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13out/20

Principais ferramentas de gestão empresarial e seu negócio

As Principais Ferramentas de Gestão Empresarial aumentam a eficiência, identifica concorrentes e permite conhecer melhor seus clientes

Desde que Frederick Taylor lançou a administração científica, muitas estratégias para melhorar resultados e entender o mercado surgiram.

As Principais Ferramentas da Gestão Empresarial estão fundamentadas em Taylor e seus princípios:

– Estude um processo ou tarefa

– Identifique os desperdícios e suas causas

– Proponha um processo mais eficiente

– Implante

Dentre as Principais Ferramentas de Gestão Empresarial estão:

SWOT

Não é exagero dizer que a Análise SWOT é uma das mais conhecidas e Principais Ferramentas de Gestão Empresarial.

Ela tem como objetivo auxiliar e aprimorar o planejamento estratégico empresarial ou em qualquer outro tipo de projeto.

Criadores: Kenneth Andrews e Roland Christensen, professores de Stanford, EUA.

Ano: Décadas 60 e 70

SWOT:

Strengths (forças)

Weaknesses (fraquezas)

Opportunities (oportunidades)

Threats (ameaças)

No Brasil conhecida como FOFA:

Forças;

Oportunidades;

Fraquezas

Ameaças.

A análise SWOT é dividida em ambiente externo e interno. Essa separação busca a otimização e maior eficiência no mercado.

Ambiente Interno:

Pontos Fortes (Strengths) e Fracos (Weaknesses)

O que uma organização tem de pior e de melhor?

É necessário fazer friamente uma análise fria dessas características e analisa-las isoladamente.

Exemplos de Pontos Fortes:

• Diferenciais

• Recursos

• Vantagens competitivas

• Comunicação com seus públicos

• Localização

• Logística

Exemplo de Pontos Fracos:

• Desconhecimento do grau de satisfação dos funcionários

• O orçamento não é bem dividido

• Não investe em tecnologia

• Matéria prima ruim ou perecível

• Logística pouco eficiente

• Não tem plano de comunicação ou marketing

Ambiente Externo:

Ameaças (Threats) e Oportunidades (Opportunities)

A organização realmente conhece seu público externo e as mudanças que tem ocorrido no mercado?

Um planejamento estratégico bem elaborado precisa ter conhecimento do ambiente externo e enfrentar a realidade, por mais desagradável que ela possa parecer.

Exemplo de Ameaças:

• Desaceleração econômica

• Qualidade da concorrência

• Campanhas da concorrência

• Pontos de venda e representantes

• Progresso ou Estagnação da empresa

• Falta de comunicação integrada

Exemplo de Oportunidades:

• Uso estratégico de redes sociais emergentes como Whatsapp, Pinterest…

• Pesquisa de Novos Mercados e Tendências

• Alteração na política econômica do governo

• Acesso a uma nova tecnologia

• Lançamento de um produto complementar ao de sua empresa

• Parceria com a concorrência

Munida dessas informações a empresa consegue fazer uma análise do momento atual e futuro, observar melhor a concorrência e elaborar um plano de ação.

Matriz BCG

Técnica para seleção de estratégias, que se baseia no estudo de participação no mercado, é a análise do portfólio de produtos.

Ponto central: Matriz de crescimento e participação

Classifica as unidades de negócios ou produtos de acordo com sua participação no mercado e a taxa de crescimento de mercado em que atuam.

Criador: Bruce Handerson para a empresa americana de consultoria BCG (Boston Consulting Group)

Ano: 1970

Retrata 4 fontes de lucros ou resultados:

Estrela (stars)

• Negócios com participação elevada no mercado

• Altas taxas de crescimento

• Alto potencial de lucratividade

• Unidades de negócios ou produtos ganhadores de dinheiro

Pontos de Interrogação (question marks)

• Negócios com participação pequena no mercado

• Altas taxas de crescimento

• Pontos de interrogação, precisam de muito investimento

• Retorno incerto

Vacas leiteiras (cash cowns)

• Negócios com alta participação de mercados estabilizados

• Pequenas taxas de crescimento

• Ganham dinheiro e produzem naturalmente (vacas leiteiras)

• Não precisam de grandes investimentos

Vira-latas (dogs) ou abacaxis (pineapple)

• Pequena participação de mercado

• Pequeno crescimento

• Precisam de dinheiro e não produzem o suficiente

• Não possui boa oportunidade de investimento

Muitos produtos e negócios têm um ciclo de vida que passa pelos 4 quadrantes da matriz: começam como pontos de interrogação e tornam-se estrelas.

À medida que surgem novos concorrentes, transformam-se em vacas leiteiras e, posteriormente, em vira-latas.

A matriz BCG é uma das Principais Ferramentas de Gestão Empresarial, quando a empresa precisa administrar carteira de produtos e negócios.

Com base nessa classificação, a empresa pode analisar o desempenho de seus produtos, para planejar uma estratégia.

Matriz de Ansoff

A matriz Ansoff diz respeito aos riscos potenciais para a elaboração de um plano mais adequado para:

• Desenvolvimento de um produto

• Abertura de novos mercados

Criador: Harry Igor Ansoff publicado como “Strategies for Diversification” para Harvard Business Review.

