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22fev/19

Saiba como mudar comportamentos nocivos em apenas seis passos

Todos nós adotamos certos padrões de comportamento para obtermos benefícios, algo que nos faça bem, que nos proteja, que nos dê prazer, força e poder

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Se você não é uma pessoa que se acha o último biscoito do pacote de tão perfeita, deve ter alguma coisa que queira mudar em sua aparência ou personalidade. Este texto não é indicado para quem quer modificar algum aspecto físico, como o formato do nariz, tamanho da orelha ou até cor dos olhos, mas para quem deseja mudar comportamentos nocivos que, apesar de proporcionarem resultados (sentimentos) esperados, são danosos em um contexto mais amplo. Desde o comer demais, fumar, beber, até algo relacionado a insegurança, fobias ou depressão.

Todos nós adotamos certos padrões de comportamento para obtermos benefícios, algo que nos faça bem, que nos proteja, que nos dê prazer, força e poder. Isso é uma regra básica. Uma análise bem superficial comprova tal afirmação.

O que leva alguém a comer além do necessário? Posso garantir que não é fome. Podemos enumerar uma série de possibilidades, que vai desde ao simples tédio até a ansiedade mais severa. A necessidade do alimento não tem origem na falta dele, mas de uma condição mental.

É impressionante quanta gente é condicionada a comer muito ou desnecessariamente. Experimente observar, na próxima vez que for ao cinema, que parte das pessoas sai da fila do ingresso e vai direto para a fila da pipoca (e congêneres). Seria por fome? Provavelmente não. Trata-se de uma tradição ir ao cinema e comer pipoca, como se fosse pré-requisito para assistir ao filme.

Assim como é tradicional os encontros familiares dominicais, festas natalinas, aniversários, etc. A comida é a estrela principal e deve ser consumida em excesso, apenas porque o evento assim exige.

Quase todos nós conhecemos alguém que precisa urgentemente perder peso, não pela estética, mas pela manutenção da saúde. Não é incomum ouvirmos argumentos relacionados a incapacidade de reduzir a quantidade de comida, especialmente em datas comemorativas. Com essa análise, é possível deduzir que não é a fome, mas o comportamento de comer muito, um dos principais vilões do excesso de peso.

Ganhando no grito

Um profissional de idade mediana, que exerce um posto de liderança em uma empresa, adota o método old school de administração – ou seja, eu grito e você obedece – com bons resultados durante a maior parte de sua carreira. Muito provavelmente, ele foi subordinado a um gestor que usava a mesma estratégia. Portanto, não precisou pensar duas vezes ao seguir um caminho seguro. Não se mexe em time que está vencendo, certo?

O que aconteceria com esse gestor se a empresa – visando melhorar a performance e fidelidade dos funcionários – resolve abolir os velhos métodos? Duas saídas possíveis: ou ele se adapta ou é descartado. Simples assim. Ele deixou de ser competente? A resposta é não. Mas o seu comportamento para obtenção dos bons indicadores empresariais não é mais eficiente naquele ambiente.

Um natural conflito mental vai martelar a mesma pergunta durante um tempo em sua cabeça: o que aconteceu? Antes, gritar e ameaçar eram eficazes, davam resultados. Diante de tal quadro, ele se vê obrigado a mudar a forma de agir, ou melhor, adequar o comportamento à nova realidade.

No aspecto familiar não é diferente. Pais rigorosos, que batem, castigam e ameaçam os filhos para conseguirem os resultados que desejam – quarto arrumado, boas notas, vegetais no almoço – são obrigados a mudar o comportamento quando os filhos crescem. O cenário mudou. Os velhos métodos não funcionam mais.

Eles vão rir de mim

Outro bom exemplo de comportamento ineficaz está relacionado com a introspeção, também conhecida como timidez. Imagine a agonia de alguém tímido ou inseguro para falar em público ou simplesmente conversar com uma pessoa na qual sinta atração?

O sujeito que adota o comportamento da timidez, também busca obter resultados, assim como o glutão, os pais ditadores e o chefe ogro dos exemplos anteriores. Neste caso, o resultado esperado é a segurança. É preferível não arriscar passos maiores que vão deixá-lo exposto e vulnerável. A timidez lhe protege do mundo onde todos são (supostamente) mais capazes e perfeitos do que ele.

Desesperado por ser mais extrovertido, o tímido resolve tomar umas boas canecas de cerveja na festa de confraternização da empresa e – finalmente – puxar conversa com a funcionária nova, que tira cópia todas as manhãs no RH. Se for bem-sucedido na empreitada, vai fortalecer o comportamento de beber em eventos sociais para obter a coragem que não tem. Não precisa ser gênio das probabilidades para imaginar o ciclo vicioso de tais decisões.

Conforme obtemos os resultados que esperamos, passamos a reforçar o comportamento que nos conduzem a eles. Uma criança que esperneia e chora para ganhar um doce e é recompensada pelos pais que só querem silêncio, percebe a eficácia da estratégia e passa a reforçar comportamento. Gritar dá certo!! Entretanto, no futuro, o pirralho pode se tornar um adolescente ou adulto despreparado, sem argumentos consistentes e relevantes para conseguir o seu “doce”.

O que desejo conseguir com o meu comportamento?

Creio que pelos exemplos apresentados até aqui, foi possível perceber que a maneira pelo qual nos comportamos, sempre tem uma finalidade, seja ela clara ou implícita. Além disso, é importante saber que os comportamentos nocivos que adotamos podem ser substituídos – se assim o desejarmos – por outro que traga os mesmos – ou até melhores – resultados.

A todo momento, estamos à procura de situações que nos proporcionem prazer e nos afaste da dor. É a premissa básica do funcionamento da mente. Ela quer nos proteger. No que diz respeito ao modo de agir, boa parte da humanidade não se importa com os meios, apenas com os resultados.

Para entender melhor: ao fumar um cigarro para relaxar, se concentrar ou clarear as ideias, não se pensa sobre o risco de ter câncer. O prazer que aquele montinho de tabaco enrolado proporciona, não tem preço. Bom, preço tem sim, mas quem pensa nisso enquanto se delicia com uma bela e profunda tragada?

Entretanto, seria possível substituir o cigarro por algo que traga os mesmos efeitos, como um chá de camomila, música suave, massagem, técnicas de respiração, exercícios físicos ou alongamentos? Sim, seria a resposta. São sugestões que proporcionam relaxamento, concentração e oxigenação no cérebro. Mas precisamos nos convencer de que mudar o comportamento é a melhor alternativa.

Esse processo de mudança se chama reestruturação, ou seja, substituir um comportamento por outro, mantendo ou maximizando os resultados. Segundo Anthony Robbins, há muito poucas coisas na vida que não possam ser reestruturadas em alguma coisa melhor. Isso quer dizer que se nós adotamos uma estratégia comportamental prejudicial que – paradoxalmente – nos concede bons resultados, temos o poder de substituí-la por outra mais construtiva, obtendo os mesmos ou até melhores retornos.

Como se muda um comportamento?

