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02jan/20

6 passos simples para evitar a desmotivação na carreira

Você sente que já não está mais comprometido com os prazos e entregas das suas demandas? Está sem energia para levantar da cama e começar a sua jornada na empresa?

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Analise a seguinte situação: a pessoa começou em um emprego novo, tudo é motivo para comemorar! Novo ambiente de trabalho, novos colegas, novas demandas, novos assuntos na hora do cafezinho, trocas de experiências e muito gás para viver essa etapa. Com o tempo, tudo se estabiliza, as atividades começam a ficar repetitivas, os problemas de relacionamento com os colegas aumentam, as necessidades e objetivos profissionais não são atendidos e a pessoa se vê com o seguinte problema: desmotivação na carreira.

Agora eu proponho a você, uma reflexão sobre a sua vida profissional e sua rotina de trabalho. Você consegue se ver em uma situação semelhante? Sente que já não está mais comprometido com os prazos e entregas das suas demandas? Não participa ativamente das reuniões? Está sem energia para levantar da cama e começar a sua jornada na empresa? Participa de intrigas nos corredores da organização? Anda faltando muito e sem justificativa? A cada dia que passa, suas atividades estão mais acumuladas? Você já recebeu mais de uma avaliação negativa do seu gestor?

Acredite, essa é uma circunstância muito comum à diversos profissionais, mas pode sim ser modificada, evitando assim, consequências ainda mais sérias.

O primeiro passo é identificar de onde vem a sua desmotivação. Esse sentimento, além de não fazer nada bem ao seu corpo e a sua mente, também pode trazer consequências negativas, tanto para a sua vida profissional, como a perca de oportunidades de crescimento, como para a empresa em que você trabalha, pois, a desmotivação compromete a produtividade da mesma, suas entregas, faturamento e credibilidade no mercado.

Muitos atribuem tal sentimento a baixa remuneração, mas engana-se quem pensa que apenas esse fator pode intensificar a desmotivação na carreira de um profissional. Os motivos são os mais diversificados que se possa imaginar, conheça alguns deles: ausência de um plano de carreira; falta de reconhecimento por parte do líder; problemas de relacionamento interpessoal; falta de feedback; metas inalcançáveis; retrabalho; pouco investimento no desenvolvimento profissional por parte da empresa; acúmulo de atividades; atrasos no pagamento; cobranças em excesso; prazos curtos; favorecimento de colegas; infraestrutura inadequada; responsabilidades abaixo do potencial do colaborador; agressões verbais; pouca comunicação; pressão por resultados; não conseguir expor ideias e opiniões.

Dicas para você evitar a desmotivação na carreira

Existem algumas ações que, ao serem colocadas em prática, te auxiliam a evitar e desmotivação na carreira. Chegou a hora de mudar essa situação! A seguir, te apresento 6 passos simples para fugir desse sentimento:

1. Desenvolva o autoconhecimento

Quando você desenvolve o autoconhecimento, você é capaz de identificar suas qualidades e competências que o auxiliam a entregar um trabalho de excelência, bem como potencializá-las, saber quais são os seus pontos de melhoria, seus sonhos e expectativas profissionais, medos e anseios, suas realizações, crenças e valores, limitações, missão enquanto colaborador e comportamentos e pensamentos que podem afetar a sua motivação na carreira.

Ao fazer esse movimento, você ainda consegue determinar se a sua atual função na empresa é a correta para o seu perfil e maneira de trabalhar, além de proporcionar a identificação de novas oportunidades e um caminho para você alcançar os resultados profissionais que deseja através da administração correta das suas ações.

2. Desenvolva a sua inteligência emocional

Antes de falar sobre essa dica, reflita: você é um colaborador capaz de lidar de forma imediata com os acontecimentos da sua rotina de trabalho? Como você age ao receber um feedback do seu gestor? Tem dificuldade para receber ordens? A verdade é que de nada adianta, ao se sentir desmotivado na carreira, você se estressar e perder o controle da situação.

Para evitar esse sentimento, você precisa desenvolver a sua inteligência emocional, ou seja, você deve aprender a lidar com suas emoções, para então, controlar seu pensamento e comportamento. Você se torna capaz de gerir não apenas os seus sentimentos e ações, mas também dos outros profissionais a sua volta, desenvolver a resiliência, direcionar suas emoções em prol de objetivos capazes de lhe proporcionar motivação na carreira, como por exemplo, uma promoção, melhoria nos seus relacionamentos na empresa, se adaptar à mudanças, entre outras.

3. Desenvolva um plano de carreira

Muitas vezes, a desmotivação na carreira existe pelo fato da pessoa não saber suas expectativas enquanto profissional. Se esse é o seu caso, chegou a hora de desenvolver um plano de carreira e assim, evitar tal sentimento. Ele é capaz de oferecer a você, uma visão sistêmica da sua carreira, a partir daí, você conseguirá identificar suas expectativas na empresa, suas chances de crescimento, se deseja mudar de área, onde você quer estar daqui a 5, 10 anos, entre outras questões.

Com esses dados em mãos, você aumenta o seu foco, se sente parte fundamental dos processos da organização, melhora a sua produtividade e maximiza a sua motivação.

4. Desenvolva metas e desafios

Nada mais pertinente para driblar a desmotivação na carreira do que estabelecer metas e desafios na sua rotina de trabalho. Obviamente, eles devem ser atingíveis, pois o intuito dos mesmos não é o de provocar frustração, mas sim, engajamento. A ideia é te tirar da zona de conforto para que você execute suas tarefas de formas diferentes, enxergue novas maneiras de trabalhar e assim, aumente a sua confiança e se motive no dia-a-dia na empresa.

Aqui vale de tudo: dobrar o número de entregas da semana, interagir com pessoas de outros departamentos, até auxiliar um colega que esteja com dificuldade em determinado processo.

5. Busque por capacitação profissional

Muitas vezes, a desmotivação na carreira vem pelo fato da capacitação do profissional não ser condizente com algumas funções que ele exerce na empresa. Se esse é o seu caso, nada mais coerente do que buscar por tais qualificações em cursos online, palestras, pós-graduações, workshops, trabalhos voluntários, leitura de livros e revistas da área, cursos de idioma, aulas de informática, intercâmbios etc.

Tais atividades são valorizadas pelas organizações e muitas delas incentivam o colaborador a procurar por desenvolvimento profissional. Ao buscar por capacitação, você, além de aumentar a sua motivação, acompanha as tendências do seu mercado de atuação, minimiza seus erros nos processos que desempenha e se mantem preparado para as possíveis oportunidades na organização em que você trabalha.

6. Equilibre a sua vida pessoal e profissional

Engana-se quem pensa que para crescer na carreira, é necessário se abdicar inteiramente da vida pessoal, pelo contrário, isso só agrava a tão temida desmotivação. Portanto, se você quer evitar tal sentimento, saiba: é necessário equilibrar a sua vida pessoal e a sua vida profissional.

