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05jan/21

O jogo zerou pra todo mundo

Como será a sua carreira em 2021?

Pense em um jogo de cartas, onde alguns tem as melhores cartas nas mãos e outros estão com o jogo comprometido, de repente, alguém vem e embaralha todas as cartas e o jogo tem que recomeçar.. é exatamente esse o momento que vivemos agora.

O que eu quero dizer com isso, que profissionais considerados tops e aqueles que eram menos competitivos, neste momento, estão no mesmo patamar. Todos correndo o mesmo risco e todos no mesmo barco, sem importar o nivel de cada um.

A reinvenção chegou com força, trazendo para os profissionais a necessidade do aprimoramento, da preparação, de olhar pra sí e para o próximo passo, sobre o que precisa ser feito, o que é preciso aprender e se preparar para viver na era pós coronavírus.

Estamos diante de um novo mercado de trabalho, onde aquela liderança autocrática cairá por terra, as decisões centralizadas também e o compartilhamento de estratégias e informações ganharão força neste novo cenário.

O que fará a diferença será o poder do “COMO” e eu explico com algumas perguntas:

Como você vem se preparando?

Como você aumentou a sua barra?

Como você vai ser mais competitivo neste novo cenário?

Como você vai fazer diferente.

Entenda que começará uma nova corrida, onde todos largarão da mesma linha, do mesmo ponto de partida e o que fará será o seu “como” de que forma ele foi trabalhado.

La na frente, vai de você surfar essa onda ou se lamentar.

Conta pra gente, quais as ações estão no seu radar pra surfar essa onda?

Fábio Sartori – Gente & Gestão.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/o-jogo-zerou-pra-todo-mundo

05jan/21

Uma conversa com a Dúvida

Quando a Dúvida e um graduando se encontram.

Com frequência, porém, nas mais movimentadas ruas do mundo, no fragor da luta diária, meus pensamentos vagueiam na constante ventania da dúvida. Está estaca maldita nos incomoda, fere-nos em sua confusa samsara de horror, convidando-nos a valsa melindrosa com passos desajeitados. Ontem peguei-me dançando com a Sra. Dúvida. A música não tinha refrão, melodia, ou som algum. Apenas dançávamos no silêncio do salão, sendo regidos por minha mente confusa. Ao término, sentamos suados, ofegantes como bufões. Conversamos sobre a carreira e ela, cumprindo seu papel, incutiu-me o desalento. Na conversa, fui destilando meu infortúnio a dama que me ouvia.

O estudante: “Achei que encontraria descanso no incrível mundo dos negócios. Ledo engano. O travesseiro é duro, o colchão é fino, a casa é úmida. Percebi que não haveria maiores facilidades no curso que escolhi. Sua vastidão me confundi, não sei qual caminho trilhar. E, mesmo se soubesse, não caminharia nele com grande convicção de ter feito a escolha certa.”

“Talvez não seja minha vocação: gravatas, ternos e sapatos lustroso. Como se o oficio do administrador fosse mera estética. Não é. Exigi o martírio, a entrega por ela. Trata-se de uma moça exigente: quero-lhes por inteiro. Não há como fugir desta verdade, ela pede que nos entregamos aos seus caprichos. Viver está vida de renúncia é um chamado quase religioso. Somos jovens prestes a assumir o sacerdócio.”

Sra. Dúvida: “Entendo, a sangria desce rente aos seus joelhos ralados de tantos tropeções. Talvez, bom rapaz, seja conveniente trocar está vida de exigência por amores brandos.”

O estudante: “Desculpe, não podemos largar a batina. Já estamos entregues.”

fonte: https://administradores.com.br/artigos/uma-conversa-com-a-d%C3%BAvida

05jan/21

A importância do olhar do líder para a realidade

Um líder não pode simplesmente fechar os olhos para os problemas. Se há problemas, há soluções

Um líder, além de ser responsável por uma equipe, um grupo ou até mesmo uma empresa inteira, precisa ainda ter uma visão ampla dos pontos positivos e negativos que o cercam. Mas o que isso quer dizer exatamente?

Significa que, ao mesmo tempo em que é necessário motivar a sua equipe, é importante também saber fazer com que todos entendam quais são os reais objetivos e quais são as dificuldades para alcançá-los. E tudo isso precisa ser feito de uma maneira que mantenha o engajamento de todos.

Motivação e realidade

Lidar com a motivação de toda uma equipe, enquanto precisa lidar com problemas reais e que nem sempre são fáceis, não é uma tarefa simples. Porém, um líder não pode simplesmente fechar os olhos para os problemas. Ao invés disso, uma alternativa é mudar a forma como eles são encarados. Se há problemas, há soluções. É nelas que o líder precisa estar focado para motivar a si mesmo e, consequentemente, seus colaboradores.

Uma das formas de manter uma equipe engajada é por meio da técnica do ciclo motivacional. Trata-se de uma estratégia que foca na superação de obstáculos e não nos problemas que existem ou que podem vir a existir. A própria palavra superação já muda o ponto de vista de uma pessoa sobre um problema. Porém, obviamente, só isso não é o suficiente para manter uma equipe motivada o tempo todo.

É necessário que as soluções apontadas sejam concretas. Se em uma loja há um problema de perda de clientes, um líder não precisa apenas dizer que é possível conseguir novos clientes. Ele precisa ser capaz de mostrar para a equipe como fazer isso. Traçar objetivos concretos e reais ajuda, pois todos percebem que existe uma evolução gradual.

Um grande diferencial do ciclo motivacional é que ele é adaptável. Em outras palavras, isso significa que, é possível mudar os objetivos quando se percebe que os resultados não estão sendo os melhores. É claro que isso deve ser conversado com a equipe, de maneira que todos entendam por que o plano irá mudar. Quando todos compram a ideia, também se motivam para continuar.

A importância da tomada de decisões

Como exposto anteriormente, é também papel de um líder saber quando mudar ou continuar com a mesma estratégia. Porém, saber exatamente quais são esses momentos não é exatamente fácil. Apesar disso, tomar decisões de maneira certeira e confiante faz toda a diferença, não apenas para as lideranças, mas para toda a equipe.

O mundo dos negócios pode ser comparado a um jogo de poker. Trata-se de uma realidade concreta e matemática, mas que também há informações incompletas. E da mesma forma que a tomada de decisões é uma das principais estratégias do poker, um líder empresarial precisa saber avaliar bem o cenário para gerir sua equipe da melhor maneira. Os resultados individuais e, consequentemente, da empresa, serão frutos dessa tomada de decisão.

O segredo está no equilíbrio

Há vários fatores que podem gerar desmotivação, como falta de perspectiva, falta de reconhecimento e sentimento de estagnação. E reverter a desmotivação de um funcionário é outro papel fundamental de qualquer líder.

