempo das reuniões é desperdiçado. Para otimizar, é preciso estar ciente que a discussão é mais do que uma conversa, é trabalho e, portanto, precisa ter um resultado concreto no final. A palavra-chave é produtividade. Para aproveitar melhor o tempo, a Plantronics identificou 7 atitudes positivas que devem ser assumidas em qualquer tipo de reunião – seja de negócios, informal, escolar. Aprenda:

Seja Construtivo – No vocabulário das pessoas construtivas não existe a palavra “mas”, elas preferem usar “e”. “Ótima ideia! E se a gente agora pegasse isso e…”. Os construtores, como são chamados, examinam, pensam e compartilham o conhecimento sempre pensando em agregar novas soluções e não em apenas criticar sem oferecer alternativas. Com isso em mente, a reunião se transforma em um encontro muito mais produtivo e participativo.

Seja brilhante – Ao contrário do que se possa imaginar, as pessoas brilhantes não contam com uma dose extra de talento – elas se esforçam e fazem o trabalho necessário de preparação e, mais ainda, sempre trazem à mesa contribuições práticas. “Eu tenho uma ideia interessante que gostaria de compartilhar com o grupo”. Mesmo que nem todas as ideias sejam acatadas, esse tipo de comportamento inspira os outros participantes a contribuir também.

Seja engraçado – Uma dose de humor no momento certo e sem dominar a conversa ajuda a energizar a reunião, geralmente quando isso é necessário. O bom humor também pode ajudar a trazer a conversa para os trilhos novamente, quando acontece a dispersão dos participantes ou discussões infrutíferas.

Seja pontual – No geral, as reuniões tem hora para começar e terminar. É importante lembrar (de maneira agradável) aos participantes que o tempo disponível é limitado e que, por isso, é fundamental se ater à agenda. “Eu sei que a gente tem pouco tempo e muito a discutir…”.

Seja voluntário – Esta é a pessoa que sempre está disposta a tomar a dianteira e agir ou a se manifestar quando ninguém mais quer. Em muitas reuniões é necessário que alguém se posicione primeiro para que os outros se sintam a vontade para opinarem. “Pode deixar essa atividade comigo”.

Seja criativo – É necessário um talento especial para demonstrar o que está sendo dito de uma forma que todos possam entender. Esse tipo de personalidade, apelidada de “Da Vinci”, realiza esboços no quadro que podem ser inestimáveis para focalizar a discussão e levar o assunto adiante. Em reuniões virtuais, é
claro, eles precisam de suporte de vídeo. O principal é que contam com a criatividade para exemplificar e se fazerem entendidos por todos, nem que para isso seja preciso, efetivamente, desenhar.

Seja bom de bola – Esse perfil sabe como pegar a bola e correr com ela. Craques das equipes, têm um olhar apurado para o que está acontecendo na reunião, sabem exatamente quando contribuir e assim mantêm a conversa direcionada à meta. De fato, contam com um pensamento estratégico e em grupo, sabem identificar uma boa oportunidade e, principalmente, levá-la adiante. Muitas boas ideias são desperdiçadas porque nenhum participante arrisca a tomar à dianteira e colocá-la em prática.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-atitudes-que-voce-deveria-levar-para-uma-reuniao/121866/

01ago/19

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir

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Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do “habitual”.

Sonhos e decepções

Desde criança somos condicionados a imaginar “o que queremos ser quando crescer”. Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ao longo do caminho. E ganhando frustrações. É uma ciência exata. Independe se você deixou a faculdade para trabalhar, o outro trabalho para cuidar dos filhos e eles para podê-los dar o melhor. Como diria João Guimarães Rosa, “viver é difícil e perigoso”. E assim, os dias se multiplicam, e nem sempre temos carreiras, mas sim empregos, trabalhados que dão trabalho.

