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29jan/18

Qual será o seu legado?

Conhecer o legado pessoal significa medir nosso impacto além do dinheiro, emprego ou autoridade

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Ele era um executivo de alto nível em uma multinacional do ramo de alimentos, e sua coach fez um inquérito desafiador. Sua pergunta era: “qual será o seu legado?”.

É uma conversa que a Dra. Cherre Torok, uma coach executiva com clientela global, teve com todos os CEOs e presidentes com quem trabalha – “cerca de 90% do tempo”, disse-me.

Ela trabalha com executivos de alto nível, capazes de alterar o DNA de uma companhia. Mas qualquer um de nós, em qualquer nível, pode se fazer essa pergunta, não importa o tamanho da nossa esfera de influência.

Como me disse Dalai Lama quando eu estava escrevendo A force for good: the Dalai Lama’s vision for our world (sem edição em português), a ladainha das tragédias que escutamos com frequência todos os dias se resume a “ausência de ética”. E quando se trata de nosso legado pessoal, é o nosso senso de significado e propósito que forma não apenas nosso valor e como nos comportamos, mas também o que vamos deixar para trás.

Se uma criança de seis anos te perguntar o que você faz, sua resposta seria simples, porém autêntica. “Aquela ingenuidade é o que procuramos em qualquer nível”, diz Torok.

Para se manter em contato com seus princípios, ela sugere que você se pergunte uma série de questões. Você pode começar com uma resposta honesta para a seguinte pergunta: o que você diz corresponde ao que você acredita? Você age de acordo com seus valores?

Outra maneira de pensar sobre isso: o que você faz além da descrição do trabalho que demonstram esses valores? Conhecer o legado pessoal significa medir nosso impacto além do dinheiro, emprego ou autoridade.

Para um diálogo interno mais sistemático, considere as seguintes questões:

Por que? Qual é o senso de propósito, valores ou significado que te move?

O que? Dados o seu papel e recursos, como você poderia implementá-los?

Como? Você tem a inteligência emocional necessária para ser efetivo? Você está consciente de como suas palavras e sinais, como tom da voz, impactam as pessoas?

Quem? Quais interessados ou aliados você pode convencer ou mobilizar?

A última questão sempre ocorre com CEOs preocupados com seus próprios legados – e como mantê-lo depois que se forem. Quanto mais alto você subir na organização, maior a questão do legado. Isso por uma razão: seu rastro de influência é maior. Conforme descoberta de Torok, com CEOs, a discussão geralmente se torna apenas sobre a companhia, mas é essencial saber como podem contribuir com o mundo em geral.

Quanto ao executivo do ramo de alimentos, o inquérito acerca do legado fez com que a companhia passasse a investir mais em pesquisa e desenvolvimento para que os alimentos produzidos fossem mais saudáveis. E também outra contribuição para o DNA da companhia: a despeito do corte de custos, ele encontrou maneiras de cobrir o déficit sem demitir as pessoas.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/qual-sera-o-seu-legado/108521/

29jan/18

Você tem as competências necessárias para trabalhar com logística?

Mesmo em tempo de recuperação lenta da economia e com muitos profissionais procurando recolocação, as companhias ainda almejam competências específicas para compor seus times

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Seja pela crescente inserção de tecnologias em atividades rotineiras ou pela entrada das novas gerações no mercado de trabalho, escolher o profissional certo para sua equipe pode ser desafiador. Mais de 91% das empresas já apresentaram algum tipo de dificuldade na contratação, segundo estudo da Fundação Dom Cabral.

Mesmo em tempo de recuperação lenta da economia e com muitos profissionais procurando recolocação, as companhias ainda almejam competências específicas para compor seus times.

Na área de logística, que conta com diversas particularidades e que, assim como outros departamentos, está mudando devido à transformação digital no mundo corporativo, algumas características são essenciais para ter sucesso. Além das formações tradicionais e técnicas, ter conhecimento no mercado de forma mais ampla é um grande diferencial, como estudos de economia e administração. Além disso, engenharia e tecnologia da informação são habilidades importantes para compor o currículo, em virtude da crescente automatização das operações. Saiba mais: A Sonda mostra os 7 motivos para a transformação digital impactar no ritmo da inovação Patrocinado 

As oportunidades do setor são muitas, porém é preciso levar em conta as constantes e rápidas mudanças no mercado. Se destacar em logística exige mais do que uma boa formação, é preciso desenvolver competências como flexibilidade e capacidade de adaptar-se a diferentes situações, atualizando-se frequentemente.

Atenção às tendências e inovações tecnológicas

Com recursos e ferramentas lançadas a todo instante, a automação de algumas atividades é iminente. As companhias terão à sua disposição uma série de soluções com potencial de gerar aumentos expressivos na produtividade e diminuição de falhas operacionais, como a troca ou falta de volumes de encomendas, no caso de logística.

Para se destacar nesse cenário, os profissionais devem estar capacitados a incorporar tecnologias e metodologias ágeis para que sua atuação seja ainda mais estratégica. Atente-se à execução do planejamento, é preciso estar engajado para testar e implementar novos processos e ferramentas. A tecnologia pode ser uma grande aliada, afinal o sucesso do funcionário não é apenas julgado por seus resultados, mas também pela maneira como os mesmos foram atingidos.

Perspectivas de mercado

O Brasil caminha lentamente ao encontro de uma melhora na economia, que por sua vez provoca desdobramentos nos demais setores. No último relatório bienal do Banco Mundial, o país subiu mais de dez posições no ranking de logística, porém ainda existe um grande espaço e potencial para crescimento e melhoria no desempenho desse setor no país. A evolução do e-commerce, por exemplo, tem contribuído para esse desenvolvimento, ampliando a aplicação de soluções mais modernas para atender às demandas que o segmento exige.

Os próximos anos da área de logística serão desafiadores e o investimento em novas habilidades e na construção de um time capacitado é um importante diferencial competitivo para as empresas. Com um plano de carreira bem definido é possível formar profissionais qualificados e prontos para adaptar-se a qualquer mudança no cenário e construir uma trajetória de sucesso que beneficia o indivíduo, a companhia e o mercado, como um todo.

Agustín Durán — Sócio-diretor da Nimbi, empresa especializada em tecnologia para gestão da cadeia de suprimentos. http://www.nimbi.com.br

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/voce-tem-as-competencias-necessarias-para-trabalhar-com-logistica/122831/

29jan/18

19 coisas que pessoas negativas sempre fazem

Se você trabalha usando pensamento positivo, vai conseguir ser alguém feliz

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Ninguém está sempre feliz e todos têm dias ruins. Mas, às vezes, a extrema negatividade pode ser evitada e, assim, melhorar seu humor. Em recente artigo para o Business Insider, Hillary White comenta sobre as atitudes que as pessoas infelizes costumam ter e que deveriam abolir imediatamente. “Se você trabalha usando pensamento positivo sobre si mesmo e os outros ao seu redor, vai conseguir ser alguém feliz”, diz ela.

Confira uma lista de 19 coisas negativas que você deveria parar de fazer:

1 – Preocupar-se com coisas que não podem ser mudadas

“Pessoas negativas têm tendência a pensar no que poderia ter acontecido na vida, mas é importante não se preocupar com coisas que não podemos mudar. Deveríamos aprender com nossos erros e tentar fazer melhor na próxima vez. Podemos até ficar felizes por termos cometido alguns erros”, diz Hillary.

2 – Desistir quando algo fica difícil

Pessoas negativas e infelizes sempre vão desistir no meio do caminho ao encontrarem um desafio. É fácil pular fora quando algo parece perdido, mas perseverar através das dificuldades quase sempre trará bons resultados. “Desistir vai fazer você se sentir derrotado. Não importa como acabe, enfrentar as dificuldades aumenta a confiança”, explica Hillary.

3 – Levar-se a sério demais

Ter a capacidade de relaxar e rir de si mesmo e do absurdo que pode ser a vida vai transformar o modo de olhar as coisas ao seu redor.