Os criadores da programação neurolinguística (PNL) – Richard Bandler e John Grinder – pesquisaram e organizaram uma poderosa programação de seis passos que pode mudar qualquer comportamento indesejável, mantendo os mesmos benefícios que se obtinha até então. Você vai precisar de um pouco de concentração, papel e caneta.

1 – Identifique o padrão de comportamento que quer mudar. É fundamental saber quem é o inimigo.

2 – Examine o seu inconsciente para descobrir o que gera tal comportamento. Trata-se de buscar a causa raiz. Pergunte a si mesmo por que você age desta forma. Observe a reação do seu corpo entanto responde.

Estou comendo muito porque ainda estou com fome ou porque estou chateado ou ansioso? Ou porque tem muita comida à disposição? Ou porque as pessoas que estão na mesa ainda não terminaram? Analise as possibilidades.

3 – Separe a intenção (resultados, objetivos) do comportamento. Anote apenas os benefícios que o comportamento que você deseja mudar trouxe no passado. Satisfação, segurança, relaxamento, poder, concentração, bem-estar, etc.

4 – Voltando ao inconsciente criativo, pergunte-se (e responda) que comportamentos alternativos poderiam ser adotados para conseguir os mesmos resultados. Anote três, pelo menos.

Quando estiver entediado, vou ouvir três músicas que eu gosto ou fazer um exercício de respiração profunda ou caminhar por vinte minutos.

5 – Agora sua imaginação precisa trabalhar. Assuma com seu inconsciente uma espécie de compromisso para que as novas estratégias sejam adotadas nas situações que exigiam o acionamento do antigo padrão. Trata-se de uma forma de treinar a mente.

Escuta aqui, ó mente! Toda vez que eu estiver chateado, não me leva para comer, está bem? Me leva para caminhar, ouvir música, respirar ou ler alguma coisa. Pode fazer essa gentileza ou vou ter que encher de porrada?

6 – Faça um teste drive. Tente visualizar cada uma das novas alternativas em situações práticas. Imagine episódios passados, nos quais você usou o antigo comportamento, e substitua-o pelos novos.

Na última vez que fui ao cinema, em vez de ter comido dois sacos gigantes de pipoca, eu poderia ter feito um lanche saudável antes de entrar na sala (no caso de estar realmente com fome) e concentrar minha atenção no filme, que não entendi quase nada porque estava ocupado comendo e pensando no refil.

Pode parecer um pouco complicado quando se lê, mas se torna simples quando se aplica.

Importante frisar que a mudança de comportamento inteligente e consciente, além de manter os resultados desejados pelo padrão anterior, proporciona novas possibilidades para a vida pessoal e profissional.

Lembre-se: comportamento é um hábito. Hábito nós adquirimos quando praticamos ou perdemos quando deixamos de executar. Então, está tudo em nossas mãos. Ou em nossas mentes.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/saiba-como-mudar-comportamentos-nocivos-em-apenas-seis-passos/103029/

17fev/19

Empregos de fim de ano: sete dicas para aproveitar a época e conquistar uma vaga

Não é só para vagas efetivas que departamentos de RH costumam analisar as redes sociais das pessoas

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A maior sazonalidade empregatícia, no Brasil e no mundo, é o período entre setembro e dezembro. É a famosa época das contratações de fim de ano, que visam atender aos turnos dobrados e triplicados de indústrias, serviços e comércios que funcionam para atender às festas de fim de ano, e aproveitar os gastos com 13º salário.

É uma época de movimentação intensa na economia, o que gera oportunidades. Apesar de nos últimos anos esse ter sido um período bem mais fraco do que o habitual, em 2017 já se espera 374,8 mil contratações em regime temporário. O número é 5,5% maior do que o do mesmo período de 2016. Esse número havia caído muito em 2015 e 2016 devido à recessão que o país enfrenta, porém parece que as coisas tendem a melhorar. O estudo que aponta esses dados é o da Associação Brasileira de Trabalho Temporário, a Asserttem, que reúne 200 agências de emprego.

Há três anos, antes da crise, esses números chegavam a 490 mil vagas. O número ainda está distante de uma época de maior saúde financeira do país, mas está crescendo. A própria melhora da economia, e as mudanças da legislação de trabalhos temporários, que passou a valer em março desse ano, criaram um terreno de confiança para contratações.

De acordo com a nova legislação, há duas grandes mudanças que incentivam a contratação: o aumento no prazo para a contratação de trabalhador temporário; e a autorização para que, na qualidade de tomador de serviços, empresas de qualquer ramo possam contratar, sem vínculo empregatício, trabalhadores terceirizados, mesmo que seja para o exercício de atividades ligadas à sua atividade-fim.

Com o desemprego em níveis elevados, essa tem se mostrado uma excelente hora para se preparar bem e conseguir agarrar aquele emprego que, embora temporário, muitas vezes conta com chances de contratação fixa. Para isso é preciso estar alinhado com as expectativas do mercado e saber lidar bem com entrevistas, preparação de currículos, etc.

Segue algumas dicas do que fazer nesse cenário para conquistar um espaço para você:

Fique de olho no calendário: em outubro, novembro e dezembro começam as altas de busca para o varejo. Em setembro a alta se liga muito à indústria, porém em 2017 essas contratações começaram no fim de julho. Outubro é a época em quem lojas maiores contratam, e em novembro lojas menores tendem a ampliar seu contingente. Estar atento às datas é muito importante, não só para garantir o emprego por mais tempo, mas também para ter mais chances de mostrar serviço e ser contratado como fixo. São de 15% a 20% de pessoas que consegue efetivação. Assim, agora que restam três meses para 2018, foque no varejo.

Olho no contrato: apesar das mudanças da lei, o trabalhador temporário ainda conta com os mesmos direitos do trabalhador efetivo, como férias, hora extra, descanso semanal remunerado. Não é porque é temporário que é bico. Se preocupe com contrato. Em janeiro as oportunidades temporárias tendem a se tornar efetivas, mas faça questão de ter o que é de direito no período do trabalho temporário.

O currículo é a porta de entrada: seja assertivo, curto, objetivo e direto. Cite suas últimas três experiências profissionais, destaque cursos realizados e que tenham a ver com a vaga, além de deixá-lo personalizado à vaga que busca. A NVH Talentos Humanos vai realizar um trabalho de assessoria para construção de currículo no dia 24 de outubro, próximo à estação República da Linha Amarela do metrô de São Paulo. É uma oportunidade gratuita para pegar umas dicas. Há informações no site.

Agências são as melhores para essa época: focar em agências que se especializam em trabalho temporário é útil nessa época do ano. Vale a pena acessar o site do Ministério do Trabalho e verificar o registro da agência para ter certeza de que ela está de acordo com a lei.

O fator humano: para essas vagas geralmente o que mais se busca são requisitos básicos como segundo grau completo, idade entre 18 e 45 anos, simpatia, comunicação clara, trabalho em equipe, e às vezes ter uma indicação é muito bom. Ou seja, o relacionamento interpessoal conta muito. Vale ficar atento e desenvolver essas habilidades, tanto para entrevistas quanto para se destacar nos empregos. As entrevistas contam com muita gente, e são rígidas, então estar atento a tudo e se dedicar a mostrar que consegue desenvolver bem uma venda, por exemplo, é essencial.