A ordem dos fatores

Dentre sonhos e frustrações. O mais comum é nos frustrarmos quando somos “levados” a realizar os sonhos “não realizados” de nossos pais, por exemplo. Quem nunca se deparou com uma situação assim? O mais importante é redescobrir-se, a cada insatisfação, analisar se possui as habilidades necessárias para exercício da profissão que escolheu e ser sincero ao perceber onde realmente você se encaixa, é crucial.

Pese sua vida. Se pergunte se você deixou de fazer ou ser certa coisa para construir outra e se isso valeu a pena. O trabalho vem depois e o dinheiro por último em suas questões. Melhor do que eu ou qualquer outro profissional te direcionar ou responder, é fazer você se questionar. A auto-análise é fundamental no processo de coaching, para o crescimento pessoal, que irá refletir em benefícios na profissão e demais pilares essenciais da nossa vida.

O resultado

Se indague. Na verdade, nem sempre responderemos a nós mesmos, mas pelo menos tomaremos ciência de nossas ações. Não trabalhar com o que ama, mas ter conquistado outras dádivas como a casa própria, matrimônio ou uma família pode ser convertido em uma espécie de “trabalho” que você deve amar. Se esforçar e estudar uma profissão que você ama e exercê-la, tem tudo pra dar certo. Mas se por circunstâncias, não der: redescubra-se e reinvente-se. Mais importante do que amar o que faz, é amar o que se conquista.

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir. Afinal, o ser humano evolui diariamente com as suas experiências e superações. As mudanças acontecem o tempo todo no mundo inteiro e nós não devemos nos manter imutável! Devemos, como cidadãos, acompanhar a globalização, sempre a favor do nosso crescimento. Consequentemente, isso refletirá em todas as áreas de nossa vida. Por dentro do assunto: Conheça 5 Dicas para redescobrir o seu potencial profissional. 

Aline Salvi — 37 anos, é Master Coach, formada em Direito, pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Especialista em Programação Neuro Linguística (PNL), é Analista Comportamental, tem 37 anos, é casada e mãe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/trabalhar-com-o-que-ama-ou-com-o-que-da-dinheiro/125069/

01ago/19

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”

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Cena do filme Invictus, em que o ator Matt Damon interpreta o jogador de rugby François Pienaar

Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo.

Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que – como elogios – doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.

Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.

Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”.

Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.

Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito – mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.

Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.

Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.

A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional.

Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-uma-equipe-e-contagiada-pelas-emocoes-de-seu-lider/81051/

01ago/19

A importância do mestrado profissional para a carreira de um economista

Entenda porque ter o título é relevante para competir no mercado de trabalho

Entre as opções de mestrado profissional e acadêmico na área de Economia, o primeiro se destaca como o mais adequado para quem deseja conciliar estudos e profissão.

Peso profissional

Nesta semana, nossos os programas de Mestrado Profissional em Administração e em Economia receberam a nota máxima na avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que reflete o compromisso com a qualidade e a excelência de ensino e pesquisa da instituição, fatores que também impulsionam a carreira dos alunos.

“Quem faz um mestrado profissional se torna apto para atender as demandas do mercado em que está inserido. Isso porque o curso ajuda a fortalecer os conhecimentos técnicos na área em que atua, através do uso de intuição econômica e rigor na utilização dessa intuição”, explica Regina Madalozzo, coordenadora do Mestrado Profissional em Economia. “Para contribuir com a formação, nosso curso foca no conhecimento prático sempre baseado em evidências, tendo um currículo bastante quantitativo que permita ao aluno prescrever soluções baseadas em evidências”, completa.

Na prática, nosso mestrado profissional tem ênfase nas três principais áreas de conhecimento: finanças, microeconomia e macroeconomia. No primeiro ano do curso, o aluno é exposto a um conteúdo fundamental sobre todos os temas. No segundo, por sua vez, deve optar por qual temática quer se aprofundar. E uma curiosidade: dada a localização da escola, que é próxima ao polo financeiro de São Paulo, a especialização em finanças é a mais demandada deste curso.

