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06ago/18

Sinais de que você é bem sucedido (mesmo que não pareça)

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente podemos mais que isso

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Se você é ambicioso, está sujeito a se sentir fracassado vez ou outra. Metas elevadas levam a momentos inevitáveis em que você ainda não está suprindo suas expectativas.

Vivemos em um mundo que reforça esse sentimento. Mesmo que a maioria das pessoas não admita – exceto o cara com o adesivo de carro “aquele que tem mais é o vencedor” -, no fundo, igualamos possessões materiais com o sucesso.

É uma pena estarmos presos ao pensamento materialista porque certamente somos melhores que isso. Um estudo feito pela Strayer University descobriu que 90% dos americanos acreditam que a felicidade é um indicador maior de sucesso do que o poder, posses ou prestígio. Indo mais a fundo, 67% definiram sucesso como “relações boas com amigos e família”, e 60% disseram que é amar o que você faz da vida. Apenas 20% afirmaram que riqueza monetária determinava o sucesso.

Mas dizer e fazer são duas coisas muito diferentes…

Quando o assunto é sucesso, nossos olhos frequentemente nos desviam do foco. É difícil não achar que as pessoas de mais sucesso são aquelas com as maiores casas, os carros mais caros e os amigos mais influentes. Independente do que você alcance, sempre haverá alguém com mais e isso pode fazer parecer que você está perdendo. O problema não é você ter pouca coisa; é acreditar que as coisas levam ao verdadeiro sucesso.

O sucesso verdadeiro tem a ver com quem você é e o quão longe você já chegou. Se você alguma vez se preocupar por não ter tanto sucesso o quanto deveria ter, pode ser que esteja se avaliando a partir dos critérios errados. Às vezes você só precisa de um lembrete do que você realmente já conquistou na vida. Os indicadores de sucesso a seguir irão lhe ajudar a fazer exatamente isso.

Você não se vê como o centro do universo. Todos nós conhecemos pessoas “de sucesso” que agem como se fossem o centro do universo. É o mundo delas e o resto de nós simplesmente vivemos nele… certo? Isso não é sucesso. O sucesso verdadeiro requer a habilidade de sentir empatia – de perceber que os sentimentos e sonhos das outras pessoas são tão importantes quanto os seus, e que não podemos ter sucesso sem eles.

Você se mantém positivo. Esperança e otimismo são componentes essenciais para uma vida feliz. Se você vive se baseando nas coisas que dão errado, ficará angustiado e ressentido. Quando isso acontece, você fracassa – independente do que tenha conquistado. O sucesso verdadeiro significa sempre ver o lado positivo e acreditar que você tem o poder de transformar até as piores situações em situações melhores.

Você sabe que o fracasso não é para sempre. Você sabe que aquelas pessoas que nunca fracassam são aquelas que nunca tentam. Se você fracassa, não supõe automaticamente que é um fracasso. Em vez disso, você acolhe cada fracasso como uma oportunidade de aprender algo – e então segue em frente. Se você ainda tem dificuldades com isso às vezes, saiba que você nunca irá vivenciar o pleno sucesso até que aprenda a acolher o fracasso. Seus erros pavimentam o caminho para seu sucesso pois revelam que você está no caminho errado. Os maiores progressos geralmente acontecem quando você está se sentindo muito frustrado e empacado. É essa frustração que força você a pensar diferente, a olhar para além do convencional e ver a solução que você precisava.

Você mantém as coisas sob perspectiva. Coisas ruins acontecem de vez em quando, faz parte da vida. Para a maioria de nós, entretanto, nosso pior dia seria uma viagem de férias para pessoas que têm problemas reais – como não ter o que comer ou tentar sobreviver uma guerra civil. Travar seu carro com as chaves dentro – ou até não conseguir uma promoção – não são tão ruins quando você começa a desenvolver perspectiva. Se você dominou a habilidade de manter seus problemas em perspectiva, coloque isso como um enorme sucesso.

Você pede ajuda quando você precisa. Recusar-se a pedir ajuda, mesmo que você esteja com muitas dificuldades, é um sinal de imaturidade emocional. Pedir ajuda significa que você não sente mais a necessidade de se provar sendo perfeito. Isso mostra que você não tem mais medo de pessoas descobrirem suas fraquezas e também que você entende que ninguém tem sucesso sozinho.

