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13nov/18

As 10 qualidades essenciais para o bom líder

Primeira qualidade: comportamento ético

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Montar ou otimizar sua uma equipe para ampliar horizontes é um passo importante rumo ao sucesso que todos os empreendedores almejam. A capacidade de executar com sucesso o crescimento da empresa é o que separa os sonhadores de bons líderes. Aqui estão algumas das principais qualidades que todos os líderes devem possuir e aprender a enfatizar.

Comportamento Ético
Seja qual for o plano ético para o qual você se responsabilizou, quando você é responsável por uma equipe de pessoas, é importante elevar os padrões ainda mais. Seu negócio e seus funcionários são reflexos do seu comportamento e se você fizer com que honestidade e ética sejam valores presentes em seu dia a dia, sua equipe irá seguir o exemplo.
Promova um ambiente interno saudável e incentive sua equipe a cumprir esses padrões. Ao enfatizá-los e exibi-los você mesmo, será mais fácil que todo ambiente de sua empresa seja transformado em um espaço de trabalho amigável e útil.

Boa Distribuição de Funções
Aperfeiçoar sua visão de marca é essencial para que o crescimento de seu negócio aconteça de forma organizada e eficiente. Quando o líder não aprende a confiar na visão de sua equipe, dificilmente avançará seu negócio para o próximo estágio. É importante lembrar que confiar em sua própria equipe é um sinal de força e não de fraqueza, já que delegar tarefas aos departamentos apropriados comprova a boa contratação de funcionários competentes, se tornando uma das habilidades mais importantes que você pode desenvolver à medida que sua empresa cresce. Quando e-mails e tarefas começam a se acumular, e quanto mais você se “esticar”, menor será a qualidade do seu trabalho, e menos você irá produzir.
A chave para a boa distribuição de funções é identificar os pontos fortes de sua equipe, explorá-los individualmente e capacitá-los ainda mais. O ato de delegar tarefas não só provará sua confiança à equipe, mas também liberará seu tempo para se concentrar nas tarefas de nível superior, que não devem ser repassadas. Esta mudança traz um bom equilíbrio, tendo enorme impacto na produtividade do seu negócio.

Comunicação
Para quem não sabe onde está indo, qualquer caminho é válido. Saber o que você deseja realizar pode parecer claro na sua cabeça, mas quando a equipe não compreende as metas da empresa, você terá um problema. Aprimore suas habilidades de comunicação para que você consiga descrever de forma clara e sucinta para onde vão. Relacionar sua visão com a equipe traz os membros para o mesmo objetivo.
Treinar novos membros ou criar um ambiente de trabalho produtivo depende de linhas saudáveis ​​de comunicação. As formas de aperfeiçoar sua comunicação pode ser variada, como uma política de porta aberta para sua sala ou mesmo reuniões diárias ou semanais com sua equipe. É vital que você se torne disponível para discutir questões internas, desta maneira, sua equipe aprenderá a confiar em seu líder, andando com mais força para o mesmo objetivo.

Confiança
Em qualquer negócio, pequeno ou grande, pode haver situações preocupantes, quando as coisas não estão indo de acordo com o plano. O mais importante não é entrar em pânico. Parte do seu trabalho como líder é apagar os incêndios e manter a moral da equipe. Mantenha seu nível de confiança e assegure a todos que os recuos são naturais e o importante é se concentrar no objetivo maior. Como líder, mantendo-se calmo e confiante, você ajudará a manter a equipe sentindo o mesmo. Lembre-se: sua equipe tomará sugestões de você, então, se você exalar um nível de controle de dano calmo, sua equipe irá pegar esse sentimento. O principal objetivo é manter todos trabalhando e avançando.

Comprometimento
Se você espera que seu time trabalhe duro, precisará liderar pelo exemplo. Não há maior motivação do que ver o chefe nas trincheiras trabalhando ao lado de todos os outros, mostrando que o trabalho está sendo feito em todos os níveis. Ao comprovar o seu compromisso e papel com a marca, você não só ganhará o respeito de sua equipe, mas também irá incutir a mesma energia de empenho entre seus funcionários. É importante mostrar seu compromisso não apenas ao trabalho, mas também às suas promessas. Se você se comprometeu com bonificações, benefícios ou mesmo com uma festa de fim de ano, mantenha sua palavra. Para criar uma reputação de comprometimento, não basta apenas trabalhar duro, mas é importante que seja um líder justo. Uma vez que você ganhou o respeito de sua equipe, eles são mais propensos a entregar a quantidade máxima de trabalho de qualidade possível.

Atitude positiva
É importante manter sua equipe motivada para o sucesso contínuo da empresa e manter os níveis de energia elevados. Isso pode significar oferecer palestras, filmes, lanches, café, conselhos de relacionamento ou, até mesmo, um happy hour no escritório. A forma de manter uma atitude positiva da equipe deve ser escolhida pensando no perfil da maioria. Lembre-se de que seus funcionários ou colaboradores são pessoas e não números. Hoje, os horários de trabalho e descanso se misturam, por isso, levante a haste do bom humor do escritório, obviamente mantendo o bom equilíbrio entre produtividade e brincadeira.

