All posts by righttime

16out/18

A importância do mestrado profissional para a carreira de um economista

Entenda porque ter o título é relevante para competir no mercado de trabalho

Entre as opções de mestrado profissional e acadêmico na área de Economia, o primeiro se destaca como o mais adequado para quem deseja conciliar estudos e profissão.

Peso profissional

Nesta semana, nossos os programas de Mestrado Profissional em Administração e em Economia receberam a nota máxima na avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que reflete o compromisso com a qualidade e a excelência de ensino e pesquisa da instituição, fatores que também impulsionam a carreira dos alunos.

“Quem faz um mestrado profissional se torna apto para atender as demandas do mercado em que está inserido. Isso porque o curso ajuda a fortalecer os conhecimentos técnicos na área em que atua, através do uso de intuição econômica e rigor na utilização dessa intuição”, explica Regina Madalozzo, coordenadora do Mestrado Profissional em Economia. “Para contribuir com a formação, nosso curso foca no conhecimento prático sempre baseado em evidências, tendo um currículo bastante quantitativo que permita ao aluno prescrever soluções baseadas em evidências”, completa.

Na prática, nosso mestrado profissional tem ênfase nas três principais áreas de conhecimento: finanças, microeconomia e macroeconomia. No primeiro ano do curso, o aluno é exposto a um conteúdo fundamental sobre todos os temas. No segundo, por sua vez, deve optar por qual temática quer se aprofundar. E uma curiosidade: dada a localização da escola, que é próxima ao polo financeiro de São Paulo, a especialização em finanças é a mais demandada deste curso.

Guilherme Braz, diretor de precificação e experiência do cliente na Localiza, no entanto, optou pela microeconomia. Para ele, o tema seria uma ponte entre seu trabalho atual e a formação acadêmica em matemática. “Após o curso, tenho mais propriedade para discutir a respeito de economia com outros funcionários formados na área. A teoria também me ajudou a entender melhor o consumidor e o concorrente”, revela o alumnus.

Como o mercado de trabalho é bastante competitivo e, para se destacar, é necessário ter um diferencial, o mestrado profissional contribui para complementar a qualificação. O alumnus Emerson Marques passou uma temporada fora do Brasil e consegue ver o peso que o mestrado tem. “Na hora de fazer entrevistas, tenho conhecimento e bagagem muito mais completas. Assim, entro no jogo com vantagem”, diz.

Benefícios a longo prazo

Segundo Regina, com um mestrado no currículo, tanto a sofisticação nas tarefas desempenhadas como a remuneração dos profissionais que cursaram nosso mestrado são mais elevadas. Em média, os mestres têm 32 anos e salário de R$ 9 mil. Os dados são da pesquisa “Mestres e Doutores: estudos da demografia da base técnico-científica brasileira”, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). São necessários dois anos de estudos para fazer parte do seleto grupo. No final do curso, o aluno defende uma dissertação para uma banca qualificada.

Sobre o processo seletivo do curso

Realizamos mensalmente um Encontro com a Coordenação. Durante o bate-papo com candidatos, Regina Madalozzo comenta sobre a grade curricular, parcerias internacionais e os desafios do programa, dentre outros assuntos. Interessou? Inscreva-se e participe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-importancia-do-mestrado-profissional-para-a-carreira-de-um-economista/121707/

15out/18

7 maneiras para aumentar sua criatividade

Pablo Picasso dizia que “todas as crianças nascem artistas, mas a dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem”. Porque perdemos a criatividade com tempo?

iStock

Pablo Picasso dizia que “todas as crianças nascem artistas, mas a dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem”. Todos nós queremos ser mais criativos, ter a capacidade de inovar e criar soluções mais inteligentes para os problemas e dificuldades que encontramos em nossas vidas, seja na área pessoal ou profissional.

Porque perdemos a criatividade com tempo? Segundo pesquisa realizada por dois professores nos Estados Unidos, George Land e Beth Jarman, em 1968, nosso modelo de ensino e nossas organizações nos fazem perder a criatividade com o tempo, principalmente quando somos expostos às regras e padrões que não nos permitem pensar ou agir de forma diferente.

No estudo, eles analisaram mais de 1.600 crianças aos 5, 10, e, depois, aos 15 anos de idade. Também foram avaliados mais de 200.000 adultos, com idade superior a 25 anos, onde foi aplicado o mesmo teste que a NASA utiliza para contratar novos engenheiros. O objetivo era avaliar a habilidade das crianças e adultos em pensar divergentemente.

Entre as crianças com 5 anos de idade, 98% do grupo apresentava alta capacidade criativa. Quando aos 10 anos de idade, 30% do grupo apresentou alta capacidade criativa. Aos 15 anos de idade, apenas 12% do grupo continuou apresentando alta capacidade criativa. O teste foi aplicado em mais de 200.000 adultos, que para surpresa dos pesquisadores, apenas 2% apresentaram alta capacidade criativa.