Ano: 1957

Maneira rápida e simples de pensar sobre os riscos de crescimento.

Essa ferramenta divide-se em 4 segmentos:

Penetração de Mercado – Expansão de vendas segura de um produto conhecido em um mercado já existente.

Desenvolvimento de Produtos – Introduzir um novo produto em um mercado já existente.

Desenvolvimento de Mercado – Colocar um produto existente em um mercado novo.

O desafio é identificar um novo uso para o produto ou benefício.

Diversificação – Insere de maneira arriscada, um produto novo e não comprovado em um mercado inexplorado e desconhecido.

Basicamente Ansoff descreve 4 caminhos possíveis para o crescimento que variam em riscos.

E, para cada risco é necessário pensar num plano de contingência e fazer a melhor escolha para a organização.

O método ajuda encontrar novas maneiras de aumentar lucros e alcançar novos clientes.

CANVAS

É uma das Principais Ferramentas de Gestão Empresarial dos últimos anos.

Desenvolve modelos de negócios novos ou existentes.

Descreve o funcionamento de uma empresa em todas as áreas de atuação e seu desenvolvimento.

Compartilha e captura valores de produtos e serviços através de canais e fluxos de informação para um determinado objetivo.

Criador: Alexander Osterwalder

Ano: 2010

O Business Model Canvas é um quadro de modelo de negócios separados em 9 segmentos:

Proposta de valor (Value Propositions) – o que a empresa tem a oferecer para o mercado e se terá valor aos clientes

Segmento de clientes (Customer Segment) – tipos de clientes ou de público que serão o foco da empresa

Os canais (Channels) – como o cliente compra e recebe o produto.

Relacionamento com o cliente (Customer Relationships) – como a empresa se relaciona com cada segmento de cliente.

Atividade chave (Key Activities) – atividades essenciais para a entrega da proposta de valor

Recursos Principais (Key Resources) – recursos imprescindíveis para a realização de atividades chave.

Parceiros Chaves (Key Partners) – atividades chaves terceirizadas com recursos externos

Fonte de Receita (Revenue Streams) – representa o quanto os clientes estarão dispostos a pagar pela proposta de valor oferecida formas de pagamento, prazos…

Estrutura de Custos (Cost Structure) – todos os custos necessários para que a produção e manutenção da estrutura funcionem.

A ferramenta Canvas coloca esses nove tópicos de maneira lógica e integrada, criando, capturando e entregando valores.

É simples de ser construída, mas não quer dizer que a elaboração de um modelo de negócios seja fácil.

Ele não substitui um Plano de Negócios, porque em toda gestão estão envolvidos pesquisa e análise, mediante dados coletados.

Já o Canvas é mais focado nas tomadas de decisões rápidas de uma empresa.

Princípio de PARETO 80/20

É uma técnica que permite selecionar:

• Prioridades quando se enfrenta grande número de problemas

• Localizar as causas mais importantes que geraram o problema

80% dos resultados são produzidos por 20% das causas

Criador: Vilfredo Pareto

Ano: 1892, Universidade de Lausane

A maior quantidade de ocorrências ou efeitos depende de uma quantidade pequena de causas.

A empresa deve levantar as causas de uma única ocorrência e contar quantas vezes cada causa ocorre.

Ex: Por que os clientes reclamam de nossos serviços?

E, em seguida classificar em categorias, como:

– Demora no atendimento

– Falta de atenção

– Solução incorreta

E a causas mais numerosas seriam então a prioridade.

Como estabelecer prioridades:

– Definir as ações (metas) e estabeleça uma data (prazo) para realizá-las;

– Saber exatamente do que cada área é responsável;

– Conhecer a capacidade da equipe;

– Conseguir delegar;

– Analisar o rendimento de cada departamento e fazer ajustes.

Os valores de uma empresa estão relacionados diretamente com a realização de seus objetivos. É o ponto de partida para a tomada de decisão.

Basicamente: Focar em ações que irão gerar resultados.

5 forças de Porter:

O modelo das cinco forças de Porter permite analisar o ambiente competitivo e o seu posicionamento diante dos concorrentes.

Criador: Michael Porter, “As 5 forças competitivas que moldam e estratégia”, publicado em Harvard Business Review

Ano: 1979

Esses 5 fatores não mudam como intervenções do governo ou avanço tecnológico, sempre irão existir.

Elas determinam a posição de qualquer empresa em relação ao mercado.

1- Rivalidade entre concorrentes:

• Conhecer concorrentes diretos

• Marcas consolidadas e admiradas e o por quê?

• Vantagens competitivas dos concorrentes

2- Poder de barganha dos clientes:

• Muitas opções semelhantes, fazem baixar os preços

• Instigam o aumento da qualidade e diferenciais

• Estimulam a renovação

3- Poder de barganha dos fornecedores:

• Dependência de preços, prazos e qualidade

• Não depender de um único fornecedor

• Verificar exclusividade com a empresa

4- Ameaça de novos concorrentes:

• Preocupação com patentes

• Fortalecer a marca

• Contratos revistos

5- Ameaça de novos produtos

• Conhecer bem seu público

• Criar vantagens e promoções

• Agregar valor social a marca

As 5 forças de Porter colaboram para que as empresas percebam a complexidade do mercado, concorrentes e busquem o seu diferencial.