4 – Não se exercitar

Exercitar-se tem inúmeros benefícios mentais e físicos. Quanto mais exercícios você faz, melhor você vai se sentir consigo mesmo e provavelmente irá fazer você seguir um estilo de vida mais saudável. Levar uma vida sedentária trará efeitos negativos para o humor, saúde e felicidade.

5 – Focar-se em objetivos impossíveis

“Ter objetivos é importante, afinal, é a única forma de fazer algo. Porém, pode ser um problema quando os objetivos que damos a nós mesmo são impossíveis de serem realizados. Apesar de acharmos que tentar alcançar as estrelas é bom, pessoas que sempre buscam metas inalcançáveis sempre se sentirão desapontadas. A chave é montar diversos e pequenos objetivos para si mesmo, o que vai fazer você se sentir realizado ao alcançá-los e ultrapassá-los”, diz Hillary.

6 – Alimentar-se de comidas que não são saudáveis

Todos têm prazeres que trazem culpa e sempre faz bem sair vez ou outra do regime. Porém, pessoas infelizes deixam essas saídas virarem a regra. Comidas saudáveis melhoram o humor, dão mais energia e são benéficas para a saúde.

7 – Não dormir o suficiente

Dormir é essencial. O quanto você dorme está diretamente ligado à sua produtividade e felicidade no dia seguinte. “Você pode achar que aquela hora extra é uma boa ideia, mas uma boa noite de sono deve ser prioridade”, diz Hillary.

8 – Focar-se apenas em suas fraquezas

“Todos nós temos inseguranças”, afirma Hillary. A chave está em focar no que temos de bom e não nos defeitos. “Auto-aperfeiçoamento é importante, mas pessoas negativas focam demais nas suas fraquezas em vez de se preocuparem em ter uma imagem positiva. Reconhecer as fraquezas é diferente de deixar elas tomarem conta das nossas atitudes”, completa.

9 – Passar tempo demais nas redes sociais

“Esse é um dos maiores problemas! Hoje em dia as pessoas deixam toda sua vida online. Primeiro, isso nos faz passar tempo demais nos comparando aos outros. É uma boa ideia passar um tempo longe da tela do computador e ter novas perspectivas de atividades para o dia. Pessoas negativas se preocupam demais com a forma como elas aparecem na internet para as outras pessoas, o que trará um efeito negativo para como elas mesmas se enxergam”, comenta Hillary.

10 – Ficar em sua zona de conforto

É fácil querer ficar na zona de conforto, onde é mais seguro e não existem riscos. Mas passar tempo demais nessa zona faz com que grandes coisas não aconteçam. Tédio é um grande fator para a infelicidade, o que pode ser facilmente combatido com novas experiências. Não precisa largar tudo e ir saltar de paraquedas, mas só a ideia de provar uma nova comida, ou escutar uma música de uma banda que você não gosta já pode trazer um pouco do novo.

11 – Preocupar-se com o que outras pessoas pensam

“Pessoas negativas ligam demais para a opinião dos outros. No fim das contas, nada pode ser feito para agradar a todos, então faça apenas o que faz você feliz”, explica Hillary.

12 – Fofocar e sempre falar mal dos outros

De acordo com Hillary, se você não tem algo bom a dizer, simplesmente não diga. Pessoas negativas tentam trazer outras pessoas para baixo para que se sintam melhores e isso nunca funciona.

13 – Trabalhar em excesso

“Todos merecem um dia de descanso. Pessoas que trabalham demais geralmente negligenciam suas necessidades, e às vezes tudo o que precisamos para nos sentirmos melhores é um dia de folga”, diz Hillary.

14 – Isolar-se

Apesar de parecer mais fácil apenas se isolar das pessoas nos momentos difíceis, passar tempo com os amigos e a família é a melhor maneira de revigorar as energias.

15 – Nunca sair da rotina

Pessoas felizes sabem que é importante tirar férias, usar uma roupa diferente, tirar um dia só para relaxar. Atitudes negativas em excesso fazem você esquecer que tomar conta de si mesmo é tão importante quanto tomar conta dos outros.

16 – Acomodar-se

“Pessoas negativas ficam felizes em se acomodar”, comenta Hillary. “Seja um relacionamento que não as faz felizes ou um trabalho, manter-se assim nos faz pensar que nossas vidas estão estagnadas”, diz.

17 – Recusar-se a perdoar

Pessoas negativas tendem a ser vingativas e guardar mágoas, mas a liberdade e a paz que perdoar vai trazer é um benefício bem maior que qualquer tristeza que alguém possa fazer você sentir.

18 – Evitar planejamento e organização

“Desorganização pode confundir nossas vidas. Mesmo que seja algo simples, como limpar um quarto, restaurar a ordem pode ajudar a ganhar um senso de controle sobre as coisas. Pessoas negativas e que evitam organização e planejamento estão menos preparadas para as reviravoltas da vida”, diz Hillary.

19 – Focar apenas em si mesmo

Enquanto se preocupar com você é essencial, pessoas infelizes e negativas pensam apenas em si mesmas a todo o tempo. Tratar os outros mal ou sempre focar em si mesmo ou seus próprios problemas pode ser prejudicial para o bem-estar e felicidade.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/19-coisas-que-pessoas-negativas-sempre-fazem/87927/

22jan/18

Saiba como mudar comportamentos nocivos em apenas seis passos

Todos nós adotamos certos padrões de comportamento para obtermos benefícios, algo que nos faça bem, que nos proteja, que nos dê prazer, força e poder

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Se você não é uma pessoa que se acha o último biscoito do pacote de tão perfeita, deve ter alguma coisa que queira mudar em sua aparência ou personalidade. Este texto não é indicado para quem quer modificar algum aspecto físico, como o formato do nariz, tamanho da orelha ou até cor dos olhos, mas para quem deseja mudar comportamentos nocivos que, apesar de proporcionarem resultados (sentimentos) esperados, são danosos em um contexto mais amplo. Desde o comer demais, fumar, beber, até algo relacionado a insegurança, fobias ou depressão.

Todos nós adotamos certos padrões de comportamento para obtermos benefícios, algo que nos faça bem, que nos proteja, que nos dê prazer, força e poder. Isso é uma regra básica. Uma análise bem superficial comprova tal afirmação.

O que leva alguém a comer além do necessário? Posso garantir que não é fome. Podemos enumerar uma série de possibilidades, que vai desde ao simples tédio até a ansiedade mais severa. A necessidade do alimento não tem origem na falta dele, mas de uma condição mental.

É impressionante quanta gente é condicionada a comer muito ou desnecessariamente. Experimente observar, na próxima vez que for ao cinema, que parte das pessoas sai da fila do ingresso e vai direto para a fila da pipoca (e congêneres). Seria por fome? Provavelmente não. Trata-se de uma tradição ir ao cinema e comer pipoca, como se fosse pré-requisito para assistir ao filme.

Assim como é tradicional os encontros familiares dominicais, festas natalinas, aniversários, etc. A comida é a estrela principal e deve ser consumida em excesso, apenas porque o evento assim exige.

Quase todos nós conhecemos alguém que precisa urgentemente perder peso, não pela estética, mas pela manutenção da saúde. Não é incomum ouvirmos argumentos relacionados a incapacidade de reduzir a quantidade de comida, especialmente em datas comemorativas. Com essa análise, é possível deduzir que não é a fome, mas o comportamento de comer muito, um dos principais vilões do excesso de peso.

Ganhando no grito

Um profissional de idade mediana, que exerce um posto de liderança em uma empresa, adota o método old school de administração – ou seja, eu grito e você obedece – com bons resultados durante a maior parte de sua carreira. Muito provavelmente, ele foi subordinado a um gestor que usava a mesma estratégia. Portanto, não precisou pensar duas vezes ao seguir um caminho seguro. Não se mexe em time que está vencendo, certo?

O que aconteceria com esse gestor se a empresa – visando melhorar a performance e fidelidade dos funcionários – resolve abolir os velhos métodos? Duas saídas possíveis: ou ele se adapta ou é descartado. Simples assim. Ele deixou de ser competente? A resposta é não. Mas o seu comportamento para obtenção dos bons indicadores empresariais não é mais eficiente naquele ambiente.

