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22ago/18

5 passos para profissionalizar seu bico

Especialista explica caminho para garantir o sucesso da fonte de renda extra

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O alto índice de desemprego, aliado à crise econômica duradoura, fez com que muita gente buscasse nos bicos uma maneira de complementar o orçamento. Para ter sucesso nessa empreitada, no entanto, é preciso encará-la com profissionalismo.

“O Bico não é um passatempo ou uma brincadeira, alguns cuidados são essenciais para que seja possível expandir a base de clientes e ter faturamento recorrente com o trabalho”, afirma Kleber Costa, CEO da plataforma Bicos, criada para facilitar o contato entre profissionais autônomos e quem deseja contratar serviços que vão desde reformas domésticas até aulas particulares.

Para garantir sucesso, o especialista destaca cinco passos para profissionalizar um bico:

1 – Delimite suas capacidades
Na ânsia de ampliar o campo de trabalho, muita gente se propõe a fazer um grande número de tarefas – o famoso “faz-tudo”. Independentemente da capacidade de desempenhar essas funções, a impressão é de que quem tudo faz, não faz nada muito bem. Nesse caso, o ideal é se limitar a, no máximo, três tipos de serviços, recomenda Costa. “Não adianta tentar ser um super-herói: é preciso focar em suas melhores habilidades”, diz o CEO do Bicos.

2 – Capriche na apresentação
Fotos bem enquadradas e com boa resolução, descrição sucinta do trabalho e dados atualizados de contato são essenciais ao cadastrar-se em uma plataforma on-line. “No Bicos, por exemplo, instruímos os prestadores a preencherem de forma correta e completa o seu perfil, o que ajuda a se destacar em meio às buscas”, conta Costa.

3 – Burocracias importantes
Orçamentos devem ser detalhados – com discriminação de custos entre mão de obra e material, por exemplo – e enviados em tempo hábil aos clientes interessados. Uma dica importante também é formalizar o bico como MEI (Microempreendedor Individual) ou emitir RPA (Recibo de Pagamento Autônomo). Da mesma forma, é essencial manter um controle financeiro de suas receitas e despesas.

4 – Respeito acima de tudo
Na hora de atender o cliente, é importante se apresentar de maneira adequada. Isso significa tratar os contratantes com polidez – por exemplo, usando “senhor”, “senhora” ou “senhorita” -, vestir-se com seriedade e evitar informalidades. “Para um homem que atenda uma mulher sozinha, essa dica vale em dobro: não faça nada que a coloque em uma situação desconfortável”, indica o especialista.

5 – Peça feedbacks
É importante entender quais são seus pontos fortes e fracos – até para otimizar o trabalho. Para tanto, é necessário pedir feedback aos clientes. “Sempre chamamos a atenção dos usuários da plataforma para a importância de avaliar os profissionais contratados. Isso ajuda a criar uma boa reputação e a ampliar a base de clientes”, diz Costa.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-passos-para-profissionalizar-seu-bico/119949/

16ago/18

Por onde começar quando se deseja mudar de carreira?

Pesquisa da ISMA Brasil constatou que 72% dos profissionais do Brasil manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam

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Quero mudar de carreira, como escolho? Essa pergunta é mais comum do que imaginamos.

Eu mesmo já passei por isto mais de uma vez, seja por não estar satisfeito com uma carreira ou seu rumo, ou porque eu queria novos desafios, oportunidades, ser promovido, empregabilidade, sair de minha zona de conforto, maiores salários, crescimento profissional, entre outros tantos motivos. Sobram razões para sonhar com um novo projeto de vida.

O fato é que pesquisas relatam, de formas diferentes, a mesma questão sobre a insatisfação com o trabalho, independente o que isto signifique para cada um de nós. A ISMA (International Stress Management Association) Brasil constatou que 72% dos profissionais manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam.

Conforme uma série de mudanças a cada dia mais rápidas, dentre elas disponibilidade de informações de forma fácil, ascensão de classe social, mais anos de estudo, as pessoas cada vez mais tornam-se reflexivas sobre o retorno que um trabalho, carreira, profissão deve dar a cada um, bem como, qual a sua contribuição à sociedade usando o seu talento como ferramenta, isto, ainda conectado com o seu propósito de vida, muitas vezes ainda não muito “claro”, torna o projeto “mudança” ainda mais desafiador .

Separei cinco passos para facilitar a decisão de mudar de carreira

1.Paixão – Reflita com muita calma sobre o que realmente te dá paixão profissional, aquilo que você se pega mesmo sem perceber pensando, sendo curioso, querendo aprender e fazer mais, agregar valor, isto fará uma grande diferença. Também exercite imaginar se daqui um tempo você se vê atuando com esta “paixão”, pois independe de qual for, a dedicação sempre será muito grande;

2. Valor – E importante identificar e validar sua paixão, mas, ela por si só é insuficiente para aumentar suas chances de sucesso neste projeto de mudança de carreira, é necessário que sua paixão gere valor ao mercado e, seja reconhecida por isto. Simplificando, estamos falando em viabilidade econômica, a sua paixão tem “apelo econômico”? Se sim, está de acordo com sua expectativa de ganhos? Sem esta avaliação, as chances da mudança de carreira não darem certo são maiores e, até o risco de retorno à “carreira insatisfatória” e frustração também são grandes.

3. Conhecimento – Se pergunte: ” Quanto você conhece desta nova carreira ou posição? Há necessidade de algum conhecimento formal (como certificados ou diplomas? Possui contato com alguém que já atua onde você quer ir? De que tipo de conhecimento precisa ter para iniciar nesta posição? Seria interessante fazer um plano para atingir tal conhecimento.

4. Comunicação – Interna e externa. — Primeiro a comunicação interna (com você), chegou a uma definição e se convenceu desta decisão? Se não, o que falta? O que te impede de ter a decisão? — Segundo a comunicação externa, como se posicionará no mercado de trabalho, desde curriculum, linkedin e entrevistas, o pode falar a seu favor para esta mudança e para que os outros “comprem” a sua ideia de mudança?

Lembrando que terá concorrentes muitas vezes tão ou mais experientes do que você para esta nova posição.