Essas foram as Principais Ferramentas de Gestão Empresarial e as mais conhecidas do mercado.

Algumas muitas semelhantes e outras nem tanto. Porém, todas compartilham de um objetivo em comum:

Colaborar com as organizações visando aumentar sua eficiência.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/principais-ferramentas-de-gest%C3%A3o-empresarial-e-seu-neg%C3%B3cio

13out/20

Consultoria: entender o mercado é o primeiro passo para o seu sucesso

78,5% das empresas acreditam que aumentará a contratação de consultores para novos serviços

Veja esses números: 78,5% das empresas acreditam que aumentarão a contratação de consultores para novos serviços; 90% dos potenciais clientes têm conhecimento do consultor pela indicação de cliente satisfeito e 59,4% pela indicação de outro consultor.

Os números também mostram a participação das mulheres no segmento: 36,9%. Também ficou notório o amadurecimento do setor: 50% dos profissionais têm mais de 40 anos, sendo 23,4% com 60 anos ou mais.

Um panorama completo sobre o perfil das empresas de consultoria do Brasil, elaborado com informações relevantes apresentadas de forma objetiva, concisa e crítica, permitindo entender o mercado de consultoria no Brasil, está na Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil 2019.

Encontre no estudo:

– áreas de atuação

– como os clientes têm conhecimento do consultor

– motivos que levam à contratação

– honorários e despesas

– comparativos anuais de 2014 a 2019

– instrumento para a avaliação, orientação e auditoria da contratação dos serviços de consultoria

fonte: https://administradores.com.br/noticias/consultoria-entender-o-mercado-%C3%A9-o-primeiro-passo-para-o-seu-sucesso-1

13out/20

A ciência de resistir

Muito se fala em resiliência, da sua necessidade no campo das relações pessoais e profissionais, mas como incluir, de forma prática, essa capacidade no seu dia?

O termo Resiliência tem origem na física, porém é possível encontrar seu sentido figurativo no dicionário online Michaelis, como sendo a capacidade de rápida adaptação ou recuperação.

No site da Harvard Business Review, há um artigo chamado “Resiliência: como funciona essa habilidade?” onde a autora Diane Coutu, cita 3 características das pessoas resilientes:

– Encarar a realidade

– Busca pelo significado

– Engenhosidade ritualizada (bricolagem)

Para descobrir se você tem essas características recomendo a leitura completa, em: https://hbrbr.com.br/resilienc…

Com base na leitura desse artigo e minha vivência pessoal e profissional, montei um acróstico com a palavra em questão.

Resistir às tempestades com foco (saber o que se quer) e fé (crer que é possível)

Esperar o momento adequado de agir (nunca sob a ação dos sentimentos)

Saber lidar com as suas emoções e as dos outros

Imparcialidade diante de conflitos

Lembrar dos momentos difíceis pelos quais já passou (e que eles passaram)

Intenção sem ação não traz resultados e cansa a mente e o corpo

Entender os ciclos da vida, para colher frutos é preciso semear boas sementes

Nunca desista

Criatividade na hora de resolver os problemas

Investir em conhecimento, aprender como a experiência das outras pessoas

Amar o que se faz, mesmo quando não se está fazendo o que se ama

Qual seria o seu acróstico?

fonte: https://administradores.com.br/artigos/a-ci%C3%AAncia-de-resistir

13out/20

O chamado do propósito

Artigo de Opinião desenvolvido por Carla Virmond Mello, Diretora Regional Sul da Consultoria LHH e Consultora de Carreira.

Minha mãe tem 80 anos e joga voleibol, na realidade sempre jogou, desde os 8 anos. Isso por si só já seria incrível, mas ela ocupa ainda a posição de levantadora no time. Termos como: abrir a rede e acelerar na ponta fazem parte do vocabulário da minha mãe e aos 80 anos ainda em quadra quando entram na bola que seria dela, não com espanto escuto ela gritar: “Sai que a bola é minha”!

Confesso que quando adolescente achava isso “um mico”, hoje tenho muito orgulho deste grito. Entendo o que este brado significa além de garra, compromisso, comprometimento com a sua posição e com o que seu time espera dela, não se esquivar do seu papel e da sua responsabilidade. Afinal, ela escolheu estar ali!

Ela poderia ter sido modelo, mas se formou em jornalismo e trabalhou em uma das maiores empresas de comunicação do país. No auge da sua carreira pediu demissão e decidiu fazer trabalhos humanitários pelo Brasil. Atualmente dirige o programa de refugiados venezuelanos no estado de Roraima juntamente com a ONU, que por sinal nosso país é referência. Ela já perdeu a conta de quantas vezes foi questionada por esta escolha, mas sempre responde que decidiu fazer algo que a faça sentir absolutamente viva e cita o escritor Joseph Cambpell: “Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos”. Enfim, ela escolheu estar ali!