Redes sociais também contam: não é só para vagas efetivas que departamentos de RH costumam analisar as redes sociais das pessoas. Ter um perfil que não agrida as pessoas, às marcas, também é importante. Uma loja não vai contratar quem acabou de difamá-la na internet, ou mesmo fez um comentário preconceituoso ou de ódio.

Atenção: olhos atentos são sempre uteis. Andamos o tempo todo por comércios, dos mais simples de bairro até os mais famosos em shoppings. Essa época é fértil. Ficar atento a anúncios de vagas nas portas ajuda a expandir os horizontes de onde deixar currículos conforme se anda pela cidade.

Fernanda Andrade é gerente de R&S, na NVH Talentos Humanos.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/empregos-de-fim-de-ano-sete-dicas-para-aproveitar-a-epoca-e-conquistar-uma-vaga/121755/

13fev/19

9 hábitos de pessoas com alta inteligência emocional

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito!

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Quando a inteligência emocional surgiu pela primeira vez para o público em geral, ela serviu como a conexão que faltava em uma descoberta peculiar: pessoas com QI mediano se desempenharam melhor do que aqueles com os maiores QI 70% das vezes. Essa anomalia deu um grande golpe no que muitas pessoas sempre presumiram ser a única fonte de sucesso – QI. Décadas de pesquisa agora apontam para a inteligência emocional como o fator crítico que distancia os melhores profissionais do resto do bando.

O quanto de impacto tem a inteligência emocional (IE) sobre seu sucesso profissional? A resposta rápida é: muito! É uma maneira poderosa de concentrar sua energia em uma direção com um resultado tremendo. De todas as pessoas que estudamos no trabalho, descobrimos que 90% dos melhores profissionais possuem alto IE. Você pode até ser um ótimo profissional sem inteligência emocional, mas as chances disso acontecer são pequenas.

Inteligência emocional é “algo” em cada um de nós que é um pouco intangível. Ela afeta a forma como administramos o comportamento, como navegamos complexidades sociais e como tomamos decisões pessoais que trazem resultados positivos. Inteligência emocional é composta de quatro habilidades centrais que se emparelham sob duas competências primárias: competência pessoal e competência social.

Competência pessoal contém suas habilidades de autoconhecimento e autogerenciamento, que focam mais em sua individualidade do que em suas interações com outras pessoas. Competência pessoal é sua habilidade de estar ciente de suas emoções e administrar seu comportamento e tendências.

Autoconhecimento é sua habilidade de compreender de forma precisa suas emoções e ter consciência delas enquanto elas agem.
Autogerenciamento é sua habilidade de utilizar a compreensão das suas emoções para se manter flexível e direcionar positivamente seu comportamento.

Competência social é composta por suas habilidades de conscientização social e de gestão de relacionamentos; competência social é sua habilidade de entender o temperamento de outras pessoas, seu comportamento e motivos, de maneira a respondê-los de forma efetiva e melhorar a qualidade de seus relacionamentos.

Conscientização social é sua habilidade de reconhecer de forma precisa as emoções em outras pessoas e compreender o que realmente está acontecendo.

Gestão de relacionamentos é sua habilidade de utilizar a compreensão de suas emoções e as emoções dos outros para administrar suas interações com sucesso.

Além da importância da inteligência emocional, sua natureza intangível faz com que seja muito difícil saber quais comportamentos você deve simular. Então eu analisei dados de mais de milhões de pessoas que a TalentSmart testou para identificar hábitos que distinguiam as pessoas com IE alto.

Elas são constantemente positivas. Fique olhando as notícias por qualquer período de tempo e você verá que é simplesmente um ciclo de guerra sem fim: ataques violentos, economias frágeis, empresas em falência e desastres ambientais. É fácil pensar que o mundo está indo ladeira abaixo rapidamente. E quem sabe? Talvez esteja. Mas as pessoas inteligentes emocionalmente não se preocupam com isso porque elas não se prendem a coisas que não conseguem controlar. Elas concentram sua energia em direcionar duas coisas que estão completamente sob seu poder – sua atenção e seu esforço. Vários estudos mostraram que otimistas são fisicamente e psicologicamente mais saudáveis que pessimistas. Eles também possuem desempenho melhor no trabalho. Lembre-se disso na próxima vez que um caminhão de pensamentos negativos prender sua mente.

Elas possuem um vocabulário emocional robusto. Todas as pessoas sentem emoções, mas é apenas uma pequena parcela que consegue identificá-las de forma precisa enquanto elas acontecem. Nossa pesquisa mostra que apenas 36% das pessoas conseguem fazer isso, o que é um problema, pois as emoções não rotuladas podem ser má interpretadas, o que leva a escolhas irracionais e ações prejudiciais. Pessoas com IE alto dominam suas emoções, porque elas as entendem, e porque elas utilizam um vocabulário extenso sobre sentimentos para fazer isso. Enquanto muitas pessoas dizem apenas que estão mal, pessoas com alta inteligência emocional conseguem apontar se estão “frustradas”, “deprimidas” ou “ansiosas”. Quanto mais específica for a palavra que você escolher, melhor o entendimento que você terá sobre o que exatamente está sentido, o que causou isso e o que você deveria fazer em relação a isso.

Elas são assertivas. Pessoas com alto IE possuem um equilíbrio entre boas maneiras, empatia e gentileza com a habilidade de se afirmarem e estabelecerem limites. Essa combinação tática é ideal para lidar com conflitos. Quando a maioria das pessoas são contrariadas, elas geralmente se comportam de forma passiva ou agressiva. Pessoas inteligentes emocionalmente permanecem equilibradas e assertivas ao se guiarem para fora das reações emocionais não filtradas. Isso permite que elas neutralizem pessoas difíceis e tóxicas sem criar inimigos.

Elas são curiosas sobre outras pessoas. Não importa se elas são introvertidas ou extrovertidas, pessoas inteligentes emocionalmente são curiosas sobre todos ao seu redor. Essa curiosidade é o produto da empatia, uma das passagens mais importantes para o IE alto. Quanto mais você se importa com outras pessoas e com o que elas estão passando, mais curiosidade você terá sobre elas.

Elas perdoam, mas elas não esquecem. Pessoas emocionalmente inteligentes vivem pelo dilema “Engane-me uma vez, o tolo é você; engane-me duas vezes, o tolo sou eu”. Elas perdoam para evitar guardar rancor, mas elas nunca esquecem. As emoções negativas que surgem ao guardar rancor são na verdade uma resposta de estresse. Segurar esse estresse pode ter consequências devastadoras para a saúde, e pessoas emocionalmente inteligentes sabem como evitar isso a todo custo. Entretanto, oferecer perdão não significa que elas darão uma segunda chance para quem cometeu o erro. Pessoas emocionalmente inteligentes se deixam derrubar por maus-tratos, então elas rapidamente se desprendem das coisas e são assertivas para se proteger de danos futuros.

Elas não deixam ninguém limitar sua alegria. Quando seu sentimento de prazer e satisfação se deriva de comparações com os outros, você não é mais o mestre de sua felicidade. Quando pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem com algo que fizeram, elas não deixam que a opinião ou conquista de ninguém tire esse sentimento delas. Enquanto é impossível desligar suas reações sobre o que as outras pessoas pensam de você, você não tem que se comparar com outros, você sempre pode escutar as opiniões das pessoas com ceticismo.