Guilherme Braz, diretor de precificação e experiência do cliente na Localiza, no entanto, optou pela microeconomia. Para ele, o tema seria uma ponte entre seu trabalho atual e a formação acadêmica em matemática. “Após o curso, tenho mais propriedade para discutir a respeito de economia com outros funcionários formados na área. A teoria também me ajudou a entender melhor o consumidor e o concorrente”, revela o alumnus.

Como o mercado de trabalho é bastante competitivo e, para se destacar, é necessário ter um diferencial, o mestrado profissional contribui para complementar a qualificação. O alumnus Emerson Marques passou uma temporada fora do Brasil e consegue ver o peso que o mestrado tem. “Na hora de fazer entrevistas, tenho conhecimento e bagagem muito mais completas. Assim, entro no jogo com vantagem”, diz.

Benefícios a longo prazo

Segundo Regina, com um mestrado no currículo, tanto a sofisticação nas tarefas desempenhadas como a remuneração dos profissionais que cursaram nosso mestrado são mais elevadas. Em média, os mestres têm 32 anos e salário de R$ 9 mil. Os dados são da pesquisa “Mestres e Doutores: estudos da demografia da base técnico-científica brasileira”, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). São necessários dois anos de estudos para fazer parte do seleto grupo. No final do curso, o aluno defende uma dissertação para uma banca qualificada.

Sobre o processo seletivo do curso

Realizamos mensalmente um Encontro com a Coordenação. Durante o bate-papo com candidatos, Regina Madalozzo comenta sobre a grade curricular, parcerias internacionais e os desafios do programa, dentre outros assuntos. Interessou? Inscreva-se e participe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-importancia-do-mestrado-profissional-para-a-carreira-de-um-economista/121707/

01ago/19

5 passos para profissionalizar seu bico

Especialista explica caminho para garantir o sucesso da fonte de renda extra

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O alto índice de desemprego, aliado à crise econômica duradoura, fez com que muita gente buscasse nos bicos uma maneira de complementar o orçamento. Para ter sucesso nessa empreitada, no entanto, é preciso encará-la com profissionalismo.

“O Bico não é um passatempo ou uma brincadeira, alguns cuidados são essenciais para que seja possível expandir a base de clientes e ter faturamento recorrente com o trabalho”, afirma Kleber Costa, CEO da plataforma Bicos, criada para facilitar o contato entre profissionais autônomos e quem deseja contratar serviços que vão desde reformas domésticas até aulas particulares.

Para garantir sucesso, o especialista destaca cinco passos para profissionalizar um bico:

1 – Delimite suas capacidades
Na ânsia de ampliar o campo de trabalho, muita gente se propõe a fazer um grande número de tarefas – o famoso “faz-tudo”. Independentemente da capacidade de desempenhar essas funções, a impressão é de que quem tudo faz, não faz nada muito bem. Nesse caso, o ideal é se limitar a, no máximo, três tipos de serviços, recomenda Costa. “Não adianta tentar ser um super-herói: é preciso focar em suas melhores habilidades”, diz o CEO do Bicos.

2 – Capriche na apresentação
Fotos bem enquadradas e com boa resolução, descrição sucinta do trabalho e dados atualizados de contato são essenciais ao cadastrar-se em uma plataforma on-line. “No Bicos, por exemplo, instruímos os prestadores a preencherem de forma correta e completa o seu perfil, o que ajuda a se destacar em meio às buscas”, conta Costa.

3 – Burocracias importantes
Orçamentos devem ser detalhados – com discriminação de custos entre mão de obra e material, por exemplo – e enviados em tempo hábil aos clientes interessados. Uma dica importante também é formalizar o bico como MEI (Microempreendedor Individual) ou emitir RPA (Recibo de Pagamento Autônomo). Da mesma forma, é essencial manter um controle financeiro de suas receitas e despesas.