O que essas duas histórias têm em comum fica muito evidente, o famoso propósito. E esse propósito também está presente no mundo das organizações e no papel do líder. Afinal, toda liderança começa com uma decisão que envolve compromisso. Sem falar que todo líder tem que estar consciente da sua responsabilidade, dessa sua “luta” que não tem nada de glamour. O exemplo que hoje é dado pelo líder só é válido se for genuíno, se ele for absolutamente responsável pela liderança que manifesta, pelo exemplo que transmite e pela paixão que faz o que faz.

Um desafio nos dias de hoje, já que os ambientes empresariais se tornaram muito próximos e transparentes, colocando o comportamento do líder sempre em cheque. Ou ele ama o que faz, coloca paixão no time e no negócio, anima (coloca alma literalmente) ou a falácia o levará ao fracasso iminente. Resumindo, não é algo inventado ou uma fórmula a ser aplicada. É uma missão pessoal a ser descoberta, é o tom da liderança.

Quando esse sentimento é verdadeiro, falar em propósito pessoal alinhado ao propósito da empresa torna-se desnecessário, já que ele ou ela como líder, é percebido como o “dono da bola”, ou seja, ninguém duvida que um jogo assim não dará certo, pois também ele escolheu estar ali!

*Diretora Regional Sul da Consultoria LHH e Consultora de Carreira.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/o-chamado-do-prop%C3%B3sito

13out/20

Procura por programadores cresce mas empresas não conseguem reter profissionais, diz pesquisa

Segundo levantamento da Catho, procura por Web Developer, Programador ADVPL, C#, JavaScript e Python aumentou durante pandemia

O home office trouxe consigo uma demanda altíssima por melhora de processos tecnológicos nas empresas. Ao mesmo tempo, as pessoas ficaram muito mais dependentes de serviços online para se divertir, se alimentar, estudar e muito mais. Toda essa necessidade é suprida por um profissional intrínseco ao meio tecnológico: os programadores.

De acordo com levantamento feito pela Catho, a abertura de vagas para cargos como Programador ADVPL, C#, Web Developer, Programador JavaScript e de Python apresentaram crescimento de 157%, 144%, 107%, 36% e 17%, respectivamente, entre março e agosto de 2020, ante o mesmo período do ano passado.

Demandados por diversos segmentos antes mesmo do isolamento social, os programadores são profissionais-chave no processo de digitalização das empresas que possuem o desafio de atrair e reter esses talentos. “Com a ampla oferta de mercado, o programador tem muitas opções e o que define a escolha da empresa onde irá trabalhar é o grau de aderência de seus valores ao propósito da empresa, aliado a um ambiente de trabalho flexível, com metodologia ágil que promova o desenvolvimento dos profissionais, bem como uma liderança que seja referência”, explica a diretora de gente e gestão da Catho, Patricia Suzuki.

Segundo ela, diante desse contexto, as corporações são desafiadas a promover processos de contratação diferenciados. “Todas as etapas do processo são muito importantes, desde o anúncio da vaga ao processo de seleção dos candidatos, a fim de promover mais elementos para a escolha assertiva do profissional e da empresa”, completa.

Conheça algumas práticas que costumam ser efetivas para a contratação e retenção de profissionais programadores

Descrição das vagas

Primeiro contato do profissional com a empresa, a descrição da vagas é fundamental para atração dos profissionais de tecnologia. É importante que o anúncio seja coerente e que traga informações como senioridade, tecnologias que o desenvolvedor precisa conhecer e que irá atuar, o desafio que o cargo possui, possíveis problemas que ele irá ajudar a resolver, além de mais detalhes sobre a cultura da empresa.

Processo seletivo

O ideal é que a dinâmica de recrutamento seja curta e ágil, com etapas claras desde o começo. O programador precisa saber qual objetivo de cada estágio e como será feita sua avaliação. Ao longo do processo, procure manter uma comunicação constante com o candidato por canais que facilitem esse contato, como aplicativos de mensagens instantânea. Isso aumenta o engajamento do candidato com o processo de seleção e garante a transparência.

Apresentação da cultura

Como principal porta-voz da empresa, o recrutador deve ter consistência ao falar da cultura organizacional da companhia, principalmente ao ressaltar as qualidades de inovação e os desafios a serem enfrentados para tangibilizar ainda mais o que o profissional irá encontrar. Também é neste momento que tanto o recrutador quanto o candidato poderão avaliar a compatibilidade entre a empresa e programador

Ambiente colaborativo e inovador

O profissional prima por empresas que tenham inovação e que possibilitem a colaboração entre equipes. Assim como sua área de atuação, o tradicional não é atrativo, por isso, além de um ambiente para descompressão, é importante estimular trocas entre colaboradores e dar ao desenvolvedor a possibilidade de testar o novo

Capacitação contínua

Programadores costumam se identificar com empresas que propiciam sua capacitação contínua, já que a área da tecnologia se atualiza constantemente. Oferecer cursos, treinamentos internos, hackathons ou outras maneiras de capacitação podem ser cruciais para a retenção de talentos que desejam ter suas carreiras em desenvolvimento.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/procura-por-programadores-cresce-mas-empresas-nao-conseguem-reter-os-profissionais-diz-pesquisa

13out/20

É preciso integrar as áreas de segurança de informação, recursos humanos e o compliance

Saindo do subsolo para discussões estratégicas e integradas com demais áreas das empresas

A evolução das formas de trabalho mudou muito nos últimos anos. As mudanças vão desde a execução da atividade, passando pelas relações entre as pessoas ou entre empresas e funcionários, chegando até a avaliação da qualidade do trabalho, da performance e dos comportamentos. Inúmeros processos e procedimentos novos foram criados, modelos de avaliação desenvolvidos ou refinados diante desse novo cenário, o que permitiu uma ampla melhoria na forma com as quais as áreas de recursos humanos aprimoraram suas tarefas, trazendo um enorme desenvolvimento às empresas.