Isso nos mostra que, quando nos tornamos adultos e somos obrigados a seguir as normas, regras e processos impostos pela sociedade, família e organizações, temos uma tendência a diminuir nosso potencial criativo. O que fazer para aumentar nossa criatividade? Apresento 7 maneiras que pode ajudar você a ser mais criativo em todas as área da sua vida.

1. Seja “desvio padrão”
Convido você a enxergar e fazer as coisas de uma forma diferente do que está acostumado a fazer. É literalmente sair da sua zona de conforto e mudar constantemente seu MindSet. Os americanos usam o termo Mindset para representar o modo dominante como vemos, compreendemos e julgamos as coisas à nossa volta, o que por sua vez norteia os nossos padrões de comportamentos e nossas atitudes. Profissionais “Desvio Padrão” não seguem a boiada e estão sempre dispostos a aprender e inovar em tudo que fazem.

2. Consumir conteúdo
Hoje em dia, temos uma infinidade de conteúdo disponível. Leia e aprenda coisas que não estão relacionadas com sua área de trabalho ou com leituras que já está acostumado a fazer. Consuma vídeos, artigos, podcast, audiobooks, livros, documentários e palestras. Quero recomendar uma excelente palestra do professor Ken Robinson, “As Escolas Matam a Criatividade?”. Você pode assistir no TED Talk.

3. Mudar seu ambiente
Talvez, para que haja uma mudança de comportamento, primeiro temos que mudar nosso ambiente. Sugiro que você conheça novas pessoas, diferentes culturas, com pensamentos divergentes do seu. A mudança de ambiente nos faz enxergar o mundo de outra maneira e também evoluir como pessoa. Permita-se ir por outros caminhos, mas sem julgamentos.

4. Ficar offline
Desconecte-se das suas redes sociais e internet. Neste momento, não faça nada e aprenda a usar o ócio criativo. Permita-se por alguns instantes ficar sem fazer nada, de certa forma, desconectado do mundo, olhando apenas para dentro de si mesmo.

5. Tenha um propósito
Parece clichê, mas uma vida com propósito nos torna mais feliz e isso aumenta nossa criatividade naturalmente. Costumo dizer que há dois momentos importantes em nossa vida. O primeiro, quando você nasce, o segundo quando você descobre o porquê está aqui. Neste momento, convido você a parar e pensar por alguns minutos: qual é o seu propósito de vida?

6. Amar o que faz
Eu sou extremamente apaixonado pelo que faço e posso afirmar com convicção que isso nos torna muito mais criativos e inovadores. Segundo pesquisa, se estamos feliz no trabalho, feliz com aquilo que fazemos, conseguimos aumentar nossa produtividade em cerca de 30% e aumentar nossa capacidade criativa em mais de 301%. Sendo assim, aprenda a amar o que você faz e terá resultados extraordinários.

7. Desenvolver o autoconhecimento
Eu coloquei autoconhecimento como a sétima maneira de aumentar a criatividade, mas sugiro comece através desta, pois é um dos pilares mais importantes para o sucesso profissional. Sempre falo em minhas aulas da importância de olharmos para dentro de nós, reconhecer nossas fraquezas e procurar melhorar e evoluir constantemente. Na mesma medida que trabalha seus pontos fracos, deve potencializar seus pontos fortes, de acordo com seus objetivos.

Todo processo de Coaching que faço com meus clientes começa através da identificação do perfil comportamental. Desta forma, conseguimos enxergar quais os padrões de comportamento mais tendenciosos que temos e o que fazer para minimizar e sermos mais assertivos. O autoconhecimento nos ajuda a enxergar quem somos na essência e o que devemos fazer para evoluir como seres humanos, afinal de contas, somos nossos principais sabotares. Me lembro de uma frase citada por Buda: “Nem seus piores inimigos podem de causar tanto dano como teus próprios pensamentos”. Permita-se conhecer a ti mesmo e terá o melhor desta terra.

Carlos Maciel é Design Thinkers e especialista em Desenvolvimento Do Potencial Humano.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-maneiras-para-aumentar-sua-criatividade/121130/

12out/18

O péssimo hábito da procrastinação

Quando é que você pretende se tornar mais organizado e mudar a sua vida para a melhor? Como se livrar do triste hábito da procrastinação? Mude seus hábitos e mude sua vida

iStock

Durante muito tempo eu trabalhei com um colega que utilizava uma técnica interessante para selecionar projetos e se livrar dos problemas relacionados à sua área. Como se tratava do todo-poderoso da área comercial e tudo tinha que passar pelo seu crivo, ele formava sempre três pilhas de documentos devidamente organizadas sobre a mesa de trabalho.

A pilha do lado esquerdo dizia respeito aos documentos ou projetos recebidos durante a semana, ou seja, casos recentes e urgentes. A pilha do meio referia-se aos projetos que foram urgentes um dia, agora nem tanto, já que há mais de uma semana ninguém cobrava nada. Por fim, a pilha do lado direito, com o dobro de documentos contidos na pilha do meio, que estavam estacionados ali há mais de um mês, era sinal de que o nível de urgência havia sido rebaixado para irrelevante. Como ele sempre dizia, “se alguém reclamar, os projetos estão por aqui, caso contrário, não devem muito importantes”.