Isso significa que não adianta você focar a sua vida para bater metas na empresa, subir de cargo e trabalhar para conseguir um aumento, se você não tirar um tempo para realizar os seus hobbies, cuidar da sua saúde, passar um tempo com sua família e amigos. Se não houver esse equilíbrio, os bons resultados no seu trabalho vão diminuir gradativamente, sendo substituídos por altos níveis de estresse e desmotivação na carreira.

José Roberto Marques é presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/6-passos-simples-para-evitar-a-desmotivacao-na-carreira/121872/

02jan/20

Gratidão no trabalho: como transformá-la em ferramenta poderosa para a produtividade

Um estudo da Stanford Business mostrou que gerentes que expressaram gratidão aos seus funcionários geraram uma produtividade 50% maior às suas equipes

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As prioridades são muitas: um número cada vez maior de compromissos surge na agenda e sempre tem aquela tarefa que insistimos em levar do trabalho para casa.

Mas, mesmo com o ritmo corriqueiro que o cotidiano nos impõe, você já tirou alguns minutos do seu dia para refletir sobre os fatores que te fazem ser grato no trabalho? Indo um pouco além, você já se perguntou como o agradecimento diário pode ter uma relação direta com sua produtividade profissional?

Frequentemente, com a ascensão das diversas redes sociais, nos comparamos e temos a – falsa – sensação de não estar vivendo tão plenamente.

Uma dica? A gratidão aumenta a saúde e a felicidade no trabalho. E digo isso com embasamento científico: pesquisas no campo da psicologia positiva oferecem fortes provas de que o sentimento e a expressão da gratidão influenciam positivamente nossas emoções e saúde, e podem inspirar estes resultados em outras pessoas.

Um estudo da Stanford Business mostrou que gerentes que expressaram gratidão aos seus funcionários geraram uma produtividade 50% maior às suas equipes.

Descobertas como essa podem motivar funcionários de uma empresa a afastar emoções negativas como a insegurança e o medo de serem criticados por um chefe ou por seu colega.

Tudo indica que realmente somos mais produtivos quando recebemos gratidão. Além disso, um colega de trabalho tem maior probabilidade de se sentir aberto positivamente e comunicar as preocupações e angústias.

Por isso, ressalto abaixo pontos importantes que mostram o poder e benefícios gerados pela gratidão e, ao final, dicas de como praticá-las ao menos em alguns dias de sua semana:

Definindo “gratidão”

Apesar de não haver uma definição psicológica única, os pesquisadores Robert Emmons e Cheryl Crumpler descrevem a gratidão como “uma resposta emocional para um presente. É aquilo que se sente após ter sido o beneficiário de um ato altruísta.”

Fontes de bondade

Ela nos conecta com outras pessoas, vidas e – dependendo das crenças nas quais a pessoa acredita -, um poder maior. Conseguimos senti-la quando a pessoa na nossa frente na fila paga pelo café de maneira espontânea, ou quando um amigo faz uma visita inesperada durante um momento difícil.

No ambiente de trabalho, alguém já pode ter vivenciado esta sensação depois de uma conquista e ao sermos reconhecidos pelo esforço de um projeto bem executado.

Em outras palavras, a gratidão é um processo de metabolizar o que já temos – saindo um pouco da bolha e caos diário em que vivemos.

Impacto da gratidão

Em um estudo, participantes foram colocados aleatoriamente em três grupos: um que escrevia sobre as preocupações da vida, outro sobre fatores que eles eram gratos e o terceiro sobre eventos neutros da vida. Eles escreviam semanalmente.

No segundo estudo, os participantes foram colocados nos mesmos grupos, mas foi pedido que escrevessem diariamente. No terceiro estudo, um grupo de participantes com doença neuromuscular era colocado aleatoriamente para que escrevessem sobre gratidão ou qualquer outra coisa.

Após 10 semanas, participantes que escreviam sobre o que eram gratos semanalmente relatavam estar 25% mais felizes do que aqueles que escreviam sobre as preocupações. Os participantes com doenças neuromusculares que escreveram sobre gratidão relataram ter uma visão mais otimista de suas vidas e, inclusive, um sono mais reparador. E já sabemos que mais felicidade e mais sono, consequentemente, ser mais focados e produtivos.

Pratique (e anote) a sua gratidão

– Comemore suas conquistas e celebre marcos importantes (por exemplo, uma promoção no trabalho). Mas não se esqueça dos pequenos gestos de bondade das pessoas que fazem o seu café ou esvaziam o seu lixo toda manhã. Elas estão em todo lugar – mas parece que nunca as percebemos;

– Treine sua mente para perceber coisas pelas quais é grato ao longo do dia. Separe alguns minutos ao final do dia e utilize esse tempo como um momento de recarga;

– Tire uma foto para você se lembrar pelo que é grato, anote no seu computador ou dispositivo móvel, e ao final de uma semana, reveja o que você escreveu;

– Encontre maneiras de discutir com o que você está grato com seus colegas. Pode parecer óbvio, mas comemorar com seus companheiros de equipe ao mesmo tempo os ergue e os inspira a continuar a fazer melhor. Você pode agradecer às pessoas publicamente em reuniões, enviar um e-mail, ou simplesmente mencionar em uma conversa o quão grato você está;

Lições aprendidas

Expressar gratidão cria um ciclo positivo independentemente do cargo. Gerentes, líderes, estagiários: mostrar gratidão faz bem a nós mesmos e para as pessoas que a aceita também.

A gratidão, reafirma que se juntarmos todas as coisas, a vida é boa e tem elementos que a fazem valer a pena ser vivida. A gratidão é reconhecer que a(s) fonte(s) desta bondade estão parcialmente fora de si e são direcionadas ao outros.

Esta é uma maneira significativa em que este sentimento difere de outras disposições emocionais.

Não foque apenas no que precisa ser atingido, se habitue a reconhecer o que já tem.

Joshua Zerkel — Diretor de Global Customer Education e Community na Evernote

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/gratidao-no-trabalho-como-transforma-la-em-ferramenta-poderosa-para-a-produtividade/121960/

01dez/19

19 coisas que pessoas negativas sempre fazem

Se você trabalha usando pensamento positivo, vai conseguir ser alguém feliz

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Ninguém está sempre feliz e todos têm dias ruins. Mas, às vezes, a extrema negatividade pode ser evitada e, assim, melhorar seu humor. Em recente artigo para o Business Insider, Hillary White comenta sobre as atitudes que as pessoas infelizes costumam ter e que deveriam abolir imediatamente. “Se você trabalha usando pensamento positivo sobre si mesmo e os outros ao seu redor, vai conseguir ser alguém feliz”, diz ela.

Confira uma lista de 19 coisas negativas que você deveria parar de fazer:

1 – Preocupar-se com coisas que não podem ser mudadas

“Pessoas negativas têm tendência a pensar no que poderia ter acontecido na vida, mas é importante não se preocupar com coisas que não podemos mudar. Deveríamos aprender com nossos erros e tentar fazer melhor na próxima vez. Podemos até ficar felizes por termos cometido alguns erros”, diz Hillary.