5. Procure ajuda – Há um ditado relevante que diz: “Se quer ir rápido, vá sozinho, se quer ir longe, vá acompanhado.” Recomendo sempre que possível pedir ajuda seja profissional ou de uma amigo ou conhecido que já trilhou este caminho e, pode com mais assertividade, segurança te apresentar as possíveis armadilhas e aumentar assim suas chances de sucesso no projeto “mudança de carreira”. Lembre-se: “pensando bem, você pode crescer!”.

Alexsandro Nascimento — Mestre em Administração de Empresas pela FGV-EAESP, especializado em Administração Tecnologia da Informação (FGV-EBAPE), Master Coach pelo Instituto de Neurolinguística Empresarial (INEMP – BH); Master Coach de Carreira pelo Instituto de Coaching de Carreira (IMS – SP); Coach pelo Instituto de Neurolinguística Empresarial (INEMP – BH); Coach pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC – SP); graduado em Ciência da Computação pela Universidade Santa Cecília (UNISANTA) é autor do e-book “Mude a sua Comunicação e cresça na carreira”.Além de palestras, treinamentos e sessões de coach, é idealizador do portal Carreiras e Alta – http://carreirasemalta.com.br, em que oferece mentoria.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/por-onde-comecar-quando-se-deseja-mudar-de-carreira/121797/

16ago/18

Crise prolongada provoca ansiedade e depressão em trabalhadores

Transtornos que já são comuns no ambiente de trabalho se agravam em um quadro anômico; saiba o que fazer se você é funcionário, líder ou empresário e lida com o problema

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O sociólogo francês Émile Durkheim, em um dos marcos teóricos mais célebres sobre o suicídio, apontou que os atentados contra a própria vida poderiam ter origem em três fatores, entre eles a anomia — condição social em que normas morais e sociais inexistem ou são pouco claras. Na busca pela satisfação da ordem anterior, a frustração e a ansiedade aumentam, acompanhadas pela desorientação.

Esse quadro se repetiu em vários momentos históricos, como a onda de suicídios que se seguiu à crise de 1929. Não é exagero afirmar que um problema parecido ocorre no Brasil atualmente. Os efeitos da crise política e econômica que se arrasta desde o final de 2014 incluem a ausência de confiança nas instituições e em valores morais. Em consequência, a ansiedade, que já era um problema nas organizações em tempos menos caóticos, se agrava.

Para o psiquiatra Marcello Finardi Peixoto, médico do departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), há estudos que apontam picos de casos de depressão, abuso de álcool e drogas, suicídios e piora da saúde em geral em cenários de crise aguda.

Leia também12 sinais de que você pode estar sofrendo da Síndrome de Burnout

“Chegou-se a achar aumento de 6,5% na taxa de suicídios na Europa na recessão de 2009. Notou-se também aumento de 25% na taxa de absenteísmo e de 40% nos episódios de estresse relacionados ao trabalho, atingindo um em cada quatro trabalhadores”, explica.

Para o psiquiatra, a população que vive e trabalha nas zonas urbanas — em especial nas grandes metrópoles — e convive com problemas típicos dessas regiões tende a sofrer mais.

“Essas taxas [de ansiedade] já são altas mesmo antes de um período de recessão e são piores em ambientes urbanos quando comparados a ambientes rurais”, diz Peixoto. “Fazendo essa comparação, conseguimos medir o papel que problemas urbanos como violência e trânsito, por exemplo, têm no desenvolvimento do estresse. Numa época de instabilidade econômica essas taxas tendem a aumentar mais”, afirma.

O psicólogo Bayard Galvão não aponta estudos específicos, mas alega que existe uma relação perceptível de causalidade. “Com a crise econômica, costumam vir outras crises embutidas, como aumento de pressão na família pela diminuição da condição financeira, levando a menos momentos de prazer; sensação de impotência por ter diminuído o ganho financeiro oú até ter perdido; intensificação do medo do futuro, dívidas e, além de tudo isso, ter que trabalhar mais ganhando menos”, relata.

Ele também lembra que o excesso de trabalho é tão prejudicial ao corpo quanto o excesso de ansiedade, “e ambos costumam caminhar juntos”. Segundo Galvão, a sobrecarga emocional pode levar a uma busca por paliativos, que vão desde ansiolíticos até o consumo abusivo de álcool, cigarro e drogas pesadas.

A diretora de RH da Attend Assessoria Consultoria e Auditoria S/S Dilma Rodrigues afirma que houve um aumento significativo das ausências nos postos de trabalho onde atua por motivos psicológicos. “Nos últimos 8 meses o aumento de ausências passou a ser mais significativo, especialmente para frequentar clínicas de psicologia e psiquiatria”, ressalta.

“Os relatos são semelhantes, de funcionários que se sentem ameaçados com os seus empregos diante de muita pressão e de um cenário político-econômico desfavorável, além de uma sensação de abandono de nosso governo em caso de desemprego e de necessitar abrir mão de sua atual rotina para reduzir gastos e passar a contar com o apoio público nas áreas de educação e saúde. Esses sentimentos têm ocasionado um aumento nos níveis de stress e ansiedade”, considera.

Precedentes

A relação umbilical entre crises econômicas e ansiedade é um fenômeno que tem paralelos bem próximos à realidade brasileira. Enquanto a percepção geral sugere que o país está no fundo do poço, em Portugal a situação não era diferente em 2013, quando o país experimentou altas taxas de desemprego e recessão econômica.

Um estudo realizado pela Universidade de Coimbra, com pesquisadores das áreas de Psicologia e Economia, apontou um aumento no desgaste das relações familiares como efeito direto da crise. Na época, temia-se que Portugal se tornasse uma nova Grécia, nação que sentiu o maior golpe e teve de implementar medidas de austeridade para continuar obtendo crédito.

Em 2001, a taxa de desemprego no país era de 4% e chegou a atingir uma média de 16,3% em 2013, valor mais alto desde a redemocratização. Já os desempregos de longa duração saíram de 40% para 62% do total. Em Portugal, até então o sistema de proteção social aos desempregados era precário, o que aumentava as tensões familiares pela falta de ocupação dos cônjuges, jornadas em empregos mal remunerados e problemas financeiros.

O estudo analisou os fatores endividamento, rendimento familiar, alteração às práticas cotidianas e solidariedade das redes sociais informais. Este último fator foi apontado como necessário para mitigar os impactos psicossociais das crises.

“Os resultados revelam uma dependência entre o impacto psicossocial negativo e a situação profissional dos cônjuges, sendo maior a proporção de respondentes que reportam impacto negativo entre as famílias com cônjuges desempregados. O impacto negativo é especialmente sentido quando ambos estão desempregados ou quando o desemprego é masculino”, revela a pesquisa.