Uma área específica, que não fazia parte destas discussões, nem dos comitês de análise de comportamentos ou de avaliações de performance e, ironicamente, mesmo agora, com a expansão do trabalho remoto, condição na qual o controle se torna muito mais complexo, a Segurança da Informação continua muitas vezes fora das discussões de desenvolvimento dos modelos.

Em uma visão míope, pode-se achar que a segurança da informação é só uma área dentro da área de TI. Esse conceito não está totalmente equivocado, mas o erro está em pensar que ela é responsável por gestão de equipamentos de segurança que fazem diversas coisas desconhecidas. Na verdade, a área de segurança das informações tem a capacidade de avaliar praticamente tudo o que as pessoas fazem dentro e fora das organizações. A partir do momento que um funcionário usa uma ferramenta da empresa, como notebook, desktop ou celular, acredite, o profissional de segurança tem total poder de avaliar tudo o que este funcionário faz.

Por meio de ferramentas específicas, essa área tem os dados reais para saber, por exemplo, quanto tempo um funcionário está usando bem um dispositivo ou está usando mal, acessando redes sociais, Youtube, Netflix, jogos, etc. durante o horário de trabalho. Assim, pode-se avaliar melhor as horas extras necessárias para finalizar uma atividade e evitar ocupar boa parte do tempo em atividades não condizentes com o escopo de trabalho. Ou, ainda, um funcionário que acessa sistemas depois do horário de serviço, pode acarretar ações trabalhistas.

Na sua empresa, quantas vezes o time de RH chamou o time de segurança das informações para debater dados e estratégias? Criar modelos de políticas mais efetivas? Um outro tema que é superimportante nas organizações e cresce com a questão do trabalho remoto é o uso das informações da companhia, principalmente quando se trata de informações sigilosas. O que estas pessoas fazem com estes dados? Para quem os envia? Onde os armazenam? Será que sua empresa pode estar sofrendo um vazamento interno? Quem pode responder essa pergunta? O profissional de segurança das informações.

Na sua empresa, quantas vezes o time de Compliance chamou o profissional de segurança das informações para avaliar estes tópicos e agregar seus conhecimentos? Esse especialista consegue rastrear todo o dado que circula pela empresa, seja localmente ou na nuvem, em qualquer banco de dados ou pasta compartilhada e pode trazer informações tão ricas para apoio na tomada de decisão, de implantação ou até melhorias de políticas.

Em muitos casos, o profissional em questão pode não ter os meios para executar todas as funções, mas nenhum destes temas acima é de exclusiva responsabilidade dele. A atividade deve ser uma responsabilidade compartilhada, pois são temas que afetam muito mais do que apenas a área de TI, principalmente quando falamos em um momento de transformação digital, quando a conexão é ampliada e as empresas devem acompanhar esse processo.

Portanto, se você precisa hoje saber alguma coisa referente ao comportamento de funcionários, de uso de ferramentas da empresa, de como está o sigilo dos dados mais importantes das sua organização e como estar de acordo com a LGPD, tem uma área que pode te ajudar com isso e muito mais – a área de segurança da informação.

E muito importante valorizar aquele que pode contribuir muito para que a empresa possua dados mais precisos e mais acurados. Chame-os para comitês, pergunte-os como podem contribuir para os desafios que as empresas estão enfrentando. Acredite, você irá se surpreender.

*André Maffessoni é gerente de produtos na área de cyber segurança da NEC no Brasil

fonte: https://administradores.com.br/artigos/%C3%A9-preciso-integrar-as-%C3%A1reas-de-seguran%C3%A7a-de-informa%C3%A7%C3%A3o-recursos-humanos-e-o-compliance

13out/20

Como agendar atendimento no INSS agora que as agências reabriram?

Veja passo a passo informado pelo governo e critérios de segurança

Cerca de 50% das agências do INSS voltaram a funcionar nesta segunda-feira (14), depois de mais de cinco meses com serviços presenciais suspensos, devido às medidas de prevenção contra a covid-19. O primeiro dia após a reabertura, no entanto, gerou filas, frustração e muitas dúvidas. Primeiro, porque nem todas as agências voltaram a funcionar. Segundo, porque os médicos responsáveis pelas perícias não retornaram, por recomendação ANPM (Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais), alegando falta de segurança. Com isso, todas as perícias previstas para esta semana foram suspensas.

Com o objetivo de orientar você sobre como funcionará esse retorno presencial, preparamos um guia rápido com as principais informações. Confira abaixo:

Como funcionará o retorno?