Não basta apenas apontar direcionamentos e esperar que todas as pessoas reajam da mesma forma, assim como também não é eficiente esconder os problemas para que os membros da equipe acreditem que não há nada de errado. Além de não ser uma abordagem honesta e transparente, isso também não ajuda a solucioná-los.

O segredo está em um equilíbrio entre a motivação e a realidade. Não que a realidade em si seja desmotivadora, mas é importante apontar os desafios a partir de uma perspectiva de superação.

Em resumo, olhar para a realidade significa trabalhar na sua tomada de decisões ao mesmo tempo em que mantém a motivação dos seus funcionários. Trata-se de um desafio diário, porém necessário. Afinal, da mesma forma que você os mantém motivados, é a reposta deles que vai lhe manter engajado em seu trabalho.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/a-import%C3%A2ncia-do-olhar-do-l%C3%ADder-para-a-realidade

05jan/21

6 tendências de aprendizado corporativo para 2021

Udemy lança relatório sobre o que os profissionais devem aprender no próximo ano

Para as empresas, 2020 foi um ano agitado, no mínimo. Tanto elas quanto os seus funcionários tiveram o seu dia a dia virado de cabeça para baixo devido à crise sanitária e econômica global – e precisaram se adaptar rapidamente às mudanças. A transição repentina para maneiras de trabalhar que não eram tão comuns assim antes, como o home office, exigiu horas de ajustes e treinamentos por parte dos profissionais.

Dessa forma, a necessidade de as empresas modernizarem o treinamento das suas equipes ficou em evidência. Então, como deve ser o aprendizado em 2021?

Para preparar profissionais de RH e com o objetivo de antecipar as habilidades necessárias para o futuro do trabalho, a Udemy, o maior marketplace de cursos online do mundo, acaba de lançar o relatório The 2021 Workplace Learning Trends.

O estudo foi feito com base no comportamento dos funcionários de milhares de negócios na sua plataforma de educação corporativa, a Udemy for Business, e numa pesquisa com mais de 500 profissionais ao redor do mundo. O resultado são seis tendências de aprendizado corporativo para o próximo ano. Veja a seguir:

1- Saúde mental e produtividade

Tanto a saúde mental quanto a produtividade de muitos profissionais foram afetadas pela pandemia. A demanda por habilidades relacionadas a esses dois temas cresceu muito neste ano e a previsão é que continue crescendo em 2021. Por exemplo, dentro do universo da saúde mental, o consumo de cursos sobre gestão da ansiedade por parte dos usuários da Udemy for Business cresceu 3.967% em 2020, em comparação com 2019. Já o consumo de cursos sobre gestão de tempo, uma competência relacionada à produtividade, cresceu 990% no mesmo período.

2- Colaboração à distância

Com as medidas de isolamento social, a comunicação e a troca de conhecimento entre os funcionários de uma mesma empresa sofreram grandes transformações. Para manter o contato com os colegas e aprimorar o espírito de equipe, foram necessários esforços extras. Em 2020, a demanda pela habilidade de comunicação corporativa cresceu 1.585% (em comparação com 2019), o que demonstra que funcionários de diversas áreas podem ter interesse no tema.

3- Gestão de dados

Data science não é mais apenas para os cientistas de dados. Profissionais de diversas áreas têm procurado aprender habilidades como business intelligence, análise de dados e visualização de dados na Udemy for Business. Por exemplo, o consumo de cursos sobre o programa Planilhas Google cresceu 858% em 2020, em comparação com 2019.

4- Automação na área de dados

Atualmente, técnicas de machine learning são capazes de fornecer insights e previsões que vão muito além da análise de dados básica. Mas, para isso, é preciso preparar enormes quantidades de dados – e as ferramentas de automação ajudam a acelerar esse preparo. Por isso, as habilidades de automação na área de dados são uma das tendências de aprendizado para 2021. Neste ano, a demanda por modelagem de dados, por exemplo, aumentou 466%, em comparação com 2019 – e isso deve continuar crescendo.

5- Papéis híbridos

Seguindo a metodologia ágil, muitos profissionais de tecnologia já não se atêm apenas a uma especialidade. Pelo contrário, os papéis híbridos têm se tornado a norma, sendo incentivados por muitos gestores. Nesse sentido, por exemplo, em 2020, o consumo de cursos sobre a plataforma Google Cloud cresceu 1.189% na indústria manufatureira, em comparação com o ano anterior.

6- Segurança cibernética

Com a ampla adoção do home office, a proteção de dados se tornou uma grande questão para as equipes de TI. Como os funcionários não estão mais usando as redes seguras das suas empresas, eles acabaram lidando com um aumento no número de ataques cibernéticos. Por isso, por exemplo, o consumo de cursos de ethical hacking no setor de mídia cresceu 5.598% neste ano, em comparação com 2019.

Apesar da turbulência de 2020, as empresas têm a oportunidade de se desenvolver e se reinventar no próximo ano. Flexibilidade, aprimoramento das habilidades dos funcionários e fortalecimento da capacidade de aprendizado dos mesmos são boas metas para começar o ano com o pé direito.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/6-tend%C3%AAncias-de-aprendizado-corporativo-para-2021

05jan/21

Tecnologia: o planejamento de longo prazo e a segregação de administradores dos cientistas da administração

05jan/21

12 livros para ler em 2021, de acordo com CEOs brasileiros

Empreendedores compartilham leituras que foram fundamentais para atravessar o ano de 2020

O ano de 2020 foi difícil, mas também trouxe muitos aprendizados. Com um tempo maior em casa, o brasileiro aproveitou a oportunidade para ler mais: segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve um aumento de mais de 50% nas vendas de livros, comparado a antes da pandemia. Empreendedores brasileiros também recorreram aos livros durante o ano para aprender novas lições e conhecer as perspectivas de outros líderes. Pensando nisso, reunimos uma lista com livros preferidos de 11 CEOs de startups brasileiras, com 12 indicações de livros para ler em 2021. Confira:

1. Satisfação Garantida, Tony Hsieh

Escrito pelo empreendedor Tony Hsieh, um de mais visionários de sua geração, o livro “Satisfação Garantida” é a indicação de Alex Frachetta, CEO do Apto. O executivo conta que a leitura inspirou a cultura da própria empresa. “Tanto no livro, quanto para nós, o sucesso e a felicidade do cliente é o objetivo principal. É o início, meio e o fim de toda a nossa operação. Baseados no livro e no autor, que faleceu recentemente, nomeamos uma sala de reuniões do Apto, para que sejamos constantemente lembrados da importância de trazer para toda a empresa, e não somente para o time de Customer Success, a obsessão em fazer sempre mais e melhor, priorizando os clientes”, explica Alex.