Eu ficava indignado com tal atitude e considerava aquilo um absurdo, mas o fato é que eu saí da empresa e o indivíduo continuou por lá utilizando a mesma técnica, com um pouco mais de velocidade, em razão da globalização e da competitividade, segundo me dizem os remanescentes da época, mas o fato é que ele resistiu bem mais do que eu praticando a arte de empurrar as coisas com a barriga.

Durante anos eu lutei contra um hábito extremamente nocivo para o desenvolvimento humano, em todos os sentidos: a procrastinação. Em poucas palavras, procrastinação é o hábito de se deixar para depois ou para o dia seguinte ou para algum dia, quando sobrar tempo, o que pode ser realizado imediatamente ou em prazo definido, se houver boa vontade e predisposição para o planejamento.

Tudo o que acontece na vida está diretamente relacionado com os seguintes pontos:

1) A sua capacidade de atrair coisas boas ou coisas ruins, dependendo do seu estado de espírito;

2) A sua capacidade de realizar a contento aquilo que lhe é atribuído em troca de um benefício ou de uma remuneração;

3) A sua capacidade para enfrentar as adversidades que surgem com frequência no seu caminho todas as vezes que você encontra-se devidamente bem instalado na sua zona de conforto pessoal e profissional;

4) A sua capacidade de realizar as coisas de maneira mais rápida e eficiente do que as pessoas ao seu redor.

Imagine que você contemple todas as competências mencionadas anteriormente e, ainda assim, sua vida exiba um verdadeiro cabedal de dificuldades, tais como: acúmulo de dívidas no cartão de crédito, limite inteiramente tomado no cheque especial, pressão familiar para redução da carga horária de trabalho, queda no volume de vendas e, por consequência, não atingimento das metas, e o que é pior, seu chefe vive perguntando quanto tempo falta para você se aposentar apesar de você ter entrado na empresa há pouco tempo.

Embora a maioria dos profissionais não acredite tanto na sua capacidade de realização, por razões de ordem familiar, histórica e cultural, o seu potencial de criatividade para solução de problemas é inesgotável. A dificuldade maior está na falta de disciplina, de organização, de planejamento, na baixa autoestima e, em boa parte dos casos, na sua triste e real capacidade de deixar para amanhã o que se pode fazer hoje.

Em geral, a sociedade recomenda que sejamos fortes, apresentáveis, sorridentes, bem-relacionados e, acima de tudo, bem-sucedidos. Isso nos impõe uma sobrecarga violenta de trabalho, além da emocional, praticamente incompatível com a nossa capacidade de resposta. Resultado: frustração, estresse, pressão alta, cara feia todas as manhãs, dívidas, doenças de todos os tipos, demissão ou afastamento.

A tentação de parecermos o que não somos sempre nos persegue e, no fundo, acabamos dando um jeito para tudo, porém o custo é elevado. Por conta da nossa eterna necessidade de querer ser e de ter sempre mais do que o necessário, sacrificamos a saúde, o relacionamento conjugal, o crescimento dos filhos, enfim, o convívio familiar, e não vivemos a vida plenamente.

O que você precisa para ter qualidade de vida? Por que assume tantos compromissos que não tem condições de cumprir? Quanto vale tomar um bom café da manhã ao lado da família ou fazer aquela viagem que há anos está sendo adiada por conta da pressão da sociedade?

Embora a sociedade imponha uma série de restrições e de obrigações, cabe a você, e mais ninguém, a decisão de aceitar aquilo que não condiz com a sua maneira de ser, pensar e agir. Portanto, ser seletivo não é uma questão de ser prepotente, mas uma questão de sobrevivência.

Por tudo isso, quero compartilhar minha experiência com vocês, pois aprendi, a duras penas, que a melhor forma de avançar mais rápido é estabelecer prioridades de acordo com a importância dos nossos objetivos e metas.

Tentar abraçar o mundo com as pernas e empurrar as coisas com a barriga é um defeito, por vezes irremediável, que não levará você a lugar algum, portanto, as questões a seguir são fundamentais para ajudá-lo a recuperar o foco e manter acesa a esperança de uma vida mais digna, consistente e equilibrada.

1. Uma coisa de cada vez: não existe frustração maior do que várias coisas iniciadas e nenhuma encerrada com sucesso. Vá por partes, mas faça bem feito.

2. Crie metas mensuráveis: o segredo é fracionar a meta principal em pequenas metas seguidas de ações concretas e prazos específicos para conquistá-las.

3. Estabeleça prioridades: acredite no todo, mas dedique-se ao mais importante de acordo com cada momento da sua existência. As coisas mais importantes não devem ficar à mercê das coisas menos importantes, dizia Goethe, escritor alemão.

4. Pare de procrastinar: deixar para amanhã o que se deve fazer hoje é uma excelente maneira de prorrogar os seus sonhos para um dia, talvez quando você nao tiver mais paciência, energia e motivação para nada.