2 – Desistir quando algo fica difícil

Pessoas negativas e infelizes sempre vão desistir no meio do caminho ao encontrarem um desafio. É fácil pular fora quando algo parece perdido, mas perseverar através das dificuldades quase sempre trará bons resultados. “Desistir vai fazer você se sentir derrotado. Não importa como acabe, enfrentar as dificuldades aumenta a confiança”, explica Hillary.

3 – Levar-se a sério demais

Ter a capacidade de relaxar e rir de si mesmo e do absurdo que pode ser a vida vai transformar o modo de olhar as coisas ao seu redor.

4 – Não se exercitar

Exercitar-se tem inúmeros benefícios mentais e físicos. Quanto mais exercícios você faz, melhor você vai se sentir consigo mesmo e provavelmente irá fazer você seguir um estilo de vida mais saudável. Levar uma vida sedentária trará efeitos negativos para o humor, saúde e felicidade.

5 – Focar-se em objetivos impossíveis

“Ter objetivos é importante, afinal, é a única forma de fazer algo. Porém, pode ser um problema quando os objetivos que damos a nós mesmo são impossíveis de serem realizados. Apesar de acharmos que tentar alcançar as estrelas é bom, pessoas que sempre buscam metas inalcançáveis sempre se sentirão desapontadas. A chave é montar diversos e pequenos objetivos para si mesmo, o que vai fazer você se sentir realizado ao alcançá-los e ultrapassá-los”, diz Hillary.

6 – Alimentar-se de comidas que não são saudáveis

Todos têm prazeres que trazem culpa e sempre faz bem sair vez ou outra do regime. Porém, pessoas infelizes deixam essas saídas virarem a regra. Comidas saudáveis melhoram o humor, dão mais energia e são benéficas para a saúde.

7 – Não dormir o suficiente

Dormir é essencial. O quanto você dorme está diretamente ligado à sua produtividade e felicidade no dia seguinte. “Você pode achar que aquela hora extra é uma boa ideia, mas uma boa noite de sono deve ser prioridade”, diz Hillary.

8 – Focar-se apenas em suas fraquezas

“Todos nós temos inseguranças”, afirma Hillary. A chave está em focar no que temos de bom e não nos defeitos. “Auto-aperfeiçoamento é importante, mas pessoas negativas focam demais nas suas fraquezas em vez de se preocuparem em ter uma imagem positiva. Reconhecer as fraquezas é diferente de deixar elas tomarem conta das nossas atitudes”, completa.

9 – Passar tempo demais nas redes sociais

“Esse é um dos maiores problemas! Hoje em dia as pessoas deixam toda sua vida online. Primeiro, isso nos faz passar tempo demais nos comparando aos outros. É uma boa ideia passar um tempo longe da tela do computador e ter novas perspectivas de atividades para o dia. Pessoas negativas se preocupam demais com a forma como elas aparecem na internet para as outras pessoas, o que trará um efeito negativo para como elas mesmas se enxergam”, comenta Hillary.

10 – Ficar em sua zona de conforto

É fácil querer ficar na zona de conforto, onde é mais seguro e não existem riscos. Mas passar tempo demais nessa zona faz com que grandes coisas não aconteçam. Tédio é um grande fator para a infelicidade, o que pode ser facilmente combatido com novas experiências. Não precisa largar tudo e ir saltar de paraquedas, mas só a ideia de provar uma nova comida, ou escutar uma música de uma banda que você não gosta já pode trazer um pouco do novo.

11 – Preocupar-se com o que outras pessoas pensam

“Pessoas negativas ligam demais para a opinião dos outros. No fim das contas, nada pode ser feito para agradar a todos, então faça apenas o que faz você feliz”, explica Hillary.

12 – Fofocar e sempre falar mal dos outros

De acordo com Hillary, se você não tem algo bom a dizer, simplesmente não diga. Pessoas negativas tentam trazer outras pessoas para baixo para que se sintam melhores e isso nunca funciona.

13 – Trabalhar em excesso

“Todos merecem um dia de descanso. Pessoas que trabalham demais geralmente negligenciam suas necessidades, e às vezes tudo o que precisamos para nos sentirmos melhores é um dia de folga”, diz Hillary.

14 – Isolar-se

Apesar de parecer mais fácil apenas se isolar das pessoas nos momentos difíceis, passar tempo com os amigos e a família é a melhor maneira de revigorar as energias.

15 – Nunca sair da rotina

Pessoas felizes sabem que é importante tirar férias, usar uma roupa diferente, tirar um dia só para relaxar. Atitudes negativas em excesso fazem você esquecer que tomar conta de si mesmo é tão importante quanto tomar conta dos outros.

16 – Acomodar-se

“Pessoas negativas ficam felizes em se acomodar”, comenta Hillary. “Seja um relacionamento que não as faz felizes ou um trabalho, manter-se assim nos faz pensar que nossas vidas estão estagnadas”, diz.

17 – Recusar-se a perdoar

Pessoas negativas tendem a ser vingativas e guardar mágoas, mas a liberdade e a paz que perdoar vai trazer é um benefício bem maior que qualquer tristeza que alguém possa fazer você sentir.

18 – Evitar planejamento e organização

“Desorganização pode confundir nossas vidas. Mesmo que seja algo simples, como limpar um quarto, restaurar a ordem pode ajudar a ganhar um senso de controle sobre as coisas. Pessoas negativas e que evitam organização e planejamento estão menos preparadas para as reviravoltas da vida”, diz Hillary.

19 – Focar apenas em si mesmo

Enquanto se preocupar com você é essencial, pessoas infelizes e negativas pensam apenas em si mesmas a todo o tempo. Tratar os outros mal ou sempre focar em si mesmo ou seus próprios problemas pode ser prejudicial para o bem-estar e felicidade.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/19-coisas-que-pessoas-negativas-sempre-fazem/87927/

01dez/19

9 hábitos de pessoas com alta inteligência emocional

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito!

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Quando a inteligência emocional surgiu pela primeira vez para o público em geral, ela serviu como a conexão que faltava em uma descoberta peculiar: pessoas com QI mediano se desempenharam melhor do que aqueles com os maiores QI 70% das vezes. Essa anomalia deu um grande golpe no que muitas pessoas sempre presumiram ser a única fonte de sucesso – QI. Décadas de pesquisa agora apontam para a inteligência emocional como o fator crítico que distancia os melhores profissionais do resto do bando.

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito! É uma maneira poderosa de concentrar sua energia em uma direção com um resultado tremendo. De todas as pessoas que estudamos no trabalho, descobrimos que 90% dos melhores profissionais possuem alto IE. Você pode até ser um ótimo profissional sem inteligência emocional, mas as chances disso acontecer são pequenas.