2. A regra é não ter regras: a Netflix e a cultura da reinvenção, de Reed Hastings

3. Os nove titãs da IA, de Amy Webb

4. Lunáticos (Loonshots), de Safi Bahcall

Francisco Ferreira, CEO e sócio-fundador da BizCapital, indica “Lunáticos (Loonshots): como fomentar ideias loucas que fazem o mundo avançar“, de Safi Bahcall. “Foi um livro fundamental para que eu pudesse fazer uma auto provocação. Não apenas para criar novos produtos e serviços, mas para enxergar as coisas sob pontos de vista totalmente inusitados”, explicou o CEO.

5. Churchill e a ciência por trás dos discursos, de Ricardo Sondermann

6. O coach de um trilhão de dólares, de Eric Schmidt

O livro “O coach de um trilhão de dólares: o manual de liderança do Vale do Silício“, com autoria de Eric Schmidt, Jonathan Rosenberg e Alan Eagle é indicado por Sobhan Daliry, CEO da NZN, e Rafael Stark, CEO & Founder da Stark Bank.

“O livro é uma aula incrível de como a vida nos negócios também é uma questão de construção de relações humanas entre as pessoas. É um livro que todo líder deveria ler”, diz Sobhan. Rafael Stark afirma que o livro traz ensinamentos práticos sobre as startups de sucesso do Vale do Silício. “Aprender com os erros e acertos dos grandes torna os desafios do dia a dia mais fáceis de se resolver”, diz.

7. Sapiens, de Yuval Noah Harari

O livro Sapiens: uma breve história da humanidade“, de Yuval Noah Harari, é a segunda indicação de Rafael Stark, CEO da Stark Bank. Para ele, a obra “agrega uma visão extraordinária sobre comportamento humano e nossa capacidade de se reinventar e criar, que é outro ponto fundamental para quem deseja empreender”.

8. Negocie como se sua vida dependesse disso, de Chris Voss

O livro “Negocie como se sua vida dependesse disso“, de Chris Voss, é a indicação do CEO do Vakinha, Luiz Felipe Gheller. Nele, o leitor aprende os cinco passos para ser bem sucedido em negociações. “Esse é um dos livros que mais recomendo. Além de ser fácil de ler, tem dicas muito práticas sobre negociação. O conteúdo me ajudou bastante nos negócios e também nos relacionamentos da vida pessoal”, conta Gheller. No programa Leitura Obrigatória, disponível no Administradores Premium, Rodolfo Araújo faz um resumo excelente das principais lições do livro.

9. Empresas feitas para vencer, de Jim Collins

O livro “Empresas feitas para vencer“, do autor Jim Collins é a indicação de Edivaldo Rocha, CEO da Claranet CorpFlex. Nele, o leitor conhece como as grandes empresas alcançam o sucesso e como é possível criar uma trilha de qualidade duradoura, mesmo que esse caminho pareça distante. “Como transformar empresas boas em excelentes é o grande desafio da gestão, independentemente de qual época, momento da empresa ou cenário econômico”, diz Rocha.

10. O lado difícil das situações difíceis, de Ben Horowitz

O livro “O lado difícil das situações difíceis“, de Ben Horowitz, foi escolha dos CEOs Henrique Flores, da Contraktor, e Jaime Taboada, da Divibank. Para Henrique, a história do escritor, que fundou o Netscape e depois o vendeu para a HP por US$ 1 bilhão, apresentada na obra, é um aprendizado. O autor fala sobre a importância do investimento em pessoas e em produtos virem antes da preocupação com o lucro da empresa. Para Jaime, o livro tem apelo atemporal. “Li pela segunda vez este ano porque acho que é o melhor livro de gestão para CEOs. É divertido e tem seções que você pode ler especificamente quando está lidando com questões pontuais. Ou seja, um livro para ser lido e consultado para o resto da vida”, conta o CEO.

11. Gestão do Amanhã, de Sandro Magaldi e José Salibi Neto

O CEO da Indústria Fox, Marcelo Souza, indica dois livros. O primeiro é “Gestão do Amanhã“, de Sandro Magaldi e José Salibi Neto, que faz um panorama sobre o mundo atual e mostra tudo que é preciso saber sobre gestão, inovação e liderança para vencer na 4ª Revolução Industrial.

12. Vale de Israel, de Édouard Cukierman e Daniel Rouach

O segundo livro indicado por Marcelo Souza é “Vale de Israel: o escudo tecnológico da inovação“, de Édouard Cukierman e Daniel Rouach, que se aprofunda em explicar como a cultura israelense cooperou para o surgimento de uma economia de alta tecnologia. Para Marcelo, tanto “Vale de Israel” quando “Gestão do Amanhã” são importantes por abordarem novos negócios, pautados em novas ferramentas e no momento que estamos vivendo.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/12-livros-para-ler-em-2021-de-acordo-com-ceos-brasileiros

05jan/21

Funcionário desmotivado? Problema pode estar no bolso

“A mudança de humor e o absenteísmo estão entre os principais sinais de que algo não vai bem na vida do colaborador”

É fato que o desempenho de colaboradores depende, entre outras coisas, de sua boa saúde financeira. No entanto, ainda existem algumas lacunas no ambiente de trabalho – sobretudo entre as lideranças e a área de Recursos Humanos – na correta identificação de problemas que impactam diretamente a produtividade de um funcionário. Por consequência, o suporte e auxílio nem sempre correspondem às reais necessidades de quem está, claramente, demonstrando pouco engajamento profissional.

A mudança de humor e o absenteísmo estão entre os principais sinais de que algo não vai bem na vida do colaborador. Mas como chegar até o motivo pelo qual sua vida profissional não está tendo a performance esperada?

Obviamente problemas relacionados a doenças na família (ou pessoais) estão entre os motivos mais graves. No entanto, outras razões afetam em proporções iguais a falta de envolvimento em suas atividades na empresa, por exemplo, o acúmulo de dívidas e, pior ainda, a ausência de perspectivas em quitá-las. Isso porque, dependendo do montante financeiro pendente, torna-se praticamente impossível a quitação sem um empréstimo.

É quase unânime a opinião de economistas ao sugerir que dívidas mais altas devem ser sanadas com prioridade, deixando em segundo plano outras, de menor valor. Uma das saídas pode ser um empréstimo com juros menores e que as parcelas estejam dentro do orçamento doméstico do colaborador.

Segundo a pesquisa Employee Wellness Survey, de 2018, realizada pela consultoria PwC, 47% dos entrevistados apresentaram sintomas de estresse em virtude de problemas financeiros, e 25% desse percentual alegaram sofrer distrações no trabalho pelo mesmo motivo. A análise mostrou também que 43% desses trabalhadores gastam, no mínimo, três horas do expediente buscando soluções para ajustar as finanças pessoais.

Claro que a responsabilidade não é da empresa e não tem a ver com o valor do salário pago, mas sim com despesas imprevistas ou até mesmo com má gestão financeira, formando uma bola de neve e aumentando, cada vez mais, seu nível de inadimplência.