Elas tornam as coisas divertidas. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem exatamente o que as fazem felizes, e elas trabalham constantemente para trazer essa felicidade para tudo que fazem. Elas transformam trabalhos monótonos em jogos, vão além do necessário para deixar as pessoas com quem se importam felizes, e fazem pausas para aproveitar as coisas que amam não importa o quanto estejam ocupadas. Elas sabem que injetar essa diversão em suas vidas combate o estresse e constrói uma resiliência duradoura.

Elas são difíceis de serem ofendidas. Se você tiver uma compreensão concreta de quem você é, é difícil que alguém diga ou faça algo que lhe provoque. Pessoas emocionalmente inteligentes são auto-confiantes e cabeça aberta, o que cria uma pele bem grossa.

Elas anulam reflexões negativas. Um grande passo em desenvolver inteligência emocional envolve parar de ter um diálogo consigo negativo durante o caminho. Quanto mais você medita sobre pensamentos negativos, mais poder você dá a eles. A maioria de nossos pensamentos negativos são apenas isso – pensamentos, não fatos. Você pode parar as coisas negativas e pessimistas que sua voz interior diz ao escrevê-las. Quando você tirar o momento para diminuir o ritmo de pensamentos negativos, você será mais racional e terá a mente mais clara para avaliar a veracidade. Você pode apostar que suas afirmações não são verdadeiras qualquer momento que você utilize palavras como “nunca”, “pior” e “sempre”. Se suas afirmações ainda aparentam ser fatos quando estão no papel, leve-as para um amigo e veja se ele concorda com você. Assim a verdade com certeza aparecerá.

Juntando todas as peças.
Ao contrário de seu QI, seu IE é altamente maleável. Enquanto você treina seu cérebro pela prática repetitiva de novos comportamentos emocionalmente inteligentes, seu cérebro constrói o caminho necessário para torná-los hábitos. Logo você irá começar a reagir ao seu redor com inteligência emocional sem mesmo pensar nisso. E enquanto seu cérebro reforça o uso de novos comportamentos, as conexões que davam suporte aos comportamentos velhos e destrutivos irão morrer.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/habitos-de-pessoas-com-alta-inteligencia-emocional/97379/8

10fev/19

19 coisas que pessoas negativas sempre fazem

Se você trabalha usando pensamento positivo, vai conseguir ser alguém feliz

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Ninguém está sempre feliz e todos têm dias ruins. Mas, às vezes, a extrema negatividade pode ser evitada e, assim, melhorar seu humor. Em recente artigo para o Business Insider, Hillary White comenta sobre as atitudes que as pessoas infelizes costumam ter e que deveriam abolir imediatamente. “Se você trabalha usando pensamento positivo sobre si mesmo e os outros ao seu redor, vai conseguir ser alguém feliz”, diz ela.

Confira uma lista de 19 coisas negativas que você deveria parar de fazer:

1 – Preocupar-se com coisas que não podem ser mudadas

“Pessoas negativas têm tendência a pensar no que poderia ter acontecido na vida, mas é importante não se preocupar com coisas que não podemos mudar. Deveríamos aprender com nossos erros e tentar fazer melhor na próxima vez. Podemos até ficar felizes por termos cometido alguns erros”, diz Hillary.

2 – Desistir quando algo fica difícil

Pessoas negativas e infelizes sempre vão desistir no meio do caminho ao encontrarem um desafio. É fácil pular fora quando algo parece perdido, mas perseverar através das dificuldades quase sempre trará bons resultados. “Desistir vai fazer você se sentir derrotado. Não importa como acabe, enfrentar as dificuldades aumenta a confiança”, explica Hillary.

3 – Levar-se a sério demais

Ter a capacidade de relaxar e rir de si mesmo e do absurdo que pode ser a vida vai transformar o modo de olhar as coisas ao seu redor.

4 – Não se exercitar

Exercitar-se tem inúmeros benefícios mentais e físicos. Quanto mais exercícios você faz, melhor você vai se sentir consigo mesmo e provavelmente irá fazer você seguir um estilo de vida mais saudável. Levar uma vida sedentária trará efeitos negativos para o humor, saúde e felicidade.

5 – Focar-se em objetivos impossíveis

“Ter objetivos é importante, afinal, é a única forma de fazer algo. Porém, pode ser um problema quando os objetivos que damos a nós mesmo são impossíveis de serem realizados. Apesar de acharmos que tentar alcançar as estrelas é bom, pessoas que sempre buscam metas inalcançáveis sempre se sentirão desapontadas. A chave é montar diversos e pequenos objetivos para si mesmo, o que vai fazer você se sentir realizado ao alcançá-los e ultrapassá-los”, diz Hillary.

6 – Alimentar-se de comidas que não são saudáveis

Todos têm prazeres que trazem culpa e sempre faz bem sair vez ou outra do regime. Porém, pessoas infelizes deixam essas saídas virarem a regra. Comidas saudáveis melhoram o humor, dão mais energia e são benéficas para a saúde.

7 – Não dormir o suficiente

Dormir é essencial. O quanto você dorme está diretamente ligado à sua produtividade e felicidade no dia seguinte. “Você pode achar que aquela hora extra é uma boa ideia, mas uma boa noite de sono deve ser prioridade”, diz Hillary.

8 – Focar-se apenas em suas fraquezas

“Todos nós temos inseguranças”, afirma Hillary. A chave está em focar no que temos de bom e não nos defeitos. “Auto-aperfeiçoamento é importante, mas pessoas negativas focam demais nas suas fraquezas em vez de se preocuparem em ter uma imagem positiva. Reconhecer as fraquezas é diferente de deixar elas tomarem conta das nossas atitudes”, completa.

9 – Passar tempo demais nas redes sociais

“Esse é um dos maiores problemas! Hoje em dia as pessoas deixam toda sua vida online. Primeiro, isso nos faz passar tempo demais nos comparando aos outros. É uma boa ideia passar um tempo longe da tela do computador e ter novas perspectivas de atividades para o dia. Pessoas negativas se preocupam demais com a forma como elas aparecem na internet para as outras pessoas, o que trará um efeito negativo para como elas mesmas se enxergam”, comenta Hillary.

10 – Ficar em sua zona de conforto

É fácil querer ficar na zona de conforto, onde é mais seguro e não existem riscos. Mas passar tempo demais nessa zona faz com que grandes coisas não aconteçam. Tédio é um grande fator para a infelicidade, o que pode ser facilmente combatido com novas experiências. Não precisa largar tudo e ir saltar de paraquedas, mas só a ideia de provar uma nova comida, ou escutar uma música de uma banda que você não gosta já pode trazer um pouco do novo.

11 – Preocupar-se com o que outras pessoas pensam

“Pessoas negativas ligam demais para a opinião dos outros. No fim das contas, nada pode ser feito para agradar a todos, então faça apenas o que faz você feliz”, explica Hillary.