5. Você é totalmente responsável por sua vida: você não pode mudar as circunstâncias nem os acontecimentos ao seu redor, mas pode mudar a si mesmo. Não basta ter competência, é necessário ter atitude.

De acordo com Mark Twain, escritor e conferencista norte-americano, o segredo de ir em frente está em começar e o segredo de começar está em repartir as tarefas complexas e esmagadoras em tarefas pequenas e administráveis e, então, começar pela primeira.

Pense nisso, mude seus hábitos e seja bem mais feliz!

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/o-pessimo-habito-da-procrastinacao/22285/

10out/18

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir

iStock

 

Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do “habitual”.

Sonhos e decepções

Desde criança somos condicionados a imaginar “o que queremos ser quando crescer”. Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ao longo do caminho. E ganhando frustrações. É uma ciência exata. Independe se você deixou a faculdade para trabalhar, o outro trabalho para cuidar dos filhos e eles para podê-los dar o melhor. Como diria João Guimarães Rosa, “viver é difícil e perigoso”. E assim, os dias se multiplicam, e nem sempre temos carreiras, mas sim empregos, trabalhados que dão trabalho.

A ordem dos fatores

Dentre sonhos e frustrações. O mais comum é nos frustrarmos quando somos “levados” a realizar os sonhos “não realizados” de nossos pais, por exemplo. Quem nunca se deparou com uma situação assim? O mais importante é redescobrir-se, a cada insatisfação, analisar se possui as habilidades necessárias para exercício da profissão que escolheu e ser sincero ao perceber onde realmente você se encaixa, é crucial.

Pese sua vida. Se pergunte se você deixou de fazer ou ser certa coisa para construir outra e se isso valeu a pena. O trabalho vem depois e o dinheiro por último em suas questões. Melhor do que eu ou qualquer outro profissional te direcionar ou responder, é fazer você se questionar. A auto-análise é fundamental no processo de coaching, para o crescimento pessoal, que irá refletir em benefícios na profissão e demais pilares essenciais da nossa vida.

O resultado

Se indague. Na verdade, nem sempre responderemos a nós mesmos, mas pelo menos tomaremos ciência de nossas ações. Não trabalhar com o que ama, mas ter conquistado outras dádivas como a casa própria, matrimônio ou uma família pode ser convertido em uma espécie de “trabalho” que você deve amar. Se esforçar e estudar uma profissão que você ama e exercê-la, tem tudo pra dar certo. Mas se por circunstâncias, não der: redescubra-se e reinvente-se. Mais importante do que amar o que faz, é amar o que se conquista.

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir. Afinal, o ser humano evolui diariamente com as suas experiências e superações. As mudanças acontecem o tempo todo no mundo inteiro e nós não devemos nos manter imutável! Devemos, como cidadãos, acompanhar a globalização, sempre a favor do nosso crescimento. Consequentemente, isso refletirá em todas as áreas de nossa vida. Por dentro do assunto: Conheça 5 Dicas para redescobrir o seu potencial profissional. 

Aline Salvi — 37 anos, é Master Coach, formada em Direito, pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Especialista em Programação Neuro Linguística (PNL), é Analista Comportamental, tem 37 anos, é casada e mãe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/trabalhar-com-o-que-ama-ou-com-o-que-da-dinheiro/125069/

02out/18

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”

Reprodução

Cena do filme Invictus, em que o ator Matt Damon interpreta o jogador de rugby François Pienaar

Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo.

Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que – como elogios – doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.

Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.

Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”.

Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.

Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito – mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.

Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.

Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.

A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional.

Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-uma-equipe-e-contagiada-pelas-emocoes-de-seu-lider/81051/

29set/18

7 atitudes que você deveria levar para uma reunião

Para otimizar uma reunião, é preciso estar ciente de que ela deve ter um resultado concreto no final

iStock

As reuniões são um momento de colaboração importante. Segundo o site 3M Meeting Network, cerca de 50% do tempo das reuniões é desperdiçado. Para otimizar, é preciso estar ciente que a discussão é mais do que uma conversa, é trabalho e, portanto, precisa ter um resultado concreto no final. A palavra-chave é produtividade. Para aproveitar melhor o tempo, a Plantronics identificou 7 atitudes positivas que devem ser assumidas em qualquer tipo de reunião – seja de negócios, informal, escolar. Aprenda:

Seja Construtivo – No vocabulário das pessoas construtivas não existe a palavra “mas”, elas preferem usar “e”. “Ótima ideia! E se a gente agora pegasse isso e…”. Os construtores, como são chamados, examinam, pensam e compartilham o conhecimento sempre pensando em agregar novas soluções e não em apenas criticar sem oferecer alternativas. Com isso em mente, a reunião se transforma em um encontro muito mais produtivo e participativo.

Seja brilhante – Ao contrário do que se possa imaginar, as pessoas brilhantes não contam com uma dose extra de talento – elas se esforçam e fazem o trabalho necessário de preparação e, mais ainda, sempre trazem à mesa contribuições práticas. “Eu tenho uma ideia interessante que gostaria de compartilhar com o grupo”. Mesmo que nem todas as ideias sejam acatadas, esse tipo de comportamento inspira os outros participantes a contribuir também.