Em uma realidade na qual se fala tanto em transformação, flexibilidade, otimização de processos e maior eficiência, não olhar para essa questão com seriedade significa dar as costas para grandes chances de crescimento de um negócio. E a solução está ali mesmo, a um passo de ser encontrada.

fonte: https://administradores.com.br/noticias/funcion%C3%A1rio-desmotivado-problema-pode-estar-no-bolso

05jan/21

Os benefícios do trabalho em equipe: administrar conflitos e a importância do feedback nas organizações.

A gestão de pessoas nas organizações vem conquistando um espaço significativo, considerando que o capital humano é o que move a empresa. Analisaremos a administração de conflitos no trabalho em equipe, a importância do feedback nas organizações, considerando a diversidade de perfis nas organizações.

1. INTRODUÇÃO
A gestão de pessoas nas organizações vem conquistando um espaço significativo, considerando que o capital humano é o que move a empresa. Muita gente pensa que é simplesmente sentar-se junto com seus colegas de trabalho e ser cooperativo. Não significa também só manter um bom relacionamento dentro do ambiente de trabalho. É muito mais do que isso, é acima de tudo estar disposto a ser tolerante com as idéias, opiniões, crenças, valores e princípios dos membros do grupo. Existe uma dificuldades de se trabalhar em equipe considerando que nas organizações encontramos vários tipos de pessoas, companheiros que podem se transformar em grandes parceiros, mas que, muitas vezes, são tão diferentes e têm idéias tão distintas que se torna um desafio diário manter um ambiente sereno e produtivo de trabalho.
O artigo destaca também alguns tipos de comportamento e como lidar com eles exemplo uma pessoas com atitudes explosivas, negativas, centralizadoras dentre outras que abordaremos do decorrer deste. Poderemos também compreender os benefícios de se trabalhar em equipe, a motivação proporcionando a qualidade de vida do trabalhador alguns pontos que são importantes que sejam ressaltados são que uma vez o colaborador tendo a oportunidade de ajudar membros dos grupos a desenvolverem uma determinada tarefa, proporciona o prazer de poder ajudar , mostrar o seu próprio potencial na organização.
feedback na equipe de trabalho é uma ferramenta que trata da comunicação dos membros da equipe e de seu líder. Essa ferramenta atua no fornecimento de informações positivas/elogios como também de criticas as vezes construtivas não se deve utilizar de maneira amadora deve-se ter ética profissional para usar essa ferramenta, o feedback nos auxilia a compreender como está o capital humano da empresa para que possamos aproveitar melhor os pontos fortes da organização que estes por sua vez é o que a empresa tem de melhor seu diferencial, um exemplo o excelente atendimento isso sim é algo que não pode ser copiado e é sim um fator determinante para sua concorrência. Os pontos fracos, esses precisam ser vistos como oportunidade de melhorar ainda mais o capital humano, evitando também que os concorrentes se aproveitem da fraqueza.
2. O QUE É UMA EQUIPE?
Equipe pode ser um grupo de pessoas organizadas de forma a trabalhar em conjunto, ou como um grupo que executa tarefas semelhantes. É também a união de esforços individuais que resultam em um nível de desempenho muito maior. Uma equipe de trabalho gera uma sinergia positiva por meio do esforço coordenado.
Nesse sentido, Roosevelt (apud DONNELLON, 2006, p.4) afirma que “Agindo em conjunto, como um grupo, as pessoas conseguem realizar coisas que nenhum individuo sozinho jamais poderia realizar.”
A principal característica de uma equipe é a de seus membros têm como prioridade as metas da equipe cada um cooperando com o outro para que esse trabalho e essas metas sejam concluídas e atingidas com sucesso. Esses membros podem possuir forte personalidade, habilidades especializadas altamente desenvolvidas e comprometer-se com uma diversidade de objetivos que esperam atingir através de suas ações.
Uma equipe no real sentido da palavra dá apoio uns aos outros, colaboram livremente e se comunicam abertamente e com clareza entre si. Equipes eficazes tendem a fluírem informações livremente, tem um relacionamento de confiança, respeito e apoio entre os membros. Considera os conflitos naturais e até mesmo úteis e o mais importante em torno de questões e não de pessoas. Tem sempre um clima participativo e não ameaçador e nem tão pouco não competitivo. As decisões são tomadas por consenso e com comprometimento total utilizando a eficiência de recursos, membro consciente que seu papel na empresa é cooperar para o desempenho da empresa e não para o desperdício.
3. BENEFICIOS DE SE TRABALHAR EM EQUIPE
A principal característica de uma equipe é de que seus membros têm como prioridade atingir as metas da equipe. Eles podem possuir forte personalidade, habilidades especializadas altamente desenvolvidas e comprometer-se com uma diversidade de objetivos pessoais que esperam atingir através de sua atividade; porém, para eles, o aspecto mais importante a enfrentarem de imediato é o sucesso do grupo em alcançar a meta que seus membros, coletivamente e em uníssono, estabeleceram. Os membros dão apoio uns aos outros, colaboram livremente e se comunicam abertamente e com clareza entre si.
O trabalho em equipe trás benefícios e resultados vantajosos tanto para seus membros como para a organização em que trabalham. Colaboração é o beneficio principal. As pessoas querem realizar juntas um bom trabalho, dar apoio umas às outras, porque se identificam com a equipe; desejam que esta se destaque e seja bem–sucedida. A competição individual é reduzida. No interesse do grupo, elas querem ir além da cooperação entre si. Elas colaboram e de boa vontade entregam-se ao esforço da equipe.
Pessoas que aprenderam a dar apoio e a confiar umas nas outras compartilham livremente seus conhecimentos. Elas compreendem quanto é importante para uma equipe fazer circular as informações que os membros necessitam para operar de modo mais eficaz. A informação flui livremente para cima, para baixo e para os lados. Assim, comunicação é outro benefício. Há também uma aplicação mais eficiente de recursos, talentos e forças, porque eles são usados de boa vontade e compartilhados com os demais companheiros. Toda vez que falta a um membro da equipe certo conhecimento ou competência, um outro está pronto para supri-lo.
Um quarto benefício é o conjunto decisões e soluções – adotadas simultaneamente, com todos gerando e avaliando um maior número de opção do que uma única pessoa poderia fazê-lo. O tempo marginal para suas escolhas em conjunto e não seqüencialmente, como ocorre com freqüência. As decisões são tomadas por consenso, e isso significa que são geralmente melhores do que até mesmo aquelas à qual a pessoa mais inteligente do grupo de trabalho poderia ter chagado sozinha.
As pessoas que são responsáveis por decisões e soluções as consideram com sua propriedade e, conseqüentemente, sentem-se compromissadas em conduzi-la com sucesso. Esse é o quinto beneficio. Os integrantes nutrem também um forte compromisso com a própria equipe para que ela não se desagregue. Finalmente, chega-se à qualidade. Existe uma preocupação para alcançar qualidade e precisão porque os funcionários sentem que fazem parte de um esforço de equipe e querem que esta pareça a melhor possível. Além disso, como os membros trabalham em colaboração, estão assegurando que cada um obtenha da equipe o que necessita para produzir o melhor trabalho.
Algumas pessoas dentro da organização são receptivos e fazem parte de um grupo porque possuem elevada necessidades sociais. Psicólogos as denominam de necessidades de filiação. Essas pessoas gostam de fazer parte de um grupo compatível e bem sucedido, de modo a encontrarem motivação em participar de sua equipe. Albert Einstein dizia: “Duas cabeças pensam melhor que uma”, pois com uma equipe há mais sugestões e as finalidades são maiores, as ideias fluem melhorando o desempenho e produção na organização.