Criatividade
Algumas decisões nem sempre serão tão claras. Existem situações em que você pode ser forçado a se desviar do curso antes definido e a tomar uma decisão de mudança imediata. É aqui que sua criatividade se revelará vital. É durante as situações mais críticas que sua equipe deve procurar o líder e a situação o forçará a tomar uma decisão rápida. Como líder, é importante aprender a pensar fora da caixa e escolher qual caminho seguir. Nunca escolha a primeira ou mais fácil possibilidade. Seja criativo e use sua expertise para que o melhor caminho empresarial seja percorrido.

Intuição
Em alguns momentos, você liderará sua equipe por águas inexploradas. Não há um roteiro sobre o que fazer. Quanto maior o risco, maior a pressão. Nesses momentos, sua intuição tem que entrar em campo. Guiar sua equipe através do processo de suas tarefas do dia-a-dia pode ser tranquilo, mas quando ocorre algo inesperado ou mesmo quando você é jogado em um novo cenário, pode ter certeza que sua equipe o procurará para orientação. Intuição não é deixar de agir racionalmente, mas sim usar todo seu conhecimento e suas experiências anteriores para se tornar um bom mentor. Aprender a confiar em si é tão importante quanto à conquista da confiança de sua equipe.

Inspiração
A vida empresarial é feita por metas, planejamento, resultados e previsões. Especialmente nos estágios iniciais de um arranque, a inspiração de sua equipe para ver a visão dos sucessos futuros é vital. Faça com que sua equipe se sinta na atmosfera das realizações da empresa. Se todos possuem possibilidades de crescimento dentro da empresa, seja por meio de bônus, comissionamentos ou outras opções de benefícios, não importa como, desde que você seja capaz de gerar entusiasmo pelo trabalho árduo. A capacidade de inspirar a equipe faz bem para a concentração dos mesmos nos objetivos futuros, mas também é importante para os problemas atuais. Quando você está em uma baixa no trabalho, a moral e os níveis de energia podem desaparecer. É importante que o líder saiba que todos precisam de uma pausa de vez em quando. Reconheça o trabalho que todos dedicaram e elogie sua equipe em cada um de seus esforços. É seu trabalho manter os espíritos elevados e isso começa com uma apreciação pelo trabalho árduo.

Abordagem
Não somos iguais. Um conceito básico que, muitas vezes, é negligenciado. Todos tem perspectivas culturais, barreiras linguísticas, diferentes origens educacionais, traços de personalidade e sistemas de valores com os quais os indivíduos são pré-condicionados que afetam grandemente a forma como a informação é processada e interpretada. Algumas pessoas trabalham bem sob pressão, outras não. Alguns respondem melhor a conversas e outros a metas. É importante entender como extrair o melhor de cada um e isso começa na abordagem. Para otimizar sua eficácia como líder, você deve ter a capacidade de personalizar sua abordagem pessoa a pessoa, com base na situação em questão. Sua capacidade de executar este conceito desempenhará um papel importante no aperfeiçoamento de sua equipe e outros parceiros ao longo da jornada.

Lucas Atanázio Vetorasso é consultor de empresas e CEO do GRUPO ATNZO.

fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/as-10-qualidades-essenciais-para-o-bom-lider/121889/

05nov/18

Boa vontade não basta é preciso saber liderar uma iniciativa social

Não basta boa vontade para viabilizar projetos sociais, é preciso desenvolvimento de competências e habilidades para lidar com os negócios

É comum vermos muitas OSC’s – Organizações da sociedade Civil ou ONG’s – Organizações não governamentais, com propósitos excelentes e com foco bastante claro no que se refere à contribuição social. Do outro lado, também vejo que há muito para evoluir quando a questão é planejamento e gerenciamento, pois parecem desafios diferentes de outras organizações com fins lucrativos, mas não são.

Podemos observar que de qualquer forma muitas OSC’s e ONG’s precisam que suas lideranças se desenvolvam nos quesitos de gestão, que identifiquem a eficácia da sua organização. Além da gestão, a liderança social precisa de muitas das competências de líderes atuantes no meio organizacional, e até mais, por se tratar de lideranças com colaboradores diretos e às vezes voluntários, que podemos considerar colaboradores indiretos, já que não respondem todo o tempo para estes líderes.

Quando se fala de resultados, as OSC’s e ONG’s imaginam apenas o impacto que causam na sociedade, mas devem também incluir na sua agenda a forma de captação de recursos financeiros, pois são essenciais para tornar o negócio sustentável de tal modo que possam ajudar com precisão a quem necessita, causando um maior e melhor impacto na sociedade.

Não basta boa vontade para viabilizar projetos sociais, é preciso desenvolvimento de competências e habilidades para lidar com os negócios.