Inteligência emocional é “algo” em cada um de nós que é um pouco intangível. Ela afeta a forma como administramos o comportamento, como navegamos complexidades sociais e como tomamos decisões pessoais que trazem resultados positivos. Inteligência emocional é composta de quatro habilidades centrais que se emparelham sob duas competências primárias: competência pessoal e competência social.

Competência pessoal contém suas habilidades de autoconhecimento e autogerenciamento, que focam mais em sua individualidade do que em suas interações com outras pessoas. Competência pessoal é sua habilidade de estar ciente de suas emoções e administrar seu comportamento e tendências.

Autoconhecimento é sua habilidade de compreender de forma precisa suas emoções e ter consciência delas enquanto elas agem.
Autogerenciamento é sua habilidade de utilizar a compreensão das suas emoções para se manter flexível e direcionar positivamente seu comportamento.

Competência social é composta por suas habilidades de conscientização social e de gestão de relacionamentos; competência social é sua habilidade de entender o temperamento de outras pessoas, seu comportamento e motivos, de maneira a respondê-los de forma efetiva e melhorar a qualidade de seus relacionamentos.

Conscientização social é sua habilidade de reconhecer de forma precisa as emoções em outras pessoas e compreender o que realmente está acontecendo.

Gestão de relacionamentos é sua habilidade de utilizar a compreensão de suas emoções e as emoções dos outros para administrar suas interações com sucesso.

Além da importância da inteligência emocional, sua natureza intangível faz com que seja muito difícil saber quais comportamentos você deve simular. Então eu analisei dados de mais de milhões de pessoas que a TalentSmart testou para identificar hábitos que distinguiam as pessoas com IE alto.

Elas são constantemente positivas. Fique olhando as notícias por qualquer período de tempo e você verá que é simplesmente um ciclo de guerra sem fim: ataques violentos, economias frágeis, empresas em falência e desastres ambientais. É fácil pensar que o mundo está indo ladeira abaixo rapidamente. E quem sabe? Talvez esteja. Mas as pessoas inteligentes emocionalmente não se preocupam com isso porque elas não se prendem a coisas que não conseguem controlar. Elas concentram sua energia em direcionar duas coisas que estão completamente sob seu poder – sua atenção e seu esforço. Vários estudos mostraram que otimistas são fisicamente e psicologicamente mais saudáveis que pessimistas. Eles também possuem desempenho melhor no trabalho. Lembre-se disso na próxima vez que um caminhão de pensamentos negativos prender sua mente.

Elas possuem um vocabulário emocional robusto. Todas as pessoas sentem emoções, mas é apenas uma pequena parcela que consegue identificá-las de forma precisa enquanto elas acontecem. Nossa pesquisa mostra que apenas 36% das pessoas conseguem fazer isso, o que é um problema, pois as emoções não rotuladas podem ser má interpretadas, o que leva a escolhas irracionais e ações prejudiciais. Pessoas com IE alto dominam suas emoções, porque elas as entendem, e porque elas utilizam um vocabulário extenso sobre sentimentos para fazer isso. Enquanto muitas pessoas dizem apenas que estão mal, pessoas com alta inteligência emocional conseguem apontar se estão “frustradas”, “deprimidas” ou “ansiosas”. Quanto mais específica for a palavra que você escolher, melhor o entendimento que você terá sobre o que exatamente está sentido, o que causou isso e o que você deveria fazer em relação a isso.

Elas são assertivas. Pessoas com alto IE possuem um equilíbrio entre boas maneiras, empatia e gentileza com a habilidade de se afirmarem e estabelecerem limites. Essa combinação tática é ideal para lidar com conflitos. Quando a maioria das pessoas são contrariadas, elas geralmente se comportam de forma passiva ou agressiva. Pessoas inteligentes emocionalmente permanecem equilibradas e assertivas ao se guiarem para fora das reações emocionais não filtradas. Isso permite que elas neutralizem pessoas difíceis e tóxicas sem criar inimigos.

Elas são curiosas sobre outras pessoas. Não importa se elas são introvertidas ou extrovertidas, pessoas inteligentes emocionalmente são curiosas sobre todos ao seu redor. Essa curiosidade é o produto da empatia, uma das passagens mais importantes para o IE alto. Quanto mais você se importa com outras pessoas e com o que elas estão passando, mais curiosidade você terá sobre elas.

Elas perdoam, mas elas não esquecem. Pessoas emocionalmente inteligentes vivem pelo dilema “Engane-me uma vez, o tolo é você; engane-me duas vezes, o tolo sou eu”. Elas perdoam para evitar guardar rancor, mas elas nunca esquecem. As emoções negativas que surgem ao guardar rancor são na verdade uma resposta de estresse. Segurar esse estresse pode ter consequências devastadoras para a saúde, e pessoas emocionalmente inteligentes sabem como evitar isso a todo custo. Entretanto, oferecer perdão não significa que elas darão uma segunda chance para quem cometeu o erro. Pessoas emocionalmente inteligentes se deixam derrubar por maus-tratos, então elas rapidamente se desprendem das coisas e são assertivas para se proteger de danos futuros.

Elas não deixam ninguém limitar sua alegria. Quando seu sentimento de prazer e satisfação se deriva de comparações com os outros, você não é mais o mestre de sua felicidade. Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem com algo que fizeram, elas não deixam que a opinião ou conquista de ninguém tire esse sentimento delas. Enquanto é impossível desligar suas reações sobre o que as outras pessoas pensam de você, você não tem que se comparar com outros, você sempre pode escutar as opiniões das pessoas com ceticismo.

Elas tornam as coisas divertidas. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem exatamente o que as fazem felizes, e elas trabalham constantemente para trazer essa felicidade para tudo que fazem. Elas transformam trabalhos monótonos em jogos, vão além do necessário para deixar as pessoas com quem se importam felizes, e fazem pausas para aproveitar as coisas que amam não importa o quanto estejam ocupadas. Elas sabem que injetar essa diversão em suas vidas combate o estresse e constrói uma resiliência duradoura.

Elas são difíceis de serem ofendidas. Se você tiver uma compreensão concreta de quem você é, é difícil que alguém diga ou faça algo que lhe provoque. Pessoas emocionalmente inteligentes são auto-confiantes e cabeça aberta, o que cria uma pele bem grossa.

Elas anulam reflexões negativas. Um grande passo em desenvolver inteligência emocional envolve parar de ter um diálogo consigo negativo durante o caminho. Quanto mais você medita sobre pensamentos negativos, mais poder você dá a eles. A maioria de nossos pensamentos negativos são apenas isso – pensamentos, não fatos. Você pode parar as coisas negativas e pessimistas que sua voz interior diz ao escrevê-las. Quando você tirar o momento para diminuir o ritmo de pensamentos negativos, você será mais racional e terá a mente mais clara para avaliar a veracidade. Você pode apostar que suas afirmações não são verdadeiras qualquer momento que você utilize palavras como “nunca”, “pior” e “sempre”. Se suas afirmações ainda aparentam ser fatos quando estão no papel, leve-as para um amigo e veja se ele concorda com você. Assim a verdade com certeza aparecerá.