Outra pesquisa — também realizada em Portugal — analisou a base de dados especializada Medline em um recorte que vai de 2000 a 2013 para verificar os estudos que faziam correlações entre crises econômicas e índices de mortalidade. A pesquisa apontou um aumento das taxas de mortalidade infantil e mortalidade relacionada a homicídios e suicídios, enquanto a mortalidade por acidentes rodoviários tende a diminuir. “Os grupos mais vulneráveis são particularmente afetados em épocas de crise económica”, aponta o estudo.

Não é recente o interesse pelo fenômeno. Em 2008, o professor da Universidade de Economia da Universidade de Nova Iorque (CUNY) Ryan Edwards analisou as taxas de mortalidade entre as décadas de 1980 e 1990 nos Estados Unidos. A conclusão indicada pelas evidências foi de que grupos sociais menos privilegiados estão mais expostos às mortalidades por conta de crises cíclicas.

Redes de relacionamento

A professora curitibana Íria de Marco precisou ser aposentada por invalidez após desenvolver burnout, pânico e depressão. Ela ensinava Artes para alinos do sexto ano e era regente de dois corais. A jornada de 40 aulas por semana, além do tempo necessário para preparar lições e corrigir provas, cobrou seu preço a certa altura. “Logo que começaram os sintomas, eu fazia de conta que não era comigo, e eles foram se somando até eu não poder mais nem sair de casa”, relata.

O tratamento só teve início após uma consulta à ginecologista, que identificou o problema como sendo de ordem psiquiátrica. A extensa jornada de trabalho se acumulava com problemas comuns a professores em todo o Brasil: ausência de interesse e despespeito dos alunos, brigas violentas e consumo de drogas em sala de aula, barulho, falta de reconhecimento profissional e exigências burocráticas desnecessárias — como a necessidade de preencher um livro de chamadas à mão.

Sem condições para voltar a trabalhar, Íria resolver abrir um grupo de discussões na rede social Facebook para reunir profissionais do ensino que sofriam de burnout e chegou a publicar um livro sobre o tema. “Todas estas formas de divulgação são muito importantes na minha vida, pois me fazem sentir que tudo que passei e passo teve um sentido, o de ajudar outras”, afirma.

A participação no grupo foi decisiva para que a paulistana Barbara Nascimento conseguisse lidar com as crises. Oito meses após ser contratada como analista junior por uma instituição financeira, ela sofreu assédio sexual e teve que trabalhar de frente para seu assediador durante um ano. Com o peso adicional do excesso de trabalho, da falta de reconhecimento e de um quadro pregresso de depressão, Barbara começou a apresentar sintomas de burnout.

“Diria que foi fundamental [participar do grupo no Facebook], principalmente em crises fortes. Fazemos elos fortes sem nunca ter nos visto. Muitas vezes de madrugada eu precisava falar com alguém, e achava. São muitos sintomas, muitas situações. Todo apoio é bem-vindo e ajuda muito”, conta Barbara.

A funcionária pública Helloá Regina sentiu a pressão da rotina de agente administrativa e passou a ter dores de cabeça, no corpo e a sentir apertos no peito semelhantes a um infarto. “Quando pensava em mudar de emprego, ouvia coisas como ‘cuidado com a crise’, ‘tem gente que queria estar no seu lugar’. Isso dificultou ainda mais”, conta.

Além de buscar ajuda em um grupo do qual se tornou administradora, Helloá sentiu a necessidade de disseminar informações para pessoas que sofrem os sintomas, mas não conhecem a doença. “Certa vez uma das minhas seguidoras falou que depois do consultório, nosso grupo foi o principal instrumento de recuperação. Isso não tem preço. Faz valer a pena”, diz.

Absenteísmo e queda na produtividade

Enquanto pessoas doentes permanecem sem tratamento, o desempenho tende a cair consideravelmente. Uma pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) realizada junto a profissionais de enfermagem mostrou que a queda na produtividade entre os que apresentaram sintomas de burnout foi de 31%.

O administrador de empresas e psicólogo Luiz Fernando Garcia alerta que o Brasil, dentro de uma crise prolongada, tem se tornado uma má referência quando o assunto são doenças psíquicas — em especial quando relacionadas ao trabalho. As mulheres, por suportarem cargas maiores de trabalho e terem menos reconhecimento, acabam sendo mais prejudicadas pela ansiedade.

“Neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou uma pesquisa sobre depressão e distúrbios de ansiedade, e o Brasil ficou no topo da lista de nações com maior percentual de pessoas com algum tipo de transtorno de ansiedade: 9,3%. Outro fator alarmante é que mulheres sofrem mais com o problema, seguindo uma tendência mundial, assim como questões socioeconômicas também têm participação nesse cenário”, detalha.

Rosana Daniele Marques, Gerente de Gestão de Pessoas da Crowe Horwath, conhece a realidade de perto. “Já tive oportunidade de ouvir relatos de profissionais de diversas empresas e áreas que, com o alto nível de ansiedade que eles têm vivenciado com a crise econômica, ficam reféns de sentimentos de angústia, medo do futuro, medo de perder seu emprego, insônia e muitos apresentam queda em sua produtividade”, conta.

A situação pode ganhar contornos trágicos. A educadora especialista em inteligência emocional e liderança colaborativa Semadar Marques conta que já conheceu o caso de um profissional que cometeu suicídio depois de sofrer um corte salarial substancial. “Obviamente que uma pessoa não toma uma decisão dessas unicamente por isso, mas acabou sendo o estopim e foi algo extremamente traumático para toda a instituição”, conta.

O que fazer?

Marques defende que mesmo em um momento de crise, gestores e líderes devem ter sensibilidade para não só manter seus melhores colaboradores, mas garantr que eles deem o melhor de si — evitando exigências absurdas, como esperar que um ótimo funcionário trabalhe por cinco. “Muitas vezes, por conta da própria crise, empresários e gestores acabam perdendo o bom senso por conta da ansiedade por resultados. Bons resultados são fruto de objetivos traçados que possam envolver e engajar a todos”, destaca.