4. QUAL É O PROBLEMA?
Em alguns casos a constituição de uma equipe não é a melhor solução pra toda regra existe a exceção porém cabe ao líder pelo menos tentar reverter essa situação iremos aqui citar alguns problemas das equipes para que possamos não cair nessas armadilhas.
Essa dificuldade de relacionamento acaba impactando no desempenho de uma pessoa em relação às tarefas que desenvolve na organização, pois ela irá evitar a sua exposição e nem sempre poderá contar com alguém para auxiliá-la, e devido a isso acaba fazendo, na maioria das vezes, seu trabalho de maneira individualizada. Deixa-se, também, de ouvir opiniões diferentes e de compartilhar escolhas e alternativas com os demais, o que pode causar certo risco dependendo da decisão tomada. Em outras palavras, o mau humor certamente causará prejuízos ao trabalho em equipe e, por tabela, aos resultados em geral e pode desmotivar toda a equipe.
Os problemas mais comuns são: (1) os objetivos da equipe são mal definidos ou conflitantes; (2) as pessoas não trabalham direito em conjunto; e (3) a liderança consome tempo. Ocorre conflitos entre os membros da equipe, causados pelas várias emoções e reações humanas, interferência na experiência de cada membro, se houver conflitos pode ocasionar desmotivação. Quando se perde tempo desenvolvendo o espírito de equipe, perder-se também produção em relação as metas que terá de ser cumpridas em um curto intervalo de tempo.
A possível demora no processo de decisão também é um problema, o líder tem que ser objetivo, dinâmico, sucinto, ele terá que ponderar esses aspectos negativos, para se certificar de alcançar o poder da produtividade de equipe.
Nesse sentido, Sullivan (apud DONNELLON, 2006, p.9) Afirma que
Existem algumas marcas registradas das equipes disfuncionais que venho observando ao longo dos anos. Notam-se indivíduos cumprindo suas agendas pessoais, em detrimento da agenda da equipe, objetivos mal definidos ou que não recebem apoio da agencia sênior, gente incapaz ou inadequada para o trabalho em equipe, falta de liderança e /ou inexistência de um processo. E você pode encontrar tudo isso em Dilbert.
Desta forma observamos que o trabalho em equipe requer comprometimento, para isso é interessante que a empresa tenha uma política de recompensas isso certamente irá motivar o grupo a trabalhar mais engajado e como conseqüência a produção irá aumentar. Recompensas podem ser uma precisa arma a favor dos lideres e gestores.
5. COMPORTAMENTO
O mau comportamento dos colaboradores a falta de educação, de polidez, gera um custo elevado para a empresa, pois faz com que as pessoas se sintam mal e as repercussões são diretas no relacionamento com os clientes e entre os colegas de trabalho. Além disso, afetam a qualidade do produto e também o relacionamento com fornecedores. Até mesmo a comunidade é impactada, pois reflete o comportamento das pessoas e isso acaba sendo externado, prejudicando a imagem da empresa.
O relacionamento interno é extremamente importante para que os demais possam fluir bem. Quando a presença de um chefe rude ou um colaborador mal humorado, individualista, irritado ocorre que esse tipo de perfil na organização cria um clima de tensão ruim, instabilidade e um mal-estar, que minam o relacionamento, atrapalham as etapas de execução das atividades e resultam em insatisfação e em dissolução do trabalho em equipe.
Como podemos melhorar esse mau comportamento? Uma idéia são os treinamentos em grupo. Mas para isso, num primeiro momento, precisaremos levantar os comportamentos organizacionais que queremos melhorar. Saber o que é considerado falta de civilidade e de educação. Por mais que se goste de uma pessoa, quando ela tem um comportamento que não é adequado é preciso falar abertamente sobre os pontos que precisam ser modificados ou melhorados, mostrando os benefícios que a mudança pode gerar. Temos que desmistificar a idéia de que “se eu falar algo ele ficará contra mim” ou “deixará de me tratar bem”.
ESTRATEGIAS PARA ADMINISTRAR OS PONTOS NEGATIVOS DAS PERSONALIDADES :
· Atitude Hostil: Tenta conseguir o que deseja pela intimidação, por meio de críticas e ameaças. Como lidar: Controle seus impulsos, jamais entre em confronto, mas mostre seu ponto de vista com firmeza.
· Atitude Inflexível: Apresenta muita dificuldade em ouvir e aceitar outras idéias. Como lidar: Esteja bem preparado com argumentos e fatos para debater com ele.
· Atitude Explosiva: Entra em cena explodindo aos berros. Alguns explodem com desconhecidos, outros só com os que lhe são queridos. Como lidar: Nunca exploda também.
· Atitude Centralizadora: Se empolga em trabalhar em vários projetos e tarefas ao mesmo tempo. Impaciente com as pessoas. Como lidar: Seja específico com ele, orientado para a ação, em relação ao que pretende fazer, evite debates teóricos, mantenha o relacionamento profissional e aja rapidamente, tendo postura e voz firme.
· Atitude Negativa: Reclama de tudo, mas não propõe mudanças. Como lidar: Escute suas queixas, depois pergunte qual seria sua sugestão.
· Atitude Passiva: É silencioso, muitas vezes anula sua presença pela falta de opinião. Como lidar: faça perguntas abertas que o estimule a expressar sua opinião, porém não pressione.
6. ADMINISTRANDO CONFLITOS
Administrar conflitos é entender o significado das atitudes dos integrantes da equipe. Adotar estratégias para administrar pontos negativos dos diferentes tipos de personalidades, é importante saber lidar primeiramente com você mesmo. Quando há conflitos na equipe ocorre bloqueio, irritação, individualismo. Uma vez esses conflitos sendo bem administrados ocorre mudanças, crescimento, criatividade ocorre feedback entre os membros do grupo e lideres e liderados.
Quando surgir um conflito, tenha em mente que as pessoas do outro lado no conflito têm um ponto de vista que é tão legitimo com o seu modo de pensar é pra você. Ela pode não se sentir a vontade em relação ao conflito, tanto quanto você. Em geral a outra pessoa estará disposta a aceitar uma solução se você puder torná-la suficientemente atraente. É mais seguro não se prender a questões pessoais no momento da discussão. O futuro é muitas vezes uma base mais construtiva para discursão do que o passado, deve-se enfatizar o que pode ser feito para proporcionar uma solução ou uma alternativa para a situação que prevalece agora.
O êxito de lidar com conflitos em uma equipe envolve diversas características dentre elas podemos citar:
  • O conflito é considerado natural. Membros da equipe presumem que conflitos, desacordos e promoção de idéias divergentes tendem a ocorrer em grupos vibrantes, fortes e bem-sucedidos, pois existe criatividade desse forma há possibilidade de conflitos.
  • O conflito é solucionado através da abertura. Uma vez que o conflito é natural em um grupo, é interessante lidar com ele de maneira também natural através da discussão aberta. Em uma equipe, os membros sabem que os conflitos podem muitas vezes acentuar as diferenças, apresentar opções adicionais e provocar impedimentos de equilíbrio.
  • Conflitos ocorrem em torno de questões, não de pessoas. As pessoas podem ser partes em conflitos, porém não questões. Como membro de uma equipe, você pode discordar, mas ele não é o alvo de insinuações, humilhações ou embaraço. O que está em jogo são as questões e as percepções dessas questões, e não as personalidades envolvidas.
  • O conflito é uma questão do grupo. Desacordos que afetam certos membros do grupo tornam-se questões para ser tratada pelo grupo inteiro, porque podem interferir no trabalho de todo grupo; portanto, os membros da equipe não tem que resolver as diferenças sozinhos. Toda a equipe se mobiliza para ajudar.
Você pode treinar-se para lidar construtivamente com a resistência e o desacordo. Naturalmente, é muito mais fácil fazê-lo quando você é membro de uma grupo encorajador e compreensivo. O autor Roosevelt (apud DONNELLON, 2006, p.85) dá 5 sugestões para ajudar no momento do conflito, são elas:
Relaxe, é algo fácil de falar porém difícil de fazer. Quando você parece relaxado, mesmo que não o esteja internamente, apresenta segurança. Você também com essa expressão convida a pessoa a discutirem sua idéia abertamente. Isso é valioso para você porque toma conhecimento do que os outros estão pensando. Quando você está relaxado seus filtros estão abertos e você pode efetivamente captar algumas sugestões valiosas sobre como aperfeiçoar sua idéia. Escute, mantenha contato visual e a expressão facial atenta, demonstrando que valoriza o que está sendo dito. Não interrompa enquanto outros estiverem falando, a menos que fique bastante claro para você que deturparam sua idéia e estão desperdiçando um valioso tempo falando de algo que você não se referiu. É interessante não apensas falar mais também escutar o que os outros acham de sua opinião, se tiver que apresentar outro argumento pode ser útil saber quem não concorda com seu pensamento e porque.
Aceite, você não tem que concordar com qualquer critica a sua idéia, mas é melhor aceitar que as pessoas que as pessoas que a estão dirigindo levam sua critica a serio. Mesmo que você não diga coisas do tipo “isso é ridículo” é importante também sua expressão facial não demonstre desaprovação pois isso entristece as pessoas, essa comunicação não verbal dificilmente faz amigos e influencia pessoas pelo menos no que diz respeito a seu próprio favor. Faça de sua idéia uma questão do grupo, se você hesitar em defender sua idéia, poderá ter uma agradável surpresa ao ouvir alguém assumir sua defesa. Essa pessoa provavelmente tem mais credibilidade e influencia que você nessa situação. Se só uma ou duas pessoas comentam sobre o assunto e as demais ficam calados se dirija a eles, isso as vezes é tudo que eles precisam para cooperar, deixe tornar-se uma questão de todo o grupo e você pode fechar com uma discussão movimentada e ampla e, então, relaxar novamente.
Responda, se uma discussão do grupo ainda deixa algo inacabado, você pode querer manifestar a sua reação a alguns dos desacordos, quando efetivamente o fizer, dirija-se ao grupo, lembre-se, você fez de sua idéia uma questão do grupo; não a aceite de volta. Quando a empresa enfrenta problemas de relacionamento, a área de Recursos Humanos junto à gerência tem a missão de sanar a dificuldade o quanto antes para não comprometer o clima de trabalho. É necessário identificar as causas para minimizar o efeito que este fator pode gerar, assim como sensibilizar os colaboradores para que eles não deixem que essa variável prejudique o desenvolvimento das tarefas, pois os clientes interno e externo podem não ser atendidos com prontidão e eficácia, resultando em queda na qualidade do atendimento e na produtividade.
7. FEEDBACK
Uma das ferramentas mais poderosas na gestão de pessoas é o Feedback e, por isso, a importância de saber usá-la. Ele visa orientar pessoas a ter um desempenho ou um comportamento adequado a uma determinada situação, ou seja, é um indicador do caminho certo a seguir.
Porém quando não administrado de forma correta um feedback poderá causar insatisfação, novos erros e até a desmotivação de toda uma equipe, por esses motivos desenvolver habilidades ao receber e conceder feedbacks.
Quando você for oferecer um feedback é importante que tenha em mente a responsabilidade da ferramenta que se tem em mãos, porque se o feedback pode indicar e corrigir erros de percurso, também pode, quando mal conduzido, causar problemas ainda maiores. É preciso ter uma relação de confiança e reciprocidade com essa pessoa que vai receber o feedback pois do contrario pode causar conflitos mais tarde.
Existem dois tipos de feedback, os positivos/elogios e os negativos/criticas, e ambos devem ser utilizados de maneira correta. O feedback positivo é muito importante para a organização pois uma vez o colaborador sendo elogiado, sendo reconhecido pelo excelente trabalho que desempenhou como conseqüência disso ira trabalhar mais e melhor pois estará satisfeito, motivado, com isso desempenhará sua função com maior qualidade ganhando tanto a organização quanto o colaborador pois terá qualidade de vida no trabalho.
O feedback é negativo, nem sempre há uma boa receptividade. Em vista disso, tenha em mente que não é necessário concordar plenamente com um feedback, mas reserve um período para refletir e avaliar as questões apontadas. Se não concordar com o feedback dê sua opinião e elabore argumentos e justificativas, isso ajudará na comunicação interna da empresa.
Iremos expor sete dicas importantes para o uso eficaz do feedback, o primeiro deles é não generalizar, sempre que for fazer alguma critica chame em particular o colaborador e de feedback, quando for elogiar fale em publico, é importante para ele ser reconhecido pelo chefe ou gerente o torna mais alto confiante.
A segunda dica é não perder o foco, muitas vezes nas organizações as pessoas quando não simpatizam com outra em qualquer desentendimento acaba levando uma discussão ou desentendimento para o lado pessoal, é preciso ser coerente e profissional assim você trilhará o caminho para conquistar a confiança dos liderados.
Seja direto, essa é a terceira dica, seja objetivo passe seu recado e os justifiquem, não se pode perder tempo, pois tempo é ouro. Quarta dica, não acredite no subliminar saiba ter dialogo não ache que as pessoas advinham pensamento e são obrigadas a entender suas caras e bocas, fale o que tem que falar.
Quinta dica, não durma no pontoo feedback só surtirá o efeito se for dito imediato, tanto após aquela meta alcançada da equipe seguido da presteza do chefe em elogiá-los tanto o feedback critico de algo que foi feito errado. Penúltima dica, esteja preparado, “para toda ação existe uma reação”, por isso tenha certeza do que está falando e prepare-se para receber o feedback do seu feedback.
Sétima e ultima dica, não misture as estações, não junte todas as críticas e elogios para repassá-los de uma única vez, informação em excesso pode confundir a outra pessoa e talvez nada do que foi dito seja de fato compreendido. Tudo que é em demasia acaba se tornando um grande problema. (CALIPER ESTRATÉGIAS HUMANAS DO BRASIL, 2010).
8. CONCLUSÃO
Os conflitos interpessoais são comuns no ambiente contemporâneo, com algumas sugestões citadas nesse artigo será possível lidar melhor com essas personalidades problemática e amenizar o clima tenso que venha a surgir na equipe.
Para manter um clima agradável e sem manifestação de atritos, é necessário que as pessoas deixem de agir de forma individualizada e passem a interagir como uma equipe, promovendo relações amigáveis e fazendo com que cada um procure cooperar com o outro, mas, para isso, é preciso que cada um faça a sua parte, pois se todos não estiverem dispostos a contribuir, não iremos chegar a lugar algum. Cabe ao líder também dá direcionamento do comportamento da equipe.
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
DONNELLON, Anne. Liderança de Equipes: Soluções Práticas para os Desafios do Trabalho. 3. ed. São Paulo: Campos / Elsevier, 2006. 131 p. (Pocket Mentor).
MOSCOVICI, Fela. Equipes Dão Certo: A Multiplicidade do Talento Humano. 9. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2004. 240 p. (Coleção Administração e Negocios).
ROBBINS, Stephen P.. A Verdade Sobre Gerenciar Pessoas. São Paulo: Pearson, 2003. 177 p.
QUICK, Thomas L.. Como Desenvolver Equipes Bem-Sucedidas. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1995. 118 p. (Trabalho Eficaz).
CASTILHO, Áurea. Construindo Equipes para Alto Desempenho: Fundamentos e Técnicas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998. 58 p.
CALIPER ESTRATÉGIAS HUMANAS DO BRASIL (Curitiba). 7 Dicas para o uso eficaz do Feedback. Disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2010.
fonte: https://administradores.com.br/artigos/os-benef%C3%ADcios-do-trabalho-em-equipe-administrar-conflitos-e-a-import%C3%A2ncia-do-feedback-nas-organiza%C3%A7%C3%B5es
05jan/21