Um natural conflito mental vai martelar a mesma pergunta durante um tempo em sua cabeça: o que aconteceu? Antes, gritar e ameaçar eram eficazes, davam resultados. Diante de tal quadro, ele se vê obrigado a mudar a forma de agir, ou melhor, adequar o comportamento à nova realidade.

No aspecto familiar não é diferente. Pais rigorosos, que batem, castigam e ameaçam os filhos para conseguirem os resultados que desejam – quarto arrumado, boas notas, vegetais no almoço – são obrigados a mudar o comportamento quando os filhos crescem. O cenário mudou. Os velhos métodos não funcionam mais.

Eles vão rir de mim

Outro bom exemplo de comportamento ineficaz está relacionado com a introspeção, também conhecida como timidez. Imagine a agonia de alguém tímido ou inseguro para falar em público ou simplesmente conversar com uma pessoa na qual sinta atração?

O sujeito que adota o comportamento da timidez, também busca obter resultados, assim como o glutão, os pais ditadores e o chefe ogro dos exemplos anteriores. Neste caso, o resultado esperado é a segurança. É preferível não arriscar passos maiores que vão deixá-lo exposto e vulnerável. A timidez lhe protege do mundo onde todos são (supostamente) mais capazes e perfeitos do que ele.

Desesperado por ser mais extrovertido, o tímido resolve tomar umas boas canecas de cerveja na festa de confraternização da empresa e – finalmente – puxar conversa com a funcionária nova, que tira cópia todas as manhãs no RH. Se for bem-sucedido na empreitada, vai fortalecer o comportamento de beber em eventos sociais para obter a coragem que não tem. Não precisa ser gênio das probabilidades para imaginar o ciclo vicioso de tais decisões.

Conforme obtemos os resultados que esperamos, passamos a reforçar o comportamento que nos conduzem a eles. Uma criança que esperneia e chora para ganhar um doce e é recompensada pelos pais que só querem silêncio, percebe a eficácia da estratégia e passa a reforçar comportamento. Gritar dá certo!! Entretanto, no futuro, o pirralho pode se tornar um adolescente ou adulto despreparado, sem argumentos consistentes e relevantes para conseguir o seu “doce”.

O que desejo conseguir com o meu comportamento?

Creio que pelos exemplos apresentados até aqui, foi possível perceber que a maneira pelo qual nos comportamos, sempre tem uma finalidade, seja ela clara ou implícita. Além disso, é importante saber que os comportamentos nocivos que adotamos podem ser substituídos – se assim o desejarmos – por outro que traga os mesmos – ou até melhores – resultados.

A todo momento, estamos à procura de situações que nos proporcionem prazer e nos afaste da dor. É a premissa básica do funcionamento da mente. Ela quer nos proteger. No que diz respeito ao modo de agir, boa parte da humanidade não se importa com os meios, apenas com os resultados.

Para entender melhor: ao fumar um cigarro para relaxar, se concentrar ou clarear as ideias, não se pensa sobre o risco de ter câncer. O prazer que aquele montinho de tabaco enrolado proporciona, não tem preço. Bom, preço tem sim, mas quem pensa nisso enquanto se delicia com uma bela e profunda tragada?

Entretanto, seria possível substituir o cigarro por algo que traga os mesmos efeitos, como um chá de camomila, música suave, massagem, técnicas de respiração, exercícios físicos ou alongamentos? Sim, seria a resposta. São sugestões que proporcionam relaxamento, concentração e oxigenação no cérebro. Mas precisamos nos convencer de que mudar o comportamento é a melhor alternativa.

Esse processo de mudança se chama reestruturação, ou seja, substituir um comportamento por outro, mantendo ou maximizando os resultados. Segundo Anthony Robbins, há muito poucas coisas na vida que não possam ser reestruturadas em alguma coisa melhor. Isso quer dizer que se nós adotamos uma estratégia comportamental prejudicial que – paradoxalmente – nos concede bons resultados, temos o poder de substituí-la por outra mais construtiva, obtendo os mesmos ou até melhores retornos.

Como se muda um comportamento?

Os criadores da programação neurolinguística (PNL) – Richard Bandler e John Grinder – pesquisaram e organizaram uma poderosa programação de seis passos que pode mudar qualquer comportamento indesejável, mantendo os mesmos benefícios que se obtinha até então. Você vai precisar de um pouco de concentração, papel e caneta.

1 – Identifique o padrão de comportamento que quer mudar. É fundamental saber quem é o inimigo.

2 – Examine o seu inconsciente para descobrir o que gera tal comportamento. Trata-se de buscar a causa raiz. Pergunte a si mesmo por que você age desta forma. Observe a reação do seu corpo entanto responde.

Estou comendo muito porque ainda estou com fome ou porque estou chateado ou ansioso? Ou porque tem muita comida à disposição? Ou porque as pessoas que estão na mesa ainda não terminaram? Analise as possibilidades.

3 – Separe a intenção (resultados, objetivos) do comportamento. Anote apenas os benefícios que o comportamento que você deseja mudar trouxe no passado. Satisfação, segurança, relaxamento, poder, concentração, bem-estar, etc.

4 – Voltando ao inconsciente criativo, pergunte-se (e responda) que comportamentos alternativos poderiam ser adotados para conseguir os mesmos resultados. Anote três, pelo menos.

Quando estiver entediado, vou ouvir três músicas que eu gosto ou fazer um exercício de respiração profunda ou caminhar por vinte minutos.

5 – Agora sua imaginação precisa trabalhar. Assuma com seu inconsciente uma espécie de compromisso para que as novas estratégias sejam adotadas nas situações que exigiam o acionamento do antigo padrão. Trata-se de uma forma de treinar a mente.

Escuta aqui, ó mente! Toda vez que eu estiver chateado, não me leva para comer, está bem? Me leva para caminhar, ouvir música, respirar ou ler alguma coisa. Pode fazer essa gentileza ou vou ter que encher de porrada?

6 – Faça um teste drive. Tente visualizar cada uma das novas alternativas em situações práticas. Imagine episódios passados, nos quais você usou o antigo comportamento, e substitua-o pelos novos.

Na última vez que fui ao cinema, em vez de ter comido dois sacos gigantes de pipoca, eu poderia ter feito um lanche saudável antes de entrar na sala (no caso de estar realmente com fome) e concentrar minha atenção no filme, que não entendi quase nada porque estava ocupado comendo e pensando no refil.

Pode parecer um pouco complicado quando se lê, mas se torna simples quando se aplica.

Importante frisar que a mudança de comportamento inteligente e consciente, além de manter os resultados desejados pelo padrão anterior, proporciona novas possibilidades para a vida pessoal e profissional.

Lembre-se: comportamento é um hábito. Hábito nós adquirimos quando praticamos ou perdemos quando deixamos de executar. Então, está tudo em nossas mãos. Ou em nossas mentes.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/saiba-como-mudar-comportamentos-nocivos-em-apenas-seis-passos/103029/

22jan/18

As principais competências mentais a serem desenvolvidas

Vivemos algumas crises de valores em várias esferas da sociedade. Diante disso, que competências desenvolver na escola e na empresa? Howard Gardner nos dá esta resposta

Howard Gardner é internacionalmente conhecido pela sua Teoria das Inteligências Múltiplas. No entanto, uma das consequências do seu estudo relaciona-se ao âmbito mais geral: política e relacionamento humano.

Umas das leituras mais interessantes, dos últimos tempos, para mim é o livro As cinco mentes para o futuro, que enfoca as cinco habilidades cognitivas que todos devem dominar, além de sua importância na sociedade em que vivemos e como podemos fazer para desenvolver essas habilidades.

Vivemos em um mundo cheio de novas necessidades e novos paradigmas, onde as palavras de ordem mudaram (e vêm mudando!) com uma velocidade vertiginosa. Crowdsourcing, colaboração, inovação aberta, cultura digital, mídias sociais, internet das coisas, compartilhamento e livre acesso são apenas alguns termos que modelam a sociedade moderna. E, nesse aspecto, necessitamos de novas ferramentas cognitivas.