Você percebe que a vida não é um jogo de soma zero. E tampouco é uma gangorra. Só porque alguém alcança o sucesso não significa que você sofre uma perda em proporção igual. Você apenas não ganhou naquele exato momento. Um sinal certo de sucesso é a habilidade de celebrar as conquistas das outras pessoas com sincero entusiasmo.

Você é capaz de diferenciar drama e entusiasmo. Você lembra dos dias que relacionamentos estáveis eram chatos e você rapidamente se cansava de alguém que tratava você como deveria? Se esse tipo de “drama” é algo do passado, parabéns. Se você prefere estabilidade e profundidade do que drama, você está tendo sucesso.

Você não se importa mais com o que as outras pessoas pensam. Você só se preocupa com o que as outras pessoas falam quando você sente que ainda precisa provar algo. Por outro lado, você sabe que “conseguiu” quando você não se importa mais com isso – quando você é sincero consigo e com seus princípios e está satisfeito com sua vida. Você sabe que conseguiu quando entende que as opiniões das outras pessoas são apenas isso – opiniões. Não possuem nenhum efeito na realidade. Elas não mudam quem ou o que você é.

Você aceita o que não pode mudar e muda o que pode. Existe uma diferença entre pessimismo e viabilidade. Se um furacão está vindo em sua direção, não há nada que você possa fazer para impedí-lo. Mas quando você aceita que tem um furacão vindo, consegue começar a agir para mitigar os efeitos. Se sua empresa encolhe e você é cortado, cada momento que você passa em negação apenas atrasa o que quer que esteja no seu horizonte. Você tem a capacidade de seguir em frente quando começa a explorar suas opções e fazer planos para mudar o que você pode. Responsabilizar-se por mudar coisas que você não gosta em sua vida é um dos maiores indicadores de sucesso.

Compreendendo tudo

Não há sentido em se sentir um fracasso apenas porque você achava que deveria ter um emprego melhor, uma casa maior ou um carro mais legal. O sucesso verdadeiro vem de dentro e é completamente independente da circunstância.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/sinais-de-que-voce-e-bem-sucedido-mesmo-que-nao-pareca/95798/

03ago/18

As principais competências mentais a serem desenvolvidas

Vivemos algumas crises de valores em várias esferas da sociedade. Diante disso, que competências desenvolver na escola e na empresa? Howard Gardner nos dá esta resposta

Howard Gardner é internacionalmente conhecido pela sua Teoria das Inteligências Múltiplas. No entanto, uma das consequências do seu estudo relaciona-se ao âmbito mais geral: política e relacionamento humano.

Umas das leituras mais interessantes, dos últimos tempos, para mim é o livro As cinco mentes para o futuro, que enfoca as cinco habilidades cognitivas que todos devem dominar, além de sua importância na sociedade em que vivemos e como podemos fazer para desenvolver essas habilidades.

Vivemos em um mundo cheio de novas necessidades e novos paradigmas, onde as palavras de ordem mudaram (e vêm mudando!) com uma velocidade vertiginosa. Crowdsourcing, colaboração, inovação aberta, cultura digital, mídias sociais, internet das coisas, compartilhamento e livre acesso são apenas alguns termos que modelam a sociedade moderna. E, nesse aspecto, necessitamos de novas ferramentas cognitivas.

Citarei e caracterizarei o que Gardner cita em seu livro, com o objetivo, para quem ainda não o leu, de despertar a curiosidade e descobrir a riqueza de informações propostas por esse autor.

1. MENTE DISCIPLINADA

Você consegue iniciar um projeto e manter o ritmo de trabalho melhorando-o sempre que necessário?

Vivemos em uma sociedade onde o imediatismo predomina e, diante de projetos em que desejamos resultados favoráveis, entender todo o processo em detrimento dos extremos se torna uma necessidade essencial.