Para ser atendido presencialmente, o cidadão segurado deve, antes de tudo, fazer um agendamento prévio. Veja o passo a passo:

1 – Acesse a seção “Portal Covid” no site do INSS e depois clique na aba “Mapa de agências abertas” para localizar a agência aberta mais próxima de você;

2 – Escolhida a agência, faça o seu agendamento pelo site Meu INSS, aplicativo (celulares Android ou iPhone) ou pelo telefone 135.

3 – Na data agendada, vá até a agência com o comprovante de agendamento e documento de identificação.

Se o serviço que você procura não estiver disponível para agendamento, verifique através do Meu INSS ou central 135 se é possível solicitar atendimento remoto.

Medidas de segurança

Com o objetivo de garantir a segurança de segurados e profissionais nas agências, o INSS divulgou uma lista de medidas a serem seguidas no atendimento presencial. Confira abaixo:

1 – Somente os segurados com hora marcada previamente poderão entrar nas agências; sem agendamento, a entrada será barrada;

2 – Mantenha distanciamento seguro entre as pessoas, perceba a demarcação no solo e nas cadeiras;

3 – O uso de máscara é obrigatório;

4 – Bebedouros estarão inoperantes e os segurados e profissionais devem levar sua água de casa, preferencialmente, em garrafa transparente;

5 – Todos os visitantes à agência precisarão, obrigatoriamente, passar pela aferição da temperatura corporal, que será realizada por um agente de segurança na entrada;

6 – Higienize suas mãos com álcool em gel 70%; todas as agência disponibilizarão o produto;

7 – Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas.

8 – Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.

9 – Higienize com frequência e não compartilhe objetos de uso pessoal.

10 – Por fim, o INSS solicita que levem acompanhantes apenas os segurados que realmente precisarem.

Perícias suspensas

Se você tem uma perícia agendada para a semana de 14 a 18 de setembro, entre em contato com o INSS por um dos canais de atendimento listados acima para fazer o reagendamento, pois elas foram suspensas, devido ao não retorno dos médicos-peritos.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-agendar-atendimento-no-inss-agora-que-as-agencias-serao-reabertas

13out/20

Como se preparar para uma entrevista online

Tenha sempre um plano B, quando se tratar de conexão com a internet. Se for fazer uso da rede Wi-Fi, deixe os dados móveis como uma segunda saída, nunca se sabe o que pode ocorrer

Quando se trata de entrevista todo cuidado é pouco, é preciso fazer o dever de casa e se preparar para seleção online como se fosse presencial.

Toda organização tem sua cultura, sua razão de existir e, principalmente, as metas organizacionais. Você enquanto candidato, precisa conhecer essas e outras particularidades para não ser surpreendido pelo selecionador. O site da empresa é o lugar ideal para iniciar essa busca, lá você vai encontrar a missão, visão e valores. Se possível vai além, converse com alguém que trabalhe ou já tenha trabalhado nessa empresa, pois, há empresas que não cumpre o que expõe em seu site, e somente quem vive ou viveu o dia a dia nela, vai saber relatar com propriedade, sem contar que você vai poder verificar se seus ideais e objetivos, estão alinhados com a cultura da empresa.

Cuide de sua imagem pessoal, lembre-se que é uma seleção e você precisa estar apresentável. Procure identificar como os colaboradores da empresa em questão, se vestem para que possa escolher a roupa adequada. Não esqueça de deixar todos em sua casa ciente de que no dia x, no horário y você vai participar de uma seletiva de trabalho, assim já minimiza possibilidades de ser interrompido no meio da entrevista.

Outro ponto não menos importante, é o cômodo de sua casa a qual vai servir de palco para este momento. Seja cauteloso na escolha, esteja num local confortável, que lhe possibilite uma boa postura frente a câmara e transmita seu profissionalismo.

Tenha sempre um plano B, quando se tratar de conexão com a internet. Se for fazer uso da rede Wi-Fi, deixe os dados móveis como uma segunda saída, nunca se sabe o que pode ocorrer. Somando-se a isso, lembre-se de testar o aplicativo ou plataforma que será utilizada para entrevista, ligue para amigos ou algum membro da família para ir se familiarizando com as funcionalidades deste canal.

Por fim, mantenha a calma sempre, lembre-se você estar em seu terreno, isso lhe dará um conforto maior e não esqueça de desabilitar mensagens de aplicativos, como o WhatsApp para não lhe distrair neste momento.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/como-se-preparar-para-uma-entrevista-online

09set/20

Como evoluir do multicanal para a multiexperiência

Em muitos aspectos, a evolução do multicanal para a multiexperiência ocorre paralelamente à digitalização do mundo moderno. Antes da década de 1990, o multicanal, de uma perspectiva de varejo, significava vender produtos por meio de um número limitado de canais – na loja, por meio de um catálogo ou de vendedores porta a porta. Hoje há uma variedade vertiginosa de pontos de contato do varejista com o cliente, da loja a aplicativos móveis, redes sociais e muito mais. E não é só no varejo. A pandemia de Covid-19 obrigou todos os setores a reavaliar sua interação com os clientes. Garantir uma experiência perfeita e sem falhas requer infraestruturas de TI que possam suportar interações em tempo real entre pessoas, aplicações, dados e clouds na edge.