Seja engraçado – Uma dose de humor no momento certo e sem dominar a conversa ajuda a energizar a reunião, geralmente quando isso é necessário. O bom humor também pode ajudar a trazer a conversa para os trilhos novamente, quando acontece a dispersão dos participantes ou discussões infrutíferas.

Seja pontual – No geral, as reuniões tem hora para começar e terminar. É importante lembrar (de maneira agradável) aos participantes que o tempo disponível é limitado e que, por isso, é fundamental se ater à agenda. “Eu sei que a gente tem pouco tempo e muito a discutir…”.

Seja voluntário – Esta é a pessoa que sempre está disposta a tomar a dianteira e agir ou a se manifestar quando ninguém mais quer. Em muitas reuniões é necessário que alguém se posicione primeiro para que os outros se sintam a vontade para opinarem. “Pode deixar essa atividade comigo”.

Seja criativo – É necessário um talento especial para demonstrar o que está sendo dito de uma forma que todos possam entender. Esse tipo de personalidade, apelidada de “Da Vinci”, realiza esboços no quadro que podem ser inestimáveis para focalizar a discussão e levar o assunto adiante. Em reuniões virtuais, é
claro, eles precisam de suporte de vídeo. O principal é que contam com a criatividade para exemplificar e se fazerem entendidos por todos, nem que para isso seja preciso, efetivamente, desenhar.

Seja bom de bola – Esse perfil sabe como pegar a bola e correr com ela. Craques das equipes, têm um olhar apurado para o que está acontecendo na reunião, sabem exatamente quando contribuir e assim mantêm a conversa direcionada à meta. De fato, contam com um pensamento estratégico e em grupo, sabem identificar uma boa oportunidade e, principalmente, levá-la adiante. Muitas boas ideias são desperdiçadas porque nenhum participante arrisca a tomar à dianteira e colocá-la em prática.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-atitudes-que-voce-deveria-levar-para-uma-reuniao/121866/

25set/18

8 dicas para selecionar para cargos de alta gerência

O recrutamento de cargos de alto escalão deve envolver mais esforço do que processos seletivos tradicionais

iStock

O recrutamento de executivos é um trabalho que exige mais esforço que os recrutamentos tradicionais porque as habilidades devem ser minuciosamente avaliadas, a fim de assegurar que o candidato esteja apto a assumir um cargo de visibilidade dentro da organização.

“Recrutar os melhores talentos nunca foi fácil e, nos últimos anos, com o avanço da internet e das redes sociais, as competências comportamentais e a contratação por valores foram se intensificando, principalmente para cargos de alto escalão, o que exige dos profissionais de RH constante busca de informação”, destaca Márcia Almström, diretora de RH, estratégia e talentos do ManpowerGroup. A especialista destaca 8 dicas que podem auxiliar as empresas na contratação desses profissionais:

1. Defina os parâmetros de recrutamento e estratégia de mercado

Antes de anunciar a vaga ao mercado é preciso definir cronograma com datas para todas as etapas do processo seletivo; definição dos canais de divulgação da vaga; definição das avaliações psicométricas; recrutamento interno ou externo; recrutamento será interno ou terceirizado e orçamento. Após tudo isso, definir o perfil do candidato ideal.

2. Faça um descritivo da vaga

É importante definir, junto às lideranças do setor solicitante, os pontos relevantes do cargo para identificar um consenso de opinião sobre o tipo de atributos do candidato que a empresa procura.

3. Crie o perfil do candidato

O perfil deve explicar a descrição do cargo e a especificação da função. A empresa também pode incluir informações adicionais sobre a organização, o departamento e o pacote de remuneração. As dicas incluem a descrição do trabalho, como liderança ou gerenciamento estratégico e operacional e destacar os elementos de função específicos que se relacionam com cada um desses pontos.

É útil apresentar a especificação do perfil com a enumeração de critérios essenciais e desejáveis para que os candidatos possam discutir sua experiência em relação aos atributos e competências técnicas definidas para o cargo.

4. Escolha os canais de divulgação

Para atrair os melhores candidatos é preciso fazer uma pesquisa para verificar onde o seu perfil de candidato ideal está: mídia impressa ou online? A pesquisa em busca de executivos, quando realizada de forma completa e não apenas pela obtenção de um banco de dados, destaca o papel para candidatos relevantes e de alto desempenho que não estão necessariamente procurando um novo emprego. Esses diálogos irão gerar interesse de candidatos que não receberiam publicidade de uma vaga. Também é válido anunciar em portais de empregos e verificar a resposta dos candidatos.