Citarei e caracterizarei o que Gardner cita em seu livro, com o objetivo, para quem ainda não o leu, de despertar a curiosidade e descobrir a riqueza de informações propostas por esse autor.

1. MENTE DISCIPLINADA

Você consegue iniciar um projeto e manter o ritmo de trabalho melhorando-o sempre que necessário?

Vivemos em uma sociedade onde o imediatismo predomina e, diante de projetos em que desejamos resultados favoráveis, entender todo o processo em detrimento dos extremos se torna uma necessidade essencial.

Cada projeto deve ser desenvolvido dentro de um arcabouço de informações que contemplam as maneiras mais importantes do pensamento que os seres humanos vêm desenvolvendo nos últimos anos: pensar matematicamente, artisticamente, cientificamente e historicamente. A informação é resultado de um todo complexo – assim, precisa ser analisada de forma muito cuidadosa em cada processo, em cada projeto, em cada situação…

Disciplina é algo que pode ser desenvolvido e, diante do exposto, para quem precisa de resultados pessoais ou profissionais, precisa desenvolver-se com certa urgência.

A disciplina está relacionada, diretamente, à persistência e à resiliência. Apenas um alerta: persistência e teimosia são coisas bem diferentes!

2. MENTE SINTETIZADORA

Todos nós vivemos sobrecarregados de informações! A todo instante, milhares de informações nos chegam com os mais variados níveis de importância. Desde informações sem sentido algum até aquelas que podem nos tornar pessoas melhores.

Dessa forma, devemos decidir no que prestar atenção e o que ignorar, desenvolvendo critérios para fazer essa seleção. Quais os seus objetivos? Qual o seu projeto? Qual o seu foco naquele momento? Qual o seu plano de curto, médio e longo prazo?

Esse é um trabalho que requer habilidade e precisa de treinamento contínuo. Nem toda síntese é boa. Ela deve ser julgada pela nossa razão ou, de outra forma, por alguém que seja nosso mentor, professor… Esse processo, uma vez desenvolvido, pode se tornar uma ferramenta poderosa no que diz respeito à escolha do que nos é primordial em detrimento do que é secundário ou até irrelevante.

Após a seleção, é necessário organizar logicamente esse material no cérebro para que não seja esquecido e dar sentido (significado) para que essa informação possa ser útil pra si mesmo e para o grupo do qual faça parte. Lembre-se que um dos verbos da modernidade é “compartilhar”.

3. MENTE CRIADORA

Uma das expressões mais faladas hoje é “Pensar fora da caixa!”. Mas a grande questão inicial é: você tem uma caixa?

Antes de criar, é necessário conhecer a si mesmo para que, a partir do momento em que buscar a exploração do desconhecido, saiba de onde está partindo, com o intuito de saber por qual trilha pretende caminhar.

O processo de criação requer ousadia e, fundamentalmente, perguntar coisas novas para si mesmo e para o mundo e, dessa forma, propor soluções criativas. Nesse aspecto, é necessário ver algo sobre a Teoria das Inteligências Múltiplas, do mesmo autor.

Não é uma tarefa simples, mas posso assegurar que é uma tarefa que nos leva por caminhos extraordinários.

4. MENTE RESPEITOSA

Acho que não é novidade alguma o fato de comentar aqui que as pessoas são diferentes umas das outras. O problema é que ultimamente vemos, nos noticiários e similares, notícias de pessoas que desrespeitam, de forma cruel e até letal, o direito que outras pessoas têm de ser elas mesmas.

Precisamos respeitar a diversidade de pessoas. Em épocas de compartilhamento e inteligência global, é extremamente arcaica a não compreensão dos gostos e dos anseios das outras pessoas. Sendo assim, têm que se constituir como esforços de todas as áreas (músicas, artes, esportes…) a união e o respeito aos grupos.

5. MENTE ÉTICA

O que você entende por Ética? Devemos ver nossos conceitos e avaliar, diante de um todo tão complexo, o que significa ser ético em nossa sociedade. Ética exige abstração e análise da realidade sob um ponto de vista global.

Pense em si mesmo como cidadão e como profissional. Você acha que está sendo ético em suas atitudes? E quanto aos seus descendentes? Qual a coisa certa a fazer como profissionais e como cidadãos? E estou falando em fazer a coisa certa mesmo quando você acredita que está sozinho.

Somos todos cidadãos do planeta que está em constante evolução. E nós estamos no meio de um processo evolutivo do qual não podemos fugir.

Diante do exposto, gostaria apenas de ratificar a indicação da leitura do livro que, diante da sociedade em que estamos inseridos, é uma leitura essencial.

Forte e fraterno abraço.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/as-principais-competencias-mentais-a-serem-desenvolvidas/93028/

22jan/18

Veja a lista de feriados e pontos facultativos em 2018

Os dias de guarda dos credos e religiões não relacionados poderão ser compensados, desde que previamente autorizado pelo responsável pela unidade administrativa de exercício do servidor

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Foi publicada na edição de hoje (26) do Diário Oficial da União portaria que estabelece os dias de feriados nacionais e os pontos facultativos em 2018.

Segundo o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, as datas deverão ser observadas pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo, sem comprometimento das atividades públicas consideradas como serviços essenciais à população.

A portaria estabelece ainda que os dias de guarda dos credos e religiões não relacionados poderão ser compensados, desde que previamente autorizado pelo responsável pela unidade administrativa de exercício do servidor. Os feriados declarados em lei estadual ou municipal serão observados pelas repartições da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, nas respectivas localidades, acrescentou o ministério.

O ministério diz ainda que não será permitido aos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal antecipar ponto facultativo em discordância com o que dispõe a portaria.

Veja o calendário:

– 1º de janeiro: Confraternização Universal (feriado nacional)

– 12 de fevereiro: Carnaval (ponto facultativo)

– 13 de fevereiro: Carnaval (ponto facultativo)

– 14 de fevereiro: quarta-feira de cinzas (ponto facultativo até as 14 horas)

– 30 de março: Paixão de Cristo (feriado nacional)

– 21 de abril: Tiradentes (feriado nacional)

– 1º de maio: Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)

– 31 de maio: Corpus Christi (ponto facultativo)

– 7 de setembro: Independência do Brasil (feriado nacional)

– 12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)

– 28 de outubro: Dia do Servidor Público – art. 236 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (ponto facultativo)

– 2 de novembro: Finados (feriado nacional)

– 15 de novembro: Proclamação da República (feriado nacional)

– 25 de dezembro: Natal (feriado nacional)

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/veja-a-lista-de-feriados-e-pontos-facultativos-em-2018/122800/

15jan/18

O péssimo hábito da procrastinação

Quando é que você pretende se tornar mais organizado e mudar a sua vida para a melhor? Como se livrar do triste hábito da procrastinação? Mude seus hábitos e mude sua vida

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Durante muito tempo eu trabalhei com um colega que utilizava uma técnica interessante para selecionar projetos e se livrar dos problemas relacionados à sua área. Como se tratava do todo-poderoso da área comercial e tudo tinha que passar pelo seu crivo, ele formava sempre três pilhas de documentos devidamente organizadas sobre a mesa de trabalho.

A pilha do lado esquerdo dizia respeito aos documentos ou projetos recebidos durante a semana, ou seja, casos recentes e urgentes. A pilha do meio referia-se aos projetos que foram urgentes um dia, agora nem tanto, já que há mais de uma semana ninguém cobrava nada. Por fim, a pilha do lado direito, com o dobro de documentos contidos na pilha do meio, que estavam estacionados ali há mais de um mês, era sinal de que o nível de urgência havia sido rebaixado para irrelevante. Como ele sempre dizia, “se alguém reclamar, os projetos estão por aqui, caso contrário, não devem muito importantes”.