Em casos onde a demissão é inevitável, especialmente para conter gastos, Marques recomenda que a liderança seja transparente e valorize os pontos fortes dos funcionários. “Se tiver a oportunidade de auxiliar de alguma maneira a recolocação do profissional, certamente essa atitude irá retornar para a empresa em algum momento e ampliará o laço com aquele profissional, o que contará pontos para a imagem da empresa interna e externamente”, detalha.

O médico e psicólogo Roberto Debsky recomenda um ambiente organizacional saudável e que promova o reconhecimento. “Os colaboradores precisam se sentir bem em ir para o ambiente de trabalho pois passam ali a maior parte de seu dia e de suas vidas. Dinâmicas breves nas quais cada um seja visto e reconhecido em suas qualidades e importância dentro da empresa criam hábitos positivos entre os colaboradores e podem ser implantadas sem dificuldades pelo RH da empresa”, diz.

E os profissionais? Ricardo Resstel, especialista em liderança e gestão de equipes, lembra que a entrega de resultados deve ser uma constante. “Ter a clareza do que a empresa espera de você e se programar para entregar sempre além do esperado o colocará em uma zona de segurança, o que manterá a ansiedade sob controle”, afirma.

Luiz Fernando Garcia concorda. Para ele, há três atitudes que as empresas devem adotar: comunicar o posicionamento da companhia de forma periódica; entregar feedbacks constantes, tanto negativos quanto positivos e feedbacks autogerados, ou seja, indicadores automáticos que informam a performance ao funcionário e podem colaborar para reduzir a ansiedade.

Para Sergio Dias, consultor do Sebrae, os profissionais devem agir com serenidade e prudência para evitar que a ansiedade atrapalhe seu desempenho profissional. “O profissional deve acreditar em si, em seus valores e em sua competência e com a convicção de que essas crises e turbulências do quadro político-econômico terão um fim, como todas as outras crises. Nenhuma crise é eterna e apesar dos estragos que causam, as crises também oferecem janelas de oportunidades para novos desafios”, explica.

“Há as medidas individuais, direcionadas a cada pessoa, como tratamento médico psiquiátrico e/ou psicológico, atividades físicas, aperfeiçoamento de gerenciamento do tempo, entre outras. Essas podem ser implementadas pelo próprio funcionário que busca diretamente a modalidade que melhor se adapta ou podem ser oferecidas pela empresa num programa de redução de estresse”, recomenda o médico Marcello Finardi.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/crise-prolongada-provoca-ansiedade-e-depressao-em-trabalhadores/119895/

13ago/18

As 10 qualidades essenciais para o bom líder

Primeira qualidade: comportamento ético

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Montar ou otimizar sua uma equipe para ampliar horizontes é um passo importante rumo ao sucesso que todos os empreendedores almejam. A capacidade de executar com sucesso o crescimento da empresa é o que separa os sonhadores de bons líderes. Aqui estão algumas das principais qualidades que todos os líderes devem possuir e aprender a enfatizar.

Comportamento Ético
Seja qual for o plano ético para o qual você se responsabilizou, quando você é responsável por uma equipe de pessoas, é importante elevar os padrões ainda mais. Seu negócio e seus funcionários são reflexos do seu comportamento e se você fizer com que honestidade e ética sejam valores presentes em seu dia a dia, sua equipe irá seguir o exemplo.
Promova um ambiente interno saudável e incentive sua equipe a cumprir esses padrões. Ao enfatizá-los e exibi-los você mesmo, será mais fácil que todo ambiente de sua empresa seja transformado em um espaço de trabalho amigável e útil.

Boa Distribuição de Funções
Aperfeiçoar sua visão de marca é essencial para que o crescimento de seu negócio aconteça de forma organizada e eficiente. Quando o líder não aprende a confiar na visão de sua equipe, dificilmente avançará seu negócio para o próximo estágio. É importante lembrar que confiar em sua própria equipe é um sinal de força e não de fraqueza, já que delegar tarefas aos departamentos apropriados comprova a boa contratação de funcionários competentes, se tornando uma das habilidades mais importantes que você pode desenvolver à medida que sua empresa cresce. Quando e-mails e tarefas começam a se acumular, e quanto mais você se “esticar”, menor será a qualidade do seu trabalho, e menos você irá produzir.
A chave para a boa distribuição de funções é identificar os pontos fortes de sua equipe, explorá-los individualmente e capacitá-los ainda mais. O ato de delegar tarefas não só provará sua confiança à equipe, mas também liberará seu tempo para se concentrar nas tarefas de nível superior, que não devem ser repassadas. Esta mudança traz um bom equilíbrio, tendo enorme impacto na produtividade do seu negócio.

Comunicação
Para quem não sabe onde está indo, qualquer caminho é válido. Saber o que você deseja realizar pode parecer claro na sua cabeça, mas quando a equipe não compreende as metas da empresa, você terá um problema. Aprimore suas habilidades de comunicação para que você consiga descrever de forma clara e sucinta para onde vão. Relacionar sua visão com a equipe traz os membros para o mesmo objetivo.
Treinar novos membros ou criar um ambiente de trabalho produtivo depende de linhas saudáveis ​​de comunicação. As formas de aperfeiçoar sua comunicação pode ser variada, como uma política de porta aberta para sua sala ou mesmo reuniões diárias ou semanais com sua equipe. É vital que você se torne disponível para discutir questões internas, desta maneira, sua equipe aprenderá a confiar em seu líder, andando com mais força para o mesmo objetivo.

Confiança
Em qualquer negócio, pequeno ou grande, pode haver situações preocupantes, quando as coisas não estão indo de acordo com o plano. O mais importante não é entrar em pânico. Parte do seu trabalho como líder é apagar os incêndios e manter a moral da equipe. Mantenha seu nível de confiança e assegure a todos que os recuos são naturais e o importante é se concentrar no objetivo maior. Como líder, mantendo-se calmo e confiante, você ajudará a manter a equipe sentindo o mesmo. Lembre-se: sua equipe tomará sugestões de você, então, se você exalar um nível de controle de dano calmo, sua equipe irá pegar esse sentimento. O principal objetivo é manter todos trabalhando e avançando.