5. Realize entrevistas de longa duração e teste psicométricos

Prepare um roteiro de entrevista relacionado à especificação do perfil desejado e às competências necessárias para a função. As entrevistas vão permitir que você compreenda melhor o caminho da carreira, as habilidades e a experiência de cada candidato, as conquistas, o estilo de trabalho e a motivação para o papel. Nessa fase, o candidato também pode realizar as avaliações psicométricas, que dão melhor diagnóstico de desempenho que as entrevistas sozinhas, pois introduz mais rigor e objetividade ao processo de recrutamento e apoiando uma identificação mais precisa das características pessoais e ocupacionais do candidato.

6. Forme o painel final e a seleção

Os candidatos aprovados nas etapas de entrevista devem ser convidados a preparar uma apresentação específica sobre a área de atuação. Pode ser um case de sucesso que tenham liderado ou um projeto que possa ser aplicado na empresa. Isso fornecerá uma visão sobre a compreensão, habilidades técnicas e atitudes que eles trarão para o trabalho.

Certifique-se de que todos os candidatos sejam informados antes do dia sobre a estrutura da entrevista e de seus critérios de avaliação. Isso marcará o cenário para um debate mensurado, estruturado e saudável sobre qual o melhor candidato para a vaga em aberto.

7. Faça a sua oferta e forneça feedback aos candidatos

Esteja preparado para discutir todo o pacote de remuneração com os seus candidatos escolhidos para negociar os detalhes de salário. É importante saber onde a empresa é flexível e onde não é. Leve esse entendimento à mesa em suas negociações com o candidato bem-sucedido. Uma vez que um pacote é acordado, você está pronto para fazer uma oferta formal e escrita.

Também é muito importante fornecer feedback aos candidatos malsucedidos, tanto para seu desenvolvimento pessoal quanto para fortalecer sua imagem profissional e marca empregadora.

8. Considere contratar uma empresa de recrutamento e seleção

Consultores externos podem fornecer conselhos profissionais em todas as áreas e poupar um tempo precioso. Se você seguir essa rota, assegure-se de que seja um recrutador que se encaixe no seu orçamento, seja ético e absorva rapidamente os valores da organização.

Os consultores externos também devem estar disponíveis para apoiá-lo nos processos de finalização do recrutamento e seleção, para negociar a oferta feita ao seu candidato escolhido e para fornecer feedback aos candidatos malsucedidos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-selecionar-para-cargos-de-alta-gerencia/121924/

24set/18

5 dicas para trabalhar bem em equipe

Ser paciente e buscar o diálogo contribuem para a leveza do clima no ambiente corporativo

iStock

Assim como a vida pessoal, o dia a dia corporativo é feito tanto de momentos alegres como também de acontecimentos nem sempre agradáveis. Afinal, não é difícil conhecer alguém que já tenha discutido com um colega de trabalho, se desentendido com algum cliente por falhas na comunicação ou até mesmo ficado ressentido pela falta de comprometimento por parte de pessoas próximas no ambiente organizacional.

Mas, apesar de surgirem alguns obstáculos durante o percurso, nem tudo está perdido. De acordo com o escritor norte-americano Patrick Lencioni, autor do livro “Os 5 desafios das equipes”, o trabalho coletivo nada mais é do que o ato de praticar um pequeno conjunto de princípios durante um longo período de tempo. Mas, como lidar com as adversidades do cotidiano profissional e manter todos confiantes, unidos e focados nos mesmos objetivos?

“O sucesso do trabalho em grupo está diretamente ligado à capacidade humana de se relacionar. Qualquer pessoa pode cometer erros, mas, é justamente ao reconhecê-los que é possível superar os conflitos e caminhar para conquistar o que foi traçado previamente”, responde o diretor da Prepara Cursos, Guilherme Maynard.

Abaixo, o executivo dá cinco dicas para quem deseja trabalhar ainda melhor em conjunto e contribuir para o desenvolvimento individual e coletivo.

1 – Seja paciente e aceite as ideias dos companheiros

Nem sempre é fácil conciliar as opiniões de todas as pessoas que fazem parte de uma equipe e, para que não haja nenhum desentendimento, é preciso praticar a paciência, pensar bem antes de falar o que deseja, ouvir e respeitar o que os demais colegas têm a dizer mesmo que não esteja de acordo com os seus argumentos. Aceitar novas ideias – ou mesmo reconhecer que as dos outros colegas são melhores do que a sua – é uma atitude altruísta em prol do objetivo desejado.

2 – Não destrate os colegas e sempre procure dialogar

Como em qualquer nível de relação interpessoal, conflitos podem surgir devido a alguma divergência. Mas, é importante ter em mente de que, por menores que sejam, eles não devem interferir no resultado do trabalho. Uma coisa é não concordar com a ideia apresentada, outra é destratar quem a sugeriu. E se algo o deixou desconfortável, procure expor o seu ponto de vista sem ofender ninguém. Isso ajudará a buscar a melhor solução para resolver quaisquer problemas.

3 – Planejar e saber dividir não faz mal a ninguém

É natural que, ao trabalhar em grupo, algumas pessoas se dispersem mais do que outras. Por isso, é fundamental seguir um planejamento para que o objetivo seja alcançado de maneira eficaz. Lembre-se: o trabalho é coletivo e não individual. Partilhar responsabilidades e informações fará bem a todos os envolvidos.