Juntando todas as peças.
Ao contrário de seu QI, seu IE é altamente maleável. Enquanto você treina seu cérebro pela prática repetitiva de novos comportamentos emocionalmente inteligentes, seu cérebro constrói o caminho necessário para torná-los hábitos. Logo você irá começar a reagir ao seu redor com inteligência emocional sem mesmo pensar nisso. E enquanto seu cérebro reforça o uso de novos comportamentos, as conexões que davam suporte aos comportamentos velhos e destrutivos irão morrer.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/habitos-de-pessoas-com-alta-inteligencia-emocional/97379/8

01dez/19

Sinais de que você é bem sucedido (mesmo que não pareça)

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente podemos mais que isso

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Se você é ambicioso, está sujeito a se sentir fracassado vez ou outra. Metas elevadas levam a momentos inevitáveis em que você ainda não está suprindo suas expectativas.

Vivemos em um mundo que reforça esse sentimento. Mesmo que a maioria das pessoas não admita – exceto o cara com o adesivo de carro “aquele que tem mais é o vencedor” -, no fundo, igualamos possessões materiais com o sucesso.

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente somos melhores que isso. Um estudo feito pela Strayer University descobriu que 90% dos americanos acreditam que a felicidade é um indicador maior de sucesso do que o poder, posses ou prestígio. Indo mais a fundo, 67% definiram sucesso como “relações boas com amigos e família”, e 60% disseram que é amar o que você faz da vida. Apenas 20% afirmaram que riqueza monetária determinava o sucesso.

Mas dizer e fazer são duas coisas muito diferentes…

Quando o assunto é sucesso, nossos olhos frequentemente nos desviam do foco. É difícil não achar que as pessoas de mais sucesso são aquelas com as maiores casas, os carros mais caros e os amigos mais influentes. Independente do que você alcance, sempre haverá alguém com mais e isso pode fazer parecer que você está perdendo. O problema não é você ter pouca coisa; é acreditar que as coisas levam ao verdadeiro sucesso.

O sucesso verdadeiro tem a ver com quem você é e o quão longe você já chegou. Se você alguma vez se preocupar por não ter tanto sucesso o quanto deveria ter, pode ser que esteja se avaliando a partir dos critérios errados. Às vezes você só precisa de um lembrete do que você realmente já conquistou na vida. Os indicadores de sucesso a seguir irão lhe ajudar a fazer exatamente isso.

Você não se vê como o centro do universo. Todos nós conhecemos pessoas “de sucesso” que agem como se fossem o centro do universo. É o mundo delas e o resto de nós simplesmente vivemos nele… certo? Isso não é sucesso. O sucesso verdadeiro requer a habilidade de sentir empatia – de perceber que os sentimentos e sonhos das outras pessoas são tão importantes quanto os seus, e que não podemos ter sucesso sem eles.

Você se mantém positivo. Esperança e otimismo são componentes essenciais para uma vida feliz. Se você vive se baseando nas coisas que dão errado, ficará angustiado e ressentido. Quando isso acontece, você fracassa – independente do que tenha conquistado. O sucesso verdadeiro significa sempre ver o lado positivo e acreditar que você tem o poder de transformar até as piores situações em situações melhores.

Você sabe que o fracasso não é para sempre. Você sabe que aquelas pessoas que nunca fracassam são aquelas que nunca tentam. Se você fracassa, não supõe automaticamente que é um fracasso. Em vez disso, você acolhe cada fracasso como uma oportunidade de aprender algo – e então segue em frente. Se você ainda tem dificuldades com isso às vezes, saiba que você nunca irá vivenciar o pleno sucesso até que aprenda a acolher o fracasso. Seus erros pavimentam o caminho para seu sucesso pois revelam que você está no caminho errado. Os maiores progressos geralmente acontecem quando você está se sentindo muito frustrado e empacado. É essa frustração que força você a pensar diferente, a olhar para além do convencional e ver a solução que você precisava.

Você mantém as coisas sob perspectiva. Coisas ruins acontecem de vez em quando, faz parte da vida. Para a maioria de nós, entretanto, nosso pior dia seria uma viagem de férias para pessoas que têm problemas reais – como não ter o que comer ou tentar sobreviver uma guerra civil. Travar seu carro com as chaves dentro – ou até não conseguir uma promoção – não são tão ruins quando você começa a desenvolver perspectiva. Se você dominou a habilidade de manter seus problemas em perspectiva, coloque isso como um enorme sucesso.

Você pede ajuda quando você precisa. Recusar-se a pedir ajuda, mesmo que você esteja com muitas dificuldades, é um sinal de imaturidade emocional. Pedir ajuda significa que você não sente mais a necessidade de se provar sendo perfeito. Isso mostra que você não tem mais medo de pessoas descobrirem suas fraquezas e também que você entende que ninguém tem sucesso sozinho.

Você percebe que a vida não é um jogo de soma zero. E tampouco é uma gangorra. Só porque alguém alcança o sucesso não significa que você sofre uma perda em proporção igual. Você apenas não ganhou naquele exato momento. Um sinal certo de sucesso é a habilidade de celebrar as conquistas das outras pessoas com sincero entusiasmo.

Você é capaz de diferenciar drama e entusiasmo. Você lembra dos dias que relacionamentos estáveis eram chatos e você rapidamente se cansava de alguém que tratava você como deveria? Se esse tipo de “drama” é algo do passado, parabéns. Se você prefere estabilidade e profundidade do que drama, você está tendo sucesso.

Você não se importa mais com o que as outras pessoas pensam. Você só se preocupa com o que as outras pessoas falam quando você sente que ainda precisa provar algo. Por outro lado, você sabe que “conseguiu” quando você não se importa mais com isso – quando você é sincero consigo e com seus princípios e está satisfeito com sua vida. Você sabe que conseguiu quando entende que as opiniões das outras pessoas são apenas isso – opiniões. Não possuem nenhum efeito na realidade. Elas não mudam quem ou o que você é.

Você aceita o que não pode mudar e muda o que pode. Existe uma diferença entre pessimismo e viabilidade. Se um furacão está vindo em sua direção, não há nada que você possa fazer para impedí-lo. Mas quando você aceita que tem um furacão vindo, consegue começar a agir para mitigar os efeitos. Se sua empresa encolhe e você é cortado, cada momento que você passa em negação apenas atrasa o que quer que esteja no seu horizonte. Você tem a capacidade de seguir em frente quando começa a explorar suas opções e fazer planos para mudar o que você pode. Responsabilizar-se por mudar coisas que você não gosta em sua vida é um dos maiores indicadores de sucesso.