Comprometimento
Se você espera que seu time trabalhe duro, precisará liderar pelo exemplo. Não há maior motivação do que ver o chefe nas trincheiras trabalhando ao lado de todos os outros, mostrando que o trabalho está sendo feito em todos os níveis. Ao comprovar o seu compromisso e papel com a marca, você não só ganhará o respeito de sua equipe, mas também irá incutir a mesma energia de empenho entre seus funcionários. É importante mostrar seu compromisso não apenas ao trabalho, mas também às suas promessas. Se você se comprometeu com bonificações, benefícios ou mesmo com uma festa de fim de ano, mantenha sua palavra. Para criar uma reputação de comprometimento, não basta apenas trabalhar duro, mas é importante que seja um líder justo. Uma vez que você ganhou o respeito de sua equipe, eles são mais propensos a entregar a quantidade máxima de trabalho de qualidade possível.

Atitude positiva
É importante manter sua equipe motivada para o sucesso contínuo da empresa e manter os níveis de energia elevados. Isso pode significar oferecer palestras, filmes, lanches, café, conselhos de relacionamento ou, até mesmo, um happy hour no escritório. A forma de manter uma atitude positiva da equipe deve ser escolhida pensando no perfil da maioria. Lembre-se de que seus funcionários ou colaboradores são pessoas e não números. Hoje, os horários de trabalho e descanso se misturam, por isso, levante a haste do bom humor do escritório, obviamente mantendo o bom equilíbrio entre produtividade e brincadeira.

Criatividade
Algumas decisões nem sempre serão tão claras. Existem situações em que você pode ser forçado a se desviar do curso antes definido e a tomar uma decisão de mudança imediata. É aqui que sua criatividade se revelará vital. É durante as situações mais críticas que sua equipe deve procurar o líder e a situação o forçará a tomar uma decisão rápida. Como líder, é importante aprender a pensar fora da caixa e escolher qual caminho seguir. Nunca escolha a primeira ou mais fácil possibilidade. Seja criativo e use sua expertise para que o melhor caminho empresarial seja percorrido.

Intuição
Em alguns momentos, você liderará sua equipe por águas inexploradas. Não há um roteiro sobre o que fazer. Quanto maior o risco, maior a pressão. Nesses momentos, sua intuição tem que entrar em campo. Guiar sua equipe através do processo de suas tarefas do dia-a-dia pode ser tranquilo, mas quando ocorre algo inesperado ou mesmo quando você é jogado em um novo cenário, pode ter certeza que sua equipe o procurará para orientação. Intuição não é deixar de agir racionalmente, mas sim usar todo seu conhecimento e suas experiências anteriores para se tornar um bom mentor. Aprender a confiar em si é tão importante quanto à conquista da confiança de sua equipe.

Inspiração
A vida empresarial é feita por metas, planejamento, resultados e previsões. Especialmente nos estágios iniciais de um arranque, a inspiração de sua equipe para ver a visão dos sucessos futuros é vital. Faça com que sua equipe se sinta na atmosfera das realizações da empresa. Se todos possuem possibilidades de crescimento dentro da empresa, seja por meio de bônus, comissionamentos ou outras opções de benefícios, não importa como, desde que você seja capaz de gerar entusiasmo pelo trabalho árduo. A capacidade de inspirar a equipe faz bem para a concentração dos mesmos nos objetivos futuros, mas também é importante para os problemas atuais. Quando você está em uma baixa no trabalho, a moral e os níveis de energia podem desaparecer. É importante que o líder saiba que todos precisam de uma pausa de vez em quando. Reconheça o trabalho que todos dedicaram e elogie sua equipe em cada um de seus esforços. É seu trabalho manter os espíritos elevados e isso começa com uma apreciação pelo trabalho árduo.

Abordagem
Não somos iguais. Um conceito básico que, muitas vezes, é negligenciado. Todos tem perspectivas culturais, barreiras linguísticas, diferentes origens educacionais, traços de personalidade e sistemas de valores com os quais os indivíduos são pré-condicionados que afetam grandemente a forma como a informação é processada e interpretada. Algumas pessoas trabalham bem sob pressão, outras não. Alguns respondem melhor a conversas e outros a metas. É importante entender como extrair o melhor de cada um e isso começa na abordagem. Para otimizar sua eficácia como líder, você deve ter a capacidade de personalizar sua abordagem pessoa a pessoa, com base na situação em questão. Sua capacidade de executar este conceito desempenhará um papel importante no aperfeiçoamento de sua equipe e outros parceiros ao longo da jornada.

Lucas Atanázio Vetorasso é consultor de empresas e CEO do GRUPO ATNZO.

fonte:http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/as-10-qualidades-essenciais-para-o-bom-lider/121889/

06ago/18

Sinais de que você é bem sucedido (mesmo que não pareça)

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente podemos mais que isso

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Se você é ambicioso, está sujeito a se sentir fracassado vez ou outra. Metas elevadas levam a momentos inevitáveis em que você ainda não está suprindo suas expectativas.

Vivemos em um mundo que reforça esse sentimento. Mesmo que a maioria das pessoas não admita – exceto o cara com o adesivo de carro “aquele que tem mais é o vencedor” -, no fundo, igualamos possessões materiais com o sucesso.

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente somos melhores que isso. Um estudo feito pela Strayer University descobriu que 90% dos americanos acreditam que a felicidade é um indicador maior de sucesso do que o poder, posses ou prestígio. Indo mais a fundo, 67% definiram sucesso como “relações boas com amigos e família”, e 60% disseram que é amar o que você faz da vida. Apenas 20% afirmaram que riqueza monetária determinava o sucesso.

Mas dizer e fazer são duas coisas muito diferentes…

Quando o assunto é sucesso, nossos olhos frequentemente nos desviam do foco. É difícil não achar que as pessoas de mais sucesso são aquelas com as maiores casas, os carros mais caros e os amigos mais influentes. Independente do que você alcance, sempre haverá alguém com mais e isso pode fazer parecer que você está perdendo. O problema não é você ter pouca coisa; é acreditar que as coisas levam ao verdadeiro sucesso.

O sucesso verdadeiro tem a ver com quem você é e o quão longe você já chegou. Se você alguma vez se preocupar por não ter tanto sucesso o quanto deveria ter, pode ser que esteja se avaliando a partir dos critérios errados. Às vezes você só precisa de um lembrete do que você realmente já conquistou na vida. Os indicadores de sucesso a seguir irão lhe ajudar a fazer exatamente isso.