4 – Respeito acima de tudo
Na hora de atender o cliente, é importante se apresentar de maneira adequada. Isso significa tratar os contratantes com polidez – por exemplo, usando “senhor”, “senhora” ou “senhorita” -, vestir-se com seriedade e evitar informalidades. “Para um homem que atenda uma mulher sozinha, essa dica vale em dobro: não faça nada que a coloque em uma situação desconfortável”, indica o especialista.

5 – Peça feedbacks
É importante entender quais são seus pontos fortes e fracos – até para otimizar o trabalho. Para tanto, é necessário pedir feedback aos clientes. “Sempre chamamos a atenção dos usuários da plataforma para a importância de avaliar os profissionais contratados. Isso ajuda a criar uma boa reputação e a ampliar a base de clientes”, diz Costa.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-passos-para-profissionalizar-seu-bico/119949/

22jul/19

Você é muito qualificado para o cargo

Muitos profissionais veem a educação e as experiências extracurriculares como alternativa para manterem-se competitivos. Mas será que ter todo esse repertório ainda é um diferencial?

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Em um mercado global e cada vez mais competitivo, tem sido comum encontrar candidatos muito qualificados para os cargos oferecidos pelas empresas. Atualmente, profissionais com uma pós-graduação ou MBA, inglês avançado, que são voluntários, fizeram intercâmbio, e até que possuem formação em liderança, PNL ou coaching, são cada vez mais comuns. Nos últimos anos, os jovens, principalmente das gerações Y e Z, têm buscado se aprimorar constantemente. Além disso, com a crise no Brasil, muitos profissionais veem a educação e as experiências extracurriculares como alternativa para manterem-se competitivos. Mas será que ter todo esse repertório ainda é um diferencial? Depois de passar por tantas experiências e acumular aprendizados, como fazer valer todo esse esforço?

Esses questionamentos angustiam muita gente em busca de uma recolocação e, diante de uma oportunidade de trabalho, escutam frequentemente do recrutador que são qualificados demais para o cargo. Para esses profissionais, são esses os meus conselhos:

1. Invista no autoconhecimento: muitas pessoas se deixam levar pelas oportunidades que vão surgindo e as agarram sem saber exatamente o porquê. É preciso tomar cuidado para não ser influenciado pelos outros ou por seu próprio piloto automático. Ter clareza de quem você é, saber o que você faz bem e onde se quer chegar são os primeiros passos para reconhecer se você está no lugar certo ou se está buscando oportunidades nos lugares certos.

2. Alinhe expectativas com o mercado de trabalho: conforme vamos nos desenvolvendo e adquirindo novos conhecimentos é comum criarmos altas expectativas sobre nossa profissão e sobre oportunidades melhores. Porém, é importante saber a verdadeira realidade de sua área e do mercado em geral, para não se frustrar na busca por oportunidades e para não fazer investimentos que não tragam retornos no futuro. Por isso, procure conversar com profissionais que atuam há mais tempo na sua área e que você admira, e converse também com profissionais de Recursos Humanos.

3. Permaneça antenado sobre o futuro do seu trabalho: para qual direção a sua área está indo? Ter informações sobre as tendências e sobre o futuro de sua profissão pode ser uma excelente forma de avaliar quais decisões são melhores em sua carreira e se você está investindo no caminho certo. Com isso, você estará melhor preparado para recalcular a sua rota, se for preciso.

4. Demonstre resultados: citar ações concretas e exemplos que comprovem suas competências e habilidades nas entrevistas pode fazer toda a diferença. Por isso, resgate projetos e ações que você realizou nos locais em que passou e que trouxeram resultados significativos. Além disso, comente sobre outras experiências pessoais, por exemplo, relacionadas a estudo ou até dentro de uma prática espiritual ou religiosa, que podem apoiá-lo a mostrar que você quer fazer a diferença no local em que trabalhar.