Compreendendo tudo

Não há sentido em se sentir um fracasso apenas porque você achava que deveria ter um emprego melhor, uma casa maior ou um carro mais legal. O sucesso verdadeiro vem de dentro e é completamente independente da circunstância.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/sinais-de-que-voce-e-bem-sucedido-mesmo-que-nao-pareca/95798/

04nov/19

Mestrado Profissional ou MBA Executivo: como escolher o melhor modelo de pós-graduação?

Conheça as diferenças entre os programas para decidir pelo lato ou stricto sensu com segurança

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Continuar estudando é uma opção cada vez mais recorrente tanto para formandos de graduação como para profissionais que já estão no mercado e querem aprofundar seus conhecimentos e fortalecer o currículo. A escolha entre um Master of Business Administration (MBA), lato sensu, ou um Mestrado Profissional, stricto sensu, nem sempre é fácil. A melhor dica é avaliar o momento profissional e o direcionamento que se busca para a carreira na hora de decidir, mas conhecer as diferenças entre os dois programas é essencial.

“Os alunos do MBA são motivados a trabalharem com casos e aplicações práticas, são instigados a explorar como fazer a gestão e tomar decisões. No Mestrado Profissional, estimulamos os alunos a aprofundarem os temas propostos com base em pesquisas empíricas, técnicas estatísticas e artigos acadêmicos”, diferencia Guy Cliquet do Amaral Filho, coordenador executivo da Pós-Graduação Lato Sensu do Insper.


Guy Cliquet Do Amaral Filho, coordenador executivo da Pós-Graduação Lato Sensu do Insper

Para alunos que buscam aprofundar seus conhecimentos com forte base analítica e conceitual em áreas específicas, a recomendação é o Mestrado Profissional. Os cursos têm foco analítico e aplicado, usa pesquisas empíricas, artigos acadêmicos e estatísticas e exigem dedicação de tempo além das aulas presenciais: cerca de 18 horas semanais. Para receber o título, o aluno deve produzir uma dissertação baseada em dados de pesquisa válida.

Ricardo Rodrigues, gerente sênior de Engenharia Logística, sempre quis conciliar o conhecimento técnico com o de estudos, buscando equilíbrio entre ambiente profissional e acadêmico. Como estava em busca de um aprendizado mais profundo e teórico, optou pela pós-graduação stricto sensu do Insper, concluindo o Mestrado Profissional em Administração (MPA).

“Com o curso ganhei uma visão sistêmica e organizacional. A possibilidade de escolher disciplinas de acordo com minha trajetória e momento profissional, além de me ajudar a resolver problemas do cotidiano da minha profissão, permitiu ainda uma conexão entre gerações, com uma rica troca de informações”, destaca Rodrigues.

No entanto, é importante lembrar que é preciso disciplina e disponibilidade de tempo para os que buscam trilhar o mesmo caminho. O programa tem carga horária de 747 horas, além das horas de dedicação de estudo fora das aulas presenciais.

“O MPA do Insper exige dedicação do aluno e requer horas semanais extras de estudo para que seja alcançado o objetivo de ter uma base acadêmica e analítica mais sólida e ele possa aplicar isso de forma prática no dia a dia profissional”, explica Silvio Laban Neto, coordenador dos cursos de MPA e diretor de Marketing e Conteúdo do Insper.


Silvio Laban Neto, coordenador dos cursos de MPA e diretor de Marketing e Conteúdo do Insper

Diferente de Rodrigues, a advogada Claudia Frankel Grosman, especialista em Gestão e Mediação de Conflitos, sentia falta de conceitos de Administração e Gestão de Negócios em seu perfil profissional. Foi isso que a motivou a buscar o MBA Executivo do Insper.

O MBA é indicado para quem já é gestor, com pelo menos cinco anos de experiência profissional, e busca visão estratégica e executiva de negócios. O curso tem um escopo amplo, com cases, aplicações práticas e estudos para tomada de decisão e exige doze horas de estudo semanais, além das aulas presenciais. Para concluí-lo, o aluno deve entregar um projeto aplicado.

Como Claudia tinha mais experiência na área de Humanas, precisou se dedicar mais às aulas que requeriam conhecimentos específicos na área de Exatas. “Ser minoria na área de atuação foi o mais desafiador para mim durante o curso. Mas entendo que profissionais como eu, da área de Humanas, trazem um olhar complementar aos executivos de Exatas e tornam o ambiente mais heterogêneo, promovendo diferentes insights e discussões mais ricas”, destaca. Hoje, ela faz parte do Conselho Alumni do Insper.

O Insper oferece cursos de MBA Executivo e Mestrado Profissional no período noturno, possibilitando ao profissional conciliar trabalho e escola.

Veja no quadro abaixo as principais diferenças entre o MBA e MPA do Insper.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/mestrado-profissional-ou-mba-executivo-como-escolher-o-melhor-modelo-de-pos-graduacao/124995/

01out/19

O ótimo é inimigo do bom

Não gaste seus esforços para tentar convencer alguém a receber mais do que o solicitado

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Quantas vezes em nossas atividades não somos perfeccionistas em excesso? Vou dizer uma coisa que talvez pareça contraditório, mas a minha experiência diz que não é: esse tipo de atitude não necessariamente gera os resultados esperados. Muito pelo contrário! Pode até atrapalhar.

Vou dar um exemplo. Certa vez, em uma empresa onde eu trabalhava, o presidente pediu para um diretor um slide com uma análise dos preços médios de determinado período. O diretor quis fazer média e já encomendou ao supervisor um estudo completo dos preços médios, com análise de variações tributárias e várias outras informações adicionais. A bomba foi repassada aos analistas, que quase enlouqueceram levantando os dados às pressas para apresentá-los a tempo. O resultado? Ao receber o relatório, o presidente resmungou: “mas eu só queria os preços médios”.

Nessa história, houve uma gigantesca perda de tempo e muito estresse envolvendo vários funcionários para entregar uma coisa que sequer havia sido solicitada. Claro que precisamos nos empenhar para entregar sempre o nosso melhor, seja para um líder ou para um cliente. No entanto, é necessário ter muito cuidado para fornecer sempre o que foi pedido, sem excessos, os quais não necessariamente são relevantes. Se alguém solicita algo na qualidade “normal”, não há motivos de entregarmos um produto “premium”. Afinal, a pessoa não está disposta a pagar a mais por isso e você e sua empresa perderão tempo e dinheiro com essa solução.

Em muitos casos, você pode se enrolar tanto que sequer será capaz de entregar qualquer coisa. Tudo por ficar ainda pior. Sabe como? Gastando seus esforços para tentar convencer alguém a receber mais do que o solicitado. Na minha atividade como palestrante, por exemplo, se um cliente me deixa claro que deseja que uma palestra sobre negociação, eu jamais irei sugerir um conteúdo com horas e horas falando sobre precificação. Não faz sentido.