Celso Braga é sócio-diretor do Grupo Bridge, Psicológo e Mestre em Educação, pós-graduado em Psicodrama Sócio Educacional e possui 25 anos de experiência em desenvolvimento humano e projetos de conexões entre projetos educacionais e inovação.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/boa-vontade-nao-basta-e-preciso-saber-liderar-uma-iniciativa-social/124964/25

31out/18

As 8 fraquezas das quais você precisa se libertar se quiser triunfar

Características e comportamentos são citados por Napoleon Hill no capítulo introdutório de A Lei do Triun

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Jim Carrey na animação “Um conto de Natal”

Tenho algumas reservas com a abordagem de Napoleon Hill a respeito do sucesso, pois me parece até aqui tratá-lo unicamente sob a ótica da prosperidade financeira. Eu entendo que é um aspecto bem mais amplo e triunfar está muito mais relacionado com o sentimento de realização do que com a consequência monetária dele. Mas isso que acabei de dizer pode ser uma grande besteira, pelo simples fato de que nunca li de forma integral e contextualizada a obra desse autor diretamente, apenas tive contato com ela de forma fragmentada e através de outros autores. Foi por isso que decidi lê-la e compartilhar aqui com vocês minha própria análise do que está lá, esperando que minhas considerações contribuam para sua própria leitura desses livros futuramente.

Hill tem duas obras principais, pelas quais ficou conhecido: “Quem pensa enriquece” e “A lei do triunfo”. Essa última é fruto de vinte anos de observações e experiências e está organizada com um rigor que, até certo ponto, podemos tratar como científico. Foi por isso que decidi começar a leitura por ela. Nesse livro, Hill se propõe a apresentar 15 leis que, segundo ele, nortearam as vidas de 45 homens bem sucedidos dos EUA, entre os quais estão empresários, políticos, juízes e outras figuras influentes e famosas na história do país, como Henry Ford e Andrew Carnegie.

A lei do triunfo” é uma obra extensa, com mais de 700 páginas. Napoleon Hill levou mais de 20 anos para conclui-la. Portanto, não sou eu que vou tentar resumi-la em um simples artigo. Mas vou buscar conduzir aqui nesta coluna uma rotina de textos sobre o livro, ao passo que eu for progredindo na leitura. E é dessa forma que, nesta publicação de hoje, quero tratar de algo que o autor fala na sua primeira lição, cujo título é “O master mind”. Lá, antes de começar a falar do que se deve fazer para triunfar, ele abordar um aspecto que diz ser crucial: comportamentos dos quais precisamos nos livrar antes de começarmos a caminhada rumo ao destino que escolhermos (essa questão do objetivo é outro ponto importante, mas trataremos dele em outra postagem).

Vamos aos pontos:

Cupidez

O termo é estranho e confesso que fui pesquisar para compreendê-lo. Mas seu significado é bem conhecido e se refere a um tipo de ambição que Napoleon Hill considera desastrosa: a mera cobiça, que leva o indivíduo a abrir mão de qualquer valor moral em nome de alcançar um objetivo qualquer, para satisfação pessoal.

A violência

É outro aspecto que ressalta o compromisso moral de Napoleon Hill na construção de seu manual rumo ao sucesso. Ele entende que nada justifica recorrer à imposição da força – seja física ou de qualquer outra natureza – para impor sua vontade. Mais que indecente, ele considera esse recurso insustentável. Afinal, a verdadeira riqueza não se sustenta em pilares frágeis.

A inveja

Napoleon Hill considera que a inveja não só não ajuda na busca pelo sucesso, como contribui para levar indivíduos à miséria. Por isso, ele considera que esse é outro dos primeiros aspectos dos quais precisamos nos libertar. Querer a vida do outro, achar que o outro tem demais e você de menos, enfim, devotar sua vida em função da de um terceiro pode ser sua grande derrocada.

A desconfiança

Ninguém prospera sozinho – inclusive, Napoleon Hill dedica boas páginas do livro a falar sobre como é importante e de que maneira conseguir engajar outras pessoas em seu propósito e influenciá-las para um bom trabalho. Nesse âmbito, a confiança é fundamental. Se você desconfia até da sombra, dificilmente vai sair do lugar. O principal prejuízo desse comportamento nefasto é este: ele o mantém numa prisão imaginária. Você não vai a lugar nenhum, por não confiar em ninguém.

O espírito de vingança

Esse comportamento e seus prejuízos se aproximação da inveja e da violência. Por um lado, você se devota a provocar um dano a um terceiro. Por outro, coloca sua vida em função desse objetivo. E, como ressalta Napoleon Hill nos capítulos seguintes – inclusive, essa é uma das leis – é preciso ter foco em um objetivo central na vida. Ninguém constrói nada tendo que dividir as atenções com um projeto de vingança.