Eu ficava indignado com tal atitude e considerava aquilo um absurdo, mas o fato é que eu saí da empresa e o indivíduo continuou por lá utilizando a mesma técnica, com um pouco mais de velocidade, em razão da globalização e da competitividade, segundo me dizem os remanescentes da época, mas o fato é que ele resistiu bem mais do que eu praticando a arte de empurrar as coisas com a barriga.

Durante anos eu lutei contra um hábito extremamente nocivo para o desenvolvimento humano, em todos os sentidos: a procrastinação. Em poucas palavras, procrastinação é o hábito de se deixar para depois ou para o dia seguinte ou para algum dia, quando sobrar tempo, o que pode ser realizado imediatamente ou em prazo definido, se houver boa vontade e predisposição para o planejamento.

Tudo o que acontece na vida está diretamente relacionado com os seguintes pontos:

1) A sua capacidade de atrair coisas boas ou coisas ruins, dependendo do seu estado de espírito;

2) A sua capacidade de realizar a contento aquilo que lhe é atribuído em troca de um benefício ou de uma remuneração;

3) A sua capacidade para enfrentar as adversidades que surgem com frequência no seu caminho todas as vezes que você encontra-se devidamente bem instalado na sua zona de conforto pessoal e profissional;

4) A sua capacidade de realizar as coisas de maneira mais rápida e eficiente do que as pessoas ao seu redor.

Imagine que você contemple todas as competências mencionadas anteriormente e, ainda assim, sua vida exiba um verdadeiro cabedal de dificuldades, tais como: acúmulo de dívidas no cartão de crédito, limite inteiramente tomado no cheque especial, pressão familiar para redução da carga horária de trabalho, queda no volume de vendas e, por consequência, não atingimento das metas, e o que é pior, seu chefe vive perguntando quanto tempo falta para você se aposentar apesar de você ter entrado na empresa há pouco tempo.

Embora a maioria dos profissionais não acredite tanto na sua capacidade de realização, por razões de ordem familiar, histórica e cultural, o seu potencial de criatividade para solução de problemas é inesgotável. A dificuldade maior está na falta de disciplina, de organização, de planejamento, na baixa autoestima e, em boa parte dos casos, na sua triste e real capacidade de deixar para amanhã o que se pode fazer hoje.

Em geral, a sociedade recomenda que sejamos fortes, apresentáveis, sorridentes, bem-relacionados e, acima de tudo, bem-sucedidos. Isso nos impõe uma sobrecarga violenta de trabalho, além da emocional, praticamente incompatível com a nossa capacidade de resposta. Resultado: frustração, estresse, pressão alta, cara feia todas as manhãs, dívidas, doenças de todos os tipos, demissão ou afastamento.

A tentação de parecermos o que não somos sempre nos persegue e, no fundo, acabamos dando um jeito para tudo, porém o custo é elevado. Por conta da nossa eterna necessidade de querer ser e de ter sempre mais do que o necessário, sacrificamos a saúde, o relacionamento conjugal, o crescimento dos filhos, enfim, o convívio familiar, e não vivemos a vida plenamente.

O que você precisa para ter qualidade de vida? Por que assume tantos compromissos que não tem condições de cumprir? Quanto vale tomar um bom café da manhã ao lado da família ou fazer aquela viagem que há anos está sendo adiada por conta da pressão da sociedade?

Embora a sociedade imponha uma série de restrições e de obrigações, cabe a você, e mais ninguém, a decisão de aceitar aquilo que não condiz com a sua maneira de ser, pensar e agir. Portanto, ser seletivo não é uma questão de ser prepotente, mas uma questão de sobrevivência.

Por tudo isso, quero compartilhar minha experiência com vocês, pois aprendi, a duras penas, que a melhor forma de avançar mais rápido é estabelecer prioridades de acordo com a importância dos nossos objetivos e metas.

Tentar abraçar o mundo com as pernas e empurrar as coisas com a barriga é um defeito, por vezes irremediável, que não levará você a lugar algum, portanto, as questões a seguir são fundamentais para ajudá-lo a recuperar o foco e manter acesa a esperança de uma vida mais digna, consistente e equilibrada.

1. Uma coisa de cada vez: não existe frustração maior do que várias coisas iniciadas e nenhuma encerrada com sucesso. Vá por partes, mas faça bem feito.

2. Crie metas mensuráveis: o segredo é fracionar a meta principal em pequenas metas seguidas de ações concretas e prazos específicos para conquistá-las.

3. Estabeleça prioridades: acredite no todo, mas dedique-se ao mais importante de acordo com cada momento da sua existência. As coisas mais importantes não devem ficar à mercê das coisas menos importantes, dizia Goethe, escritor alemão.

4. Pare de procrastinar: deixar para amanhã o que se deve fazer hoje é uma excelente maneira de prorrogar os seus sonhos para um dia, talvez quando você nao tiver mais paciência, energia e motivação para nada.

5. Você é totalmente responsável por sua vida: você não pode mudar as circunstâncias nem os acontecimentos ao seu redor, mas pode mudar a si mesmo. Não basta ter competência, é necessário ter atitude.

De acordo com Mark Twain, escritor e conferencista norte-americano, o segredo de ir em frente está em começar e o segredo de começar está em repartir as tarefas complexas e esmagadoras em tarefas pequenas e administráveis e, então, começar pela primeira.

Pense nisso, mude seus hábitos e seja bem mais feliz!

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/o-pessimo-habito-da-procrastinacao/22285/

15jan/18

Como Steve Jobs nos ensina a ser um bom comunicador

Steve Jobs além de ser um exemplo de liderança, é conhecido como um comunicador cativante, que vende as suas ideias com talento, capaz de converter prováveis compradores em clientes e clientes em entusiastas

WikiCommons/Joi

Comunicação é chave para convencer as pessoas, tanto clientes, funcionários e sócios, a acreditar num novo produto, num novo processo, no rumo da organização. Quando a comunicação é ineficaz, ela desfaz ideias, desafios e interrompe carreiras.

No processo de comunicação, as apresentações tornaram-se uma ferramenta essencial. Através dela é possível comunicar as qualidades de seu produto, serviço ou causa, fazendo com que as pessoas acreditem na ideia que a empresa está vendendo. As apresentações são a peça chave e qualquer erro pode representar prejuízo e levar ao fracasso.

Como, então, elaborar uma apresentação de sucesso? Como ter uma apresentação que possa cativar e convencer quem está assistindo a comprar o produto ou serviço?

Faça como Steve Jobs. Veja abaixo as 11 lições que ele ensina para fazer uma apresentação de sucesso, uma apresentação que seja a diferença, que atraia futuros consumidores e que faça com que os mesmos tornem-se clientes da empresa.

1) Crie uma história

Elabore um enredo para vender as suas ideias com convicção e carisma. Muitos comunicadores criam mensagens e títulos cativantes, fazem uma narrativa leve e fácil de ser acompanhada.

Comece com um esboço da historia, sem ajuda de computador ou Power Point, somente caneta e papel. O Microsoft Power Point é uma excelente ferramenta para as apresentações, permitindo diversos designs, animações, além de agilizar a tarefa. Porém, alguns recursos podem atrapalhar e tornar a apresentação tediosa.

Jobs se envolvia diretamente em cada detalhe da apresentação e seguia a forma como os principais designers de apresentação recomendam: começar no papel. Escrever no papel um esboço, pois ele proporciona mais clareza e resultados criativos e, após isso, apresentar as ideias de forma digital. A preparação de uma apresentação exige tempo para pensar, planejar, esboçar e escrever um roteiro.

É preciso lembrar que: é a história que mobilizará a imaginação e irá reter a atenção da plateia, não os slides.

2) Responda à pergunta mais importante

A plateia quer ser informada sobre o seu produto, ensinada sobre como ele funciona e entretida enquanto aprende sobre ele. As pessoas querem saber a resposta para a seguinte pergunta: “Por que eu devo me interessar?”.

No planejamento da apresentação, considere que ela não é para você, e sim para o público. Responder a pergunta de forma simples e direta chamará a atenção dos ouvintes.