5. Aplique os seus conhecimentos na prática: estudos comprovam que, quando saímos da universidade, aplicamos menos de 1/4 do conteúdo que aprendemos. Por isso, não adianta ter um currículo robusto se não conseguimos utilizar nossos aprendizados no ambiente de trabalho. Na hora da entrevista, traga ideias e soluções do que você faria nos desafios que o cargo propõe e demonstre exemplos de conhecimentos que você aplicou nas suas experiências anteriores.

6. Movimente-se: ficar parado não irá adiantar, por isso, acredite em si mesmo e em seu potencial, esforce-se para ampliar a sua rede de contatos, vá em busca de oportunidades em locais que você admira, fortaleça as relações que você já tem e converse com quem pode te ajudar a encontrar uma oportunidade de acordo com o seu perfil.

7. Reinvente-se! Com um repertório tão grande de experiências e conhecimentos adquiridos, por que não se arriscar em novas áreas ou em empresas diferentes? É comum focar no que já conhecemos e nos sentimos seguros em fazer, sem perceber que há um horizonte muito maior de possibilidades para a atuação profissional. Por isso, identifique suas potencialidades e crie novas formas de colocar suas competências à serviço das empresas e da sociedade.

8. Planeje-se: organize-se e transforme seus objetivos em pequenas ações. Comece aos poucos. Você irá perceber que, dessa forma, haverá maior consistência e facilidade em realizar o que você busca.

* Livia Antonelli é consultora de Recursos Humanos da Universidade Positivo (UP).

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/voce-e-muito-qualificado-para-o-cargo/121985/

21jul/19

Insatisfação: o alerta sobre a necessidade de mudanças

Se houver clareza sobre o que realmente almeja tanto no aspecto pessoal quanto no profissional, a insatisfação pode ser transformada em combustível

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A constante insatisfação e busca por coisas novas são sentimentos característicos do ser humano. Em algum momento, todos sentem a necessidade de mudar algo em suas vidas. Ao se questionar sobre o que não está legal, as pessoas certamente encontrarão respostas para questões como: o relacionamento amoroso poderia ter mais cumplicidade, gostaria de ficar mais tempo com seus filhos, ganhar mais dinheiro, trocar de carro, ser admirado profissionalmente e pessoalmente, viajar mais. Diversos são os aspectos nos quais a busca por melhorias é permanente.

No âmbito corporativo ocorre o mesmo. Em alguns casos, empresas de um mesmo segmento, com características e estilo de gestão semelhantes, alcançam resultados divergentes, uma situação que pode apresentar várias explicações. Em primeira análise, por exemplo, é possível indicar diferenças na forma como cada um negocia de acordo com suas expectativas, a maneira como elencam seus objetivos, a qualidade do monitoramento durante as atividades e a definição dos resultados a serem alcançados.

Além disso, será possível identificar discordâncias em relação ao foco, à energia, persistência e a determinação aplicados pelas pessoas durante o processo de execução de qualquer projeto, elencando a desistências delas como um dos motivos da diferença entre resultados de negócios com estilos de gestão parecidos. O segredo para evitar esse tipo de situação é encarar as insatisfações e resultados não tão bons pelo lado positivo. O ideal é que a insatisfação venha sempre atrelada ao desejo de mudança. Ser capaz de identificar o que se quer é o primeiro passo para alcançar os objetivos.

Por instinto, o ser humano tende a enquadrar a insatisfação como algo negativo, o que é bastante compreensível, já que essa emoção é capaz de paralisar, gerar conflitos ou despertar o estado de fuga em relação a situações difíceis. Porém, se houver clareza sobre o que realmente almeja tanto no aspecto pessoal quanto no profissional, a insatisfação poderá ser transformada em combustível, para impulsionar o processo de mudança e aperfeiçoamento. Por meio de autoconhecimento e dedicação, todos são capazes de determinar a qualidade do resultado das suas ações.