12 – Fofocar e sempre falar mal dos outros

De acordo com Hillary, se você não tem algo bom a dizer, simplesmente não diga. Pessoas negativas tentam trazer outras pessoas para baixo para que se sintam melhores e isso nunca funciona.

13 – Trabalhar em excesso

“Todos merecem um dia de descanso. Pessoas que trabalham demais geralmente negligenciam suas necessidades, e às vezes tudo o que precisamos para nos sentirmos melhores é um dia de folga”, diz Hillary.

14 – Isolar-se

Apesar de parecer mais fácil apenas se isolar das pessoas nos momentos difíceis, passar tempo com os amigos e a família é a melhor maneira de revigorar as energias.

15 – Nunca sair da rotina

Pessoas felizes sabem que é importante tirar férias, usar uma roupa diferente, tirar um dia só para relaxar. Atitudes negativas em excesso fazem você esquecer que tomar conta de si mesmo é tão importante quanto tomar conta dos outros.

16 – Acomodar-se

“Pessoas negativas ficam felizes em se acomodar”, comenta Hillary. “Seja um relacionamento que não as faz felizes ou um trabalho, manter-se assim nos faz pensar que nossas vidas estão estagnadas”, diz.

17 – Recusar-se a perdoar

Pessoas negativas tendem a ser vingativas e guardar mágoas, mas a liberdade e a paz que perdoar vai trazer é um benefício bem maior que qualquer tristeza que alguém possa fazer você sentir.

18 – Evitar planejamento e organização

“Desorganização pode confundir nossas vidas. Mesmo que seja algo simples, como limpar um quarto, restaurar a ordem pode ajudar a ganhar um senso de controle sobre as coisas. Pessoas negativas e que evitam organização e planejamento estão menos preparadas para as reviravoltas da vida”, diz Hillary.

19 – Focar apenas em si mesmo

Enquanto se preocupar com você é essencial, pessoas infelizes e negativas pensam apenas em si mesmas a todo o tempo. Tratar os outros mal ou sempre focar em si mesmo ou seus próprios problemas pode ser prejudicial para o bem-estar e felicidade.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/19-coisas-que-pessoas-negativas-sempre-fazem/87927/

07fev/19

8 dicas para se organizar e estudar online

Saiba como aproveitar o melhor do ensino online para vencer no mercado e conseguir destaque entre os profissionais mais qualificados

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A competitividade no mercado de trabalho está cada vez mais acirrada. Para obter sucesso na busca por melhores oportunidades é necessário se manter atualizado e sempre buscar novos conhecimentos para se tornar um profissional qualificado. Neste caso, os cursos online são uma tendência tentadora.

Segundo dados do MEC/Inep, em 2016 o número de novos alunos na modalidade mais tradicional de ensino caiu 3,7% em todo o Brasil. Já no aprendizado on-line, o aumento foi de 21,4%. Há dois anos, 694.559 universitários ingressaram nessa modalidade de ensino. Em 2016, a quantidade de novos estudantes subiu para 843.181.

“Os cursos online têm sido uma ferramenta muito utilizada pelos brasileiros por diversos fatores, como a facilidade de se estudar em qualquer lugar, a qualquer momento, com baixo custo de inscrição e mensalidades, além do fato de que estudar em casa permite evitar problemas como o trânsito nas grandes cidades”, afirma Sérgio Agudo, country manager brasileiro da Udemy, marketplace de aprendizado e ensino online.

O ensino à distância e online, pago ou gratuito, tornou-se um aliado de quem busca aprimoramento contínuo. Segundo Sérgio, ele permite complementar o aprendizado, seja para alcançar novos objetivos ou investir em uma nova carreira, além claro, de ampliar o horizonte de conhecimentos, porque é possível acessar vídeo-aulas do mundo inteiro, conhecer diversos professores e linhas de pensamento. “Contudo, ao escolher essa modalidade de ensino, é preciso se atentar a algumas dicas para manter o ritmo de estudos e aproveitar ao máximo os conhecimentos obtidos nas salas de aula virtuais, sob pena de comprometer o resultado final”, destaca o executivo.

Confira abaixo oito dicas do especialista para aproveitar ao máximo do ensino online:

1. Estabeleça um objetivo

O universo dos cursos online é muito vasto, há diversas opções, das complexas às mais fáceis, de curta e longa duração, o que torna bem provável que o estudante fique confuso e sinta-se perdido ao escolher o curso ideal. Por isso, o ideal é traçar um objetivo claro para o seu aprendizado.

Por exemplo, se o objetivo for se tornar um programador web, o recomendado é que o aluno crie uma trajetória para atingir a excelência. Comece com um curso básico nessa área, caso tenha pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto. Feito isso, passe para um curso mais focado, seja em linguagem de programação ou design.

2. Escolha o curso ideal

A escolha dos cursos é outra tarefa árdua para quem decide estudar online. As opções entre plataformas e conteúdos são diversas e isso pode complicar a construção da sua carreira. No entanto, lembre-se que da primeira dica: se um objetivo foi traçado, então as decisões seguintes devem suportar a ideia principal.

Leia com bastante atenção a matriz curricular de cada curso para que, ao escolher os próximos, você saiba exatamente como irá complementar a sua formação. Procure pesquisar sobre o instrutor para conhecer melhor a experiência dele e como isso pode ajudar na condução das aulas. Além disso, certifique-se que o instrutor do curso oferecerá materiais complementares, como lista de exercícios, livros, vídeos, palestras, entre outros, que podem ajudar bastante no processo de aprendizado.

3. Explore o mundo

Um grande diferencial do ensino online é a possibilidade de se conectar com diferentes professores, de várias nacionalidades. Desta forma você pode conhecer a forma de pensar de outras pessoas sobre um mesmo assunto ao redor do mundo. Por isso, a dica é: explore o mundo.

Em alguns casos, o idioma pode ser uma barreira, mas muitos vídeos já possuem recursos de legendas, o que facilita o entendimento. Outro benefício de se “explorar o mundo” é que isso pode lhe capacitar no sentido de conhecer técnicas pouco exploradas em seu mercado de atuação. Imagine aprender uma ferramenta de marketing digital com um instrutor da Alemanha, que poucos conheçam no Brasil. Isso pode se tornar um diferencial importante na busca por novas oportunidades de emprego.

4. Defina sua rotina de estudos

É evidente que, ao adotar o ensino online, além das vantagens já ditas, é possível escolher o horário mais adequado para estudar. Há pessoas que aprendem melhor à noite, enquanto outras preferem estudar pela manhã. E esse é o grande benefício dessa modalidade de ensino: estudar quando você quiser.

Neste sentido, a grande vantagem dos cursos online é que eles permitem que o estudante flexibilize a sua rotina, definindo horários e frequência das aulas, além de intensificar os estudos quando tiver dúvidas ou assistir várias vezes às aulas que precisar.

5. Escolha o melhor ambiente

Geralmente as pessoas estudam em casa, mas esquecem de adequar os ambientes para obter o melhor resultado com o ensino. Por isso, a dica é escolher um local na casa em que você se sinta mais à vontade. Pode ser no quarto, na cama ou em uma mesa, como também pode ser na varanda ou na sala de jantar.