4 – Ajude e, se precisar, peça ajuda

Não há problema nenhum em colaborar com os seus colegas de equipe e muito menos pedir auxílio caso seja necessário. Isso não diminuirá o resultado do seu esforço, nem fará com que a outra pessoa se sinta inferior por ser ajudada. O resultado final será sempre melhor do que o esperado!

5 – Procure manter a boa convivência

Trabalhar em equipe é uma boa oportunidade para conhecer melhor as pessoas. É uma grande possibilidade para crescer e se desenvolver e também para contribuir para que outros integrantes do grupo também tenham a mesma chance. Laços serão criados e as relações serão ainda mais solidificadas.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-dicas-para-trabalhar-bem-em-equipe/121983/5

20set/18

Pós-graduação aumenta a empregabilidade e garante maiores salários

Para potencializar os ganhos futuros, você deve alinhar suas expectativas, bons cursos e a demanda do mercado

iStock

Cursar uma pós-graduação pode representar um ganho duplo para os profissionais: além de aumentar a possibilidade de contratação por empresas de ponta no mercado, pode garantir um aumento salarial em relação aos profissionais que contam apenas com a graduação.

Para potencializar os ganhos futuros, entretanto, você deve alinhar suas expectativas, bons cursos e a demanda do mercado. De acordo com a consultoria PayScale, que realizou uma pesquisa semelhante nos Estados Unidos, “algumas pós dão retorno salarial, mas outras não têm o mesmo potencial de aumentar os ganhos”.

Cursos de MBA, especialização ou a Pós ADM, por exemplo, são capazes de aumentar rendimento salarial em cerca de 50%, dependendo da área. Sua competitividade profissionaltambém cresce exponencialmente: hoje, dificilmente posições de liderança nas empresas são ocupadas por pessoas sem uma pós-graduação. Na medida certa: Competitividade profissional – benefícios e malefícios 

A escolha do curso de pós graduação que melhor irá garantir retorno sobre o investimento deve ser criteriosa: é importante saber se a instituição tem uma marca sólida no mercado, se oferece cursos que atendem às demandas das organizações e se dispõe de uma grade curricular atualizada, para que você realmente possa agregar conhecimentos e tenha um diferencial competitivo. E se você planeja investir em uma pós-graduação, não deixe de conhecer o PÓS ADM DA FGV.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/pos-graduacao-aumenta-a-empregabilidade-e-garante-maiores-salarios/119807/

18set/18

6 passos simples para evitar a desmotivação na carreira

Você sente que já não está mais comprometido com os prazos e entregas das suas demandas? Está sem energia para levantar da cama e começar a sua jornada na empresa?

iStock

Analise a seguinte situação: a pessoa começou em um emprego novo, tudo é motivo para comemorar! Novo ambiente de trabalho, novos colegas, novas demandas, novos assuntos na hora do cafezinho, trocas de experiências e muito gás para viver essa etapa. Com o tempo, tudo se estabiliza, as atividades começam a ficar repetitivas, os problemas de relacionamento com os colegas aumentam, as necessidades e objetivos profissionais não são atendidos e a pessoa se vê com o seguinte problema: desmotivação na carreira.

Agora eu proponho a você, uma reflexão sobre a sua vida profissional e sua rotina de trabalho. Você consegue se ver em uma situação semelhante? Sente que já não está mais comprometido com os prazos e entregas das suas demandas? Não participa ativamente das reuniões? Está sem energia para levantar da cama e começar a sua jornada na empresa? Participa de intrigas nos corredores da organização? Anda faltando muito e sem justificativa? A cada dia que passa, suas atividades estão mais acumuladas? Você já recebeu mais de uma avaliação negativa do seu gestor?

Acredite, essa é uma circunstância muito comum à diversos profissionais, mas pode sim ser modificada, evitando assim, consequências ainda mais sérias.

O primeiro passo é identificar de onde vem a sua desmotivação. Esse sentimento, além de não fazer nada bem ao seu corpo e a sua mente, também pode trazer consequências negativas, tanto para a sua vida profissional, como a perca de oportunidades de crescimento, como para a empresa em que você trabalha, pois, a desmotivação compromete a produtividade da mesma, suas entregas, faturamento e credibilidade no mercado.

Muitos atribuem tal sentimento a baixa remuneração, mas engana-se quem pensa que apenas esse fator pode intensificar a desmotivação na carreira de um profissional. Os motivos são os mais diversificados que se possa imaginar, conheça alguns deles: ausência de um plano de carreira; falta de reconhecimento por parte do líder; problemas de relacionamento interpessoal; falta de feedback; metas inalcançáveis; retrabalho; pouco investimento no desenvolvimento profissional por parte da empresa; acúmulo de atividades; atrasos no pagamento; cobranças em excesso; prazos curtos; favorecimento de colegas; infraestrutura inadequada; responsabilidades abaixo do potencial do colaborador; agressões verbais; pouca comunicação; pressão por resultados; não conseguir expor ideias e opiniões.