Cada projeto deve ser desenvolvido dentro de um arcabouço de informações que contemplam as maneiras mais importantes do pensamento que os seres humanos vêm desenvolvendo nos últimos anos: pensar matematicamente, artisticamente, cientificamente e historicamente. A informação é resultado de um todo complexo – assim, precisa ser analisada de forma muito cuidadosa em cada processo, em cada projeto, em cada situação…

Disciplina é algo que pode ser desenvolvido e, diante do exposto, para quem precisa de resultados pessoais ou profissionais, precisa desenvolver-se com certa urgência.

A disciplina está relacionada, diretamente, à persistência e à resiliência. Apenas um alerta: persistência e teimosia são coisas bem diferentes!

2. MENTE SINTETIZADORA

Todos nós vivemos sobrecarregados de informações! A todo instante, milhares de informações nos chegam com os mais variados níveis de importância. Desde informações sem sentido algum até aquelas que podem nos tornar pessoas melhores.

Dessa forma, devemos decidir no que prestar atenção e o que ignorar, desenvolvendo critérios para fazer essa seleção. Quais os seus objetivos? Qual o seu projeto? Qual o seu foco naquele momento? Qual o seu plano de curto, médio e longo prazo?

Esse é um trabalho que requer habilidade e precisa de treinamento contínuo. Nem toda síntese é boa. Ela deve ser julgada pela nossa razão ou, de outra forma, por alguém que seja nosso mentor, professor… Esse processo, uma vez desenvolvido, pode se tornar uma ferramenta poderosa no que diz respeito à escolha do que nos é primordial em detrimento do que é secundário ou até irrelevante.

Após a seleção, é necessário organizar logicamente esse material no cérebro para que não seja esquecido e dar sentido (significado) para que essa informação possa ser útil pra si mesmo e para o grupo do qual faça parte. Lembre-se que um dos verbos da modernidade é “compartilhar”.

3. MENTE CRIADORA

Uma das expressões mais faladas hoje é “Pensar fora da caixa!”. Mas a grande questão inicial é: você tem uma caixa?

Antes de criar, é necessário conhecer a si mesmo para que, a partir do momento em que buscar a exploração do desconhecido, saiba de onde está partindo, com o intuito de saber por qual trilha pretende caminhar.

O processo de criação requer ousadia e, fundamentalmente, perguntar coisas novas para si mesmo e para o mundo e, dessa forma, propor soluções criativas. Nesse aspecto, é necessário ver algo sobre a Teoria das Inteligências Múltiplas, do mesmo autor.

Não é uma tarefa simples, mas posso assegurar que é uma tarefa que nos leva por caminhos extraordinários.

4. MENTE RESPEITOSA

Acho que não é novidade alguma o fato de comentar aqui que as pessoas são diferentes umas das outras. O problema é que ultimamente vemos, nos noticiários e similares, notícias de pessoas que desrespeitam, de forma cruel e até letal, o direito que outras pessoas têm de ser elas mesmas.

Precisamos respeitar a diversidade de pessoas. Em épocas de compartilhamento e inteligência global, é extremamente arcaica a não compreensão dos gostos e dos anseios das outras pessoas. Sendo assim, têm que se constituir como esforços de todas as áreas (músicas, artes, esportes…) a união e o respeito aos grupos.

5. MENTE ÉTICA

O que você entende por Ética? Devemos ver nossos conceitos e avaliar, diante de um todo tão complexo, o que significa ser ético em nossa sociedade. Ética exige abstração e análise da realidade sob um ponto de vista global.

Pense em si mesmo como cidadão e como profissional. Você acha que está sendo ético em suas atitudes? E quanto aos seus descendentes? Qual a coisa certa a fazer como profissionais e como cidadãos? E estou falando em fazer a coisa certa mesmo quando você acredita que está sozinho.

Somos todos cidadãos do planeta que está em constante evolução. E nós estamos no meio de um processo evolutivo do qual não podemos fugir.

Diante do exposto, gostaria apenas de ratificar a indicação da leitura do livro que, diante da sociedade em que estamos inseridos, é uma leitura essencial.

Forte e fraterno abraço.

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/as-principais-competencias-mentais-a-serem-desenvolvidas/93028/

02ago/18

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”

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Cena do filme Invictus, em que o ator Matt Damon interpreta o jogador de rugby François Pienaar

Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo.

Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que – como elogios – doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.

Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.

Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: “Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe”.

Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.

Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito – mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.

Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.

Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.

A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional.

Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).

fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/como-uma-equipe-e-contagiada-pelas-emocoes-de-seu-lider/81051/

05jun/18

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir

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Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do “habitual”.

Sonhos e decepções

Desde criança somos condicionados a imaginar “o que queremos ser quando crescer”. Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ao longo do caminho. E ganhando frustrações. É uma ciência exata. Independe se você deixou a faculdade para trabalhar, o outro trabalho para cuidar dos filhos e eles para podê-los dar o melhor. Como diria João Guimarães Rosa, “viver é difícil e perigoso”. E assim, os dias se multiplicam, e nem sempre temos carreiras, mas sim empregos, trabalhados que dão trabalho.

A ordem dos fatores

Dentre sonhos e frustrações. O mais comum é nos frustrarmos quando somos “levados” a realizar os sonhos “não realizados” de nossos pais, por exemplo. Quem nunca se deparou com uma situação assim? O mais importante é redescobrir-se, a cada insatisfação, analisar se possui as habilidades necessárias para exercício da profissão que escolheu e ser sincero ao perceber onde realmente você se encaixa, é crucial.

Pese sua vida. Se pergunte se você deixou de fazer ou ser certa coisa para construir outra e se isso valeu a pena. O trabalho vem depois e o dinheiro por último em suas questões. Melhor do que eu ou qualquer outro profissional te direcionar ou responder, é fazer você se questionar. A auto-análise é fundamental no processo de coaching, para o crescimento pessoal, que irá refletir em benefícios na profissão e demais pilares essenciais da nossa vida.

O resultado

Se indague. Na verdade, nem sempre responderemos a nós mesmos, mas pelo menos tomaremos ciência de nossas ações. Não trabalhar com o que ama, mas ter conquistado outras dádivas como a casa própria, matrimônio ou uma família pode ser convertido em uma espécie de “trabalho” que você deve amar. Se esforçar e estudar uma profissão que você ama e exercê-la, tem tudo pra dar certo. Mas se por circunstâncias, não der: redescubra-se e reinvente-se. Mais importante do que amar o que faz, é amar o que se conquista.

Se, por ventura, em algum momento você sentir que “não cabe mais” na carreira ou profissão escolhida, não hesite em inovar, em se redescobrir. Afinal, o ser humano evolui diariamente com as suas experiências e superações. As mudanças acontecem o tempo todo no mundo inteiro e nós não devemos nos manter imutável! Devemos, como cidadãos, acompanhar a globalização, sempre a favor do nosso crescimento. Consequentemente, isso refletirá em todas as áreas de nossa vida. Por dentro do assunto: Conheça 5 Dicas para redescobrir o seu potencial profissional. 

Aline Salvi — 37 anos, é Master Coach, formada em Direito, pós-graduada em Comunicação com o Mercado, Especialista em Programação Neuro Linguística (PNL), é Analista Comportamental, tem 37 anos, é casada e mãe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/trabalhar-com-o-que-ama-ou-com-o-que-da-dinheiro/125069/

05jun/18

Liberação de funcionário para assistir aos jogos da Copa não é obrigatória

Muitas empresas, entretanto, estão adotando horário especial nos dias dos jogos do Brasil

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De acordo com o professor de direito do trabalho da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Leandro Antunes, pela lei, as empresas não são obrigadas a liberarem os funcionários para assistirem aos jogos, mesmo que sejam da seleção brasileira.

“O que muitas companhias estão fazendo é adotar um horário especial nos dias dos jogos mais importantes, como o do Brasil, por exemplo, para que os funcionários possam acompanhar, mas diante a necessidade de compensação dessas horas”, explica.

Segundo ele, na empresa em que não tiver acordo, o empregado terá que trabalhar normalmente mesmo na hora das partidas do Brasil.

“Há casos em que os gestores podem abonar as horas não trabalhadas ou permitir uma compensação. A negociação é livre e vai de caso a caso. A nova legislação trabalhista permite essa flexibilização. Quando a negociação é feita diretamente com o patrão por meio de um acordo individual, a compensação das horas extras deve ser feita em no máximo de seis meses, mas se foi feita por meio de uma convenção coletiva, esse prazo passa para um ano”, explica.