Ao escolher o cômodo, certifique-se que a conexão à Internet está boa, para que não haja pausas durante as vídeo-aulas; veja se a iluminação está de acordo para assistir as aulas e não danificar a visão; atente-se à ergonomia, escolhendo uma cadeira adequada ou uma posição confortável para evitar problemas de saúde, como dores nas costas.

6. Concentre-se

Apesar de poder assistir às aulas a qualquer momento, os alunos devem sempre se concentrar. Por isso, a orientação é desligar todos os dispositivos eletrônicos e evitar as distrações – como a TV ligada ou as mensagens que não param de chegar no celular. Peça aos familiares e amigos que respeitem seus horários de estudos e dê o máximo de foco ao curso.

7. Não se acanhe, pergunte

Nessa modalidade, um problema bastante recorrente é o aluno se envergonhar de eventualmente procurar o professor para esclarecer as dúvidas sobre o conteúdo lecionado. Por isso, não se sinta mal e abuse do contato pelos canais oferecidos, como e-mails ou chats, para tirar todas as dúvidas e aproveitar ao máximo tudo que for ensinado nas vídeo-aulas.

8. Mas e o networking?

Um ponto muito debatido do ensino à distância é a ausência do networking, mas isso não é um problema quando se aprende online, 100% conectado à Internet. Enquanto o ensino presencial permite o relacionamento com outros estudantes da mesma instituição – com interações quase sempre em português, por exemplo, o ensino online quebra barreiras e proporciona a troca de experiência com profissionais do mundo inteiro.

Ao acessar aulas online, você entra em um universo muito maior e pode se conectar com diferentes linhas de raciocínio e conhecer diversas técnicas, tudo sem sair do seu quarto e com a possibilidade de ampliar, ainda mais, o conhecimento obtido nas salas de aula virtuais.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/8-dicas-para-se-organizar-e-estudar-online/121857/

06fev/19

Qual será o seu legado?

Conhecer o legado pessoal significa medir nosso impacto além do dinheiro, emprego ou autoridade

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Ele era um executivo de alto nível em uma multinacional do ramo de alimentos, e sua coach fez um inquérito desafiador. Sua pergunta era: “qual será o seu legado?”.

É uma conversa que a Dra. Cherre Torok, uma coach executiva com clientela global, teve com todos os CEOs e presidentes com quem trabalha – “cerca de 90% do tempo”, disse-me.

Ela trabalha com executivos de alto nível, capazes de alterar o DNA de uma companhia. Mas qualquer um de nós, em qualquer nível, pode se fazer essa pergunta, não importa o tamanho da nossa esfera de influência.

Como me disse Dalai Lama quando eu estava escrevendo A force for good: the Dalai Lama’s vision for our world (sem edição em português), a ladainha das tragédias que escutamos com frequência todos os dias se resume a “ausência de ética”. E quando se trata de nosso legado pessoal, é o nosso senso de significado e propósito que forma não apenas nosso valor e como nos comportamos, mas também o que vamos deixar para trás.

Se uma criança de seis anos te perguntar o que você faz, sua resposta seria simples, porém autêntica. “Aquela ingenuidade é o que procuramos em qualquer nível”, diz Torok.

Para se manter em contato com seus princípios, ela sugere que você se pergunte uma série de questões. Você pode começar com uma resposta honesta para a seguinte pergunta: o que você diz corresponde ao que você acredita? Você age de acordo com seus valores?

Outra maneira de pensar sobre isso: o que você faz além da descrição do trabalho que demonstram esses valores? Conhecer o legado pessoal significa medir nosso impacto além do dinheiro, emprego ou autoridade.

Para um diálogo interno mais sistemático, considere as seguintes questões:

Por que? Qual é o senso de propósito, valores ou significado que te move?

O que? Dados o seu papel e recursos, como você poderia implementá-los?

Como? Você tem a inteligência emocional necessária para ser efetivo? Você está consciente de como suas palavras e sinais, como tom da voz, impactam as pessoas?

Quem? Quais interessados ou aliados você pode convencer ou mobilizar?

A última questão sempre ocorre com CEOs preocupados com seus próprios legados – e como mantê-lo depois que se forem. Quanto mais alto você subir na organização, maior a questão do legado. Isso por uma razão: seu rastro de influência é maior. Conforme descoberta de Torok, com CEOs, a discussão geralmente se torna apenas sobre a companhia, mas é essencial saber como podem contribuir com o mundo em geral.

Quanto ao executivo do ramo de alimentos, o inquérito acerca do legado fez com que a companhia passasse a investir mais em pesquisa e desenvolvimento para que os alimentos produzidos fossem mais saudáveis. E também outra contribuição para o DNA da companhia: a despeito do corte de custos, ele encontrou maneiras de cobrir o déficit sem demitir as pessoas.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/qual-sera-o-seu-legado/108521/

02fev/19

As principais competências mentais a serem desenvolvidas

Vivemos algumas crises de valores em várias esferas da sociedade. Diante disso, que competências desenvolver na escola e na empresa? Howard Gardner nos dá esta resposta

Howard Gardner é internacionalmente conhecido pela sua Teoria das Inteligências Múltiplas. No entanto, uma das consequências do seu estudo relaciona-se ao âmbito mais geral: política e relacionamento humano.

Umas das leituras mais interessantes, dos últimos tempos, para mim é o livro As cinco mentes para o futuro, que enfoca as cinco habilidades cognitivas que todos devem dominar, além de sua importância na sociedade em que vivemos e como podemos fazer para desenvolver essas habilidades.

Vivemos em um mundo cheio de novas necessidades e novos paradigmas, onde as palavras de ordem mudaram (e vêm mudando!) com uma velocidade vertiginosa. Crowdsourcing, colaboração, inovação aberta, cultura digital, mídias sociais, internet das coisas, compartilhamento e livre acesso são apenas alguns termos que modelam a sociedade moderna. E, nesse aspecto, necessitamos de novas ferramentas cognitivas.

Citarei e caracterizarei o que Gardner cita em seu livro, com o objetivo, para quem ainda não o leu, de despertar a curiosidade e descobrir a riqueza de informações propostas por esse autor.

1. MENTE DISCIPLINADA

Você consegue iniciar um projeto e manter o ritmo de trabalho melhorando-o sempre que necessário?

Vivemos em uma sociedade onde o imediatismo predomina e, diante de projetos em que desejamos resultados favoráveis, entender todo o processo em detrimento dos extremos se torna uma necessidade essencial.

Cada projeto deve ser desenvolvido dentro de um arcabouço de informações que contemplam as maneiras mais importantes do pensamento que os seres humanos vêm desenvolvendo nos últimos anos: pensar matematicamente, artisticamente, cientificamente e historicamente. A informação é resultado de um todo complexo – assim, precisa ser analisada de forma muito cuidadosa em cada processo, em cada projeto, em cada situação…

Disciplina é algo que pode ser desenvolvido e, diante do exposto, para quem precisa de resultados pessoais ou profissionais, precisa desenvolver-se com certa urgência.

A disciplina está relacionada, diretamente, à persistência e à resiliência. Apenas um alerta: persistência e teimosia são coisas bem diferentes!