Comportamento, etiqueta e segurança nas redes sociais

Cada vez mais o número de membros em algumas redes sociais vem crescendo consideravelmente e saber se comportar nesse “novo” ambiente é fundamental para fortalecer o networking e desenvolver o marketing pessoal.

Perfil pessoal ou profissional?

Muitas pessoas não conseguem distinguir se seu perfil nas redes sociais é pessoal ou profissional. Acredito que ao adicionar o colega de trabalho e até mesmo o chefe, esse perfil deveria passar a ser profissional. Por isso, cuidado com o que você posta e os horários que posta, afinal você esta sendo observado a todo o momento e tudo o que postar poderá ser usado contra ou ao seu favor, só depende de você, então, pense bem antes de postar.

Não fale mal da empresa que você trabalha. O artigo 482 da CLT prevê demissão por justa causa quando o funcionário possui um vínculo claro com a empresa e que faz algum comentário que venha a difamar a organização, não importando o canal ou veículo de comunicação. Afinal, que tipo de profissional é você? Será que não tem capacidade de sair dessa empresa para outra, onde possa trabalhar mais satisfeito? Pense nisso!

Outra situação que deve ser levada em consideração é que, se beber não entre nas redes sociais e se estiver bravo com alguém, também evite, pois pode acabar falando algo que irá prejudicá-lo. Hoje, muitas empresas estão solicitando os links das redes sociais de candidatos a vagas de emprego no processo de seleção, visando observar o comportamento desses indivíduos nas plataformas de redes sociais. Portanto, cuidado com fotos, comentários, compartilhamentos, curtidas, tweets, entre outros. Procure ser um disseminador de conteúdos relevantes e não de futilidades.

Evitar postar também não é interessante pois, como dizem, “quem não é visto não é lembrado”. Então procure ser lembrado como aquela pessoa agradável que sabe se comportar no on-line e no off-line. E se você é o diretor da empresa libere o uso das redes sociais, desde que seus funcionários saibam usar de forma correta, buscando somar na produtividade da empresa e proporcionando engajamento na comunicação on-line da marca. Procure profissionais qualificados para ministrar palestras sobre essa temática, visando criar embaixadores da sua marca nas redes.

Aceitar solicitação de amizade ou não?

Se você for uma pessoa pública, por que não aceitar as solicitações de amizade do seu público?! É uma forma de interagir com as pessoas que tem admiração por você. Se a pessoa adicionou, provavelmente curte seu trabalho. Manter feedback é sempre bom. Porém, se você não é uma pessoa pública não adicione quem você não conhece, não lembra ou não curte. Rede social não é competição de quem tem maior número de amigos e sim um lugar para ficar atualizado, interagir com os amigos e se divertir, porém preze pela sua segurança e privacidade.

Segurança na internet

Proteja sua identidade digital, não informe sua senha e procure mudá-la periodicamente, conforme aconselham especialistas de segurança na internet. Tome cuidado com a ostentação, isso pode ser arriscado para você, pois postar onde está, sua rotina e trajeto a cada segundo pode atrair criminosos. Além de que, seus amigos não são obrigados a aturar tal situação, por isso evite os exageros. Não escancare a vida na internet. Tem muita gente de olho querendo usar as informações para o mal.

Cuidado com os links suspeitos, não abra mensagens e emails de desconhecidos, muito menos conhecidos com títulos suspeitos. Na dúvida, não clique. Se tem filhos pequenos usando as redes sociais, procure sempre acompanhar o comportamento deles online, monitore quais sites visitam e com quem batem papo. Segundo pesquisa, as crianças que entram mais cedo nas redes sociais são as brasileiras, em média aos 9 anos de idade. O termo de uso do Facebook estipula idade mínima para o uso da plataforma, maiores de 13 anos, o que ainda pode ser considerado cedo demais.