Você não se vê como o centro do universo. Todos nós conhecemos pessoas “de sucesso” que agem como se fossem o centro do universo. É o mundo delas e o resto de nós simplesmente vivemos nele… certo? Isso não é sucesso. O sucesso verdadeiro requer a habilidade de sentir empatia – de perceber que os sentimentos e sonhos das outras pessoas são tão importantes quanto os seus, e que não podemos ter sucesso sem eles.

Você se mantém positivo. Esperança e otimismo são componentes essenciais para uma vida feliz. Se você vive se baseando nas coisas que dão errado, ficará angustiado e ressentido. Quando isso acontece, você fracassa – independente do que tenha conquistado. O sucesso verdadeiro significa sempre ver o lado positivo e acreditar que você tem o poder de transformar até as piores situações em situações melhores.

Você sabe que o fracasso não é para sempre. Você sabe que aquelas pessoas que nunca fracassam são aquelas que nunca tentam. Se você fracassa, não supõe automaticamente que é um fracasso. Em vez disso, você acolhe cada fracasso como uma oportunidade de aprender algo – e então segue em frente. Se você ainda tem dificuldades com isso às vezes, saiba que você nunca irá vivenciar o pleno sucesso até que aprenda a acolher o fracasso. Seus erros pavimentam o caminho para seu sucesso pois revelam que você está no caminho errado. Os maiores progressos geralmente acontecem quando você está se sentindo muito frustrado e empacado. É essa frustração que força você a pensar diferente, a olhar para além do convencional e ver a solução que você precisava.

Você mantém as coisas sob perspectiva. Coisas ruins acontecem de vez em quando, faz parte da vida. Para a maioria de nós, entretanto, nosso pior dia seria uma viagem de férias para pessoas que têm problemas reais – como não ter o que comer ou tentar sobreviver uma guerra civil. Travar seu carro com as chaves dentro – ou até não conseguir uma promoção – não são tão ruins quando você começa a desenvolver perspectiva. Se você dominou a habilidade de manter seus problemas em perspectiva, coloque isso como um enorme sucesso.

Você pede ajuda quando você precisa. Recusar-se a pedir ajuda, mesmo que você esteja com muitas dificuldades, é um sinal de imaturidade emocional. Pedir ajuda significa que você não sente mais a necessidade de se provar sendo perfeito. Isso mostra que você não tem mais medo de pessoas descobrirem suas fraquezas e também que você entende que ninguém tem sucesso sozinho.

Você percebe que a vida não é um jogo de soma zero. E tampouco é uma gangorra. Só porque alguém alcança o sucesso não significa que você sofre uma perda em proporção igual. Você apenas não ganhou naquele exato momento. Um sinal certo de sucesso é a habilidade de celebrar as conquistas das outras pessoas com sincero entusiasmo.

Você é capaz de diferenciar drama e entusiasmo. Você lembra dos dias que relacionamentos estáveis eram chatos e você rapidamente se cansava de alguém que tratava você como deveria? Se esse tipo de “drama” é algo do passado, parabéns. Se você prefere estabilidade e profundidade do que drama, você está tendo sucesso.

Você não se importa mais com o que as outras pessoas pensam. Você só se preocupa com o que as outras pessoas falam quando você sente que ainda precisa provar algo. Por outro lado, você sabe que “conseguiu” quando você não se importa mais com isso – quando você é sincero consigo e com seus princípios e está satisfeito com sua vida. Você sabe que conseguiu quando entende que as opiniões das outras pessoas são apenas isso – opiniões. Não possuem nenhum efeito na realidade. Elas não mudam quem ou o que você é.

Você aceita o que não pode mudar e muda o que pode. Existe uma diferença entre pessimismo e viabilidade. Se um furacão está vindo em sua direção, não há nada que você possa fazer para impedí-lo. Mas quando você aceita que tem um furacão vindo, consegue começar a agir para mitigar os efeitos. Se sua empresa encolhe e você é cortado, cada momento que você passa em negação apenas atrasa o que quer que esteja no seu horizonte. Você tem a capacidade de seguir em frente quando começa a explorar suas opções e fazer planos para mudar o que você pode. Responsabilizar-se por mudar coisas que você não gosta em sua vida é um dos maiores indicadores de sucesso.

Compreendendo tudo

Não há sentido em se sentir um fracasso apenas porque você achava que deveria ter um emprego melhor, uma casa maior ou um carro mais legal. O sucesso verdadeiro vem de dentro e é completamente independente da circunstância.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/sinais-de-que-voce-e-bem-sucedido-mesmo-que-nao-pareca/95798/

05jun/18

Liberação de funcionário para assistir aos jogos da Copa não é obrigatória

Muitas empresas, entretanto, estão adotando horário especial nos dias dos jogos do Brasil

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De acordo com o professor de direito do trabalho da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Leandro Antunes, pela lei, as empresas não são obrigadas a liberarem os funcionários para assistirem aos jogos, mesmo que sejam da seleção brasileira.

“O que muitas companhias estão fazendo é adotar um horário especial nos dias dos jogos mais importantes, como o do Brasil, por exemplo, para que os funcionários possam acompanhar, mas diante a necessidade de compensação dessas horas”, explica.

Segundo ele, na empresa em que não tiver acordo, o empregado terá que trabalhar normalmente mesmo na hora das partidas do Brasil.

“Há casos em que os gestores podem abonar as horas não trabalhadas ou permitir uma compensação. A negociação é livre e vai de caso a caso. A nova legislação trabalhista permite essa flexibilização. Quando a negociação é feita diretamente com o patrão por meio de um acordo individual, a compensação das horas extras deve ser feita em no máximo de seis meses, mas se foi feita por meio de uma convenção coletiva, esse prazo passa para um ano”, explica.

Já nos casos em que a empresa permite que o funcionário assista aos jogos nas dependências do local de trabalho e não gastem tempo com deslocamentos, geralmente, a não é descontado esse tempo do empregado já que ele ficou à disposição das empresas.

“Nesse sentido, se acontecer algum imprevisto, o funcionário pode ser acionado para resolver o problema, mesmo na hora em que estiver assistindo à partida”, finaliza.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/liberacao-de-funcionario-para-assistir-aos-jogos-da-copa-nao-e-obrigatoria/125011/

05jun/18

Mestrado Profissional ou MBA Executivo: como escolher o melhor modelo de pós-graduação?