Já nos casos em que a empresa permite que o funcionário assista aos jogos nas dependências do local de trabalho e não gastem tempo com deslocamentos, geralmente, a não é descontado esse tempo do empregado já que ele ficou à disposição das empresas.

“Nesse sentido, se acontecer algum imprevisto, o funcionário pode ser acionado para resolver o problema, mesmo na hora em que estiver assistindo à partida”, finaliza.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/liberacao-de-funcionario-para-assistir-aos-jogos-da-copa-nao-e-obrigatoria/125011/

05jun/18

Mestrado Profissional ou MBA Executivo: como escolher o melhor modelo de pós-graduação?

Conheça as diferenças entre os programas para decidir pelo lato ou stricto sensu com segurança

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Continuar estudando é uma opção cada vez mais recorrente tanto para formandos de graduação como para profissionais que já estão no mercado e querem aprofundar seus conhecimentos e fortalecer o currículo. A escolha entre um Master of Business Administration (MBA), lato sensu, ou um Mestrado Profissional, stricto sensu, nem sempre é fácil. A melhor dica é avaliar o momento profissional e o direcionamento que se busca para a carreira na hora de decidir, mas conhecer as diferenças entre os dois programas é essencial.

“Os alunos do MBA são motivados a trabalharem com casos e aplicações práticas, são instigados a explorar como fazer a gestão e tomar decisões. No Mestrado Profissional, estimulamos os alunos a aprofundarem os temas propostos com base em pesquisas empíricas, técnicas estatísticas e artigos acadêmicos”, diferencia Guy Cliquet do Amaral Filho, coordenador executivo da Pós-Graduação Lato Sensu do Insper.


Guy Cliquet Do Amaral Filho, coordenador executivo da Pós-Graduação Lato Sensu do Insper

Para alunos que buscam aprofundar seus conhecimentos com forte base analítica e conceitual em áreas específicas, a recomendação é o Mestrado Profissional. Os cursos têm foco analítico e aplicado, usa pesquisas empíricas, artigos acadêmicos e estatísticas e exigem dedicação de tempo além das aulas presenciais: cerca de 18 horas semanais. Para receber o título, o aluno deve produzir uma dissertação baseada em dados de pesquisa válida.

Ricardo Rodrigues, gerente sênior de Engenharia Logística, sempre quis conciliar o conhecimento técnico com o de estudos, buscando equilíbrio entre ambiente profissional e acadêmico. Como estava em busca de um aprendizado mais profundo e teórico, optou pela pós-graduação stricto sensu do Insper, concluindo o Mestrado Profissional em Administração (MPA).

“Com o curso ganhei uma visão sistêmica e organizacional. A possibilidade de escolher disciplinas de acordo com minha trajetória e momento profissional, além de me ajudar a resolver problemas do cotidiano da minha profissão, permitiu ainda uma conexão entre gerações, com uma rica troca de informações”, destaca Rodrigues.

No entanto, é importante lembrar que é preciso disciplina e disponibilidade de tempo para os que buscam trilhar o mesmo caminho. O programa tem carga horária de 747 horas, além das horas de dedicação de estudo fora das aulas presenciais.

“O MPA do Insper exige dedicação do aluno e requer horas semanais extras de estudo para que seja alcançado o objetivo de ter uma base acadêmica e analítica mais sólida e ele possa aplicar isso de forma prática no dia a dia profissional”, explica Silvio Laban Neto, coordenador dos cursos de MPA e diretor de Marketing e Conteúdo do Insper.


Silvio Laban Neto, coordenador dos cursos de MPA e diretor de Marketing e Conteúdo do Insper

Diferente de Rodrigues, a advogada Claudia Frankel Grosman, especialista em Gestão e Mediação de Conflitos, sentia falta de conceitos de Administração e Gestão de Negócios em seu perfil profissional. Foi isso que a motivou a buscar o MBA Executivo do Insper.