*Alessandra Canuto é especialista em gestão estratégica de conflitos e negociação, facilitação e treinamento para potencializar negócios através do desenvolvimento de pessoas. É sócia e palestrante da AlleaoLado, empresa focada em palestras, treinamentos e consultoria.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/insatisfacao-o-alerta-sobre-a-necessidade-de-mudancas/121705/

19jul/19

Estagiário após os 30: o que ele pode agregar à sua empresa?

Mercado de trabalho pode se beneficiar de profissionais que reiniciam carreira em busca de sonho ou após onda de demissões

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Em busca de realização, muitas pessoas têm largado carreiras consolidadas para investir em outros rumos. O recomeço com um novo curso faz necessária a volta à fase de estágios, o que traz benefícios às empresas. Daniela Misorelli, CEO da plataforma de recrutamento de estudantes Estagiários Online, aponta cinco razões para apostar no estagiário mais velho:

1. Muita experiência
A atuação anterior em outros trabalhos proporciona ao estagiário conhecimentos que podem ser reaplicados e até calhar de ser a peça que faltava no quebra-cabeça de uma companhia, com sua experiência e habilidades.

2. Motivação para dar e vender
Se o profissional abdicou de uma carreira para ir atrás de fazer o que gosta é sinal de que ele estará empolgado nessa missão. Ele realizará, então, as tarefas com muita satisfação e disposição.

3. Dedicação e vontade de crescer
Há ainda aqueles que só tiveram a oportunidade de começar uma formação superior mais tarde, e que estão determinados a fazer a diferença tanto na própria vida quanto na da família. “Não há idade para iniciar ou retomar os estudos, basta a vontade de adquirir novos conhecimentos e a dedicação”, comenta a CEO do Estagiários Online.

4. Aprendizados da maturidade
Com mais vivência, o estagiário mais velho já passou por situações em que aprendeu o peso das escolhas e das consequências de seus atos. Ele pondera mais antes de agir, não se envolve em conflitos à toa e é, ainda, uma boa influência para os colegas.

5. Benefícios da diversidade
A troca de experiências suscitada pelo convívio entre diferentes gerações soma à equipe e à empresa. O diálogo fica mais rico com a diversidade de opiniões e, assim, pode-se chegar a melhores soluções e resultados.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/estagiario-apos-os-30-o-que-ele-pode-agregar-a-sua-empresa/121886/

18jul/19

Pós-graduação aumenta a empregabilidade e garante maiores salários

Para potencializar os ganhos futuros, você deve alinhar suas expectativas, bons cursos e a demanda do mercado

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Cursar uma pós-graduação pode representar um ganho duplo para os profissionais: além de aumentar a possibilidade de contratação por empresas de ponta no mercado, pode garantir um aumento salarial em relação aos profissionais que contam apenas com a graduação.

Para potencializar os ganhos futuros, entretanto, você deve alinhar suas expectativas, bons cursos e a demanda do mercado. De acordo com a consultoria PayScale, que realizou uma pesquisa semelhante nos Estados Unidos, “algumas pós dão retorno salarial, mas outras não têm o mesmo potencial de aumentar os ganhos”.

Cursos de MBA, especialização ou a Pós ADM, por exemplo, são capazes de aumentar rendimento salarial em cerca de 50%, dependendo da área. Sua competitividade profissionaltambém cresce exponencialmente: hoje, dificilmente posições de liderança nas empresas são ocupadas por pessoas sem uma pós-graduação. Na medida certa: Competitividade profissional – benefícios e malefícios 

A escolha do curso de pós graduação que melhor irá garantir retorno sobre o investimento deve ser criteriosa: é importante saber se a instituição tem uma marca sólida no mercado, se oferece cursos que atendem às demandas das organizações e se dispõe de uma grade curricular atualizada, para que você realmente possa agregar conhecimentos e tenha um diferencial competitivo. E se você planeja investir em uma pós-graduação, não deixe de conhecer o PÓS ADM DA FGV.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/pos-graduacao-aumenta-a-empregabilidade-e-garante-maiores-salarios/119807/