Conheça as diferenças entre os programas para decidir pelo lato ou stricto sensu com segurança

Divulgação

Continuar estudando é uma opção cada vez mais recorrente tanto para formandos de graduação como para profissionais que já estão no mercado e querem aprofundar seus conhecimentos e fortalecer o currículo. A escolha entre um Master of Business Administration (MBA), lato sensu, ou um Mestrado Profissional, stricto sensu, nem sempre é fácil. A melhor dica é avaliar o momento profissional e o direcionamento que se busca para a carreira na hora de decidir, mas conhecer as diferenças entre os dois programas é essencial.

“Os alunos do MBA são motivados a trabalharem com casos e aplicações práticas, são instigados a explorar como fazer a gestão e tomar decisões. No Mestrado Profissional, estimulamos os alunos a aprofundarem os temas propostos com base em pesquisas empíricas, técnicas estatísticas e artigos acadêmicos”, diferencia Guy Cliquet do Amaral Filho, coordenador executivo da Pós-Graduação Lato Sensu do Insper.


Guy Cliquet Do Amaral Filho, coordenador executivo da Pós-Graduação Lato Sensu do Insper

Para alunos que buscam aprofundar seus conhecimentos com forte base analítica e conceitual em áreas específicas, a recomendação é o Mestrado Profissional. Os cursos têm foco analítico e aplicado, usa pesquisas empíricas, artigos acadêmicos e estatísticas e exigem dedicação de tempo além das aulas presenciais: cerca de 18 horas semanais. Para receber o título, o aluno deve produzir uma dissertação baseada em dados de pesquisa válida.

Ricardo Rodrigues, gerente sênior de Engenharia Logística, sempre quis conciliar o conhecimento técnico com o de estudos, buscando equilíbrio entre ambiente profissional e acadêmico. Como estava em busca de um aprendizado mais profundo e teórico, optou pela pós-graduação stricto sensu do Insper, concluindo o Mestrado Profissional em Administração (MPA).

“Com o curso ganhei uma visão sistêmica e organizacional. A possibilidade de escolher disciplinas de acordo com minha trajetória e momento profissional, além de me ajudar a resolver problemas do cotidiano da minha profissão, permitiu ainda uma conexão entre gerações, com uma rica troca de informações”, destaca Rodrigues.

No entanto, é importante lembrar que é preciso disciplina e disponibilidade de tempo para os que buscam trilhar o mesmo caminho. O programa tem carga horária de 747 horas, além das horas de dedicação de estudo fora das aulas presenciais.

“O MPA do Insper exige dedicação do aluno e requer horas semanais extras de estudo para que seja alcançado o objetivo de ter uma base acadêmica e analítica mais sólida e ele possa aplicar isso de forma prática no dia a dia profissional”, explica Silvio Laban Neto, coordenador dos cursos de MPA e diretor de Marketing e Conteúdo do Insper.


Silvio Laban Neto, coordenador dos cursos de MPA e diretor de Marketing e Conteúdo do Insper

Diferente de Rodrigues, a advogada Claudia Frankel Grosman, especialista em Gestão e Mediação de Conflitos, sentia falta de conceitos de Administração e Gestão de Negócios em seu perfil profissional. Foi isso que a motivou a buscar o MBA Executivo do Insper.

O MBA é indicado para quem já é gestor, com pelo menos cinco anos de experiência profissional, e busca visão estratégica e executiva de negócios. O curso tem um escopo amplo, com cases, aplicações práticas e estudos para tomada de decisão e exige doze horas de estudo semanais, além das aulas presenciais. Para concluí-lo, o aluno deve entregar um projeto aplicado.

Como Claudia tinha mais experiência na área de Humanas, precisou se dedicar mais às aulas que requeriam conhecimentos específicos na área de Exatas. “Ser minoria na área de atuação foi o mais desafiador para mim durante o curso. Mas entendo que profissionais como eu, da área de Humanas, trazem um olhar complementar aos executivos de Exatas e tornam o ambiente mais heterogêneo, promovendo diferentes insights e discussões mais ricas”, destaca. Hoje, ela faz parte do Conselho Alumni do Insper.

O Insper oferece cursos de MBA Executivo e Mestrado Profissional no período noturno, possibilitando ao profissional conciliar trabalho e escola.

Veja no quadro abaixo as principais diferenças entre o MBA e MPA do Insper.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/mestrado-profissional-ou-mba-executivo-como-escolher-o-melhor-modelo-de-pos-graduacao/124995/

05jun/18

Boa vontade não basta é preciso saber liderar uma iniciativa social

Não basta boa vontade para viabilizar projetos sociais, é preciso desenvolvimento de competências e habilidades para lidar com os negócios

É comum vermos muitas OSC’s – Organizações da sociedade Civil ou ONG’s – Organizações não governamentais, com propósitos excelentes e com foco bastante claro no que se refere à contribuição social. Do outro lado, também vejo que há muito para evoluir quando a questão é planejamento e gerenciamento, pois parecem desafios diferentes de outras organizações com fins lucrativos, mas não são.

Podemos observar que de qualquer forma muitas OSC’s e ONG’s precisam que suas lideranças se desenvolvam nos quesitos de gestão, que identifiquem a eficácia da sua organização. Além da gestão, a liderança social precisa de muitas das competências de líderes atuantes no meio organizacional, e até mais, por se tratar de lideranças com colaboradores diretos e às vezes voluntários, que podemos considerar colaboradores indiretos, já que não respondem todo o tempo para estes líderes.

Quando se fala de resultados, as OSC’s e ONG’s imaginam apenas o impacto que causam na sociedade, mas devem também incluir na sua agenda a forma de captação de recursos financeiros, pois são essenciais para tornar o negócio sustentável de tal modo que possam ajudar com precisão a quem necessita, causando um maior e melhor impacto na sociedade.

Não basta boa vontade para viabilizar projetos sociais, é preciso desenvolvimento de competências e habilidades para lidar com os negócios.

Celso Braga é sócio-diretor do Grupo Bridge, Psicológo e Mestre em Educação, pós-graduado em Psicodrama Sócio Educacional e possui 25 anos de experiência em desenvolvimento humano e projetos de conexões entre projetos educacionais e inovação.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/boa-vontade-nao-basta-e-preciso-saber-liderar-uma-iniciativa-social/124964/25

22maio/18

Os três “E”s do século 21

Um artigo sobre Emprego, Empregabilidade e Empreendedorismo

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Não é novidade que o mundo está caminhando para uma era de maiores desigualdades sociais, colapsos econômicos e disrupções em praticamente 90% das indústrias e negócios que conhecemos. Dados recentes demonstram que, ao menos dos Estados Unidos, mais de 65% dos americanos, nos próximos anos, irão perder seus empregos e terão de migrar para os chamados “servicos freelancers”. Mas e no Brasil, o que podemos esperar dessa reviravolta do século 21?