3) Simplicidade

A simplicidade é um conceito muito importante para a Apple. Jobs tornava os produtos fáceis de usar, eliminando recursos. Da mesma forma o faz em suas apresentações. Enquanto muitos apresentadores preenchem os seus slides com bastante conteúdo, Jobs os retira.

Uma apresentação de Steve Jobs é muito simples, objetiva e visual. Ao remover informações irrelevantes dos produtos e apresentações, Steve consegue repassar com clareza todas as informações necessárias.

Os slides simples mantem o foco no que interessa: em você, o palestrante. Se os seus slidestiverem muitas palavras, e palavras que não correspondem ao que você diz, os ouvintes terão dificuldades para se concentrar em você e em seus slides.

O seu discurso também tem que ser simples. Jobs escolhe cuidadosamente as suas palavras para descrever um produto. Ele substitui frases longas por citações, as quais facilmente poderiam ser inseridas em um post do Twitter. Desta forma, as frases são simples e fáceis de serem lembradas.

4) Use imagens

Suas ideias terão maior probabilidade de ser lembradas se forem apresentadas por imagens, em vez de palavras. As imagens funcionam melhor que o texto porque o cérebro enxerga as palavras como inúmeras imagens em miniaturas.

Quando Steve Jobs apresentou o lançamento do Iphone 3G ele utilizou onze slides, sendo que somente um slide continha palavras.

Você precisa ter confiança para expor suas ideias utilizando imagens ao invés de palavras. Você deve, então, transmitir sua mensagem perfeitamente. Jobs transmite suas ideias de maneira simples, clara e confiante, e essa é a diferença entre Steve e milhões de comunicadores comuns.

 5) Use palavras empolgantes

Como foi possível ver até agora, Jobs fala de uma maneira simples, clara e direta, isenta de jargão e complexidade. Ele escolhe palavras que são divertidas, tangíveis e incomuns.

Se as suas apresentações forem lotadas de jargões, enroladas e confusas, você perderá uma oportunidade de empolgar e envolver as pessoas que estão lhe ouvindo. Você deve utilizar palavras que representam verdadeiramente seu produto, serviço ou marca. Não fique com receio de usar palavras simples e adjetivos descritivos. Se você considera o seu produto incrível, siga em frente e diga isso. Se você não ficar empolgado com o seu produto, como espera que os outros fiquem?

Jargão se refere a uma linguagem incompreensível. Evite-a, pois o uso de jargões cria dificuldades para compartilhar ideias. Eles deixarão você menos compreensível e, por consequência, menos persuasivo.

Outra maneira de acrescentar vida a sua linguagem é por meio de analogias, comparando uma ideia ou produto com um conceito ou produto conhecido pela plateia. Quando você encontrar uma analogia que funcione, persista nela. Quanto mais repeti-la, maiores serão as chances de seus clientes se lembrarem.

6) Compartilhe o palco

Nosso cérebro não presta atenção em coisas chatas, ele deseja variedade. Divida o palco com convidados, com pessoas capazes de explicar de forma mais eficaz sobre uma etapa do funcionamento de um produto. Isso somará credibilidade e entusiasmo à apresentação.

Os testemunhos e avais são persuasivos. O boca a boca é a principal influencia nas decisões de compras. Convidar um cliente para dividir o palco, tanto pessoalmente ou em vídeo, é uma importante estratégia. Demonstrar publicações que elogiam o produto também é uma tática que funciona. Essas ações influenciam os ouvintes, dando confiança de que comprando o produto, eles farão uma escolha sensata.

É importante, também, agradecer as pessoas que tornaram o produto possível, como, por exemplo, os funcionários. Isto revelará à plateia sinais de integridade e inspirará seus parceiros e colaboradores a trabalhar com você. Steve Jobs divide o palco com a sua plateia, seus clientes, na maioria das vezes, agradecendo-os. Deste modo, ele cria uma afinidade com os ouvintes, reconhecendo as pessoas que são importantes: as que compram e as que desenvolvem o produto.

 7) Em suas apresentações utilize objetos cênicos

Jobs utilizava objetos cênicos nas demonstrações dos seus produtos. Uma boa demonstração tem o poder de informar a plateia sobre o seu produto, comunicando os seus benefícios e inspirando os ouvintes a compra-lo.

Apesar disto, as demonstrações devem ser:

Curtas: uma demonstração não pode entediar a plateia.

Simples: deve ser compreensível e fácil de acompanhar. Informar somente o que é relevante, despertando nos ouvintes a vontade de adquiri-lo, porem sem desnorteá-los.

Gratificante: através de uma demonstração, apresente o diferencial de seu produto em comparação com o concorrente. Porém, você deve mostrar a funcionalidade real de seu produto.

Substancial: demonstrar claramente a forma como o seu produto oferece uma solução para um problema que seus ouvintes estão enfrentando.

Prazer: ao realizar a apresentação do seu produto, você deve demonstrar prazer com isso. As demonstrações devem ser divertidas, com entusiasmo e atingir todos os presentes. Jobs revelava prazer demonstrando seus novos produtos e, exatamente por isso, suas apresentações faziam sucesso.

Concentração: ao demonstrar um produto, apresente somente um dos muitos benefícios oferecidos por ele. Assim, você não sobrecarregará a plateia.

8) Surpreenda com um momento inesquecível

O primeiro passo para criar um momento inesquecível é identificar um único tema, uma única coisa, que você deseja que a sua plateia lembre depois de deixar o recinto. Os ouvintes esquecerão muitos detalhes da sua apresentação, dos seus slides, mas lembrarão do que sentiram. A apresentação deve ter o proposito de criar uma experiência e provocar uma conexão emocional com o ouvinte.

Quando Jobs apresentou o novo iPod, ele tinha uma única mensagem-chave: ele põe mil musicas em seu bolso.

9) Presença de palco

Steve Jobs possuía uma presença de palco impressionante. Sua voz, seus gestos e sua linguagem corporal comunicavam autoridade, confiança e energia. As palavras que ele empregava para descrever um produto são importantes de se observar, assim como a maneira como se expressava. Ele destacava as palavras-chaves em cada paragrafo, fazia gestos expansivos para complementar sua expressão vocal.

Três técnicas para melhorar a linguagem corporal:

Contato visual: os grandes comunicadores, como Steve Jobs, costumam apresentar contato visual com a plateia. Eles raramente fazem alguma leitura de slides ou de anotações. Jobs costumava dar uma olhada no slide e logo voltava sua atenção novamente para a plateia.

Jobs era capaz de estabelecer um contato visual firme com seus expectadores porque ensaiava suas apresentações. Assim, ele sabia exatamente o que havia em cada slide e o que dizer no momento em que ele aparecia. Quanto mais ensaiava, mais incorporava o conteúdo e, assim, mais fácil e firme ficava a sua conexão com os ouvintes. Outro detalhe para manter o contato visual com a plateia, é elaborar slides visuais, utilizando-se de imagens e poucas palavras. Slides com imagens e poucas palavras fazem o apresentador transmitir as informações oralmente para o público.

Postura aberta: evite estar de braços cruzados em uma apresentação bem como ficar atrás de um púlpito. Jobs, em suas demonstrações, se senta em paralelo ao computador, e assim, nada bloqueia sua visão da plateia e vice-versa. Ele realiza uma atividade no computador e volta-se para os ouvintes explicando o que acabara de fazer, e assim, raramente quebra o contato visual por muito tempo.

Gestos com as mãos: enfatize uma palavra ou frase com algum gesto que as complemente. Evite permanecer com os braços parados ao lado do corpo, pois, desta forma, você parecerá rígido, formal e, até mesmo, um pouco esquisito. Utilizar gestos com a mão enfatiza um pensamento, esclarecendo-o. Utilize gestos com as mãos para enfatizar suas ideias, porém tenha cuidado para que os gestos não pareçam robotizados. Seja espontâneo e autentico, evitando copiar gestos de outros comunicadores.

Expressão verbal: além da linguagem corporal é necessário haver uma boa expressão verbal. Slides incríveis podem significar pouco se você não possuir uma grande expressão verbal. Uma expressão verbal ruim pode arruinar uma historia incrível.