O egoísmo

Como dissemos, ninguém cresce sozinho. E para conseguir o apoio das outras pessoas você precisa aprender a compartilhar ganhos. Henry Ford muitas vezes é lembrado pelos métodos rígidos de sua linha de montagem, mas – na verdade – ele foi um dos pioneiros na melhoria das condições de trabalho dos operários. Lembre-se de que naquela época as jornadas de trabalho podiam chegar a até 18 horas, não havia férias e até crianças podiam trabalhar legalmente. Os funcionários de Ford recebiam o dobro que os das outras indústrias e trabalhavam apenas as 8 horas que trabalhamos hoje. O resultado foi que sua produção ficou maior e seu faturamento chegou a triplicar. Esse exemplo é a melhor lição para este tópico. Ninguém triunfa querendo tudo para si. Para conquistar é preciso compartilhar.

A tendência para colher onde não se semeou

O chamado “capitalismo de estado”, que conhecemos muito bem aqui no Brasil, pode servir de exemplo para esse ponto. Ninguém precisa de muito esforço, basta uma boa amizade no governo para conseguir faturar alto (quase sempre superfaturando) às custas do dinheiro público. Essa é a lógica dessa prática. Ultimamente, no entanto, temos visto muito adeptos dela na cadeia. Pense bem antes de querer colher onde não semeou. Temos esse exemplo, mas há vários outros. É só você prestar atenção.

O hábito de gastar mais do que se ganha

Hill finaliza esses tópicos introdutórios com esse outro aspecto. Nós brasileiros o conhecemos muito bem. Ganhamos pouco, gastamos muito e vivemos endividados. Gastar menos do que se ganhar, para poupar e prosperar é a lição mais básica, mas muita gente não consegue cumpri-la. Isso de Johnny Depp a você.

O que achei até aqui?

Essas considerações acima são um resumo das minhas primeiras páginas de “A lei do triunfo”. Ainda não li o suficiente para passar um atestado sobre a obra. Mas já tenho algumas primeiras impressões:

  • Napoleon Hill merece pelo menos um voto de confiança. Afinal, dedicou duas décadas a pesquisar pessoas de sucesso antes de publicar o livro.
  • De fato, sua obra tem foco no aspecto financeiro do sucesso. Até aqui, não vejo outros vieses. Portanto, se você busca outras interpretações, visões mais amplas sobre o que é o triunfo, sugiro buscar outras referências, embora – sabendo filtrar – você consiga extrair dessa obra boas lições também.
  • Se você quer ficar rico, esse é o livro que você deve ler. Ele não vai fazer brotar dinheiro na sua conta bancária. Afinal, como dizem por aí, “livros não mudam o mundo. Mas eles mudam pessoas. E pessoas mudam o mundo”. Se essa leitura o ajudar a mudar pelo menos seu próprio mundo, ela já terá sido bastante útil.

Nos encontramos no próximo artigo. Até lá!

P.S.: Para não perderem nenhum texto dessa série sobre “A lei do triunfo”, fique de olho nos canais do Administradores.com. Curta a fanpage do portal e, no botão “Seguindo”, escolha a opção “Ver primeiro”. Assim você dará prioridade às nossas publicações em seu feed. Outra coisa: logo mais abaixo ou lá em cima, perto do meu nome e minha foto, tem um botãozinho verde com o nome “seguir”. Ao clicar nele, você passa a receber uma notificação sempre que eu publicar um novo texto. Para isso, no entanto, você precisa se cadastrar (é rapidinho e gratuito) no Administradores. As notificações vão aparecer em sua área pessoal no portal (sempre que estiver logado) e serão enviadas por e-mail, se você preferir.

Agora sim: até logo!

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/as-8-fraquezas-das-quais-voce-precisa-se-libertar-se-quiser-triunfar/102474/

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29out/18

Papo de empreendedor: 5 conselhos de um para o outro

A realidade é que não existe fórmula mágica para ter um negócio de sucesso e cada um inventa seus caminhos, mas algumas dores são comuns a todos e juntos podemos minimizá-las

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Já faz um tempo que a palavra empreendedorismo não sai da boca do brasileiro. Ser ou não ser, eis a questão! O fato é que o Brasil é um país onde o empreendedorismo pulsa na veia, uma vez que, segundo a UnitFour, o número de empresas abertas em 2016 cresceu 20% em relação ao ano anterior.

Seja por necessidade ou por vontade própria, empreender é uma árdua caminhada e exige muita dedicação. Aos olhos de quem está de fora é bacana, rentável e sinônimo destatus, mas visto de dentro, todo empreendedor sente na pele o real custo de ter o próprio negócio.

Nem uma vida inteira é capaz de nos ensinar tudo o que precisamos para superar as barreiras, adversidades e medos. Cada dia aprendemos um pouco mais e buscamos errar um pouco menos. Se eu pudesse dar alguns conselhos aos meus colegas empreendedores, seriam:

· Divulgação é fundamental: vender o próprio peixe nunca foi tão importante, portanto use todos os canais que estiverem ao seu alcance para divulgar sua marca, seus serviços e sua expertise. Esteja fortemente ativo nas redes sociais, tenha um blog e alimente-o com informação relevante, busque espaço nas revistas, jornais e rádios, faça parcerias com influenciadores do seu meio.