Política de privacidade

Saiba usar bem a política de privacidade, pois nada mais desagradável que um amigo marcar você no facebook naquela foto em um momento constrangedor. Cuidado com as críticas, desabafos, isso não é legal. Rede social não é terapia onde você pode contar tudo da sua vida pessoal e profissional. Cuidado com os assuntos polêmicos, discutir sobre futebol, religião, política nas redes sociais não é muito aconselhável, até por que o tempo passa e as consequências ficam. Como muitos dizem “Só poste nas redes sociais aquilo que você teria coragem de publicar em um outdoor.” E se você quer publicar a foto de alguém no qual saberia que esse alguém não concordaria, não seja indelicado e peça autorização antes. Tal situação poderá ter implicações legais e tal ato poderá gerar processo.

Cuidados com os erros ortográficos

Nada mais deselegante do que escrever errado, sem falar no uso de gírias e até palavrões nas redes sociais. Procure se policiar quanto a isso, cuide melhor de sua carreira! Tenha um foco. Antes de postar qualquer coisa, pense: o que pretendo com essa postagem? A quem quero atingir? Se é apenas a uma pessoa, não custa nada enviar uma mensagem direta (Twitter) ou inbox (Facebook), dentre outras plataformas. Seja discreto. Use essas ferramentas ao seu favor e não contra!

E por falar em erro, cada vez mais o termo “face” esta na boca dos brasileiros no sentido de abreviar o nome Facebook. Se você não quer escrever a palavras completa, escreva “FB”, que todos entenderão que você esta se referindo ao Facebook. Errou? Corrija ou edite sua publicação. Falou algo no calor da emoção e se arrependeu? Peça desculpas. Lembre-se, o mundo todo está te observando e em tempo real. Outra dica para não errar nas redes sociais, bem como nos emails: evite escrever com letras MAIÚSCULAS. ISSO DÁ IMPRESSÃO DE QUE VOCÊ ESTÁ GRITANDO.

Irrita muito

Convites para jogos, marcar em publicações no qual não autorizariam, enviar solicitação de calendários no Facebook, postar fotos apelativas de doenças ou nudez, desabafos e excesso de compartilhamentos, curtidas e tweets. Tais situações têm irritado muitos usuários nas redes sociais. Tenha equilíbrio em tudo. Algumas pessoas preferem soltar indiretas nas redes sociais em vez de tomar uma atitude sensata e resolver o problema.

Postar indiretas talvez possam te atrapalhar mais do que ajudar. Não divulgue informações falsas. Antes de postar, faça uma pesquisa para saber se aquela informação é real. Tal atitude irá inspirar confiança e credibilidade. Valorize seus contatos e não fique se autopromovendo a todo instante. Não faça da sua rede social um chat. Se está com amigos discutindo algo pelos comentários do facebook, por exemplo, visível a todos os seus amigos, crie um grupo (fechado) no facebook e reúna toda a galera, é mais elegante. Sei que alguns comentários irritam muito, mas, seja compreensivo. Não são todos os internautas que se interessam sobre comportamento nas redes sociais.

fonte: https://administradores.com.br/artigos/comportamento-etiqueta-e-seguran%C3%A7a-nas-redes-sociais

03dez/20

Quatro livros que podem te ajudar a conquistar um novo emprego

Os livros são muito valiosos para quem busca um novo emprego ou para quem está empregado e deseja fortalecer sua rede de relacionamentos e melhorar competências e habilidades

A pandemia afetou a economia do mundo, e aqui no Brasil não foi diferente. O país está em segundo lugar entre os países com mais casos de covid-19, e não bastasse a crise na saúde, estamos computando um aumento na taxa de desempregados, com mais de um milhão de postos de trabalho sendo fechados neste primeiro semestre, o pior resultado desde 2010. No ano passado, no mesmo período, foram criadas mais de 400 mil novas vagas com carteira assinada.

Os livros são muito valiosos para quem busca um novo emprego ou para quem está empregado e deseja fortalecer sua rede de relacionamentos e melhorar competências e habilidades não só para se manter competitivo, mas também com a empregabilidade em alta no mercado de trabalho. Por isso selecionei quatro obras que publiquei para ajudar os leitores a reinventar sua vida profissional. Confira abaixo:

Rogério Cher é professor, escritor, consultor e conferencista e escreveu”Todo novo começo surge de um antigo começo: transições de vida e carreira” e leva os leitores a pensar quais transformações querem realizar em suas carreiras, por meio de histórias inspiradoras de pessoas que já passaram por importantes transições profissionais. Cher reflete que a transição de carreira não é tarefa fácil, mas se for feita com consciência, dedicação e foco, o resultado é recompensador. Uma leitura envolvente e necessária para o bem-estar de nossas carreiras!.

Check-up de carreira: saiba quando e como transformar a sua saúde profissional,de Sergio Chnee, palestrante, mentor e conselheiro de executivos e empresários, maestro e compositor brasileiro. A obra nos convida a avaliar o nosso momento profissional atual e nos estimula a decidir o que queremos e o que não mais desejamos para nossa carreira. É um livro voltado ao autoconhecimento profissional que faz uma discussão bem atual sobre a importância de alinhar o trabalho aos nossos valores e crenças.

O diretor e presidente da Lens & Minarelli, José Augusto Minarellibusca solucionar em “Carreira Sustentável” um dos grandes enigmas da vida: como manter uma carreira que se sustente do início da caminhada profissional até a aposentadoria? Não só como nos mantermos empregados no mercado de trabalho, mas saber cuidar adequadamente da longevidade de nossas carreiras são o fio condutor desta obra que é referência no tema “empregabilidade”.

Executivo de recurso humanos, consultor e especialista talentos e gestão de pessoas,Marcelo de Freitas Nóbrega, em “Você está contratado! Um guia completo para você conquistar o emprego dos seus sonhos” mostra ao leitor como ele deve estar preparado para o mercado de trabalho atual. Este é um livro diferente sobre busca de emprego. O autor propõe que o candidato pare de se comparar com os concorrentes, olhe para si, compreenda em que é capaz de fazer a diferença e saiba comunicar isso adequadamente a potenciais empregadores. Um dos grandes diferenciais da obra é revelar quais ações e atitudes realmente aumentam as chances de contratação e quais não funcionam.

Por Eduardo Villela – Trabalha com escrita e publicação de livros desde 2004, já lançou mais de 600 livros de variados temas, entre eles comportamento e psicologia, gestão, negócios, universitários, técnicos, ciências humanas, interesse geral, biografias e ficção infanto-juvenil e adulta. Mais informações em http:// www.eduvillela.com

fonte: https://www.mundorh.com.br/quatro-livros-que-podem-te-ajudar-a-conquistar-um-novo-emprego/