O MBA é indicado para quem já é gestor, com pelo menos cinco anos de experiência profissional, e busca visão estratégica e executiva de negócios. O curso tem um escopo amplo, com cases, aplicações práticas e estudos para tomada de decisão e exige doze horas de estudo semanais, além das aulas presenciais. Para concluí-lo, o aluno deve entregar um projeto aplicado.

Como Claudia tinha mais experiência na área de Humanas, precisou se dedicar mais às aulas que requeriam conhecimentos específicos na área de Exatas. “Ser minoria na área de atuação foi o mais desafiador para mim durante o curso. Mas entendo que profissionais como eu, da área de Humanas, trazem um olhar complementar aos executivos de Exatas e tornam o ambiente mais heterogêneo, promovendo diferentes insights e discussões mais ricas”, destaca. Hoje, ela faz parte do Conselho Alumni do Insper.

O Insper oferece cursos de MBA Executivo e Mestrado Profissional no período noturno, possibilitando ao profissional conciliar trabalho e escola.

Veja no quadro abaixo as principais diferenças entre o MBA e MPA do Insper.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/mestrado-profissional-ou-mba-executivo-como-escolher-o-melhor-modelo-de-pos-graduacao/124995/

05jun/18

Boa vontade não basta é preciso saber liderar uma iniciativa social

Não basta boa vontade para viabilizar projetos sociais, é preciso desenvolvimento de competências e habilidades para lidar com os negócios

É comum vermos muitas OSC’s – Organizações da sociedade Civil ou ONG’s – Organizações não governamentais, com propósitos excelentes e com foco bastante claro no que se refere à contribuição social. Do outro lado, também vejo que há muito para evoluir quando a questão é planejamento e gerenciamento, pois parecem desafios diferentes de outras organizações com fins lucrativos, mas não são.

Podemos observar que de qualquer forma muitas OSC’s e ONG’s precisam que suas lideranças se desenvolvam nos quesitos de gestão, que identifiquem a eficácia da sua organização. Além da gestão, a liderança social precisa de muitas das competências de líderes atuantes no meio organizacional, e até mais, por se tratar de lideranças com colaboradores diretos e às vezes voluntários, que podemos considerar colaboradores indiretos, já que não respondem todo o tempo para estes líderes.

Quando se fala de resultados, as OSC’s e ONG’s imaginam apenas o impacto que causam na sociedade, mas devem também incluir na sua agenda a forma de captação de recursos financeiros, pois são essenciais para tornar o negócio sustentável de tal modo que possam ajudar com precisão a quem necessita, causando um maior e melhor impacto na sociedade.

Não basta boa vontade para viabilizar projetos sociais, é preciso desenvolvimento de competências e habilidades para lidar com os negócios.

Celso Braga é sócio-diretor do Grupo Bridge, Psicológo e Mestre em Educação, pós-graduado em Psicodrama Sócio Educacional e possui 25 anos de experiência em desenvolvimento humano e projetos de conexões entre projetos educacionais e inovação.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/boa-vontade-nao-basta-e-preciso-saber-liderar-uma-iniciativa-social/124964/25

05jun/18

Em um mundo de desconfianças, quanto vale algo em que se pode acreditar?

A Filosofia de Gestão transforma a felicidade das pessoas em uma vantagem competitiva

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O executivo e escritor Márcio Fernandes, ex-CEO da Elektro, anunciou que pela primeira vez realizará um curso completo para certificação em Filosofia de Gestão. Criado e implantado sob seu comando, este conjunto de práticas se tornou um dos mais eficientes e admirados da América Latina e inspirou o bestseller “Felicidade dá lucro” (2015).

Sob seu comando, a distribuidora de energia adotou práticas que priorizavam a humanização dos processos e a satisfação de seus quase 4 mil colaboradores como uma ferramenta de aumento de produtividade. O resultado foi registrado como recorde de rentabilidade e qualidade dos serviços.

“Para isso acontecer, é importante que você acredite nas pessoas em todos os momentos e de todas as formas”, afirma Fernandes, que foi eleito o líder mais admirado do Brasil pela revista Você/SA, em 2016 e, em 2014, com a votação recorde de 98,3%, foi nomeado “Executivo de Valor” pelo Jornal Valor Econômico, em 2016, e obteve 100% da confiança de quase 4 mil colaboradores de acordo com a pesquisa GPTW em 2017. Durante sua gestão, a Elektro ganhou seis Great Places to Work de melhor lugar para trabalhar no Brasil e dois na América Latina.