· Você é sua empresa e sua empresa é você: queira ou não, a partir da decisão de empreender, o seu negócio fará parte de quem você é e não há como separar. Além de promover sua empresa, também use do seu marketing pessoal, afinal, você é o cérebro e máquina central do negócio. Esteja sempre orquestrado com os objetivos da sua marca para que você consiga alcançar as metas traçadas.

· Networking é tudo: independentemente da área de atuação, ter uma rede de contatos é fundamental para o crescimento do negócio, uma vez que esse relacionamento propicia troca de informações, experiências, conhecimentos e indicações de forma natural e mútua. A sua dor de hoje pode ter sido de outro empreendedor no passado, trocar conhecimento é combustível para gerir uma crise ou criar novas oportunidades.

· Planejamento é a alma do negócio: pode parecer chato, burocrático e pouco prático, mas o planejamento norteia o crescimento e as decisões da empresa. Abrir mão dessa ferramenta é assumir o risco de que tudo pode dar errado. Ele não é a fórmula mágica para um negócio de sucesso, mas é a bússola.

· Reinvente-se: o mercado muda em uma velocidade surpreendente e, para ter um negócio inovador, é fundamental que o empreendedor se reinvente constantemente. Invista em você, estude muito, esteja sempre em contato com seus clientes e com as tendências da sua área. Amadureça o profissional que está coberto por uma grossa camada de “empreendedor faz tudo”. Não caia na rotina e alimente diariamente sua sede de dar certo.

A realidade é que não existe fórmula mágica para ter um negócio de sucesso e cada um inventa seus caminhos, mas algumas dores são comuns a todos e juntos podemos minimizá-las. Outro fato é que sempre vão dizer que ter o próprio negócio é moleza, não ter chefe é uma maravilha e fazer o próprio horário é um sonho, mas poucos sabem que para dar certo é preciso trabalhar mais do que dormir ou curtir o happy hour com a galera do trabalho na sexta-feira à noite.

Feliz Dia do Empreendedor para quem sabe o que é abdicar de mil coisas em prol da realização de um sonho!

Thamiris Rezende — Jornalista, fundadora da HUG Comunicação Corporativa e empreendedora persistente.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/papo-de-empreendedor-5-conselhos-de-um-para-o-outro/121736/

23out/18

Você tem as competências necessárias para trabalhar com logística?

Mesmo em tempo de recuperação lenta da economia e com muitos profissionais procurando recolocação, as companhias ainda almejam competências específicas para compor seus times

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Seja pela crescente inserção de tecnologias em atividades rotineiras ou pela entrada das novas gerações no mercado de trabalho, escolher o profissional certo para sua equipe pode ser desafiador. Mais de 91% das empresas já apresentaram algum tipo de dificuldade na contratação, segundo estudo da Fundação Dom Cabral.

Mesmo em tempo de recuperação lenta da economia e com muitos profissionais procurando recolocação, as companhias ainda almejam competências específicas para compor seus times.

Na área de logística, que conta com diversas particularidades e que, assim como outros departamentos, está mudando devido à transformação digital no mundo corporativo, algumas características são essenciais para ter sucesso. Além das formações tradicionais e técnicas, ter conhecimento no mercado de forma mais ampla é um grande diferencial, como estudos de economia e administração. Além disso, engenharia e tecnologia da informação são habilidades importantes para compor o currículo, em virtude da crescente automatização das operações. Saiba mais: A Sonda mostra os 7 motivos para a transformação digital impactar no ritmo da inovação Patrocinado 

As oportunidades do setor são muitas, porém é preciso levar em conta as constantes e rápidas mudanças no mercado. Se destacar em logística exige mais do que uma boa formação, é preciso desenvolver competências como flexibilidade e capacidade de adaptar-se a diferentes situações, atualizando-se frequentemente.

Atenção às tendências e inovações tecnológicas

Com recursos e ferramentas lançadas a todo instante, a automação de algumas atividades é iminente. As companhias terão à sua disposição uma série de soluções com potencial de gerar aumentos expressivos na produtividade e diminuição de falhas operacionais, como a troca ou falta de volumes de encomendas, no caso de logística.

Para se destacar nesse cenário, os profissionais devem estar capacitados a incorporar tecnologias e metodologias ágeis para que sua atuação seja ainda mais estratégica. Atente-se à execução do planejamento, é preciso estar engajado para testar e implementar novos processos e ferramentas. A tecnologia pode ser uma grande aliada, afinal o sucesso do funcionário não é apenas julgado por seus resultados, mas também pela maneira como os mesmos foram atingidos.