O cliente já tinha claro o que queria, por que eu deveria gastar tempo tentando convencê-lo do contrário? Por isso digo que o ótimo é inimigo do bom: pois, na tentativa de fazer o ótimo, pode acabar não fazendo nada, enquanto poderia simplesmente ter realizado o que foi solicitado. Ou seja, o bom.

Carlos Titton é palestrante, facilitador em treinamentos e professor nos cursos de MBA e Pós-Graduação da FAAP, Saint Paul e FIA/SP em disciplinas de vendas, estratégia e gestão de negócios.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/o-otimo-e-inimigo-do-bom/125014/

03set/19

Os três “E”s do século 21

Um artigo sobre Emprego, Empregabilidade e Empreendedorismo

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Não é novidade que o mundo está caminhando para uma era de maiores desigualdades sociais, colapsos econômicos e disrupções em praticamente 90% das indústrias e negócios que conhecemos. Dados recentes demonstram que, ao menos dos Estados Unidos, mais de 65% dos americanos, nos próximos anos, irão perder seus empregos e terão de migrar para os chamados “servicos freelancers”. Mas e no Brasil, o que podemos esperar dessa reviravolta do século 21?

Uma das forças inevitáveis dessas mudanças é a tecnologia aliada a inteligência artificial e a mecanização avançada de praticamente todas as atividades repetitivas e mecânicas desenvolvidas pelo homem. Afinal, um robô pode fazer muito mais e melhor, com menos custo, do que um ser humano. Pode ser cruel, mas é efetivo. E o mercado busca efetividade!

A grande questão surge quando começamos a analisar o impacto dessas mudanças no meio social. A desigualdade ficou escancarada no mais recente estudo feito no Brasil, onde os 6 brasileiros mais ricos concentram a renda dos 100 milhões mais pobres… um choque óbvio! Mas um choque…

Porém, quando você, trabalhador, que está endividado, com bancos participando ativamente do seu orçamento, com a inflação corroendo seu poder de compra, com aumentos recorrentes (desde alimentos a combustíveis), que caminho seguir em um mundo onde o dinheiro está escasso, o desemprego bate a sua porta e o mercado está tão disperso quanto todas as inovações que vemos dia a dia?

Minha teoria está na base de aplicação (ou da falência) dos 3 “es” do século 21: Emprego, Empregabilidade e Empreendedorismo. Explico.

Toda economia de mercado baseia-se fundamentalmente nessa estrutura. Não estou falando dos teóricos econômicos nem acadêmicos. Estou falando do mundo real. Afinal, uma economia sem empregos, sem empregabilidade e sem empreendedores, vai invariavelmente sucumbir.

O primeiro “E” de emprego, retrata o que estamos ficando “sem”. O termo significa o trabalho que precisa ser feito mediante remuneração e subordinação de uma pessoa a outra. A nova economia caminha a passos largos para uma onda de desemprego jamais vista, que vai obrigar governos a criarem mecanismos de suporte social nunca antes imaginados para tantos desempregados. Hoje já somos 14 milhões deles!

O segundo “E” trata da empregabilidade. A empregabilidade é aquilo que possibilita que eu tenha aptidões ou capacidades relevantes para que eu possa atuar em diversas frentes, ou ser “desejado” pelo mercado como profissional. Assim, uma pessoa empregável, dificilmente fica sem emprego. Ser qualificado para tanto nos parece o maior desafio afinal.

Já o terceiro e último “E” do empreendedorismo, fecha o ciclo: é aquela iniciativa que cria oportunidades baseadas nas carências ou deficiências do mercado, e consequentemente busca pessoas empregáveis para os empregos criados pela iniciativa empreendedora. Percebem o ciclo?

Contudo, como estamos enfrentando essa crise institucional de empregos, estamos com muitos trabalhadores que não estão sendo “empregaveis” para o mercado, justamente em função das iniciativas empreendedoras que, por sua vez, estão criando um mercado cada vez mais exigente de profissionais que sejam interessantes, e não meramente executores.

No mundo do século 21, ser empregável significa não ter apenas uma formação em uma área do conhecimento. Significa sim, ser multifuncional, conectado, atualizado, humano e eficiente. Significa voltar para a escola, mas não aquela que conhecemos e fomos formados, mas sim uma nova escola, que vem sendo criada por empreendedores! Mas para isso os trabalhadores precisam de iniciativas que possibilitem a eles se re-capacitarem a cada novo ciclo, para então retornarem ao mercado e assim manter a roda da fortuna girando.

As diferenças sociais tendem a ficar cada vez mais gritantes e escancaradas com as tecnologias. Afinal, quanto mais eficientes, mais iremos perceber o quanto somos injustos e focados em manter um sistema de trocas baseado no seculo 19. Afinal, gerar empregos parece ter se tornado coisa do passado, ja que, para um mercado altamente informatizado, os “empregaveis” teriam seu caminho certo, e os empreendedores vão investir cada vez mais em soluções que necessitem mais e mais de empregáveis.

Nos resta saber se, na ponta final dos resultados, os “não empregaveis” terão sua chance de se “empregabilizar” ou se deverão se sujeitar unicamente a uma distribuição de renda universal mínima, mais conhecido dos brazucas como bolsa-família. Em qual dos “E”s você está agora?

Vinicius Carneiro Maximiliano é advogado corporativo e gestor contábil. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV e especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, é diretor executivo da Etecon Contabilidade e autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional”.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/os-tres-es-do-seculo-21/121780/

02set/19

8 dicas para selecionar para cargos de alta gerência

O recrutamento de cargos de alto escalão deve envolver mais esforço do que processos seletivos tradicionais

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O recrutamento de executivos é um trabalho que exige mais esforço que os recrutamentos tradicionais porque as habilidades devem ser minuciosamente avaliadas, a fim de assegurar que o candidato esteja apto a assumir um cargo de visibilidade dentro da organização.

“Recrutar os melhores talentos nunca foi fácil e, nos últimos anos, com o avanço da internet e das redes sociais, as competências comportamentais e a contratação por valores foram se intensificando, principalmente para cargos de alto escalão, o que exige dos profissionais de RH constante busca de informação”, destaca Márcia Almström, diretora de RH, estratégia e talentos do ManpowerGroup. A especialista destaca 8 dicas que podem auxiliar as empresas na contratação desses profissionais:

1. Defina os parâmetros de recrutamento e estratégia de mercado

Antes de anunciar a vaga ao mercado é preciso definir cronograma com datas para todas as etapas do processo seletivo; definição dos canais de divulgação da vaga; definição das avaliações psicométricas; recrutamento interno ou externo; recrutamento será interno ou terceirizado e orçamento. Após tudo isso, definir o perfil do candidato ideal.

2. Faça um descritivo da vaga

É importante definir, junto às lideranças do setor solicitante, os pontos relevantes do cargo para identificar um consenso de opinião sobre o tipo de atributos do candidato que a empresa procura.