Atendendo a pedidos, o executivo se uniu com a empresa Thutor para criar o Filosofia de Gestão na Prática, um evento de 2 dias -29 e 30 de outubro -, com certificação, que será realizado em Campinas, SP.

O curso inclui capacitação expositiva, interativa, em módulos temáticos de 4 horas com material didático e aplicação de dinâmicas. Após o curso, o participante poderá realizar uma prova on-line para obter o selo Profissional FG.

“O selo comprova que o profissional conhece as práticas para aplicar e compartilhar a Filosofia de Gestão com outras pessoas e empresas”, diz Fernandes. “A felicidade não pode ser medida. Mas os resultados que ela gera, sim”, completa, lembrando que essas práticas podem aumentar a rentabilidade de uma empresa em até 30%.

Os interessados em participar da certificação em Filosofia de Gestão na Prática com Márcio Fernandes devem se inscrever no site thutor.com/fgnapratica.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/em-um-mundo-de-desconfiancas-quanto-vale-algo-em-que-se-pode-acreditar/125135/

05jun/18

Papo de empreendedor: 5 conselhos de um para o outro

A realidade é que não existe fórmula mágica para ter um negócio de sucesso e cada um inventa seus caminhos, mas algumas dores são comuns a todos e juntos podemos minimizá-las

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Já faz um tempo que a palavra empreendedorismo não sai da boca do brasileiro. Ser ou não ser, eis a questão! O fato é que o Brasil é um país onde o empreendedorismo pulsa na veia, uma vez que, segundo a UnitFour, o número de empresas abertas em 2016 cresceu 20% em relação ao ano anterior.

Seja por necessidade ou por vontade própria, empreender é uma árdua caminhada e exige muita dedicação. Aos olhos de quem está de fora é bacana, rentável e sinônimo destatus, mas visto de dentro, todo empreendedor sente na pele o real custo de ter o próprio negócio.

Nem uma vida inteira é capaz de nos ensinar tudo o que precisamos para superar as barreiras, adversidades e medos. Cada dia aprendemos um pouco mais e buscamos errar um pouco menos. Se eu pudesse dar alguns conselhos aos meus colegas empreendedores, seriam:

· Divulgação é fundamental: vender o próprio peixe nunca foi tão importante, portanto use todos os canais que estiverem ao seu alcance para divulgar sua marca, seus serviços e sua expertise. Esteja fortemente ativo nas redes sociais, tenha um blog e alimente-o com informação relevante, busque espaço nas revistas, jornais e rádios, faça parcerias com influenciadores do seu meio.

· Você é sua empresa e sua empresa é você: queira ou não, a partir da decisão de empreender, o seu negócio fará parte de quem você é e não há como separar. Além de promover sua empresa, também use do seu marketing pessoal, afinal, você é o cérebro e máquina central do negócio. Esteja sempre orquestrado com os objetivos da sua marca para que você consiga alcançar as metas traçadas.

· Networking é tudo: independentemente da área de atuação, ter uma rede de contatos é fundamental para o crescimento do negócio, uma vez que esse relacionamento propicia troca de informações, experiências, conhecimentos e indicações de forma natural e mútua. A sua dor de hoje pode ter sido de outro empreendedor no passado, trocar conhecimento é combustível para gerir uma crise ou criar novas oportunidades.

· Planejamento é a alma do negócio: pode parecer chato, burocrático e pouco prático, mas o planejamento norteia o crescimento e as decisões da empresa. Abrir mão dessa ferramenta é assumir o risco de que tudo pode dar errado. Ele não é a fórmula mágica para um negócio de sucesso, mas é a bússola.

· Reinvente-se: o mercado muda em uma velocidade surpreendente e, para ter um negócio inovador, é fundamental que o empreendedor se reinvente constantemente. Invista em você, estude muito, esteja sempre em contato com seus clientes e com as tendências da sua área. Amadureça o profissional que está coberto por uma grossa camada de “empreendedor faz tudo”. Não caia na rotina e alimente diariamente sua sede de dar certo.