Perspectivas de mercado

O Brasil caminha lentamente ao encontro de uma melhora na economia, que por sua vez provoca desdobramentos nos demais setores. No último relatório bienal do Banco Mundial, o país subiu mais de dez posições no ranking de logística, porém ainda existe um grande espaço e potencial para crescimento e melhoria no desempenho desse setor no país. A evolução do e-commerce, por exemplo, tem contribuído para esse desenvolvimento, ampliando a aplicação de soluções mais modernas para atender às demandas que o segmento exige.

Os próximos anos da área de logística serão desafiadores e o investimento em novas habilidades e na construção de um time capacitado é um importante diferencial competitivo para as empresas. Com um plano de carreira bem definido é possível formar profissionais qualificados e prontos para adaptar-se a qualquer mudança no cenário e construir uma trajetória de sucesso que beneficia o indivíduo, a companhia e o mercado, como um todo.

Agustín Durán — Sócio-diretor da Nimbi, empresa especializada em tecnologia para gestão da cadeia de suprimentos. http://www.nimbi.com.br

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/voce-tem-as-competencias-necessarias-para-trabalhar-com-logistica/122831/

19out/18

Em um mundo de desconfianças, quanto vale algo em que se pode acreditar?

A Filosofia de Gestão transforma a felicidade das pessoas em uma vantagem competitiva

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O executivo e escritor Márcio Fernandes, ex-CEO da Elektro, anunciou que pela primeira vez realizará um curso completo para certificação em Filosofia de Gestão. Criado e implantado sob seu comando, este conjunto de práticas se tornou um dos mais eficientes e admirados da América Latina e inspirou o bestseller “Felicidade dá lucro” (2015).

Sob seu comando, a distribuidora de energia adotou práticas que priorizavam a humanização dos processos e a satisfação de seus quase 4 mil colaboradores como uma ferramenta de aumento de produtividade. O resultado foi registrado como recorde de rentabilidade e qualidade dos serviços.

“Para isso acontecer, é importante que você acredite nas pessoas em todos os momentos e de todas as formas”, afirma Fernandes, que foi eleito o líder mais admirado do Brasil pela revista Você/SA, em 2016 e, em 2014, com a votação recorde de 98,3%, foi nomeado “Executivo de Valor” pelo Jornal Valor Econômico, em 2016, e obteve 100% da confiança de quase 4 mil colaboradores de acordo com a pesquisa GPTW em 2017. Durante sua gestão, a Elektro ganhou seis Great Places to Work de melhor lugar para trabalhar no Brasil e dois na América Latina.

Atendendo a pedidos, o executivo se uniu com a empresa Thutor para criar o Filosofia de Gestão na Prática, um evento de 2 dias -29 e 30 de outubro -, com certificação, que será realizado em Campinas, SP.

O curso inclui capacitação expositiva, interativa, em módulos temáticos de 4 horas com material didático e aplicação de dinâmicas. Após o curso, o participante poderá realizar uma prova on-line para obter o selo Profissional FG.

“O selo comprova que o profissional conhece as práticas para aplicar e compartilhar a Filosofia de Gestão com outras pessoas e empresas”, diz Fernandes. “A felicidade não pode ser medida. Mas os resultados que ela gera, sim”, completa, lembrando que essas práticas podem aumentar a rentabilidade de uma empresa em até 30%.

Os interessados em participar da certificação em Filosofia de Gestão na Prática com Márcio Fernandes devem se inscrever no site thutor.com/fgnapratica.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/em-um-mundo-de-desconfiancas-quanto-vale-algo-em-que-se-pode-acreditar/125135/

16out/18

A importância do mestrado profissional para a carreira de um economista

Entenda porque ter o título é relevante para competir no mercado de trabalho

Entre as opções de mestrado profissional e acadêmico na área de Economia, o primeiro se destaca como o mais adequado para quem deseja conciliar estudos e profissão.

Peso profissional

Nesta semana, nossos os programas de Mestrado Profissional em Administração e em Economia receberam a nota máxima na avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que reflete o compromisso com a qualidade e a excelência de ensino e pesquisa da instituição, fatores que também impulsionam a carreira dos alunos.

“Quem faz um mestrado profissional se torna apto para atender as demandas do mercado em que está inserido. Isso porque o curso ajuda a fortalecer os conhecimentos técnicos na área em que atua, através do uso de intuição econômica e rigor na utilização dessa intuição”, explica Regina Madalozzo, coordenadora do Mestrado Profissional em Economia. “Para contribuir com a formação, nosso curso foca no conhecimento prático sempre baseado em evidências, tendo um currículo bastante quantitativo que permita ao aluno prescrever soluções baseadas em evidências”, completa.

Na prática, nosso mestrado profissional tem ênfase nas três principais áreas de conhecimento: finanças, microeconomia e macroeconomia. No primeiro ano do curso, o aluno é exposto a um conteúdo fundamental sobre todos os temas. No segundo, por sua vez, deve optar por qual temática quer se aprofundar. E uma curiosidade: dada a localização da escola, que é próxima ao polo financeiro de São Paulo, a especialização em finanças é a mais demandada deste curso.