Definição da ascensão de diversos canais

Tecnologias digitais como cloud, mobilidade, redes sociais, inteligência artificial (IA) e a internet das coisas (IoT) abriram caminho para que as organizações alcancem seus clientes de várias maneiras. E, à medida que essas tecnologias evoluem, o foco está mudando do canal (de dentro para fora) para a experiência (de fora para dentro). Nas palavras do empresário e jornalista de tecnologia Taylor Davidson, “a melhor tecnologia fica em segundo plano, porque as pessoas não se importam com tecnologia, elas se preocupam com o que ela faz”. Ao mesmo tempo, elas esperam uma experiência rápida e sem dificuldades. Uma resposta lenta da aplicação pode levá-las a procurar em outro lugar porque “lentidão é a nova frustração”. De fato, de acordo com uma pesquisa da Microsoft, o tempo médio de atenção humana caiu de 12 segundos para cerca de oito segundos.

Com isso em mente, vamos dar uma olhada na progressão do multicanal para a multiexperiência:

Multicanal

Concentra-se em vários canais para alcançar os clientes, como localização física, site, compra por catálogo, redes sociais etc., que são normalmente agrupados e gerenciados de forma independente. Por exemplo, as lojas têm seu próprio inventário separado do site e, ocasionalmente, itens comprados online não podem ser devolvidos na loja. Ou cliques nas redes sociais não são rastreados para vendas no site.

Omnicanal

Concentra-se não apenas em ter vários canais, mas também em conectá-los para trabalhar juntos para uma melhor percepção e experiência do cliente. Isso significa que, se o cliente mudar de canal, suas informações vão com ele para proporcionar uma experiência mais personalizada. O omnicanal também amplia a ideia de canal além de destinos físicos e digitais para incluir formatos de experiência emergentes, como realidade aumentada e virtual (RA/RV). Para que o omnicanal funcione, as organizações devem integrar informações de clientes e inventários para trabalhar em todos os canais.

Multiexperiência

Foi citada pelo Gartner no “Top 10 Strategic Technology Trends for 2020” e é definida como a substituição de pessoas instruídas pela tecnologia por tecnologia instruída por pessoas. Nessa tendência, a ideia tradicional de um computador evolui de um único ponto de interação para incluir interfaces multisensoriais e multitoque, como wearables e sensores de computador avançados.

Como projetar para um mundo multiexperiência

Passar do multicanal para a multiexperiência não é tarefa fácil. Vai além de integrar dados de diversos canais para garantir que a experiência do usuário seja excelente e consistente, independentemente de quando, onde e como a interação ocorre. O OutSystems descreve a multiexperiência como uma mudança de foco de canais (de dentro para fora) para a experiência do cliente (de fora para dentro) e observa três características que devem ser consideradas ao se projetar para um mundo multiexperiência:

Ser natural para o dispositivo e modalidade de interação – a experiência precisa atender a cada dispositivo e ponto de contato de uma forma que pareça natural.

Habilitar uma troca perfeita entre pontos de contato – por exemplo, você está assistindo a um filme da Netflix em sua Smart TV e interrompe o filme para ir a uma consulta médica. Você pode então continuar de onde parou no seu smartphone na sala de espera.

Ser consistente, não importa o ponto de contato – os pontos de contato digitais da marca devem ser percebidos e se comportar de maneira consistente, independentemente do dispositivo ou método de interação.

Essa abordagem de design é como usar peças de LEGO independentes de ponto de contato ou “micro-tarefas” que podem ser reutilizadas e combinadas para compor uma jornada do cliente multiexperiência. Cada peça pode ser reutilizada em diferentes pontos de contato, em diferentes modalidades, carregando sua própria interface, comportamento, lógica e/ou dados do usuário. Uma “micro-tarefa” de pagar com um cartão de crédito em um site poderia então ser combinada em uma tarefa maior, como pedir o jantar e dividir a conta em uma aplicação móvel.

Visualizando um futuro multiexperiência

Embora algumas empresas tenham feito incursões em direção a uma estratégia de multiexperiência, as preocupações generalizadas sobre a privacidade dos dados retardaram o progresso. Mas a pandemia está começando a derrubar essas barreiras à medida que governos, empresas e organizações são cada vez mais obrigados a fornecer seus produtos e serviços por meio de experiências digitais socialmente distantes.

Por exemplo, já que estamos presos em casa hoje em dia, decidi realizar um projeto de reforma da casa que queria fazer há algum tempo. Como parte desse projeto, planejamos comprar alguns móveis novos de uma loja que tem experiências incríveis na loja física. Pensamos que pedir no site deles seria tão interessante quanto, mas não foi. Foi difícil encomendar pelo site, os produtos demoraram muito para chegar e estavam mal identificados quando os recebemos, o que diminuiu nossa percepção sobre essa empresa.

Em contraste com nossa experiência de compra de móveis, estamos vendo muitos restaurantes locais e outros varejistas terem grande sucesso em se adaptar rapidamente ao pedido móvel com retirada, entrega ou drive-thru, bem como a integração com aplicativos de entrega.