Uma das forças inevitáveis dessas mudanças é a tecnologia aliada a inteligência artificial e a mecanização avançada de praticamente todas as atividades repetitivas e mecânicas desenvolvidas pelo homem. Afinal, um robô pode fazer muito mais e melhor, com menos custo, do que um ser humano. Pode ser cruel, mas é efetivo. E o mercado busca efetividade!

A grande questão surge quando começamos a analisar o impacto dessas mudanças no meio social. A desigualdade ficou escancarada no mais recente estudo feito no Brasil, onde os 6 brasileiros mais ricos concentram a renda dos 100 milhões mais pobres… um choque óbvio! Mas um choque…

Porém, quando você, trabalhador, que está endividado, com bancos participando ativamente do seu orçamento, com a inflação corroendo seu poder de compra, com aumentos recorrentes (desde alimentos a combustíveis), que caminho seguir em um mundo onde o dinheiro está escasso, o desemprego bate a sua porta e o mercado está tão disperso quanto todas as inovações que vemos dia a dia?

Minha teoria está na base de aplicação (ou da falência) dos 3 “es” do século 21: Emprego, Empregabilidade e Empreendedorismo. Explico.

Toda economia de mercado baseia-se fundamentalmente nessa estrutura. Não estou falando dos teóricos econômicos nem acadêmicos. Estou falando do mundo real. Afinal, uma economia sem empregos, sem empregabilidade e sem empreendedores, vai invariavelmente sucumbir.

O primeiro “E” de emprego, retrata o que estamos ficando “sem”. O termo significa o trabalho que precisa ser feito mediante remuneração e subordinação de uma pessoa a outra. A nova economia caminha a passos largos para uma onda de desemprego jamais vista, que vai obrigar governos a criarem mecanismos de suporte social nunca antes imaginados para tantos desempregados. Hoje já somos 14 milhões deles!

O segundo “E” trata da empregabilidade. A empregabilidade é aquilo que possibilita que eu tenha aptidões ou capacidades relevantes para que eu possa atuar em diversas frentes, ou ser “desejado” pelo mercado como profissional. Assim, uma pessoa empregável, dificilmente fica sem emprego. Ser qualificado para tanto nos parece o maior desafio afinal.

Já o terceiro e último “E” do empreendedorismo, fecha o ciclo: é aquela iniciativa que cria oportunidades baseadas nas carências ou deficiências do mercado, e consequentemente busca pessoas empregáveis para os empregos criados pela iniciativa empreendedora. Percebem o ciclo?

Contudo, como estamos enfrentando essa crise institucional de empregos, estamos com muitos trabalhadores que não estão sendo “empregaveis” para o mercado, justamente em função das iniciativas empreendedoras que, por sua vez, estão criando um mercado cada vez mais exigente de profissionais que sejam interessantes, e não meramente executores.

No mundo do século 21, ser empregável significa não ter apenas uma formação em uma área do conhecimento. Significa sim, ser multifuncional, conectado, atualizado, humano e eficiente. Significa voltar para a escola, mas não aquela que conhecemos e fomos formados, mas sim uma nova escola, que vem sendo criada por empreendedores! Mas para isso os trabalhadores precisam de iniciativas que possibilitem a eles se re-capacitarem a cada novo ciclo, para então retornarem ao mercado e assim manter a roda da fortuna girando.

As diferenças sociais tendem a ficar cada vez mais gritantes e escancaradas com as tecnologias. Afinal, quanto mais eficientes, mais iremos perceber o quanto somos injustos e focados em manter um sistema de trocas baseado no seculo 19. Afinal, gerar empregos parece ter se tornado coisa do passado, ja que, para um mercado altamente informatizado, os “empregaveis” teriam seu caminho certo, e os empreendedores vão investir cada vez mais em soluções que necessitem mais e mais de empregáveis.

Nos resta saber se, na ponta final dos resultados, os “não empregaveis” terão sua chance de se “empregabilizar” ou se deverão se sujeitar unicamente a uma distribuição de renda universal mínima, mais conhecido dos brazucas como bolsa-família. Em qual dos “E”s você está agora?

Vinicius Carneiro Maximiliano é advogado corporativo e gestor contábil. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV e especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, é diretor executivo da Etecon Contabilidade e autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional”.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/os-tres-es-do-seculo-21/121780/

17maio/18

Mercado de Trabalho valoriza profissionais com Pós Graduação

Se você deseja se qualificar para conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, veja a pós-graduação como um investimento seguro

O mundo evolui rápido, com novas técnicas e informações, e tecnologias que se reinventam a cada momento. Nas organizações, isso não é diferente. É uma evolução que precisa ser acompanhada pelo profissional, que deve se manter atualizado e informado. E em tempos de recessão econômica e processos seletivos cada vez mais concorridos, é nesse cenário que contar com uma boa pós-graduação em sua formação faz a diferença.

A valorização que o mercado de trabalho dá a profissionais com pós-graduação começa cedo. Segundo estudo da consultoria de carreira Produtive, recrutadores gastam em média apenas doze segundos na primeira triagem dos currículos em um processo seletivo. Por isso, é preciso se destacar desde o início, e um curso de pós-graduação em uma instituição renomada pode garantir a atenção do recrutador e destacar o seu currículo em meio a todos os outros.

A pós-graduação é valorizada porque, com ela, você pode desenvolver habilidades como análise crítica de problemas, ficar par de novas de novas ferramentas e metodologias e ainda expandir sua rede de contatos. Habilidades que representam um verdadeiro diferencial competitivo. Uma formação em uma pós como o PÓS ADM da FGV, por exemplo, robusta em gestão, proporciona um intercâmbio entre conhecimento e experiência prática, e isso demonstra para o mercado que você tem conhecimentos específicos relevantes.

Por isso, se você deseja se qualificar para conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, veja a pós-graduação como um investimento seguro. Na hora de escolher o curso, reflita sobre qual é o mais adequado para você e quais habilidades você deseja adquirir. E, claro, não deixe de conhecer o PÓS ADM DA FGV.