2. MENTE SINTETIZADORA

Todos nós vivemos sobrecarregados de informações! A todo instante, milhares de informações nos chegam com os mais variados níveis de importância. Desde informações sem sentido algum até aquelas que podem nos tornar pessoas melhores.

Dessa forma, devemos decidir no que prestar atenção e o que ignorar, desenvolvendo critérios para fazer essa seleção. Quais os seus objetivos? Qual o seu projeto? Qual o seu foco naquele momento? Qual o seu plano de curto, médio e longo prazo?

Esse é um trabalho que requer habilidade e precisa de treinamento contínuo. Nem toda síntese é boa. Ela deve ser julgada pela nossa razão ou, de outra forma, por alguém que seja nosso mentor, professor… Esse processo, uma vez desenvolvido, pode se tornar uma ferramenta poderosa no que diz respeito à escolha do que nos é primordial em detrimento do que é secundário ou até irrelevante.

Após a seleção, é necessário organizar logicamente esse material no cérebro para que não seja esquecido e dar sentido (significado) para que essa informação possa ser útil pra si mesmo e para o grupo do qual faça parte. Lembre-se que um dos verbos da modernidade é “compartilhar”.

3. MENTE CRIADORA

Uma das expressões mais faladas hoje é “Pensar fora da caixa!”. Mas a grande questão inicial é: você tem uma caixa?

Antes de criar, é necessário conhecer a si mesmo para que, a partir do momento em que buscar a exploração do desconhecido, saiba de onde está partindo, com o intuito de saber por qual trilha pretende caminhar.

O processo de criação requer ousadia e, fundamentalmente, perguntar coisas novas para si mesmo e para o mundo e, dessa forma, propor soluções criativas. Nesse aspecto, é necessário ver algo sobre a Teoria das Inteligências Múltiplas, do mesmo autor.

Não é uma tarefa simples, mas posso assegurar que é uma tarefa que nos leva por caminhos extraordinários.

4. MENTE RESPEITOSA

Acho que não é novidade alguma o fato de comentar aqui que as pessoas são diferentes umas das outras. O problema é que ultimamente vemos, nos noticiários e similares, notícias de pessoas que desrespeitam, de forma cruel e até letal, o direito que outras pessoas têm de ser elas mesmas.

Precisamos respeitar a diversidade de pessoas. Em épocas de compartilhamento e inteligência global, é extremamente arcaica a não compreensão dos gostos e dos anseios das outras pessoas. Sendo assim, têm que se constituir como esforços de todas as áreas (músicas, artes, esportes…) a união e o respeito aos grupos.

5. MENTE ÉTICA

O que você entende por Ética? Devemos ver nossos conceitos e avaliar, diante de um todo tão complexo, o que significa ser ético em nossa sociedade. Ética exige abstração e análise da realidade sob um ponto de vista global.

Pense em si mesmo como cidadão e como profissional. Você acha que está sendo ético em suas atitudes? E quanto aos seus descendentes? Qual a coisa certa a fazer como profissionais e como cidadãos? E estou falando em fazer a coisa certa mesmo quando você acredita que está sozinho.

Somos todos cidadãos do planeta que está em constante evolução. E nós estamos no meio de um processo evolutivo do qual não podemos fugir.

Diante do exposto, gostaria apenas de ratificar a indicação da leitura do livro que, diante da sociedade em que estamos inseridos, é uma leitura essencial.

Forte e fraterno abraço.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/as-principais-competencias-mentais-a-serem-desenvolvidas/93028/

01fev/19

7 maneiras para aumentar sua criatividade

Pablo Picasso dizia que “todas as crianças nascem artistas, mas a dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem”. Porque perdemos a criatividade com tempo?

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Pablo Picasso dizia que “todas as crianças nascem artistas, mas a dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem”. Todos nós queremos ser mais criativos, ter a capacidade de inovar e criar soluções mais inteligentes para os problemas e dificuldades que encontramos em nossas vidas, seja na área pessoal ou profissional.

Porque perdemos a criatividade com tempo? Segundo pesquisa realizada por dois professores nos Estados Unidos, George Land e Beth Jarman, em 1968, nosso modelo de ensino e nossas organizações nos fazem perder a criatividade com o tempo, principalmente quando somos expostos às regras e padrões que não nos permitem pensar ou agir de forma diferente.

No estudo, eles analisaram mais de 1.600 crianças aos 5, 10, e, depois, aos 15 anos de idade. Também foram avaliados mais de 200.000 adultos, com idade superior a 25 anos, onde foi aplicado o mesmo teste que a NASA utiliza para contratar novos engenheiros. O objetivo era avaliar a habilidade das crianças e adultos em pensar divergentemente.

Entre as crianças com 5 anos de idade, 98% do grupo apresentava alta capacidade criativa. Quando aos 10 anos de idade, 30% do grupo apresentou alta capacidade criativa. Aos 15 anos de idade, apenas 12% do grupo continuou apresentando alta capacidade criativa. O teste foi aplicado em mais de 200.000 adultos, que para surpresa dos pesquisadores, apenas 2% apresentaram alta capacidade criativa.

Isso nos mostra que, quando nos tornamos adultos e somos obrigados a seguir as normas, regras e processos impostos pela sociedade, família e organizações, temos uma tendência a diminuir nosso potencial criativo. O que fazer para aumentar nossa criatividade? Apresento 7 maneiras que pode ajudar você a ser mais criativo em todas as área da sua vida.

1. Seja “desvio padrão”
Convido você a enxergar e fazer as coisas de uma forma diferente do que está acostumado a fazer. É literalmente sair da sua zona de conforto e mudar constantemente seu MindSet. Os americanos usam o termo Mindset para representar o modo dominante como vemos, compreendemos e julgamos as coisas à nossa volta, o que por sua vez norteia os nossos padrões de comportamentos e nossas atitudes. Profissionais “Desvio Padrão” não seguem a boiada e estão sempre dispostos a aprender e inovar em tudo que fazem.

2. Consumir conteúdo
Hoje em dia, temos uma infinidade de conteúdo disponível. Leia e aprenda coisas que não estão relacionadas com sua área de trabalho ou com leituras que já está acostumado a fazer. Consuma vídeos, artigos, podcast, audiobooks, livros, documentários e palestras. Quero recomendar uma excelente palestra do professor Ken Robinson, “As Escolas Matam a Criatividade?”. Você pode assistir no TED Talk.

3. Mudar seu ambiente
Talvez, para que haja uma mudança de comportamento, primeiro temos que mudar nosso ambiente. Sugiro que você conheça novas pessoas, diferentes culturas, com pensamentos divergentes do seu. A mudança de ambiente nos faz enxergar o mundo de outra maneira e também evoluir como pessoa. Permita-se ir por outros caminhos, mas sem julgamentos.

4. Ficar offline
Desconecte-se das suas redes sociais e internet. Neste momento, não faça nada e aprenda a usar o ócio criativo. Permita-se por alguns instantes ficar sem fazer nada, de certa forma, desconectado do mundo, olhando apenas para dentro de si mesmo.