Dicas para você evitar a desmotivação na carreira

Existem algumas ações que, ao serem colocadas em prática, te auxiliam a evitar e desmotivação na carreira. Chegou a hora de mudar essa situação! A seguir, te apresento 6 passos simples para fugir desse sentimento:

1. Desenvolva o autoconhecimento

Quando você desenvolve o autoconhecimento, você é capaz de identificar suas qualidades e competências que o auxiliam a entregar um trabalho de excelência, bem como potencializá-las, saber quais são os seus pontos de melhoria, seus sonhos e expectativas profissionais, medos e anseios, suas realizações, crenças e valores, limitações, missão enquanto colaborador e comportamentos e pensamentos que podem afetar a sua motivação na carreira.

Ao fazer esse movimento, você ainda consegue determinar se a sua atual função na empresa é a correta para o seu perfil e maneira de trabalhar, além de proporcionar a identificação de novas oportunidades e um caminho para você alcançar os resultados profissionais que deseja através da administração correta das suas ações.

2. Desenvolva a sua inteligência emocional

Antes de falar sobre essa dica, reflita: você é um colaborador capaz de lidar de forma imediata com os acontecimentos da sua rotina de trabalho? Como você age ao receber um feedback do seu gestor? Tem dificuldade para receber ordens? A verdade é que de nada adianta, ao se sentir desmotivado na carreira, você se estressar e perder o controle da situação.

Para evitar esse sentimento, você precisa desenvolver a sua inteligência emocional, ou seja, você deve aprender a lidar com suas emoções, para então, controlar seu pensamento e comportamento. Você se torna capaz de gerir não apenas os seus sentimentos e ações, mas também dos outros profissionais a sua volta, desenvolver a resiliência, direcionar suas emoções em prol de objetivos capazes de lhe proporcionar motivação na carreira, como por exemplo, uma promoção, melhoria nos seus relacionamentos na empresa, se adaptar à mudanças, entre outras.

3. Desenvolva um plano de carreira

Muitas vezes, a desmotivação na carreira existe pelo fato da pessoa não saber suas expectativas enquanto profissional. Se esse é o seu caso, chegou a hora de desenvolver um plano de carreira e assim, evitar tal sentimento. Ele é capaz de oferecer a você, uma visão sistêmica da sua carreira, a partir daí, você conseguirá identificar suas expectativas na empresa, suas chances de crescimento, se deseja mudar de área, onde você quer estar daqui a 5, 10 anos, entre outras questões.

Com esses dados em mãos, você aumenta o seu foco, se sente parte fundamental dos processos da organização, melhora a sua produtividade e maximiza a sua motivação.

4. Desenvolva metas e desafios

Nada mais pertinente para driblar a desmotivação na carreira do que estabelecer metas e desafios na sua rotina de trabalho. Obviamente, eles devem ser atingíveis, pois o intuito dos mesmos não é o de provocar frustração, mas sim, engajamento. A ideia é te tirar da zona de conforto para que você execute suas tarefas de formas diferentes, enxergue novas maneiras de trabalhar e assim, aumente a sua confiança e se motive no dia-a-dia na empresa.

Aqui vale de tudo: dobrar o número de entregas da semana, interagir com pessoas de outros departamentos, até auxiliar um colega que esteja com dificuldade em determinado processo.

5. Busque por capacitação profissional

Muitas vezes, a desmotivação na carreira vem pelo fato da capacitação do profissional não ser condizente com algumas funções que ele exerce na empresa. Se esse é o seu caso, nada mais coerente do que buscar por tais qualificações em cursos online, palestras, pós-graduações, workshops, trabalhos voluntários, leitura de livros e revistas da área, cursos de idioma, aulas de informática, intercâmbios etc.

Tais atividades são valorizadas pelas organizações e muitas delas incentivam o colaborador a procurar por desenvolvimento profissional. Ao buscar por capacitação, você, além de aumentar a sua motivação, acompanha as tendências do seu mercado de atuação, minimiza seus erros nos processos que desempenha e se mantem preparado para as possíveis oportunidades na organização em que você trabalha.

6. Equilibre a sua vida pessoal e profissional

Engana-se quem pensa que para crescer na carreira, é necessário se abdicar inteiramente da vida pessoal, pelo contrário, isso só agrava a tão temida desmotivação. Portanto, se você quer evitar tal sentimento, saiba: é necessário equilibrar a sua vida pessoal e a sua vida profissional.

Isso significa que não adianta você focar a sua vida para bater metas na empresa, subir de cargo e trabalhar para conseguir um aumento, se você não tirar um tempo para realizar os seus hobbies, cuidar da sua saúde, passar um tempo com sua família e amigos. Se não houver esse equilíbrio, os bons resultados no seu trabalho vão diminuir gradativamente, sendo substituídos por altos níveis de estresse e desmotivação na carreira.

José Roberto Marques é presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/6-passos-simples-para-evitar-a-desmotivacao-na-carreira/121872/