Por que a interconexão é um bloco de montar fundamental

Todas essas tendências ressaltam o fato de que os clientes esperam uma experiência de qualidade, conveniente e agradável, independentemente de como, onde ou quando precisam de um produto ou serviço. Eles não se importam com o canal. Fornecer esse tipo de experiência depende da troca rápida e segura de dados entre empresas, usuários, ecossistemas digitais e provedores de TI. Ao utilizar uma abordagem baseada em interconexão, as organizações podem integrar e trocar dados com parceiros com segurança e aproveitar percepções mais detalhadas para fornecer multiexperiências mais rápidas, confiáveis e personalizadas. A interconexão melhora a performance e o tempo de resposta, ajudando a criar o tipo de multiexperiência que manterá a atenção do usuário no mundo de déficit de atenção digital de hoje.

*Herbert J. Preuss é Senior Solutions Architect na Equinix

fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-evoluir-do-multicanal-para-a-multiexperi%C3%AAncia

09set/20

Conheça quatro ferramentas que são essenciais para a gestão do seu negócio

CHA, SWOT, 5W2H e PDCA: entenda as vantagens de cada uma

Há quatro ferramentas extremamente importantes para qualquer tipo de negócio, sendo que uma delas é composta por conhecimento, habilidade e atitude, mais conhecida como CHA. É a interseção desses três comportamentos que geram o sucesso profissional, por isso se faz necessário ter conhecimento e a prática do negócio, não apenas saber dirigir. E além de todos esses itens, se não houver vontade de querer realizar, nada vai para frente.

A segunda que eu vou indicar é a análise SWOT, um quadro em que são colocados os pontos fortes, as oportunidades, pontos fracos e ameaças. No primeiro ponto, é importante destacar quais são as características relevantes da sua empresa que podem posicioná-la no mercado competitivo de forma que fique em evidência. Já as oportunidades, são questões em que não se pode controlar, porque são fatores externos que as determinam. Também é necessário colocar na ponta do lápis os pontos fracos, sem medo ou receio, pois é essencial identificar os gargalos do negócio. Por último, as ameaças, os riscos que podem ser enfrentados.

As oportunidades e ameaças são variáveis incontroláveis do cenário, já os pontos fortes e fracos são mutáveis e podem ser alterados de acordo com a gestão. As fraquezas precisam ser estudadas para que se tornem pontos fortes, e as ameaças analisadas para a criação de estratégias. Enquanto isso, muitas pessoas deixam de enxergar as oportunidades, essenciais para a evolução.

Para saber mais sobre esse assunto, um bom livro que posso recomendar é O jeito Harvard de ser feliz. Uma das discussões trazidas nele é a seguinte: quem tem sucesso é feliz, ou quem é feliz tem sucesso? Fazer esse questionamento também pode ajudar em todo o processo.

A terceira ferramenta é chamada de 5W2H, que auxilia na execução tarefas que nos propomos a realizar, seja melhorar a gestão financeira, captar mais clientes, treinar a equipe etc. Essa organização permite criar um passo a passo de como essa iniciativa será implementada.

Os 5W são compostos das seguintes questões: o que, quem, quando, onde e porquê. Vamos supor que a tarefa é relacionada a gestão financeira (o que?), o executor será o gerente (quem?) e ele vai fazer o processo no escritório (onde?), já o prazo é determinado tendo em mente que necessário ter um começo, meio e fim (quando?) e, por último, é preciso ter uma razão para fazer essa tarefa (porquê?).

Após concluir os 5 W’s, passamos aos 2H’s, que é onde será dissecado como esse processo será executado e qual será o custo dele. Quando se fala nisso, o primeiro pensamento que passa pela cabeça é relacionado a dinheiro, mas não é somente sobre isso, na realidade existem outros custos que nos impedem de realizar determinadas ações. Alguns livros relatam, e geralmente é verdade, que dois dos maiores esforços atualmente são o tempo e a atenção. Esses são artigos de luxo, porque as pessoas dificilmente dispõem por conta de grande concorrência de informação nos dias de hoje.

Vale lembrar também que todas as responsabilidades que são delegadas precisam de controle, não se trata de fiscalização, mas sim acompanhar os processos na intenção de melhorá-los.

A quarta e última ferramenta chama-se PDCA (plan, do, check e action). Essa é uma técnica que ajuda a gerenciar e comparar o planejamento e os resultados, além de verificar se esses estão coerentes com o plano proposto e, com isso, determinar qual será a ação realizada. Do contrário, é necessário retomar o planejamento para saber quais etapas precisam ser alteradas.

Independentemente da ferramenta que mais lhe agrada, o primeiro passo sempre será estabelecer metas e métodos para chegar ao objetivo final. Em seguida, é necessário treinar e executar o que precisa ser feito, para então checar os resultados e as metas alcançadas. Por último vem a ação, que pode ou não ser corretiva, dependendo dos resultados.

Conhecendo essas ferramentas, é possível fazer análises precisas de como melhorar os resultados da sua empresa, com base em informações que estão disponíveis interna e externamente.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/conhe%C3%A7a-quatro-ferramentas-que-s%C3%A3o-essenciais-para-a-gest%C3%A3o-do-seu-neg%C3%B3cio