Guilherme Braz, diretor de precificação e experiência do cliente na Localiza, no entanto, optou pela microeconomia. Para ele, o tema seria uma ponte entre seu trabalho atual e a formação acadêmica em matemática. “Após o curso, tenho mais propriedade para discutir a respeito de economia com outros funcionários formados na área. A teoria também me ajudou a entender melhor o consumidor e o concorrente”, revela o alumnus.

Como o mercado de trabalho é bastante competitivo e, para se destacar, é necessário ter um diferencial, o mestrado profissional contribui para complementar a qualificação. O alumnus Emerson Marques passou uma temporada fora do Brasil e consegue ver o peso que o mestrado tem. “Na hora de fazer entrevistas, tenho conhecimento e bagagem muito mais completas. Assim, entro no jogo com vantagem”, diz.

Benefícios a longo prazo

Segundo Regina, com um mestrado no currículo, tanto a sofisticação nas tarefas desempenhadas como a remuneração dos profissionais que cursaram nosso mestrado são mais elevadas. Em média, os mestres têm 32 anos e salário de R$ 9 mil. Os dados são da pesquisa “Mestres e Doutores: estudos da demografia da base técnico-científica brasileira”, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). São necessários dois anos de estudos para fazer parte do seleto grupo. No final do curso, o aluno defende uma dissertação para uma banca qualificada.

Sobre o processo seletivo do curso

Realizamos mensalmente um Encontro com a Coordenação. Durante o bate-papo com candidatos, Regina Madalozzo comenta sobre a grade curricular, parcerias internacionais e os desafios do programa, dentre outros assuntos. Interessou? Inscreva-se e participe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-importancia-do-mestrado-profissional-para-a-carreira-de-um-economista/121707/

10out/18

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir

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Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do “habitual”.

Sonhos e decepções

Desde criança somos condicionados a imaginar “o que queremos ser quando crescer”. Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ao longo do caminho. E ganhando frustrações. É uma ciência exata. Independe se você deixou a faculdade para trabalhar, o outro trabalho para cuidar dos filhos e eles para podê-los dar o melhor. Como diria João Guimarães Rosa, “viver é difícil e perigoso”. E assim, os dias se multiplicam, e nem sempre temos carreiras, mas sim empregos, trabalhados que dão trabalho.

A ordem dos fatores

Dentre sonhos e frustrações. O mais comum é nos frustrarmos quando somos “levados” a realizar os sonhos “não realizados” de nossos pais, por exemplo. Quem nunca se deparou com uma situação assim? O mais importante é redescobrir-se, a cada insatisfação, analisar se possui as habilidades necessárias para exercício da profissão que escolheu e ser sincero ao perceber onde realmente você se encaixa, é crucial.

Pese sua vida. Se pergunte se você deixou de fazer ou ser certa coisa para construir outra e se isso valeu a pena. O trabalho vem depois e o dinheiro por último em suas questões. Melhor do que eu ou qualquer outro profissional te direcionar ou responder, é fazer você se questionar. A auto-análise é fundamental no processo de coaching, para o crescimento pessoal, que irá refletir em benefícios na profissão e demais pilares essenciais da nossa vida.

O resultado

Se indague. Na verdade, nem sempre responderemos a nós mesmos, mas pelo menos tomaremos ciência de nossas ações. Não trabalhar com o que ama, mas ter conquistado outras dádivas como a casa própria, matrimônio ou uma família pode ser convertido em uma espécie de “trabalho” que você deve amar. Se esforçar e estudar uma profissão que você ama e exercê-la, tem tudo pra dar certo. Mas se por circunstâncias, não der: redescubra-se e reinvente-se. Mais importante do que amar o que faz, é amar o que se conquista.

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir. Afinal, o ser humano evolui diariamente com as suas experiências e superações. As mudanças acontecem o tempo todo no mundo inteiro e nós não devemos nos manter imutável! Devemos, como cidadãos, acompanhar a globalização, sempre a favor do nosso crescimento. Consequentemente, isso refletirá em todas as áreas de nossa vida. Por dentro do assunto: Conheça 5 Dicas para redescobrir o seu potencial profissional. 

Aline Salvi — 37 anos, é Master Coach, formada em Direito, pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Especialista em Programação Neuro Linguística (PNL), é Analista Comportamental, tem 37 anos, é casada e mãe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/trabalhar-com-o-que-ama-ou-com-o-que-da-dinheiro/125069/

02out/18

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”

Reprodução

Cena do filme Invictus, em que o ator Matt Damon interpreta o jogador de rugby François Pienaar

Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo.

Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que – como elogios – doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.

Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.

Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”.

Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.

Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito – mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.

Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.

Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.

A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional.

Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-uma-equipe-e-contagiada-pelas-emocoes-de-seu-lider/81051/

25set/18

8 dicas para selecionar para cargos de alta gerência

O recrutamento de cargos de alto escalão deve envolver mais esforço do que processos seletivos tradicionais

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O recrutamento de executivos é um trabalho que exige mais esforço que os recrutamentos tradicionais porque as habilidades devem ser minuciosamente avaliadas, a fim de assegurar que o candidato esteja apto a assumir um cargo de visibilidade dentro da organização.

“Recrutar os melhores talentos nunca foi fácil e, nos últimos anos, com o avanço da internet e das redes sociais, as competências comportamentais e a contratação por valores foram se intensificando, principalmente para cargos de alto escalão, o que exige dos profissionais de RH constante busca de informação”, destaca Márcia Almström, diretora de RH, estratégia e talentos do ManpowerGroup. A especialista destaca 8 dicas que podem auxiliar as empresas na contratação desses profissionais:

1. Defina os parâmetros de recrutamento e estratégia de mercado

Antes de anunciar a vaga ao mercado é preciso definir cronograma com datas para todas as etapas do processo seletivo; definição dos canais de divulgação da vaga; definição das avaliações psicométricas; recrutamento interno ou externo; recrutamento será interno ou terceirizado e orçamento. Após tudo isso, definir o perfil do candidato ideal.

2. Faça um descritivo da vaga

É importante definir, junto às lideranças do setor solicitante, os pontos relevantes do cargo para identificar um consenso de opinião sobre o tipo de atributos do candidato que a empresa procura.

3. Crie o perfil do candidato

O perfil deve explicar a descrição do cargo e a especificação da função. A empresa também pode incluir informações adicionais sobre a organização, o departamento e o pacote de remuneração. As dicas incluem a descrição do trabalho, como liderança ou gerenciamento estratégico e operacional e destacar os elementos de função específicos que se relacionam com cada um desses pontos.

É útil apresentar a especificação do perfil com a enumeração de critérios essenciais e desejáveis para que os candidatos possam discutir sua experiência em relação aos atributos e competências técnicas definidas para o cargo.

4. Escolha os canais de divulgação

Para atrair os melhores candidatos é preciso fazer uma pesquisa para verificar onde o seu perfil de candidato ideal está: mídia impressa ou online? A pesquisa em busca de executivos, quando realizada de forma completa e não apenas pela obtenção de um banco de dados, destaca o papel para candidatos relevantes e de alto desempenho que não estão necessariamente procurando um novo emprego. Esses diálogos irão gerar interesse de candidatos que não receberiam publicidade de uma vaga. Também é válido anunciar em portais de empregos e verificar a resposta dos candidatos.

5. Realize entrevistas de longa duração e teste psicométricos

Prepare um roteiro de entrevista relacionado à especificação do perfil desejado e às competências necessárias para a função. As entrevistas vão permitir que você compreenda melhor o caminho da carreira, as habilidades e a experiência de cada candidato, as conquistas, o estilo de trabalho e a motivação para o papel. Nessa fase, o candidato também pode realizar as avaliações psicométricas, que dão melhor diagnóstico de desempenho que as entrevistas sozinhas, pois introduz mais rigor e objetividade ao processo de recrutamento e apoiando uma identificação mais precisa das características pessoais e ocupacionais do candidato.

6. Forme o painel final e a seleção

Os candidatos aprovados nas etapas de entrevista devem ser convidados a preparar uma apresentação específica sobre a área de atuação. Pode ser um case de sucesso que tenham liderado ou um projeto que possa ser aplicado na empresa. Isso fornecerá uma visão sobre a compreensão, habilidades técnicas e atitudes que eles trarão para o trabalho.

Certifique-se de que todos os candidatos sejam informados antes do dia sobre a estrutura da entrevista e de seus critérios de avaliação. Isso marcará o cenário para um debate mensurado, estruturado e saudável sobre qual o melhor candidato para a vaga em aberto.

7. Faça a sua oferta e forneça feedback aos candidatos

Esteja preparado para discutir todo o pacote de remuneração com os seus candidatos escolhidos para negociar os detalhes de salário. É importante saber onde a empresa é flexível e onde não é. Leve esse entendimento à mesa em suas negociações com o candidato bem-sucedido. Uma vez que um pacote é acordado, você está pronto para fazer uma oferta formal e escrita.

Também é muito importante fornecer feedback aos candidatos malsucedidos, tanto para seu desenvolvimento pessoal quanto para fortalecer sua imagem profissional e marca empregadora.

8. Considere contratar uma empresa de recrutamento e seleção

Consultores externos podem fornecer conselhos profissionais em todas as áreas e poupar um tempo precioso. Se você seguir essa rota, assegure-se de que seja um recrutador que se encaixe no seu orçamento, seja ético e absorva rapidamente os valores da organização.

Os consultores externos também devem estar disponíveis para apoiá-lo nos processos de finalização do recrutamento e seleção, para negociar a oferta feita ao seu candidato escolhido e para fornecer feedback aos candidatos malsucedidos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-selecionar-para-cargos-de-alta-gerencia/121924/