5. Tenha um propósito
Parece clichê, mas uma vida com propósito nos torna mais feliz e isso aumenta nossa criatividade naturalmente. Costumo dizer que há dois momentos importantes em nossa vida. O primeiro, quando você nasce, o segundo quando você descobre o porquê está aqui. Neste momento, convido você a parar e pensar por alguns minutos: qual é o seu propósito de vida?

6. Amar o que faz
Eu sou extremamente apaixonado pelo que faço e posso afirmar com convicção que isso nos torna muito mais criativos e inovadores. Segundo pesquisa, se estamos feliz no trabalho, feliz com aquilo que fazemos, conseguimos aumentar nossa produtividade em cerca de 30% e aumentar nossa capacidade criativa em mais de 301%. Sendo assim, aprenda a amar o que você faz e terá resultados extraordinários.

7. Desenvolver o autoconhecimento
Eu coloquei autoconhecimento como a sétima maneira de aumentar a criatividade, mas sugiro comece através desta, pois é um dos pilares mais importantes para o sucesso profissional. Sempre falo em minhas aulas da importância de olharmos para dentro de nós, reconhecer nossas fraquezas e procurar melhorar e evoluir constantemente. Na mesma medida que trabalha seus pontos fracos, deve potencializar seus pontos fortes, de acordo com seus objetivos.

Todo processo de Coaching que faço com meus clientes começa através da identificação do perfil comportamental. Desta forma, conseguimos enxergar quais os padrões de comportamento mais tendenciosos que temos e o que fazer para minimizar e sermos mais assertivos. O autoconhecimento nos ajuda a enxergar quem somos na essência e o que devemos fazer para evoluir como seres humanos, afinal de contas, somos nossos principais sabotares. Me lembro de uma frase citada por Buda: “Nem seus piores inimigos podem de causar tanto dano como teus próprios pensamentos”. Permita-se conhecer a ti mesmo e terá o melhor desta terra.

Carlos Maciel é Design Thinkers e especialista em Desenvolvimento Do Potencial Humano.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-maneiras-para-aumentar-sua-criatividade/121130/

01fev/19

7 atitudes que você deveria levar para uma reunião

Para otimizar uma reunião, é preciso estar ciente de que ela deve ter um resultado concreto no final

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As reuniões são um momento de colaboração importante. Segundo o site 3M Meeting Network, cerca de 50% do tempo das reuniões é desperdiçado. Para otimizar, é preciso estar ciente que a discussão é mais do que uma conversa, é trabalho e, portanto, precisa ter um resultado concreto no final. A palavra-chave é produtividade. Para aproveitar melhor o tempo, a Plantronics identificou 7 atitudes positivas que devem ser assumidas em qualquer tipo de reunião – seja de negócios, informal, escolar. Aprenda:

Seja Construtivo – No vocabulário das pessoas construtivas não existe a palavra “mas”, elas preferem usar “e”. “Ótima ideia! E se a gente agora pegasse isso e…”. Os construtores, como são chamados, examinam, pensam e compartilham o conhecimento sempre pensando em agregar novas soluções e não em apenas criticar sem oferecer alternativas. Com isso em mente, a reunião se transforma em um encontro muito mais produtivo e participativo.

Seja brilhante – Ao contrário do que se possa imaginar, as pessoas brilhantes não contam com uma dose extra de talento – elas se esforçam e fazem o trabalho necessário de preparação e, mais ainda, sempre trazem à mesa contribuições práticas. “Eu tenho uma ideia interessante que gostaria de compartilhar com o grupo”. Mesmo que nem todas as ideias sejam acatadas, esse tipo de comportamento inspira os outros participantes a contribuir também.

Seja engraçado – Uma dose de humor no momento certo e sem dominar a conversa ajuda a energizar a reunião, geralmente quando isso é necessário. O bom humor também pode ajudar a trazer a conversa para os trilhos novamente, quando acontece a dispersão dos participantes ou discussões infrutíferas.

Seja pontual – No geral, as reuniões tem hora para começar e terminar. É importante lembrar (de maneira agradável) aos participantes que o tempo disponível é limitado e que, por isso, é fundamental se ater à agenda. “Eu sei que a gente tem pouco tempo e muito a discutir…”.

Seja voluntário – Esta é a pessoa que sempre está disposta a tomar a dianteira e agir ou a se manifestar quando ninguém mais quer. Em muitas reuniões é necessário que alguém se posicione primeiro para que os outros se sintam a vontade para opinarem. “Pode deixar essa atividade comigo”.

Seja criativo – É necessário um talento especial para demonstrar o que está sendo dito de uma forma que todos possam entender. Esse tipo de personalidade, apelidada de “Da Vinci”, realiza esboços no quadro que podem ser inestimáveis para focalizar a discussão e levar o assunto adiante. Em reuniões virtuais, é
claro, eles precisam de suporte de vídeo. O principal é que contam com a criatividade para exemplificar e se fazerem entendidos por todos, nem que para isso seja preciso, efetivamente, desenhar.

Seja bom de bola – Esse perfil sabe como pegar a bola e correr com ela. Craques das equipes, têm um olhar apurado para o que está acontecendo na reunião, sabem exatamente quando contribuir e assim mantêm a conversa direcionada à meta. De fato, contam com um pensamento estratégico e em grupo, sabem identificar uma boa oportunidade e, principalmente, levá-la adiante. Muitas boas ideias são desperdiçadas porque nenhum participante arrisca a tomar à dianteira e colocá-la em prática.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/7-atitudes-que-voce-deveria-levar-para-uma-reuniao/121866/

17jan/19

Mercado de Trabalho valoriza profissionais com Pós Graduação

Se você deseja se qualificar para conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, veja a pós-graduação como um investimento seguro

O mundo evolui rápido, com novas técnicas e informações, e tecnologias que se reinventam a cada momento. Nas organizações, isso não é diferente. É uma evolução que precisa ser acompanhada pelo profissional, que deve se manter atualizado e informado. E em tempos de recessão econômica e processos seletivos cada vez mais concorridos, é nesse cenário que contar com uma boa pós-graduação em sua formação faz a diferença.

A valorização que o mercado de trabalho dá a profissionais com pós-graduação começa cedo. Segundo estudo da consultoria de carreira Produtive, recrutadores gastam em média apenas doze segundos na primeira triagem dos currículos em um processo seletivo. Por isso, é preciso se destacar desde o início, e um curso de pós-graduação em uma instituição renomada pode garantir a atenção do recrutador e destacar o seu currículo em meio a todos os outros.

A pós-graduação é valorizada porque, com ela, você pode desenvolver habilidades como análise crítica de problemas, ficar par de novas de novas ferramentas e metodologias e ainda expandir sua rede de contatos. Habilidades que representam um verdadeiro diferencial competitivo. Uma formação em uma pós como o PÓS ADM da FGV, por exemplo, robusta em gestão, proporciona um intercâmbio entre conhecimento e experiência prática, e isso demonstra para o mercado que você tem conhecimentos específicos relevantes.

Por isso, se você deseja se qualificar para conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, veja a pós-graduação como um investimento seguro. Na hora de escolher o curso, reflita sobre qual é o mais adequado para você e quais habilidades você deseja adquirir. E, claro, não deixe de conhecer o PÓS ADM DA FGV.