Com a expressão verbal o apresentador pode criar suspense, entusiasmo e emoção na plateia. Procure aplicar duas técnicas que Jobs utilizava para manter seus ouvintes envolvidos:

a) Inflexão:mude sua inflexão aumentando e diminuindo o tom de voz quando julgar necessário. Se todas as palavras forem expressas num mesmo tom, a apresentação e demonstração de um produto irão se tornar monótonos.

b) Pausas:utilize pausas para que não pareça que você está tentando despejar o conteúdo rapidamente na apresentação. Faça pausa para que a sua mensagem seja absorvida pela plateia.

10) Deixe de lado o roteiro

Faça uma apresentação sem recorrer a uma bloco de anotações. Ao invés disto, utilize nos slides uma ideia-chave como incitador. Como já escrito diversas vezes, evite textos longos. Tenha um único tema em cada slide.

11) Não se preocupe com as coisas pequenas

Independente do quanto você se preparar para a apresentação, algo pode ocorrer de forma não desejada, diferente do que havia sido programado. Não se deixe perturbar no palco, reconheça o problema e continue a apresentação. Nesses casos, mantenha a calma e tente resolver o problema com tranquilidade. Não deixe que um empecilho acabe com o seu entusiasmo, e ai sim, acabe com a sua apresentação.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/como-steve-jobs-nos-ensina-a-ser-um-bom-comunicador/92224/

15jan/18

Como definir metas e objetivos para conquistar um 2018 mais próspero

Mais um ano chega ao fim e com ele, o momento de começar a organizar um ano novo mais próspero.

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Estamos na reta fim de 2017 e a maioria das pessoas reserva essa época para planejar o próximo ano. Chega o instante em que a fábula do fim de ano e suas lindas promessas têm dois caminhos:

1) Serem corroídas pelas traças que alimentam os sabotadores de sonhos, dia após dia até emendar no próximo fim de ano;

2) Ter definidos metas e objetivos para vencer e realizar seus sonhos.

São inúmeros passos para conseguir êxito nessa empreitada e vou resumir aqui os 5 principais passos para definir os objetivos e metas e assim agendar seu encontro com a prosperidade e riqueza em 2018 e algumas armadilhas que podem ser empecilhos.

A prosperidade é um encontro que precisa ser agendado. Antes de entrarmos nos 5 passos, é fundamental que você compreenda o conceito de prosperidade e como ela está ligada diretamente à espiritualidade e ao risco de uma grande armadilha contra o sucesso de suas realizações. Prosperidade é um estado de espírito alegre, vibrante, aliado à saúde plena e abundância de bens materiais e recursos financeiros.

Compreende que, alinhando a prosperidade, todas as demais áreas estão sendo beneficiadas? Eu trabalho desde 2007 como executiva em desenvolvimento humano e vejo diversos coaches e terapeutas espiritualizados que são profissionais excelentes caírem em algumas armadilhas quando fazem o seu balanço do ano e o planejamento do próximo.

Vou alertar para que você se desvie desses obstáculos. Se esses profissionais soubessem liberar seu fluxo da prosperidade e conciliar a riqueza e abundância material com a sua vida espiritual, poderiam atingir clientes mais comprometidos, fazer mais sucesso e gerar maior impacto no mundo. Somente assim estariam construindo o seu céu na terra, a sua vida divina. Mas elas não conseguem, em parte, porque foram ensinadas que pessoas despertas espiritualmente não podem usufruir do mundo material e continuarem sendo espiritualistas. Você já teve esse tipo de pensamento alguma vez? Já ficou ressonando em sua mente a frase “ricos não vão para o céu”?

Passo 1) Tome consciência e se liberte de crenças limitantes com relação a dinheiro, riqueza, e alinhe sua espiritualidade (independente da religião que escolheu). Inicie anotando o seguinte: Rico é … Dinheiro é … Patrão é … (complete as reticências nas frases com o que vier na sua mente). Faça um detox dessas crenças.

Deixa eu te explicar porque isso pode ser uma GRANDE ARMADILHA. Acontece que a ESPIRITUALIDADE assim como a PROSPERIDADE são um FLUXO, e se você não estiver altamente Próspera financeiramente é um sinal de que você não está tão altamente espiritualizada como você pensa que está. Existe algo nas profundezas da sua mente inconsciente que exclui essa prosperidade como se fosse te proteger de algo. Vamos prosperar, pois, afinal, a prosperidade e o sucesso inspiram muito mais que a vida limitada de recursos materiais que está ligada à escassez.

Passo 2) Descubra se está vivendo do seu Propósito de Vida. Pouco adianta traçar metas se elas te afastam do seu propósito de vida, e algo fundamental é saber que a prosperidade, plenitude e felicidade só conseguem chegar na sua vida quando você vive o propósito e missão da sua alma. Se você vive procurando ser o melhor que consegue ser, entretanto nunca se sente bom o bastante, provavelmente você começará a perceber que não está sendo o que você nasceu para SER e isso está ligado a viver fora do seu propósito de vida. A boa noticia é que agora você pode parar e se reconectar e refletir qual é o seu propósito de vida. Sem neuras, pois entrará muito no plano mental, e não é dessa forma que encontrará o que já está instalado em você. Através da sua inspiração você se reconectará com seu propósito. Faça coisas que te inspirem!

Passo 3) Elabore um planejamento de Intenções com metas claras, específicas e bem definidas e ANOTE. Tudo o que você vê hoje materializado é visto primeiro na mente que intenciona, que sonha e depois realizado. Por isso, tenha clareza daquilo que você deseja, nas áreas, pessoal, profissional, financeira, afetiva, familiar, saúde, qualidade de vida, equilíbrio emocional, aprendizado, relacionamentos interpessoais, espiritualidade, contribuição social, diversão, dentre outras. Anote tudo aquilo que você intenciona alcançar no próximo ano, ou seja, transformar desejos em objetivos e objetivos em metas.

Passo 4) Elabore um plano estratégico para cada área selecionada de forma específica e com datas definidas, pode ser por trimestre, semestre. Exemplo: Se você deseja emagrecer para o próximo ano, ao invés de pensar e anotar emagrecer, veja-se com corpo desejado, na sua mente, escreva “desejo estar mais magra em 7 kg até o dia 20 de abril”. Pergunte-se “o que posso fazer de hoje até o dia X? O que posso fazer a partir de agora para me aproximar dessa meta? O que mais posso fazer?” Faça uma análise de suas forças para conseguir realizar essas metas e faça uma análise das fraquezas, que são importantes para ter consciência e contorná-las. Nada de plano B hein! Como diz um dos meus mestres, o Robert Kyosac “Plano B Fede!”, ele tira seu foco e energia para conquistar o plano A! Use a mesma clareza e especificidade para outras metas.

Passo 5) Comprometa-se com cada meta estabelecida em fazer o seu 100% para conquistá-la e evite procrastinar, afinal, foi você quem a elegeu como importante na sua vida. Se desejar ir mais rápido, busque ajuda de um COACH ou de um MENTOR que já viveu o que deseja viver, para que possa encurtar caminhos. Uma pessoa que se compromete com suas metas sabe muito bem onde deseja chegar e como chegar a cada objetivo traçado e tem suporte é certamente aquela que realizará um 2018 extraordinário.

Então não perca mais tempo. A hora é essa, o momento é o AGORA. Comece agora mesmo a traçar seus objetivos e metas para 2018 ser realmente o primeiro dos melhores anos da sua vida.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/como-definir-metas-e-objetivos-para-conquistar-um-2018-mais-prospero/108130/

08jan/18

9 hábitos de pessoas com alta inteligência emocional

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito!

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Quando a inteligência emocional surgiu pela primeira vez para o público em geral, ela serviu como a conexão que faltava em uma descoberta peculiar: pessoas com QI mediano se desempenharam melhor do que aqueles com os maiores QI 70% das vezes. Essa anomalia deu um grande golpe no que muitas pessoas sempre presumiram ser a única fonte de sucesso – QI. Décadas de pesquisa agora apontam para a inteligência emocional como o fator crítico que distancia os melhores profissionais do resto do bando.