A realidade é que não existe fórmula mágica para ter um negócio de sucesso e cada um inventa seus caminhos, mas algumas dores são comuns a todos e juntos podemos minimizá-las. Outro fato é que sempre vão dizer que ter o próprio negócio é moleza, não ter chefe é uma maravilha e fazer o próprio horário é um sonho, mas poucos sabem que para dar certo é preciso trabalhar mais do que dormir ou curtir o happy hour com a galera do trabalho na sexta-feira à noite.

Feliz Dia do Empreendedor para quem sabe o que é abdicar de mil coisas em prol da realização de um sonho!

Thamiris Rezende — Jornalista, fundadora da HUG Comunicação Corporativa e empreendedora persistente.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/papo-de-empreendedor-5-conselhos-de-um-para-o-outro/121736/

04jun/18

A importância do mestrado profissional para a carreira de um economista

Entenda porque ter o título é relevante para competir no mercado de trabalho

Entre as opções de mestrado profissional e acadêmico na área de Economia, o primeiro se destaca como o mais adequado para quem deseja conciliar estudos e profissão.

Peso profissional

Nesta semana, nossos os programas de Mestrado Profissional em Administração e em Economia receberam a nota máxima na avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que reflete o compromisso com a qualidade e a excelência de ensino e pesquisa da instituição, fatores que também impulsionam a carreira dos alunos.

“Quem faz um mestrado profissional se torna apto para atender as demandas do mercado em que está inserido. Isso porque o curso ajuda a fortalecer os conhecimentos técnicos na área em que atua, através do uso de intuição econômica e rigor na utilização dessa intuição”, explica Regina Madalozzo, coordenadora do Mestrado Profissional em Economia. “Para contribuir com a formação, nosso curso foca no conhecimento prático sempre baseado em evidências, tendo um currículo bastante quantitativo que permita ao aluno prescrever soluções baseadas em evidências”, completa.

Na prática, nosso mestrado profissional tem ênfase nas três principais áreas de conhecimento: finanças, microeconomia e macroeconomia. No primeiro ano do curso, o aluno é exposto a um conteúdo fundamental sobre todos os temas. No segundo, por sua vez, deve optar por qual temática quer se aprofundar. E uma curiosidade: dada a localização da escola, que é próxima ao polo financeiro de São Paulo, a especialização em finanças é a mais demandada deste curso.

Guilherme Braz, diretor de precificação e experiência do cliente na Localiza, no entanto, optou pela microeconomia. Para ele, o tema seria uma ponte entre seu trabalho atual e a formação acadêmica em matemática. “Após o curso, tenho mais propriedade para discutir a respeito de economia com outros funcionários formados na área. A teoria também me ajudou a entender melhor o consumidor e o concorrente”, revela o alumnus.

Como o mercado de trabalho é bastante competitivo e, para se destacar, é necessário ter um diferencial, o mestrado profissional contribui para complementar a qualificação. O alumnus Emerson Marques passou uma temporada fora do Brasil e consegue ver o peso que o mestrado tem. “Na hora de fazer entrevistas, tenho conhecimento e bagagem muito mais completas. Assim, entro no jogo com vantagem”, diz.

Benefícios a longo prazo

Segundo Regina, com um mestrado no currículo, tanto a sofisticação nas tarefas desempenhadas como a remuneração dos profissionais que cursaram nosso mestrado são mais elevadas. Em média, os mestres têm 32 anos e salário de R$ 9 mil. Os dados são da pesquisa “Mestres e Doutores: estudos da demografia da base técnico-científica brasileira”, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). São necessários dois anos de estudos para fazer parte do seleto grupo. No final do curso, o aluno defende uma dissertação para uma banca qualificada.

Sobre o processo seletivo do curso

Realizamos mensalmente um Encontro com a Coordenação. Durante o bate-papo com candidatos, Regina Madalozzo comenta sobre a grade curricular, parcerias internacionais e os desafios do programa, dentre outros assuntos. Interessou? Inscreva-se e participe.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-importancia-do-mestrado-profissional-para-a-carreira-de-um-economista/121707/