3. Crie o perfil do candidato

O perfil deve explicar a descrição do cargo e a especificação da função. A empresa também pode incluir informações adicionais sobre a organização, o departamento e o pacote de remuneração. As dicas incluem a descrição do trabalho, como liderança ou gerenciamento estratégico e operacional e destacar os elementos de função específicos que se relacionam com cada um desses pontos.

É útil apresentar a especificação do perfil com a enumeração de critérios essenciais e desejáveis para que os candidatos possam discutir sua experiência em relação aos atributos e competências técnicas definidas para o cargo.

4. Escolha os canais de divulgação

Para atrair os melhores candidatos é preciso fazer uma pesquisa para verificar onde o seu perfil de candidato ideal está: mídia impressa ou online? A pesquisa em busca de executivos, quando realizada de forma completa e não apenas pela obtenção de um banco de dados, destaca o papel para candidatos relevantes e de alto desempenho que não estão necessariamente procurando um novo emprego. Esses diálogos irão gerar interesse de candidatos que não receberiam publicidade de uma vaga. Também é válido anunciar em portais de empregos e verificar a resposta dos candidatos.

5. Realize entrevistas de longa duração e teste psicométricos

Prepare um roteiro de entrevista relacionado à especificação do perfil desejado e às competências necessárias para a função. As entrevistas vão permitir que você compreenda melhor o caminho da carreira, as habilidades e a experiência de cada candidato, as conquistas, o estilo de trabalho e a motivação para o papel. Nessa fase, o candidato também pode realizar as avaliações psicométricas, que dão melhor diagnóstico de desempenho que as entrevistas sozinhas, pois introduz mais rigor e objetividade ao processo de recrutamento e apoiando uma identificação mais precisa das características pessoais e ocupacionais do candidato.

6. Forme o painel final e a seleção

Os candidatos aprovados nas etapas de entrevista devem ser convidados a preparar uma apresentação específica sobre a área de atuação. Pode ser um case de sucesso que tenham liderado ou um projeto que possa ser aplicado na empresa. Isso fornecerá uma visão sobre a compreensão, habilidades técnicas e atitudes que eles trarão para o trabalho.

Certifique-se de que todos os candidatos sejam informados antes do dia sobre a estrutura da entrevista e de seus critérios de avaliação. Isso marcará o cenário para um debate mensurado, estruturado e saudável sobre qual o melhor candidato para a vaga em aberto.

7. Faça a sua oferta e forneça feedback aos candidatos

Esteja preparado para discutir todo o pacote de remuneração com os seus candidatos escolhidos para negociar os detalhes de salário. É importante saber onde a empresa é flexível e onde não é. Leve esse entendimento à mesa em suas negociações com o candidato bem-sucedido. Uma vez que um pacote é acordado, você está pronto para fazer uma oferta formal e escrita.

Também é muito importante fornecer feedback aos candidatos malsucedidos, tanto para seu desenvolvimento pessoal quanto para fortalecer sua imagem profissional e marca empregadora.

8. Considere contratar uma empresa de recrutamento e seleção

Consultores externos podem fornecer conselhos profissionais em todas as áreas e poupar um tempo precioso. Se você seguir essa rota, assegure-se de que seja um recrutador que se encaixe no seu orçamento, seja ético e absorva rapidamente os valores da organização.

Os consultores externos também devem estar disponíveis para apoiá-lo nos processos de finalização do recrutamento e seleção, para negociar a oferta feita ao seu candidato escolhido e para fornecer feedback aos candidatos malsucedidos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-selecionar-para-cargos-de-alta-gerencia/121924/

01set/19

7 atitudes que você deveria levar para uma reunião

Para otimizar uma reunião, é preciso estar ciente de que ela deve ter um resultado concreto no final

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As reuniões são um momento de colaboração importante. Segundo o site 3M Meeting Network, cerca de 50% do tempo das reuniões é desperdiçado. Para otimizar, é preciso estar ciente que a discussão é mais do que uma conversa, é trabalho e, portanto, precisa ter um resultado concreto no final. A palavra-chave é produtividade. Para aproveitar melhor o tempo, a Plantronics identificou 7 atitudes positivas que devem ser assumidas em qualquer tipo de reunião – seja de negócios, informal, escolar. Aprenda:

Seja Construtivo – No vocabulário das pessoas construtivas não existe a palavra “mas”, elas preferem usar “e”. “Ótima ideia! E se a gente agora pegasse isso e…”. Os construtores, como são chamados, examinam, pensam e compartilham o conhecimento sempre pensando em agregar novas soluções e não em apenas criticar sem oferecer alternativas. Com isso em mente, a reunião se transforma em um encontro muito mais produtivo e participativo.

Seja brilhante – Ao contrário do que se possa imaginar, as pessoas brilhantes não contam com uma dose extra de talento – elas se esforçam e fazem o trabalho necessário de preparação e, mais ainda, sempre trazem à mesa contribuições práticas. “Eu tenho uma ideia interessante que gostaria de compartilhar com o grupo”. Mesmo que nem todas as ideias sejam acatadas, esse tipo de comportamento inspira os outros participantes a contribuir também.

Seja engraçado – Uma dose de humor no momento certo e sem dominar a conversa ajuda a energizar a reunião, geralmente quando isso é necessário. O bom humor também pode ajudar a trazer a conversa para os trilhos novamente, quando acontece a dispersão dos participantes ou discussões infrutíferas.

Seja pontual – No geral, as reuniões tem hora para começar e terminar. É importante lembrar (de maneira agradável) aos participantes que o tempo disponível é limitado e que, por isso, é fundamental se ater à agenda. “Eu sei que a gente tem pouco tempo e muito a discutir…”.

Seja voluntário – Esta é a pessoa que sempre está disposta a tomar a dianteira e agir ou a se manifestar quando ninguém mais quer. Em muitas reuniões é necessário que alguém se posicione primeiro para que os outros se sintam a vontade para opinarem. “Pode deixar essa atividade comigo”.

Seja criativo – É necessário um talento especial para demonstrar o que está sendo dito de uma forma que todos possam entender. Esse tipo de personalidade, apelidada de “Da Vinci”, realiza esboços no quadro que podem ser inestimáveis para focalizar a discussão e levar o assunto adiante. Em reuniões virtuais, é
claro, eles precisam de suporte de vídeo. O principal é que contam com a criatividade para exemplificar e se fazerem entendidos por todos, nem que para isso seja preciso, efetivamente, desenhar.

Seja bom de bola – Esse perfil sabe como pegar a bola e correr com ela. Craques das equipes, têm um olhar apurado para o que está acontecendo na reunião, sabem exatamente quando contribuir e assim mantêm a conversa direcionada à meta. De fato, contam com um pensamento estratégico e em grupo, sabem identificar uma boa oportunidade e, principalmente, levá-la adiante. Muitas boas ideias são desperdiçadas porque nenhum participante arrisca a tomar à dianteira e colocá-la em prática.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-atitudes-que-voce-deveria-levar-para-uma-reuniao/121866/