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito! É uma maneira poderosa de concentrar sua energia em uma direção com um resultado tremendo. De todas as pessoas que estudamos no trabalho, descobrimos que 90% dos melhores profissionais possuem alto IE. Você pode até ser um ótimo profissional sem inteligência emocional, mas as chances disso acontecer são pequenas.

Inteligência emocional é “algo” em cada um de nós que é um pouco intangível. Ela afeta a forma como administramos o comportamento, como navegamos complexidades sociais e como tomamos decisões pessoais que trazem resultados positivos. Inteligência emocional é composta de quatro habilidades centrais que se emparelham sob duas competências primárias: competência pessoal e competência social.

Competência pessoal contém suas habilidades de autoconhecimento e autogerenciamento, que focam mais em sua individualidade do que em suas interações com outras pessoas. Competência pessoal é sua habilidade de estar ciente de suas emoções e administrar seu comportamento e tendências.

Autoconhecimento é sua habilidade de compreender de forma precisa suas emoções e ter consciência delas enquanto elas agem.
Autogerenciamento é sua habilidade de utilizar a compreensão das suas emoções para se manter flexível e direcionar positivamente seu comportamento.

Competência social é composta por suas habilidades de conscientização social e de gestão de relacionamentos; competência social é sua habilidade de entender o temperamento de outras pessoas, seu comportamento e motivos, de maneira a respondê-los de forma efetiva e melhorar a qualidade de seus relacionamentos.

Conscientização social é sua habilidade de reconhecer de forma precisa as emoções em outras pessoas e compreender o que realmente está acontecendo.

Gestão de relacionamentos é sua habilidade de utilizar a compreensão de suas emoções e as emoções dos outros para administrar suas interações com sucesso.

Além da importância da inteligência emocional, sua natureza intangível faz com que seja muito difícil saber quais comportamentos você deve simular. Então eu analisei dados de mais de milhões de pessoas que a TalentSmart testou para identificar hábitos que distinguiam as pessoas com IE alto.

Elas são constantemente positivas. Fique olhando as notícias por qualquer período de tempo e você verá que é simplesmente um ciclo de guerra sem fim: ataques violentos, economias frágeis, empresas em falência e desastres ambientais. É fácil pensar que o mundo está indo ladeira abaixo rapidamente. E quem sabe? Talvez esteja. Mas as pessoas inteligentes emocionalmente não se preocupam com isso porque elas não se prendem a coisas que não conseguem controlar. Elas concentram sua energia em direcionar duas coisas que estão completamente sob seu poder – sua atenção e seu esforço. Vários estudos mostraram que otimistas são fisicamente e psicologicamente mais saudáveis que pessimistas. Eles também possuem desempenho melhor no trabalho. Lembre-se disso na próxima vez que um caminhão de pensamentos negativos prender sua mente.

Elas possuem um vocabulário emocional robusto. Todas as pessoas sentem emoções, mas é apenas uma pequena parcela que consegue identificá-las de forma precisa enquanto elas acontecem. Nossa pesquisa mostra que apenas 36% das pessoas conseguem fazer isso, o que é um problema, pois as emoções não rotuladas podem ser má interpretadas, o que leva a escolhas irracionais e ações prejudiciais. Pessoas com IE alto dominam suas emoções, porque elas as entendem, e porque elas utilizam um vocabulário extenso sobre sentimentos para fazer isso. Enquanto muitas pessoas dizem apenas que estão mal, pessoas com alta inteligência emocional conseguem apontar se estão “frustradas”, “deprimidas” ou “ansiosas”. Quanto mais específica for a palavra que você escolher, melhor o entendimento que você terá sobre o que exatamente está sentido, o que causou isso e o que você deveria fazer em relação a isso.

Elas são assertivas. Pessoas com alto IE possuem um equilíbrio entre boas maneiras, empatia e gentileza com a habilidade de se afirmarem e estabelecerem limites. Essa combinação tática é ideal para lidar com conflitos. Quando a maioria das pessoas são contrariadas, elas geralmente se comportam de forma passiva ou agressiva. Pessoas inteligentes emocionalmente permanecem equilibradas e assertivas ao se guiarem para fora das reações emocionais não filtradas. Isso permite que elas neutralizem pessoas difíceis e tóxicas sem criar inimigos.

Elas são curiosas sobre outras pessoas. Não importa se elas são introvertidas ou extrovertidas, pessoas inteligentes emocionalmente são curiosas sobre todos ao seu redor. Essa curiosidade é o produto da empatia, uma das passagens mais importantes para o IE alto. Quanto mais você se importa com outras pessoas e com o que elas estão passando, mais curiosidade você terá sobre elas.

Elas perdoam, mas elas não esquecem. Pessoas emocionalmente inteligentes vivem pelo dilema “Engane-me uma vez, o tolo é você; engane-me duas vezes, o tolo sou eu”. Elas perdoam para evitar guardar rancor, mas elas nunca esquecem. As emoções negativas que surgem ao guardar rancor são na verdade uma resposta de estresse. Segurar esse estresse pode ter consequências devastadoras para a saúde, e pessoas emocionalmente inteligentes sabem como evitar isso a todo custo. Entretanto, oferecer perdão não significa que elas darão uma segunda chance para quem cometeu o erro. Pessoas emocionalmente inteligentes se deixam derrubar por maus-tratos, então elas rapidamente se desprendem das coisas e são assertivas para se proteger de danos futuros.

Elas não deixam ninguém limitar sua alegria. Quando seu sentimento de prazer e satisfação se deriva de comparações com os outros, você não é mais o mestre de sua felicidade. Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem com algo que fizeram, elas não deixam que a opinião ou conquista de ninguém tire esse sentimento delas. Enquanto é impossível desligar suas reações sobre o que as outras pessoas pensam de você, você não tem que se comparar com outros, você sempre pode escutar as opiniões das pessoas com ceticismo.

Elas tornam as coisas divertidas. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem exatamente o que as fazem felizes, e elas trabalham constantemente para trazer essa felicidade para tudo que fazem. Elas transformam trabalhos monótonos em jogos, vão além do necessário para deixar as pessoas com quem se importam felizes, e fazem pausas para aproveitar as coisas que amam não importa o quanto estejam ocupadas. Elas sabem que injetar essa diversão em suas vidas combate o estresse e constrói uma resiliência duradoura.

Elas são difíceis de serem ofendidas. Se você tiver uma compreensão concreta de quem você é, é difícil que alguém diga ou faça algo que lhe provoque. Pessoas emocionalmente inteligentes são auto-confiantes e cabeça aberta, o que cria uma pele bem grossa.

Elas anulam reflexões negativas. Um grande passo em desenvolver inteligência emocional envolve parar de ter um diálogo consigo negativo durante o caminho. Quanto mais você medita sobre pensamentos negativos, mais poder você dá a eles. A maioria de nossos pensamentos negativos são apenas isso – pensamentos, não fatos. Você pode parar as coisas negativas e pessimistas que sua voz interior diz ao escrevê-las. Quando você tirar o momento para diminuir o ritmo de pensamentos negativos, você será mais racional e terá a mente mais clara para avaliar a veracidade. Você pode apostar que suas afirmações não são verdadeiras qualquer momento que você utilize palavras como “nunca”, “pior” e “sempre”. Se suas afirmações ainda aparentam ser fatos quando estão no papel, leve-as para um amigo e veja se ele concorda com você. Assim a verdade com certeza aparecerá.

Juntando todas as peças.
Ao contrário de seu QI, seu IE é altamente maleável. Enquanto você treina seu cérebro pela prática repetitiva de novos comportamentos emocionalmente inteligentes, seu cérebro constrói o caminho necessário para torná-los hábitos. Logo você irá começar a reagir ao seu redor com inteligência emocional sem mesmo pensar nisso. E enquanto seu cérebro reforça o uso de novos comportamentos, as conexões que davam suporte aos comportamentos velhos e destrutivos irão morrer.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/habitos-de-pessoas-com-alta-inteligencia-emocional/97379/8